Notícias https://www.saude.mg.gov.br Mon, 30 Jan 2023 02:28:05 +0000 Joomla! - Open Source Content Management pt-br Hanseníase: SES-MG promove campanha de conscientização sobre a doença https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/17704-hanseniase-ses-mg-promove-campanha-de-conscientizacao-sobre-a-doenca https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/17704-hanseniase-ses-mg-promove-campanha-de-conscientizacao-sobre-a-doenca

A hanseníase é uma doença infecciosa, contagiosa e de evolução crônica, causada por um bacilo chamado Mycobacteriumleprae, que tem preferência pela pele e os nervos periféricos e pode afetar qualquer pessoa. Para conscientizar a população, a Secretaria de Estado de Saúde promove neste mês a campanha “Janeiro Roxo - Conhecer e enfrentar a Hanseníase de Janeiro a Janeiro”.

A partir das ações educacionais, de comunicação e mobilização social, somada às estratégias de sensibilização dos profissionais de saúde, a campanha tem como foco divulgar informações sobre prevenção, sinais e sintomas, diagnóstico e tratamento, para romper com estigmas e discriminação que ainda giram em torno da hanseníase.

Segundo Marina Caldeira, Coordenadora de Hanseníase da SES-MG, a estratégia da campanha é atingir os dois públicos-alvo. “Uma das frentes é o incentivo ao autocuidado, o diagnóstico e tratamento oportunos. A população precisa ter acesso a informações sobre hanseníase e estar atenta aos sinais e sintomas para procurar a unidade de saúde em tempo oportuno. Mas também é necessário sensibilizar e mobilizar os profissionais de saúde sobre a importância das ações de busca ativa de casos novos e a investigação de contatos, fundamentais para interromper a transmissão e assistir oportunamente as pessoas acometidas pela hanseníase. Além disso, buscamos incentivar a execução destas e outras ações pela Atenção Primária à Saúde, e que perpassam em toda a rede de atenção à saúde. Por ser a ordenadora do cuidado integral em hanseníase, as equipes precisam conhecer o cenário e fortalecer as estratégias de enfrentamento nos territórios”. 

Ações da SES-MG

A SES-MG, através da Coordenação de Hanseníase, está empenhada para implementar e fortalecer a “Estratégia Nacional para Enfrentamento da Hanseníase (ENEH) 2023-2030”, adequando-se à realidade do Estado. A coordenação estadual de hanseníase, em análogo ao Ministério da Saúde, definiu o “Plano Estadual de Enfrentamento da Hanseníase em Minas Gerais, 2019-2022”, pilares estratégicos de atuação para os diferentes serviços de atenção à saúde com metas relacionadas  ao incremento da detecção geral de casos novos ; redução da proporção de casos novos em menores de 15 anos, e da proporção de casos novos com grau 2 de incapacidade física, decorrente da hanseníase. Entre os anos de 2017 e 2021, foram diagnosticados no estado de Minas Gerais 4.856 novos casos de hanseníase, com tendência decrescente de notificação. Em 2017 foram 1.104 novos casos; em 2018 foram 1.035 casos; em 2019 foram 1.090 casos; em 2020 foram 759 casos; e em 2021 foram 868 casos. 

O lançamento da ENEH 2023-2030, em consonância com a Estratégia Global de Hanseníase, está previsto para ocorrer no Seminário “Hanseníase no Brasil: da evidência à prática”, em alusão à campanha nacional Janeiro Roxo, no período de 24 a 27 de janeiro de 2023, em Brasília/DF. A Coordenação de Hanseníase da SES-MG participou do processo de construção e foi convidada a participar desta solenidade, a convite do Ministério da Saúde.

Atualmente, em Minas Grais, os pacientes com hanseníase são assistidos pelas equipes de atenção primária, serviços de atenção especializada, e centros de referência com atuação macrorregional, estadual e nacional. Além destes, existem quatro Casas de Saúde (antigos Hospitais-Colônias) localizadas nos municípios de Bambuí (Casa de Saúde São Francisco de Assis), Betim (Casa de Saúde Santa Isabel), Três Corações (Casa de Saúde Santa Fé) e Ubá (Casa de Saúde Padre Damião). A gestão das Casas de Saúde é realizada pela rede FHEMIG - Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais, cabendo à SES-MG implementar as diretrizes nacionais e elaborar políticas públicas relacionadas ao controle do agravo e promoção da saúde e qualidade de vida dos mineiros. 

Além disso, através da DELIBERAÇÃO CIB-SUS/MG 2706, de 18 de abril de 2018, foi instituído o Comitê Estadual de Enfrentamento da Hanseníase que é intersetorial e tem caráter consultivo. Em maio de 2021, o Comitê foi reestruturado, realizando reuniões mensais que fomentam os compromissos do estado e municípios. 

Sobre a hanseníase

A doença acomete pessoas nas mais diversas idades - incluindo crianças - independentemente de gênero. A progressão da doença é lenta, e seu período de incubação é prolongado e pode durar anos. A hanseníase tem cura e, se tratada precocemente e de forma adequada, pode controlar a transmissão e evitar incapacidades e sequelas. 

A principal forma de prevenção é o diagnóstico precoce. Com o início do tratamento a pessoa deixa de transmitir a doença. O diagnóstico de caso de hanseníase é essencialmente clínico e epidemiológico, realizado por meio do exame geral e dermatoneurólogico para identificar lesões ou áreas de pele com alteração de sensibilidade e/ou comprometimento de nervos periféricos, com alterações sensitivas e/ou motoras e/ou autonômicas. 

O tratamento está disponível pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e é feito com medicamentos orais durante 6 a 12 meses, dependendo da forma clínica. O paciente deve comparecer mensalmente ao serviço de saúde para ser examinado, receber a medicação e orientações. 

Mais informações sobre a hanseníase estão disponíveis em nosso hotsite: www.saude.mg.gov.br/hanseniase

II Webinar Estadual de Hanseníase

Como parte da Campanha Janeiro Roxo, a SES-MG promove entre os dias 31/01 e 02/02 o “II Webinar Estadual de Hanseníase”. Os encontros virtuais são abertos à participação de todos e não é necessária inscrição prévia. As atividades começam às 14h, com duração de três horas e transmissão pelo Canal da SES-MG no Youtube.

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Banco de notícias Wed, 18 Jan 2023 17:29:35 +0000
Dengue, Zika e chikungunya: conheça os possíveis sintomas de cada uma das doenças https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/17687-dengue-zika-e-chikungunya-conheca-os-possiveis-sintomas-de-cada-uma-das-doencas https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/17687-dengue-zika-e-chikungunya-conheca-os-possiveis-sintomas-de-cada-uma-das-doencas

A dengue, chikungunya e Zika são doenças sazonais, com tendência de maior concentração de casos entre os meses de janeiro e maio, em todo o estado. As três doenças são transmitidas pelo Aedes aegypti e, embora tenham sintomas parecidos, apresentam algumas características que podem ajudar a diferenciá-las.

Sintomas

A enfermeira e referência técnica da Coordenação Estadual de Vigilância das Arboviroses, Suely Dias, explica que a dengue é uma doença febril aguda, sistêmica e dinâmica, geralmente com evolução benigna, mas que pode evoluir para formas graves. “As infecções por dengue podem ser assintomáticas ou apresentar sintomas que envolvem febre (geralmente acima de 38°C, de início abrupto e duração de 2 a 7 dias), dores de cabeça e musculares, dor nas articulações e atrás dos olhos. Também podem estar presentes vômitos, diarreia e erupções cutâneas vermelhas pelo corpo”, explica.

Já a chikungunya possui fase aguda com duração de 5 a 14 dias, uma fase pós-aguda que pode durar até 3 meses e pode se tornar crônica se os sintomas persistirem após esse período. Suely detalha que, na fase aguda, há surgimento abrupto de febre alta (maior de 38,5°C), dor forte nas articulações e músculos, dor de cabeça intensa e fadiga. “As manchas vermelhas da chikungunya surgem do 2º ao 5º dia após início da febre, afetando principalmente tronco, extremidades e face. Na fase pós-aguda e crônica, quando há persistência de sintomas, eles se manifestam principalmente nas articulações, com edema e dor”, afirma.

A infecção pelo Zika vírus pode ser assintomática ou sintomática. A referência técnica explica que geralmente a doença é autolimitada, variando de 2 a 7 dias. Pode apresentar febre baixa (menor que 38,5°C) ou ausente, erupções cutâneas vermelhas de início precoce, conjuntivite não purulenta, dor e edema nas articulações, dor de cabeça e aumento dos linfonodos. Deve-se atentar para manifestações neurológicas.

Tratamento

Suely Dias explica que não há tratamento específico nem vacina para as infecções por estes vírus. A recomendação, em caso de sintomas, é para que o paciente procure a Unidade Básica de Saúde mais próxima para avaliação. Além disso, é importante fazer repouso e cuidar da reposição de líquidos.

No caso de dengue, é extremamente importante que haja reconhecimento precoce dos sinais de alarme e gravidade. Para chikungunya, um profissional deve ser consultado para que sejam recomendados analgésicos e tratamentos não farmacológicos como fisioterapia e exercícios.

Suely também alerta que medicamentos devem ser utilizados somente com prescrição médica e para aliviar os sintomas. “Alguns medicamentos como ácido acetilsalicílico (AAS, Aspirina) e outros anti-inflamatórios não hormonais (ex.: Ibuprofeno, nimesulida, diclofenaco, etc.), podem aumentar complicações hemorrágicas, principalmente em caso de dengue, por isso não devem ser utilizados”, pontua.

Sequelas

As consequências mais relevantes das arboviroses a longo prazo são a cronificação, nos casos de chikungunya, e a transmissão vertical (ou seja, da mãe para o feto) da Zika, podendo levar à Síndrome Congênita associada à infecção pelo vírus.

Considera-se fase crônica de chikungunya quando os sintomas permanecem por mais de 3 meses, especialmente as dores musculares e articulares.

Na Zika congênita, fetos expostos à infecção pelo vírus durante a gestação, podem ter seu crescimento e desenvolvimento neurocognitivo comprometidos, podendo apresentar sinais clínicos como a microcefalia.

Prevenção e controle

Embora a dengue, Zika e chikungunya tenham tendência de maior concentração de casos entre os meses de janeiro e maio, em todo o Estado, é preciso reforçar que o vetor das doenças circula durante todo o ano. Por isso, os cuidados em relação ao combate aos focos do mosquito não devem cessar.

Por parte da saúde estadual, as ações permanentes, adotadas para conter o avanço dos casos de dengue em Minas, vão desde a mobilização de parceiros em todo o Estado, realização de Força-Tarefa (equipe composta por agentes da Saúde Estadual e da Fundação Nacional de Saúde – Funasa) em municípios com alta incidência de pessoas com dengue e alta infestação do mosquito, campanhas educativas por meio das redes sociais, mobilização da população sobre os cuidados para evitar os focos do Aedes aegypti, até a elaboração dos Planos de Contingência Estadual e Municipais para prevenção e controle das doenças transmitidas pelo mosquito.

Entretanto, a participação da população é de fundamental importância para o controle da doença, sobretudo quando se leva em conta o fato de as residências concentrarem 80% dos focos do mosquito transmissor. Destaca-se que a inspeção na residência, com a remoção de focos com água parada, é algo que não toma muito tempo e deve ser feita rotineiramente. Como exemplo, os vasos de plantas, pneus usados como possíveis criadouros do Aedes e outros objetos e recipientes em geral que possam acumular água.

Cenário em Minas

De 01/01 até 09/01 de 2023, Minas Gerais registrou 697 casos prováveis (casos notificados exceto os descartados) de dengue. Desse total, 100 casos foram confirmados para a doença. Não há óbitos por dengue em Minas Gerais, até o momento.

Em relação à chikungunya, foram registrados 232 casos prováveis da doença, dos quais 1 foi confirmado. Até então, não há nenhum óbito confirmado por chikungunya em Minas Gerais.

Quanto ao vírus Zika, foram registrados 63 casos prováveis, sendo 19 confirmados para a doença. Não há óbitos por Zika em Minas Gerais, até o momento.

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Banco de notícias Thu, 12 Jan 2023 17:04:42 +0000
SES convoca municípios para aderirem ao Programa Saúde na Escola Ciclo 2023/2024 https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/17668-ses-convoca-municipios-para-aderirem-ao-programa-saude-na-escola-ciclo-2023-2024 https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/17668-ses-convoca-municipios-para-aderirem-ao-programa-saude-na-escola-ciclo-2023-2024

Estão abertas as inscrições para que os municípios mineiros façam a adesão ao Programa Saúde na Escola Ciclo 2023/2024. Os gestores municipais da Saúde e da Educação devem realizar o cadastro até o dia 28 de fevereiro de 2023, por meio da plataforma e-Gestor AB, disponível em https://egestorab.saude.gov.br/, no módulo do PSE, conforme passo a passo descrito.

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De acordo com Nayara Resende Pena, coordenadora de Programas de Promoção da Saúde e Controle do Tabagismo da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, neste ano, a expectativa é ampliar ainda mais a adesão dos municípios. “É fundamental a articulação e o planejamento conjunto da Saúde e da Educação no processo de pactuação das escolas, de forma a contemplar o maior número de instituições, incluindo as escolas estaduais, alcançando o maior número possível de estudantes nos municípios ”, ressalta.

O Programa Saúde na Escola é uma iniciativa dos Ministérios da Saúde e da Educação, instituída pelo Decreto Presidencial nº 6.286, de 5 de dezembro de 2007, e que tem como objetivo promover a saúde e a prevenção a doenças e agravos para os estudantes da rede pública da Educação Básica, tanto estadual quanto municipal. O programa se desenvolve por ciclos, que têm duração bienal.

Os municípios que aderem ao PSE recebem um incentivo financeiro de custeio para o desenvolvimento das ações, com base no número de estudantes pactuados pelo município, e no monitoramento, de acordo com indicadores de avaliação do ciclo, descrito na Nota Técnica nº 98/2022-DEPROS/SAPS/MS (0030493783).

O programa prevê, na adesão, a pactuação de escolas prioritárias, como creches públicas e conveniadas, escolas rurais, escolas com alunos em medida socioeducativa e escolas que possuam, no mínimo, 50% dos alunos matriculados pertencentes a famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família. O PSE reúne 13 ações planejadas de forma conjunta, pelas equipes de Saúde e Educação, que constituem o Grupo de Trabalho Intersetorial Municipal (GTI-M). São elas:

  • Saúde Ambiental;
  • Promoção da atividade física;
  • Alimentação saudável e prevenção da obesidade;
  • Promoção da cultura de paz e direitos humanos;
  • Prevenção das violências e dos acidentes;
  • Prevenção de doenças negligenciadas;
  • Verificação da situação vacinal;
  • Saúde sexual e reprodutiva e prevenção do HIV/IST;
  • Prevenção ao uso de álcool, tabaco, e outras drogas;
  • Saúde bucal;
  • Saúde auditiva;
  • Saúde ocular.
  • Prevenção à Covid-19 nas escolas

Haverá, conforme disponibilidade orçamentária federal para o próximo ciclo, incentivo às ações de prevenção e combate a obesidade infantil, considerando a prevalência de obesidade e cobertura do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (Sisvan) municipais.

Destaque para Minas Gerais

Minas Gerais tem conseguido manter uma posição de destaque nos resultados obtidos no Programa Saúde na Escola (PSE). De acordo com os relatórios de monitoramento elaborados pelo Ministério da Saúde, o estado ficou em 1º lugar no ranking nacional de ações do PSE, nos ciclos 2019/2020 e 2021/2022. No último ciclo, 847 municípios de Minas aderiram ao Programa, o que representa, aproximadamente, 99% das cidades mineiras.

Nos gráficos abaixo, o comparativo feito pelo Ministério da Saúde, entre os estados brasileiros, mostra a dianteira de Minas nas ações do PSE.

SAÚDE NA ESCOLA 01  SAÚDE NA ESCOLA 02

Em 2022, o Programa completou 15 anos e o ciclo 2021/2022 contou com a participação recorde de 5.422 municípios de todo o país, contemplando cerca de 97,3 mil escolas pactuadas.

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Banco de notícias Mon, 02 Jan 2023 13:28:29 +0000
Período de chuvas aumenta os riscos de acidentes com animais peçonhentos https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/17425-periodo-de-chuvas-aumenta-os-riscos-de-acidentes-com-animais-peconhentos https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/17425-periodo-de-chuvas-aumenta-os-riscos-de-acidentes-com-animais-peconhentos

Apesar de acontecerem ao longo de todo o ano, os acidentes causados por animais peçonhentos são mais frequentes durante o período chuvoso e quente. Eles ocorrem mais frequentemente com cobras, escorpiões, aranhas, lagartas, lacraias, abelhas e vespas, que se abrigam tanto em áreas urbanas quanto rurais, podendo ser encontrados nas proximidades das casas, jardins e parques. Dependendo do tipo do animal e do tempo para atendimento médico adequado, alguns casos podem levar à morte.

Crédito: Rafael Mendes

Dados da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) registram, desde 2018, o número total de acidentes por animais peçonhentos ultrapassa 243 mil casos, com média de 48.750 notificações por ano. Em 2022, até o momento, já foram registrados 37.998 acidentes. Os casos envolvendo escorpiões representam mais de 70% do total das 243.716 ocorrências registradas entre 2018 e outubro de 2022. 

Também entre 2018 e 2022, foram registrados 336 óbitos no estado, envolvendo os diversos tipos animais peçonhentos da fauna local, dos quais 66 ocorreram em 2022. Os principais animais relacionados aos óbitos ocorridos nesse período são escorpiões (177 casos); serpentes, como jararaca, urutu-cruzeiro, cascavel, coral verdadeira, responsáveis por 71 óbitos, e abelhas (56 casos).

A referência técnica de Acidentes por Animais Peçonhentos da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Andréia Kelly Roberto Santos, explica que os acidentes por animais peçonhentos são classificados como leves, moderados e graves de acordo com o tipo e intensidade de sinais e sintomas apresentados pelo paciente. “A maioria dos acidentes causados por escorpiões, aranhas e lagartas são classificados como leves e não possuem necessidade de aplicação de soro”, afirma.

“Os soros indicados para o tratamento dos acidentes por animais peçonhentos são específicos para cada tipo de animal causador do acidente. Porém, para alguns acidentes, como aqueles causados por abelhas, lacraias, vespas e outros animais, ainda não existe soro”, completa a técnica da SES-MG.

Por isso, em caso de acidentes com qualquer animal peçonhento, a orientação é procurar o mais rápido possível atendimento médico na Unidade Básica de Saúde mais próxima, para avaliação correta do tratamento adequado ao paciente, se é indicada a administração de soro e qual o tipo de soro recomendado.

“Estes soros antipeçonhentos estão disponíveis apenas em unidades públicas de saúde para que todos os pacientes tenham a mesma oportunidade de atendimento. Estas unidades são comumente chamadas de unidades de soroterapia e estão presentes em alguns municípios de todo o Estado, de acordo com a capacidade de atendimento de cada uma e o número de acidentes que ocorrem nos municípios de cada Unidade Regional de Saúde”, informa Andréia.

Mais informações sobre as unidades de soroterapia no Estado estão disponíveis no link. http://vigilancia.saude.mg.gov.br/

Diferentemente dos animais venenosos, os peçonhentos são aqueles que possuem glândulas de veneno que se comunicam com dentes, ferrões, ou aguilhões – que são as estruturas por onde o veneno pode ser introduzido no corpo dos indivíduos. O veneno de animais peçonhentos pode causar, por exemplo, reações como vermelhidão, irritação local, bolhas e coceira.

Com o objetivo de alertar para as medidas de prevenção, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) recomenda uma série de cuidados, que podem reduzir a presença desses animais e, consequentemente, as chances de acidentes.

COMO PREVENIR ACIDENTES COM ANIMAIS PEÇONHENTOS:

  • Não colocar as mãos em tocas ou buracos na terra, ocos de árvores, cupinzeiros, entre espaços situados em montes de lenha ou entre pedras. Caso seja necessário, use um pedaço de madeira, enxada ou foice;
  • Não mexer em colmeias e vespeiros. Caso estes estejam em áreas de risco de acidente, contatar a autoridade local competente para a remoção;
  • Inspecionar roupas, calçados, toalhas de banho e de rosto, roupas de cama, pano de chão e tapetes, antes de usá-los;
  • Caso encontre um animal peçonhento, afaste-se com cuidado e evite assustá-lo ou tocá-lo, mesmo que pareça morto, e procure a autoridade de saúde local para orientações.
  • Utilizar Equipamento de Proteção Individual (EPI) em locais ou situações de risco;
  • Olhar com atenção o local de trabalho e caminhos a percorrer;

O QUE FAZER EM CASO DE OCORRÊNCIA DE ACIDENTE COM ANIMAL PEÇONHENTO:

  • Procure atendimento médico imediatamente na unidade de saúde mais próxima;
  • Mantenha o acidentado em repouso, deitado e com o membro acometido elevado em relação ao resto do corpo, enquanto aguarda por socorro. A vítima deve evitar correr ou se locomover por meios próprios;
  • Caso seja possível, e não atrase a ida do acidentado à Unidade de Saúde, lave o local do acidente com água e sabão, apenas;
  • Não tente sugar o local com a boca para extrair o veneno ou amarrar o membro acidentado. Não aplique algum tipo de substância (como álcool, pó de café, ervas, terra, querosene ou urina) no local da ferida. Tais procedimentos não têm efeito sobre o veneno e só aumentam o risco de infecções;
  • Procure atentar para a cor e o tamanho do animal causador, pois suas características podem auxiliar no diagnóstico e no tratamento do agravo.
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Banco de notícias Tue, 08 Nov 2022 13:53:25 +0000
Mais de R$20 milhões do Valora Minas serão aplicados em hospitais das regiões de Ubá e Muriaé em 2023 https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/17741-mais-de-r-20-milhoes-do-valora-minas-serao-aplicados-em-hospitais-das-regioes-de-uba-e-muriae-em-2023 https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/17741-mais-de-r-20-milhoes-do-valora-minas-serao-aplicados-em-hospitais-das-regioes-de-uba-e-muriae-em-2023

Nos dias 24 e 25 de janeiro, os prestadores de serviços hospitalares do SUS (Sistema Único de Saúde) das microrregiões de Saúde de Ubá e Muriaé, participaram de oficinas do Valora Minas, promovidas pela Gerência Regional de Saúde (GRS) de Ubá, momento em que também puderam alinhar estratégias para a melhoria dos indicadores, e assim fazer jus aos mais de R$20 milhões a serem aplicados pelo programa durante o ano de 2023 na região. 

O Valora Minas é a política de atenção hospitalar do Estado de Minas Gerais que entrou em vigor no ano passado, e tem como objetivo qualificar a assistência, ampliar o acesso, e responder às demandas e necessidades da população mineira, mediante a otimização da alocação de recursos nas unidades territoriais de saúde e vinculação dos repasses a resultados assistenciais e valor entregue à população.

Foto: Keila Lima

As oficinas reforçaram o papel de cada prestador de serviço, definido e pactuado por meio dos termos de compromissos assinados. "Entre outros critérios, a definição dos recursos a serem repassados a cada hospital leva em conta o porte da instituição, a tipologia e os serviços de média e alta complexidade prestados à população”, explicou Josiel da Silva Ferreira, referência técnica da Rede de Urgência e Emergência da GRS Ubá. “O Valora traz desafios para nossa região, como o aumento do número de partos normais, diminuição do percentual de reinternação e a manutenção do quadro de profissionais necessários para um atendimento com resolutividade. Esperamos atingir todos estes objetivos, e outros não citados, no decorrer deste ano", complementou Josiel. 

Na região da GRS Ubá, há hospitais classificados no módulo “Valor em Saúde”,  compreendendo hospitais de relevância microrregional e macrorregional. O módulo “Plataforma” reúne hospitais que podem ter sua infraestrutura otimizada, a fim de responder às necessidades identificadas nos territórios nas redes temáticas, ampliando o acesso dos usuários. Para saber mais sobre o Valora Minas, clique aqui.

Participaram das oficinas os gestores municipais de Saúde, as referências técnicas das Comissões Hospitalares, bem como colaboradores das áreas financeira e administrativa dos hospitais. “Os servidores da GRS Ubá tiveram muita desenvoltura em sanar nossas dúvidas. Também aproveitamos o momento de encontro com outros hospitais para trocarmos experiências, pois cada um tem suas peculiaridades, mas temos o mesmo objetivo de prestar um bom serviço aos usuários do SUS e ao Estado de Minas Gerais”, relatou Rosângela Alfenas, administradora do Hospital Santa Isabel, de Ubá, que está no módulo “Valor em Saúde”.

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Banco de notícias Fri, 27 Jan 2023 17:32:00 +0000
Municípios da SRS BH participam da 3ª Onda de Expansão do Projeto Saúde em Rede https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/17740-municipios-da-srs-bh-participam-da-3-onda-de-expansao-do-projeto-saude-em-rede https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/17740-municipios-da-srs-bh-participam-da-3-onda-de-expansao-do-projeto-saude-em-rede

 

Os municípios que compõem a Superintendência Regional de Saúde (SRS) de Belo Horizonte participaram na terça-feira, 24 de janeiro, da 3ª Onda de Expansão do Projeto Saúde em Rede. O evento, que contou com profissionais de saúde de diversos municípios, faz parte da 2ª fase preparatória do projeto. 

O Projeto Saúde em Rede tem como objetivo apoiar uma agenda de desenvolvimento e consolidação das Redes de Atenção à Saúde, em conformidade com as diretrizes de gestão do SUS (Sistema Único de Saúde). O projeto também compreende um conjunto de atividades educacionais voltadas para aprimorar os conhecimentos, desenvolver habilidades e também as atitudes dos profissionais de saúde. 

Realizado pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), com o apoio da Escola de Saúde Pública de Minas Gerais (ESP-MG), a metodologia do projeto consiste em uma estratégia de educação permanente e capacitação de curta duração. O conteúdo é baseado no modelo teórico operacional da Construção Social da Atenção Primária à Saúde (APS) e em diretrizes clínicas do Modelo de Atenção às Condições Crônicas (MACC).

Foto: Cristiane Reis

De acordo com a referência técnica da Atenção Primária da SRS BH, Regina Trindade, as atividades realizadas durante essa 3ª Onda de Expansão do Projeto são necessárias para a organização e qualificação dos processos assistenciais, estimulando a reflexão sobre o funcionamento dos serviços. “Os municípios vão ter, com o projeto Saúde em Rede, a possibilidade de aprimorarem a Atenção Primária trazendo para os processos de trabalho mais organização e uma articulação eficiente com a Atenção Especializada, solidificando, assim, as Redes de Atenção à Saúde”, disse a referência. 

A profissional de saúde do município de Sabará, Renata Batista de Brito, que participou do evento, afirmou que essa 3ª Onda de Expansão do Projeto Saúde em Rede apresenta muitos desafios. “O que eu vi hoje aqui são desafios, mas com a proposta de alcançarmos uma saúde de excelência na Atenção Primária à Saúde”, afirmou. 

A enfermeira e diretora da Atenção Básica, Carla Seabra Vieira Lima, do município de Nova Lima, aprovou todo o conteúdo do projeto. “Acredito que o Saúde em Rede vai contribuir para fortalecer a Atenção Primária, fortalecer o SUS como um todo, e aprimorar as articulações em rede”, disse a diretora. 

 

Recursos, monitoramento e cursos

Nesta terceira fase, também foram apresentadas para os profissionais a resolução 8389 de 19 de outubro de 2022 - que aprova o repasse de incentivo financeiro para o apoio à implementação do Projeto. A ferramenta de power BI (business intelligence)para monitoramento, com o objetivo de disseminar os conceitos básicos das práticas de trabalho, também foi apresentada, além dos cursos EAD (Ensino a Distância) disponíveis para aprimoramento dos profissionais por meio de conteúdos complementares.

Nos próximos encontros, que ainda irão ocorrer este ano, serão abordados temas como segurança do paciente, saúde bucal e promoção da saúde.

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Banco de notícias Fri, 27 Jan 2023 17:05:32 +0000
Comunicação assertiva e feedback são temas de palestra promovida pela Secretaria de Saúde https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/17739-comunicacao-assertiva-e-feedback-sao-temas-de-palestra-promovida-pela-secretaria-de-saude https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/17739-comunicacao-assertiva-e-feedback-sao-temas-de-palestra-promovida-pela-secretaria-de-saude

A Superintendência de Gestão de Pessoas da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) realizou, na tarde desta quinta-feira (26/1) a palestra Feedback e Comunicação Assertiva, na plenária do Prédio Minas, na Cidade Administrativa. O evento contou com a participação de servidores da secretaria, da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig).

Crédito: Fábio Marchetto

A psicóloga Mabel Rabelo, servidora da SES-MG, apresentou os elementos da comunicação e principais ruídos e barreiras para uma comunicação assertiva. “O professor Albert Mehrabian identificou que o processo de comunicação está principalmente relacionado ao entendimento da mensagem, ao tom de voz e aos sinais não verbais, como gestos, postura, expressão corporal e entonação”, explicou.
“Precisamos usar a comunicação em prol da assertividade e do entendimento e fugir da comunicação violenta. Assim, não perdemos a razão e não damos nossa razão para ninguém, porque o ataque gera contra-ataque. Já o autoconhecimento traz autocontrole e quanto mais praticamos maior será o nosso domínio sobre a forma de nos comunicar”, destacou a psicóloga.

O diretor de Gestão Estratégica de Recursos Humanos da SES-MG, Daniel Bragança, trouxe conceitos e reflexões sobre feedback. “Feedback é uma técnica de aprendizagem que envolve interação social e requer diálogo com intenção. Ele é sempre construtivo ou positivo. Do contrário, trata-se apenas de crítica e não de feedback”, esclareceu.

Crédito: Fábio Marchetto

“A pauta de feedback e de comunicação assertiva melhora e acrescenta muito valor ao trabalho entregue. Ela é transversal a vários temas, como avaliação de desempenho, gestão e liderança e qualidade de vida no trabalho, e proporciona ambientes mais harmoniosos quando bem trabalhada. Por outro lado, pesquisas como a da FIA Employee Experience apontam que as lideranças não sabem dar feedback para os seus liderados”, ressaltou Bragança.

De acordo com o diretor, duas questões chamaram atenção na última pesquisa de satisfação com os servidores da SES-MG: a necessidade de capacitação e a de ampliar o debate sobre as práticas de gestão – como cooperação, engajamento e valorização. “A avaliação de desempenho deveria estar amplamente difundida e com um acompanhamento claro e percebemos que não estava. Por isso, será um dos nossos focos de atuação neste ano, ao lado de inúmeras outras iniciativas de capacitação”.

Segundo Bragança, para 2023 estão previstos 13 cursos e formações e mais de quatro mil vagas para os servidores da SES-MG, além de uma nova etapa do Programa de Lideranças, que foi realizado no âmbito regional e agora virá para o central. “Para as regionais, estamos com um projeto estratégico, que é o Cultivando Práticas, voltado para gestão por competências, com temas como relacionamento interpessoal, assédio moral, incentivo ao desenvolvimento e a própria comunicação assertiva”, anunciou.

Para a servidora Maria Júlia Tolentino, da Diretoria de Medicamentos Especializados, foi uma experiência bastante interessante. "A palestra nos fez repensar não apenas as relações no âmbito profissional, mas trouxe uma importante reflexão para a vida pessoal", considerou. "Entendemos de uma forma muito didática e dinâmica que não se trata do que se está falando, mas de como está sendo dito", concluiu.

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Banco de notícias Fri, 27 Jan 2023 15:18:00 +0000
Série - Funed atua no diagnóstico da malária e treinamentos de profissionais https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/17738-serie-funed-atua-no-diagnostico-da-malaria-e-treinamentos-de-profissionais https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/17738-serie-funed-atua-no-diagnostico-da-malaria-e-treinamentos-de-profissionais

Doença milenar, tão antiga quanto a humanidade, a malária foi descrita de maneira minuciosa, pela primeira vez, no século 5 a.C, por Hipócrates. Antes disso, a crença era de que ela era um castigo dos deuses aos maus espíritos. O nome, porém, deriva de mal aire, que em italiano significa “mau ar” e surgiu no século 18, uma vez que se acreditava que a enfermidade fosse transmitida pelo ar insalubre de certas regiões pantanosas. Quase 200 anos depois, no final do século 19, início do século 20, foi enfim descoberto o papel dos insetos na transmissão do parasita que causa a doença.

A doença é endêmica em regiões tropicais, sobretudo na África, na Ásia e em partes das Américas, e atinge, sobretudo, populações mais pobres. Segundo a Organização Mundial da Saúde, a estimativa é de que mais de um milhão de pessoas morrem a cada ano vítimas da malária. É classificada como uma doença infecciosa febril aguda, causada por protozoários do gênero Plasmodium, transmitidos pela picada da fêmea infectada do mosquito do gênero Anopheles, também conhecido como mosquito-prego.

Considerando que a malária tem tratamento, ela poderia ser erradicada do mundo caso todas as pessoas infectadas fossem tratadas ao mesmo tempo. E, para tratar, é essencial que seja realizado o diagnóstico. Nesse contexto, a Fundação Ezequiel Dias (Funed) exerce um papel fundamental, uma vez que a instituição é responsável pelo Laboratório Central de Saúde Pública de Minas Gerais (Lacen-MG), referência no diagnóstico da malária no Estado.

Para a referência Técnica em diagnóstico parasitológico e molecular para malária, do Serviço de Doenças Parasitárias (SDP) da Funed, Job Alves de Souza Filho, o acesso precoce ao diagnóstico e tratamento também é estratégia importante para a prevenção de doença grave e da morte por malária. “Aí entra o papel da Funed, de colaborar com a descentralização, ampliação, qualidade e rapidez do diagnóstico”, reforça. O Serviço atua coordenando, juntamente com a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, as ações que envolvem o diagnóstico da malária. Confira as cinco principais:

  1. Distribuição do teste rápido imunocromatográfico para todas as superintendências e gerências regionais de saúde, permitindo que os mesmos tenham abrangência sobre todos os municípios de Minas Gerais.
  2. Realização do controle de qualidade de 100% dos diagnósticos realizados no estado. 3) Realização de cursos de capacitação teóricos e práticos para o diagnóstico parasitológico da malária.
  3. Fornecimento, desde 2022, do ensaio de proficiência para o diagnóstico parasitológico da malária para todo o Brasil.
  4. Realização do diagnóstico da malária de forma complementar, para os municípios que ainda não tenham implantado esse diagnóstico.

Conheça mais sobre o trabalho da Funed no controle da malária neste vídeo.

Dados sobre a doença

No Brasil, a maioria dos casos de malária se concentra na região amazônica, composta pelos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. Na região extra-Amazônica, composta pelas demais unidades federativas e o Distrito Federal, apesar das poucas notificações, a doença não pode ser negligenciada, pois se observa uma alta letalidade que chega a ser 100 vezes maior que na região amazônica.

O estado de Minas Gerais tem um número muito menor de casos que a região amazônica. Contudo, a letalidade fora de uma área com alto número de casos é consideravelmente maior, devido à falta de suspeita clínica, diagnóstico precoce e tratamento oportuno. “Assim, o menor número de casos deixa o diagnóstico ainda mais desafiante, pois é necessário manter os municípios e profissionais de saúde preparados para realizar o diagnóstico clinico e parasitológico a qualquer momento”, sinaliza a referência Técnica da Funed, Job Alves.

O pesquisador enfatiza, ainda, que a vigilância para malária deve ser constante, pois o estado é receptivo para a doença. “Assim, bastaria um caso sem o devido tratamento para o potencial surgimento de um surto de malária”, aponta. Somente em 2022, foram avaliadas na Funed cerca de 161 amostras de casos suspeitos. Segundo dados do Sivep-Malária, em 2022 houve 27 casos notificados em Minas Gerais (3,4% dos casos da região extra-Amazônica), 27 casos em 2021 e 29 casos em 2020, sendo 581 casos notificados nos últimos 10 anos.

As ações de vigilância da doença são realizadas em conjunto com a Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) que, por sua fez realiza um mapeamento da ocorrência dos agravos. Segundo a subsecretária de Vigilância em Saúde da SES-MG, Hérica Vieira Santos, as informações obtidas indicam os municípios de ocorrência e atendimento dos pacientes, assim como a definição de microrregiões, regionais e macrorregiões de saúde. “Esse mapeamento possibilita a avaliação de locais de maior ou menor prevalência, bem como a avaliação de presença de fatores predisponentes à ocorrência de casos nas localidades avaliadas, para intervenção e adoção de medidas de prevenção e controle”, reforça. As informações sobre a ocorrência dos agravos são divulgadas por meio de boletins epidemiológicos e painéis temáticos, disponibilizados no Portal da Vigilância em Saúde.

Saiba mais sobre a doença

A malária não é uma doença contagiosa, ou seja, uma pessoa doente não é capaz de transmitir a doença diretamente a outra pessoa. É necessária a participação de um vetor, que no caso é a fêmea do mosquito Anopheles (mosquito-prego), infectada por Plasmodium, um tipo de protozoário. Esses mosquitos são mais abundantes nos horários crepusculares, ao entardecer e ao amanhecer. Todavia, são encontrados picando durante todo o período noturno, porém em menor quantidade.

Ela tem cura e o tratamento é eficaz, simples e gratuito. Entretanto, a doença pode evoluir para suas formas graves se não for diagnosticada e tratada de forma oportuna e adequada. A exemplo disso, sem tratamento, a malária por P. falciparum pode progredir para doença grave, levando à morte em um período de poucos dias ou mesmo dentro de 24 horas dependendo da evolução da doença. Saiba mais sobre a doença no site do Ministério da Saúde.

Em 2021, o servidor Job Alves recebeu o primeiro lugar no Prêmio Inova, com o projeto de criar um auxílio diagnóstico remoto para a malária e com o ensaio de proficiência 3D. Saiba mais sobre o trabalho na matéria disponível no site da Funed.

Conheça mais sobre o trabalho da Funed na série sobre as Doenças Negligenciadas disponível no site da Funed.

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Banco de notícias Fri, 27 Jan 2023 14:20:58 +0000
Bebês prematuros necessitam, com urgência, de doação de leite humano https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/17736-bebes-prematuros-necessitam-com-urgencia-de-doacao-de-leite-humano https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/17736-bebes-prematuros-necessitam-com-urgencia-de-doacao-de-leite-humano

“Pedimos a todas as mamães que estão amamentando, e que tenham excedente de leite, que nos ajudem a salvar a vida dos bebês prematuros da Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) Neonatal da maternidade e de outros hospitais parceiros. Além disso, se você tem alguma amiga que também está amamentando, convide-a para nos ajudar”.

O apelo da psicóloga e coordenadora do Banco de Leite Humano (BLH) da Maternidade Odete Valadares (MOV), Maria Hercília Barbosa, busca sensibilizar lactantes de Belo Horizonte e demais cidades do estado para ajudarem a salvar a vida dos filhos de mulheres que não podem amamentar. 

Cada frasco de um litro pode alimentar até 10 recém-nascidos por dia. São mais de 80 prematuros que necessitam, diariamente, desse alimento para se manterem saudáveis. Para suprir a demanda mensal, são necessários pelo menos 250 litros. 

Doar é simples

A coleta é feita na casa da doadora, com conforto e segurança. “Basta ligar para os números (31) 3298-6008 ou (31) 3337-5678 para receber a orientação necessária e realizar um gesto de solidariedade e de amor aos bebês que necessitam do excedente do seu leite. Quanto mais seu bebê mama, mais leite você produz”, ressalta Maria Hercília.

Antes de ser ingerido pelos recém-nascidos, o leite recebido pelo BLH passa por um processo de análise e pasteurização, em um rigoroso controle de qualidade, que visa eliminar possíveis vírus ou bactérias que possam estar presentes.   

Ainda segundo a coordenadora, quando o bebê prematuro recebe o leite doado, ele aumenta significativamente a chance de se recuperar e de ter uma vida saudável. Com o leite materno, ele ganha peso de forma mais rápida e adquire proteção contra infecções. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que os bebês recebam, exclusivamente, leite materno nos primeiros seis meses de vida. 

De acordo com as estatísticas da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano (rBLH), da qual o BLH da MOV (referência estadual) faz parte, somente no ano passado, 6.742 bebês prematuros nascidos em Minas Gerais se beneficiaram dos mais de 7 mil litros de leite distribuídos pelos bancos de leite humano do estado. 

Amamentação cruzada

Não recomendada pelo Ministério da Saúde e pela Organização Mundial da Saúde, a prática de amamentar outro bebê, ou de permitir que o recém-nascido seja amamentado por outra mãe (mesmo que seja alguém da família), chamada de “amamentação cruzada”, ainda é uma realidade no Brasil. 

Esse costume pode levar a criança a contrair doenças infectocontagiosas como aids e hepatite, entre outras, em razão de o leite não ter sido tratado adequadamente, pelo processo da pasteurização, como ocorre nos bancos de leite e determina a legislação. 

Rede brasileira

O Brasil conta com 228 bancos de leite humano e 232 postos de coleta distribuídos por todas as regiões do país. Em Minas, segundo dados da Rede de Bancos de Leite Humano, estão presentes 12 BLHs e 31 postos de coleta.

Criada há 25 anos, por iniciativa do Ministério da Saúde e da Fundação Oswaldo Cruz, a rBLH promove, protege e apoia o aleitamento materno, por meio da coleta e da distribuição do leite humano com qualidade certificada, o que contribui para diminuir a mortalidade infantil no país. 

 

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Banco de notícias Fri, 27 Jan 2023 12:15:52 +0000
Informe Epidemiológico Coronavírus – 27/01/2023 https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/17737-informe-epidemiologico-coronavirus-27-01-2023 https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/17737-informe-epidemiologico-coronavirus-27-01-2023

Até o momento foram 4.129.935 casos confirmados*. São 4.009.982 casos recuperados***. Estão confirmados 64.895 óbitos****.

* Total de casos confirmados: soma dos casos confirmados, que não evoluíram para óbito e dos óbitos confirmados por covid-19.
** Casos em acompanhamento: casos confirmados de covid-19, que não evoluíram para óbito, cuja condição clínica permanece sendo acompanhada ou aguarda atualização pelos municípios.
*** Casos recuperados: casos confirmados de covid-19 que receberam alta hospitalar e/ou cumpriram isolamento domiciliar de 14 dias sem intercorrências.
**** Óbitos confirmados: óbitos confirmados para covid-19.

Dados parciais, sujeitos a alterações. Atualizado em 27/01/2023. Fonte: COES MINAS/COVID-19/SES-MG.

Clique aqui e acesse o Informe na íntegra

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Banco de notícias Fri, 27 Jan 2023 11:34:08 +0000
Coordenação de Atenção à Saúde da SRS Manhuaçu realiza reunião para alinhamento da Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/17735-coordenacao-de-atencao-a-saude-da-srs-manhuacu-realiza-reuniao-para-alinhamento-da-rede-de-cuidados-a-pessoa-com-deficiencia https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/17735-coordenacao-de-atencao-a-saude-da-srs-manhuacu-realiza-reuniao-para-alinhamento-da-rede-de-cuidados-a-pessoa-com-deficiencia

A Superintendência Regional de Saúde (SRS) de Manhuaçu realizou, no dia 26 de janeiro, no auditório da SRS, reunião os profissionais que atuam nos Serviços da Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência (RCPD), Juntas Reguladoras e referências técnicas que atuam nos 11 municípios da microrregião de Saúde de Carangola, e 23 municípios da microrregião de Saúde de Manhuaçu.

O objetivo foi promover a troca de experiências entre os serviços de reabilitação da Rede de Cuidado à Pessoa com Deficiência, além de apresentar, analisar e discutir as estratégias de melhorias dos serviços da Rede para o ano de 2023.

Foto: Antonio Rodrigues

A reunião foi conduzida pela referência técnica da Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência da SRS Manhuaçu, Lorena Teixeira dos Anjos. Segundo ela, “o objetivo também é realizar uma aproximação entre as juntas reguladoras e referências técnicas com os serviços especializados de reabilitação, sempre com foco em conhecer as estruturas dos municípios e promover melhorias da qualidade dos atendimentos prestados”.

O superintendente regional de saúde de Manhuaçu, Juliano Estanislau Lacerda destacou a importância dessa troca de experiências. “Isso é trabalhar com planejamento de ações. Esse encontro é uma oportunidade para discutir o funcionamento da rede de serviços à pessoa com deficiência no território e um momento importante para os técnicos que atuam nos municípios sanarem suas dúvidas e trocarem experiências exitosas”, reforçou o superintendente.

O evento contou ainda com a participação, por videoconferência, da referência técnica do Nível Central da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) Mônica Farina, que fez um panorama da Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência e destacou a importância dos municípios realizarem o diagnóstico situacional.

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Banco de notícias Fri, 27 Jan 2023 11:21:33 +0000
GRS Pirapora amplia política do Valora Minas na microrregião de Saúde de Pirapora com a adesão do município de Buritizeiro https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/17734-grs-pirapora-amplia-politica-do-valora-minas-na-microrregiao-de-saude-de-pirapora-com-a-adesao-do-municipio-de-buritizeiro https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/17734-grs-pirapora-amplia-politica-do-valora-minas-na-microrregiao-de-saude-de-pirapora-com-a-adesao-do-municipio-de-buritizeiro

Na última semana, a Gerência Regional de Saúde (GRS) de Pirapora, por meio da equipe da Coordenação de Atenção à Saúde (CAS), realizou um encontro com gestores de Buritizeiro, município integrante da microrregião de Saúde de Pirapora, para apresentar a proposta e os requisitos para a adesão do município à Plataforma de Transição do Programa Valora Minas, com a inclusão do Hospital Municipal Rodolfo Mallard como um potencial beneficiário do Módulo Plataforma - Hospitais de Transição. 

O encontro reuniu o secretário de saúde e outras lideranças da gestão municipal relacionadas à atenção hospitalar e à urgência e emergência.

A equipe do município de Buritizeiro teve a oportunidade de esclarecer diversas dúvidas operacionais da política, de ordem prática da assistência e da organização de processos de trabalho no hospital e nas unidades com as quais a instituição faz interface na rede.

Representantes da GRS Pirapora e município de Buritizeiro em discussão das diretrizes de implantação do Valora Minas no município - Foto: GRS Pirapora

Para a gerente regional de saúde de Pirapora, Tariana Diniz, “o Valora Minas representa um avanço sem precedentes no Sistema Único de Saúde (SUS) do Estado de Minas Gerais ao configurar-se como uma Política de Atenção Hospitalar que objetiva qualificar, ampliar o acesso e responder às demandas e necessidades da população mineira mediante organização das redes de atenção e otimização da alocação de recursos nos territórios de saúde”, disse.

Mariana Ribeiro, coordenadora da Atenção à Saúde da GRS Pirapora,  explica que “a política do Valora Minas considera a relevância territorial dos hospitais de pequeno porte, o que amplia a resolutividade da microrregião de Saúde na média complexidade hospitalar, o que fortalece e otimiza os fluxos da rede de atenção à saúde, ao permitir a rotatividade de leitos nos hospitais de maior complexidade”.

A referência técnica da gestão hospitalar da GRS Pirapora, Josiane Rodrigues, esclareceu que “os hospitais de transição são espaços que promovem a assistência em cuidados paliativos, cuidados crônicos, reabilitação e são retaguarda de hospitais de maior complexidade, tendo por objetivo completar o período de convalescença e recuperação, além de otimizar a capacidade funcional”, disse a referência. “Estão localizados em regiões em que é necessário a destinação de leitos aos cuidados prolongados e integrados”, completou.

O secretário municipal de saúde de Buritizeiro, Sinvaldo Alves Pereira, comentou que o encontro “foi muito oportuno para a preparação e planejamento da administração para o funcionamento do hospital dentro da proposta do Valora Minas e das demais ações a serem desenvolvidas no hospital nos próximos anos”. O secretário colocou-se à disposição da Gerência Regional de Saúde de Pirapora e frisou que o Município de Buritizeiro irá contribuir ainda mais para o fortalecimento do SUS na microrregião de Saúde de Pirapora.

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Banco de notícias Fri, 27 Jan 2023 10:55:07 +0000
Divulgação do Boletim Epidemiológico da Hanseníase faz parte do Janeiro Roxo na GRS Ubá https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/17733-divulgacao-do-boletim-epidemiologico-da-hanseniase-faz-parte-do-janeiro-roxo-na-grs-uba https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/17733-divulgacao-do-boletim-epidemiologico-da-hanseniase-faz-parte-do-janeiro-roxo-na-grs-uba

Como parte das ações do Janeiro Roxo, mês de mobilização e combate à hanseníase, a Gerência Regional de Saúde (GRS) de Ubá apresentou o Boletim Epidemiológico de Hanseníase, disponibilizando o cenário do agravo entre os anos de 2017 e 2021 na região compreendida pelos 31 municípios sob a área de atuação da GRS. A apresentação foi realizada por meio de videoconferência no dia 23 de janeiro, contando com cerca de 42 participantes representando os municípios.

A divulgação do boletim busca subsidiar as secretarias municipais de saúde quanto aos diferentes padrões de ocorrência da doença no território, bem como as áreas com maior vulnerabilidade e fragilidades na vigilância, a fim de que estratégias de prevenção e controle da hanseníase sejam propostas levando em conta as especificidades locais.

Em Miradouro, equipe de saúde do bairro Primavera realizou abordagem da população para orientar sobre a Hanseníase como parte das ações do Janeiro Roxo - Foto: Divulgação

 

Cenário Epidemiológico

Entre os anos de 2017 e 2021 foram diagnosticados, nos municípios que compõem a GRS Ubá, 104 casos novos de hanseníase. "Foi possível identificar um perfil de adoecimento de homens e mulheres em idade economicamente ativa. Além disso, o diagnóstico em menores de 15 anos é um fato que chama atenção, uma vez que a ocorrência de hanseníase em crianças é um importante indicador epidemiológico que determina o grau de transmissão da doença, sinalizando a necessidade de reforço nas ações de vigilância, sobretudo no âmbito domiciliar”, interpretou os dados Priscila Teixeira, referência técnica em Hanseníase da GRS Ubá.

 

Os dados do boletim apontam que a detecção precoce, quando o agravo ainda não provocou danos irreversíveis ao paciente, deve ser priorizada pela Atenção Primária à Saúde em suas unidades como PSFs (Programa de Saúde da Família) e Centros de Atendimento de Saúde. “Infelizmente, verificamos a predominância das formas clínicas mais graves da doença - dimorfa e virchowiana -, 59% e 26% dos casos, respectivamente, o que sugere um déficit assistencial importante. Isso significa que estes pacientes já possuíam algum grau de incapacidade física quando foram diagnosticados, mais um motivo para realizarmos não apenas o Janeiro Roxo, mas um ano inteiro de esforço intenso para diagnóstico precoce”, afirmou Priscila.

Clique aqui e acesse o Boletim Epidemiológico de Hanseníase da GRS Ubá na íntegra.

 

Reforço nas ações da APS para diagnóstico precoce

O cenário exposto no Boletim Epidemiológico sugere que a detecção de casos precocemente, que confere maiores benefícios para o paciente, poderia ser mais elevada, caso fossem estabelecidas ações rotineiras de investigação, tanto da população em geral quanto dos contatos dos pacientes. Portanto, o ponto de atenção dos gestores de Saúde e das referências técnicas municipais deve se nortear para este propósito. 

Em Rodeiro, sala de espera do “Janeiro Roxo” realizada em PSF leva informação à população e objetiva quebrar o “tabu” sobre a hanseníase - Foto: Divulgação

“É necessário aumentar a capacidade de diagnóstico das equipes de saúde, seja fomentando as habilidades dos profissionais ou otimizando o acesso aos serviços; reforçar a busca ativa de pessoas que tiveram contato com pacientes diagnosticados para testagem; além da conscientização da comunidade sobre os sinais e sintomas da doença, quebrando estigma associado à hanseníase. É preciso que todos saibam que a hanseníase tem cura, e o tratamento é feito nas unidades de saúde, completamente gratuito. A cura é mais fácil e rápida quanto mais precoce for o diagnóstico”, salientou Priscila.

Para mais informações, clique aqui e acesse ao hotsite da SES-MG sobre Hanseníase.

 

A doença

A hanseníase é uma doença infecciosa, transmissível e de caráter crônico, que ainda persiste como problema de saúde pública no Brasil. Seu agente etiológico é o Mycobacterium leprae, um bacilo que afeta principalmente os nervos periféricos, olhos e pele. A doença atinge pessoas de ambos os sexos e de todas as faixas etárias, podendo apresentar evolução lenta e progressiva e, quando não tratada, é passível de causar deformidades e incapacidades físicas, muitas vezes irreversíveis.

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Banco de notícias Thu, 26 Jan 2023 17:06:49 +0000
Aumento do número de casos de dengue e chikungunya acende alerta da Vigilância em Saúde da SRS Diamantina https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/17732-aumento-do-numero-de-casos-de-dengue-e-chikungunya-acende-alerta-da-vigilancia-em-saude-da-srs-diamantina https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/17732-aumento-do-numero-de-casos-de-dengue-e-chikungunya-acende-alerta-da-vigilancia-em-saude-da-srs-diamantina

A Superintendência Regional de Saúde (SRS) de Diamantina realiza, permanentemente, ações de combate ao Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika, chikungunya e febre amarela. O trabalho de capacitações, disponibilização de insumos e apoio técnico, é realizado pelo Núcleo de Vigilância Epidemiológica (Nuvepi) da regional junto aos municípios, que são os responsáveis diretos pelo trabalho de campo para a prevenção a estas doenças.

“Na área de abrangência da SRS Diamantina, composta por 34 municípios, entre 2021 e 2022, o número de notificações de casos confirmados de dengue e, especialmente, de chikungunya aumentou significativamente. Em 2021, foram confirmados 864 casos de dengue, com um óbito, e 23 casos de chikungunya”, informou a referência técnica das Arboviroses da SRS Diamantina, Ana Elisa Oliveira Lima. Em 2022, foram confirmados 2.034 casos de dengue, com um óbito em investigação, e 956 casos de chikungunya, conforme dados do Boletim Epidemiológico das Arboviroses Urbanas divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG).

Foto: Divulgação

Outro dado que também chamou a atenção foi que a grande maioria dos casos confirmados de chikungunya foram registrados no município de Araçuaí, que chegou a 897 confirmações, ou seja, 93,8% de todos os casos confirmados no território da SRS, em 2022. 

Incremento de ações e investimentos

O secretário Municipal de Saúde de Araçuaí, Israel Francisco Ornelas da Silva, ponderou que os números realmente não são bons e que esse é um problema histórico da região. Mas, por outro lado, o secretário ressalta que agora os dados demonstram a forte atuação das equipes de vigilância do município, quanto ao monitoramento e registro dos casos. “Desde 2021 aumentamos os investimentos em estrutura e recursos humanos para o fortalecimento das nossas vigilâncias”, disse. “Contamos agora com dados epidemiológicos consistentes e atualizados, que vão garantir mais eficiência e otimização de recursos para o enfrentamento das Arboviroses”, explicou o secretário. 

Gráfico: SRS Diamantina

O gestor destaca ainda a importância da participação da população na eliminação dos criadouros do mosquito, que está cada vez mais resistente. “Não estamos lidando com aquele mosquito que só se reproduzia em água limpa. Agora, estamos enfrentando um mosquito que procria com maior facilidade e está cada vez mais resistente aos inseticidas”, alertou o secretário. “Além da busca por novos métodos de controle do mosquito, estamos fortalecendo e ampliando nossas ações de mobilização social para sensibilizar o cidadão sobre a sua importância no processo”, disse. 

“O enfrentamento do Aedes aegypti é uma tarefa contínua e coletiva, por isso, além do trabalho realizado pelo Estado e municípios, precisamos da colaboração e apoio de toda população”, lembrou Cleya da Silva Cruz, superintendente da SRS Diamantina. “Vamos intensificar as ações de combate ao mosquito, bem como trabalhar com municípios que estejam silenciosos a fim de aumentar a notificação de casos. Precisamos do sistema de informação bem alimentado, conciso e robusto para os 34 municípios, a fim de garantirmos ações efetivas de combate às Arboviroses no território”, concluiu a superintendente.

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Banco de notícias Thu, 26 Jan 2023 15:56:04 +0000
Mestrado em Biotecnologia da Funed tem inscrições prorrogadas https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/17731-mestrado-em-biotecnologia-da-funed-tem-inscricoes-prorrogadas https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/17731-mestrado-em-biotecnologia-da-funed-tem-inscricoes-prorrogadas
Foram prorrogadasaté o dia 15 de fevereiro de 2023, as inscrições para o curso de Mestrado Profissional em Biotecnologia da Fundação Ezequiel Dias (Funed). As turmas terão início em abril de 2023 e os interessados em participar do processo seletivo podem se inscrever pessoalmente ou pelos Correios, no endereço especificado no edital, disponível no site.
 

O curso faz parte do Programa de Pós-graduação em Biotecnologia – PPGBiotec Funed, que recebeu, em setembro de 2022, o resultado da avaliação do Sistema Nacional de Pós-graduação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – Capes. Essa atividade, de acordo com o órgão, é essencial para assegurar e manter a qualidade dos cursos de Mestrado e Doutorado no país. De acordo com a comissão avaliadora, a análise dos dados e dos indicadores mostram claramente que o PPGBiotec Funed pode se consolidar rapidamente, pois, apesar de ser novo, já demonstra um perfil tecnológico relevante na área, o que o levou a receber nota 4. “Esta nota é muito positiva para o nosso Programa, que teve início em 2019 e passou pela sua primeira avaliação, o que nos traz muita satisfação em entendermos que estamos no rumo certo”, declara a pesquisadora Sílvia Fialho, coordenadora do PPGBiotec Funed.

Os objetivos da avaliação da Capes são a certificação da qualidade da pós-graduação brasileira e identificação de assimetrias regionais e de áreas estratégicas do conhecimento, para orientar ações de indução na criação e expansão de programas de pós-graduação no território nacional. Os processos são conduzidos com base no reconhecimento e confiabilidade na qualidade assegurada pela análise dos pares, com critérios debatidos e atualizados pela comunidade acadêmico-científica a cada período avaliativo, que acontece de quatro em quatro anos.

Sobre o curso

O Mestrado Profissional em Biotecnologia da Funed é gratuito e dispõe de 15 vagas para profissionais com nível superior completo, aprovados e classificados conforme especificações do edital.  O curso teve início em 2019 e já está em sua quarta turma, já tendo formado 21 mestres desde sua primeira defesa de dissertação. A próxima turma terá início em março de 2023.

O curso tem o objetivo de formar recursos humanos qualificados para atuação em setores produtivos, empresas de base biotecnológica e instituições de ciência e tecnologia, contribuindo para o desenvolvimento de produtos, processos e novas técnicas de análise e diagnóstico de base biotecnológica. O Programa possui como área de concentração a Biotecnologia em Saúde e é constituído por duas linhas de pesquisas: Bioprodutos e Bioensaios e métodos diagnósticos. “A possibilidade de usar a estrutura da Funed, com seus diversos e bem equipados laboratórios de pesquisa e diagnósticos, e seu moderno e tecnológico parque fabril, que facilitam o desenvolvimento do projeto de pesquisa, é um diferencial para quem deseja ingressar no curso”, destaca Sílvia Fialho.

O processo seletivo será composto por três etapas: 1-deferimento das inscrições para verificar se o candidato enviou a documentação completa e que atenda a todas as condições do Edital; 2- a prova de conhecimentos específicos, de caráter eliminatório e classificatório; 3- análise de currículo conforme cronograma, com caráter classificatório.

Clique aqui para acessar mais informações sobre o processo seletivo 2023 e o novo cronograma, com as retificações.

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Banco de notícias Thu, 26 Jan 2023 15:38:27 +0000
Secretário participa de reuniões em Brasília https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/17730-secretario-participa-de-reunioes-em-brasilia https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/17730-secretario-participa-de-reunioes-em-brasilia

O secretário de Saúde, Fábio Baccheretti participou nesta quinta-feira (26/01), em Brasília, do 1º encontro do ano, da Comissão Intergestores Tripartite (CIT), que reúne representantes do Conass, Conasems (Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde) e Ministério da Saúde. Os pontos discutidos foram a Portaria que institui a ampliação do acesso à reconstrução mamária em caso de mulheres com diagnóstico de câncer de mama submetidas à mastectomia total e a Portaria que institui o Programa Nacional de Redução das Filas Cirurgias Eletivas, Exames Complementares e Consultas Especializadas, com investimento de R$ 600 milhões neste ano.

Crédito: ASCOM Conass

Fábio Baccheretti lembrou que Minas saiu na frente na realização de eletivas e lançou o programa Opera Mais, com a destinação de mais de R$ 200 milhões para incentivo à realização de cirurgias no estado. Até novembro de 2022 mais de 159 mil procedimentos foram realizados, número 17% acima de 2019, ano anterior a pandemia e que serve como um bom parâmetro para esta análise.

Vacinação

Na reunião da CIT foi anunciado ainda o reforço na vacinação contra a Covid-19 para pessoas acima de 70 anos, moradores de instituições de longa permanência e imunossuprimidos e com expansão para outros públicos na sequência. A vacina usada será a bivalente. Baccheretti, informou que foi solicitado que essa vacina seja distribuída antes do final de fevereiro. Segundo o secretário, o Ministério da Saúde “fará um grande movimento junto aos estados e muncípios para recuperarmos os índices vacinais anteriormente alcançados”.

Minas Gerais deverá aguardar a nota técnica com as recomendações e o repasse das doses por parte do Ministério da Saúde, para realizar a distribuição aos municípios mineiros.

Integração entre estados na reunião do Conass

Na quarta-feira (25/01) Baccheretti esteve na 1ª Assembléia do Conselho Nacional do Secretários de Saúde (Conass). No encontro estiveram presentes os gestores que assumiram as Secretarias Estaduais de Saúde em janeiro deste ano e os que foram reconduzidos da gestão passada. A ministra da Saúde, Nízia Trindade, acompanhada dos secretários da pasta e da representante da Organização Pan-Americana da Saúde, (Opas/OMS), Socorro Gross, participaram do encontro com os secretários.

Crédito: ASCOM Conass

Baccheretti, que também é Vice-Presidente do Conass, enfatizou a importância desta integração com as demais secretarias para o fortalecimento do SUS. O Presidente do Conass e Secretário de Saúde do Rio Grande do Norte, Cipriano Maia, observou que o início desta gestão, tanto para estados, como para a nova direção do Ministério da Saúde, traz muitas expectativas, principalmente em relação à retomada do diálogo tripartite respeitoso que se traduza em pactuação e acordos que fortaleçam o processo de construção e aprimoramento do Sistema Único de Saúde (SUS).

Para a ministra Nísia Teixeira, o Ministério da Saúde trabalha numa lógica interfederativa. “o Ministério da Saúde não vai trabalhar isoladamente. Não existe agenda do ministério sem a participação dos Conselhos, existe agenda do SUS”, enfatizou.

Socorro Gross, representante da Organização Pan-americana da Saúde (OPAS), reforçou a importância da governança do SUS com os estados. “Contar com a experiências de cada lugar do Brasil é fundamental para levar saúde de qualidade para a população brasileira”, disse.

Em Brasília Fábio Baccheretti foi acompanhado pelo Secretário Adjunto, André Luiz Moreira dos Anjos e pela Chefe de Gabinete, Marina Queiros Cury.

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Banco de notícias Thu, 26 Jan 2023 15:16:31 +0000
Barão de Monte Alto intensifica as ações de combate a dengue https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/17729-barao-de-monte-alto-intensifica-as-acoes-de-combate-a-dengue https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/17729-barao-de-monte-alto-intensifica-as-acoes-de-combate-a-dengue

Com mais de uma dezena de casos confirmados de dengue e diversas notificações nas últimas semanas de 2022, o município de Barão de Monte Alto decidiu intensificar as ações de prevenção contra o mosquito Aedes aegypti e contou com o apoio e parceria da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), por intermédio da Gerência Regional de Saúde (GRS) de Ubá. Entre ações, está o envio do veículo UBV, conhecido popularmente como “fumacê”.

Carro UBC pesado do Estado cumpre 5º ciclo de aplicação em Barão de Monte Alto / Divulgação
A medida foi necessária para evitar um possível agravamento da situação com a chegada do período sazonal para as arboviroses. Após aprovação da sala de situação da GRS Ubá, realizada em 9/1/2023, o veículo de Ultra Baixo Volume (UBV) está sendo utilizado no município. O objetivo da ação foi o bloqueio de transmissão do vetor da doença, passando por todos os bairros de Barão de Monte Alto,e entre os dias 23 a 27 de janeiro o carro cumpriu o quinto ciclo de aplicação, previsto para ser o último. Na mesma semana, os distritos rurais Silveira Carvalho e Cachoeira Alegre também receberam aplicação do UBV pesado.

“Além de Barão de Monte Alto, também estamos finalizando cinco ciclos de aplicação do UBV pesado em Patrocínio do Muriaé nesta semana. Estamos acompanhando muito cuidadosamente o cenário de nossos municípios que tiveram enchentes em dezembro/janeiro, pois isso torna as condições ainda mais favoráveis para a proliferação do Aedes”, explicou Carlos Adriani, supervisor de Endemias da GRS Ubá. 

O último LIRAa (Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti), realizado em novembro de 2022, apontou um índice de menos de 1% de infestação, que é o considerado aceitável pelo Ministério da Saúde. 

Porém com  intensificação do período chuvoso, em novo LIRAa, realizado entre 08 a 21 de janeiro, o índice saltou para 5,7%. O aumento já era esperado, o que motivou a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) a implementar ações emergenciais já nas primeiras semanas de janeiro de 2023.

Mais de 30 notificações para dengue acumularam entre o mês de dezembro de 2022 e o dia 03/01/23 o que deixou o município em alerta. “Assim, tomamos providências como mutirão de limpeza em toda a cidade, sendo que os distritos rurais terão este movimento nesta semana; investimos nas ações de visitas domiciliares dos Agentes de Endemias, reforçando as orientações com a população; e recebemos o apoio do carro UBV pesado do Estado. Os bloqueios com UBV costal foram impossibilitados devido às chuvas constantes”, informou a Coordenadora de Endemias de Barão de Monte Alto, Camila Aparecida Ferreira. 

Acompanhando de perto a situação e fornecendo o suporte necessário, a GRS Ubá realiza semanalmente a avaliação do cenário dos municípios de sua abrangência, identificando assim possíveis mudanças nos índices, que podem impactar nos aumentos de casos.  

“Nossa vigilância é constante para que possamos ter um efeito resposta rápido, e nossa orientação é para que todos os municípios mantenham sua base de dados atualizadas para que isso seja possível”, finaliza Waldir Marques, supervisor de Endemias da GRS Ubá. 

Como prevenir?

A forma mais eficaz de prevenção é o combate ao mosquito Aedes aegypti. Seguem algumas ações que a população deve tomar, pelo menos uma vez por semana:

  • Verifique se a caixa d’água está bem tampada.

  • Deixar as lixeiras bem tampadas.

  • Colocar areia nos pratos de plantas.

  • Recolher e acondicionar o lixo do quintal.

  • Limpar as calhas.

  • Cobrir piscinas.

  • Tapar os ralos e baixar as tampas dos vasos sanitários.

  • Limpar a bandeja externa da geladeira.

  • Limpar e guardar as vasilhas dos bichos de estimação.

  • Limpar a bandeja coletora de água do ar-condicionado.

  • Cobrir bem a cisterna.

  • Cobrir bem todos os reservatórios de água.

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Banco de notícias Thu, 26 Jan 2023 11:19:05 +0000
Informe Epidemiológico Coronavírus – 26/01/2023 https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/17728-informe-epidemiologico-coronavirus-26-01-2023 https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/17728-informe-epidemiologico-coronavirus-26-01-2023

Até o momento foram 4.128.254 casos confirmados*. São 4.006.865 casos recuperados***. Estão confirmados 64.887 óbitos****.

* Total de casos confirmados: soma dos casos confirmados, que não evoluíram para óbito e dos óbitos confirmados por covid-19.
 ** Casos em acompanhamento: casos confirmados de covid-19, que não evoluíram para óbito, cuja condição clínica permanece sendo acompanhada ou aguarda atualização pelos municípios.
 *** Casos recuperados: casos confirmados de covid-19 que receberam alta hospitalar e/ou cumpriram isolamento domiciliar de 14 dias sem intercorrências.
 **** Óbitos confirmados: óbitos confirmados para covid-19.

Dados parciais, sujeitos a alterações. Atualizado em 26/01/2023. Fonte: COES MINAS/COVID-19/SES-MG.

 
Clique aqui e acesse o Informe na íntegra.

 
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Banco de notícias Thu, 26 Jan 2023 10:07:05 +0000
ESP-MG abre inscrições de curso introdutório para atuação em Vigilância Sanitária https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/17727-esp-mg-abre-inscricoes-de-curso-introdutorio-para-atuacao-em-vigilancia-sanitaria https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/17727-esp-mg-abre-inscricoes-de-curso-introdutorio-para-atuacao-em-vigilancia-sanitaria

A Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais (ESP-MG), por meio da Assessoria de Educação a Distância (AEaD), abre inscrições nesta quinta-feira, dia 26/01, para o Curso: “Conhecimentos Introdutórios para Atuação em Vigilância Sanitária”. A oferta é gratuita e integra o percurso formativo do Fiscal de Vigilância Sanitária.

A qualificação tem carga horária de 60 horas e será ofertada na modalidade de Educação a Distância (EaD), com acesso via Ambiente Virtual de Aprendizagem da ESP-MG (AVA), no formato autoinstrucional (sem tutor) e com certificação após conclusão do curso.

Os candidatos poderão se inscrever no período de 26/01/2023 a 07/02/2023, por meio do preenchimento do Formulário Eletrônico: https://forms.gle/VM2Z8g7w3zpzrGPS6

O Curso é voltado para Fiscais Sanitários e trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS) com interesse na área da Vigilância Sanitária (VISA). 
Para se inscrever, os candidatos devem observar os seguintes pré-requisitos:
1.Ser Fiscal Sanitário ou Trabalhador do Sistema Único de Saúde (SUS), com interesse na área da Vigilância Sanitária;
2.Trabalhar no Estado de Minas Gerais e;
3.Possuir conhecimentos básicos em Internet
 
Serão disponibilizadas, inicialmente, 1.000 vagas, que serão preenchidas pela ordem de chegada das inscrições válidas, com prioridade de ingresso para os profissionais que atuam como Fiscais da Vigilância Sanitária.

Sobre o curso

O curso “Conhecimentos Introdutórios para atuação em Vigilância Sanitária” é o curso 01 do Percurso Formativo do Fiscal de Vigilância Sanitária, que é composto por três módulos/formações. O projeto Percurso Formativo é fruto de uma parceria entre ESP-MG e a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) e tem como objetivo qualificar o trabalhador da vigilância sanitária apresentando as bases e conceitos fundamentais para o desenvolvimento de suas ações na rotina do trabalho.

A carga horária é de 60 horas e as atividades estão distribuídas entre 4 (quatro) unidades de aprendizagem, conforme quadro abaixo:

         

Resultado das Inscrições e Início do Curso
O resultado do processo de inscrição e a lista dos nomes dos candidatos contemplados, serão divulgados no site da ESP-MG na data prevista de 10/02/2023. E o início do curso no AVA, está previsto para a 1ª quinzena de fevereiro de 2023.

Obs.: É muito importante atentar-se para o e-mail informado no ato da inscrição! É necessário que o e-mail seja pessoal e esteja digitado corretamente, já que os comunicados formais sobre o curso, como o envio de login e senha de acesso, ocorrerão por meio deste e-mail.

Para mais informações:
(31) 3275-1440 (WhatsApp) ou
eadespmg.curso01@gmail.com

>Inscrições de 26/01/2023 a 07/02/2023, por meio do preenchimento do Formulário Eletrônico: https://forms.gle/VM2Z8g7w3zpzrGPS6

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Banco de notícias Thu, 26 Jan 2023 10:00:42 +0000
UBS de Antônio Carlos, na Zona da Mata, é inaugurada https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/17726-ubs-de-antonio-carlos-na-zona-da-mata-e-inaugurada https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/17726-ubs-de-antonio-carlos-na-zona-da-mata-e-inaugurada

Foi inaugurada, nesta quarta-feira (25/1), a Unidade Básica de Saúde (UBS) Maria de Lourdes Jardins de Oliveira, na cidade de Antônio Carlos, na Zona da Mata mineira. A obra estava paralisada desde maio de 2016 e foi retomada em janeiro de 2022, com investimento do Governo de Minas, que contemplou o município com o aporte de R$ 1 milhão, além do recurso extra de R$ 814,9 mil para conclusão da obra.

Crédito: Fábio Marchetto

A UBS está localizada na rua Sílvio Frizone, no distrito de Doutor Sá Fortes, em Antônio Carlos. A unidade é uma das 133 UBSs que compõem a Macrorregião Centro-Sul de Saúde, na qual está inserido o município. Dessas, 19 UBSs estão localizadas em Barbacena, cidade que fica a 20 minutos de Antônio Carlos.

“A entrega dessa UBS é essencial para o acesso aos serviços de saúde da população. É por meio das unidades básicas que cada cidadão consegue ter acesso e acompanhamento em cada etapa do seu ciclo de vida”, afirmou a subsecretária de Políticas e Ações de Saúde da Secretaria de Estado de Saúde, Camila Moreira de Castro, “essa UBS traz serviços de saúde bucal, de ginecologia, de acompanhamento às gestantes, atendimento às crianças, mulheres e aos idosos”.

Crédito: Fábio Marchetto

A subsecretária destaca ainda que a prioridade da gestão é a retomada das obras das UBSs que estavam paradas há mais de dez anos, o fortalecimento dos serviços de atenção primária e das políticas de promoção à saúde, o que inclui também o financiamento e repasse de recursos para os municípios.

UBSs em Minas

De acordo com levantamento da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), realizado em 2021, 99 obras estavam paradas em todo o estado. Dessas, dez obras foram concluídas pela gestão do governador Romeu Zema até a primeira semana de janeiro de 2023.

Também segundo dados do mesmo monitoramento, 22 obras estão em andamento. As demais aguardam a atualização do relatório emitido pelos técnicos da SES, que buscam levantar a situação de cada edificação.

Ainda de acordo com a SES-MG, outras 39 obras de UBS que receberam incentivos financeiros estaduais estão previstas para serem iniciadas.  Além disso, está programado no orçamento de 2023 novas contemplações de incentivo financeiro para construção de UBSs.

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Banco de notícias Wed, 25 Jan 2023 17:08:04 +0000