Notícias https://www.saude.mg.gov.br Sun, 29 May 2022 09:12:31 +0000 Joomla! - Open Source Content Management pt-br Covid-19: Minas Gerais não prevê quarta onda https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/16963-covid-19-minas-gerais-nao-preve-quarta-onda https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/16963-covid-19-minas-gerais-nao-preve-quarta-onda

Mesmo com o aumento do número de casos de covid-19 em algumas regiões do estado, o secretário de Estado de Saúde, o médico Fábio Baccheretti, informou que Minas Gerais não deverá passar pela quarta onda da doença, mas alertou, mais uma vez, sobre a importância da vacinação contra a doença. Durante coletiva realizada hoje, 26/5, na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte, Baccheretti reforçou que a imunização é a estratégia mais eficaz para manter o controle da pandemia.

Crédito: Fábio Marchetto

“A vacina é a principal arma contra a doença. É necessário que as pessoas se conscientizem sobre a importância de completar o esquema vacinal. Precisamos ampliar ainda mais a cobertura e a administração de doses de reforço, porque a imunização é a forma mais eficaz e segura de se restringir a circulação do vírus e reduzir o número de novos casos, de internações e de óbitos”, alertou o secretário.

Em Minas Gerais, até o momento, 17.885.652 pessoas acima de cinco anos de idade tomaram a primeira dose da vacina contra a covid e 16.600.859 tomaram a segunda dose e a dose única. Isso representa uma cobertura vacinal de 89% e 82%, para D1 e D2, respectivamente. A cobertura de primeira dose de reforço para as pessoas acima de 18 anos está em 57,33% e para a segunda dose de reforço em pessoas acima de 60 anos está em 21,79%.

Entre as crianças de 5 a 11 anos em Minas, segundo dados do sistema oficial do Ministério da Saúde, o OpenDataSUS, a cobertura vacinal está em 70% para primeira dose e 35% para segunda dose, em uma população estimada de 1.870.098 crianças.

“Cerca de 540 mil crianças não tomaram a segunda dose. Por isso é importante frisar, mais uma vez, que são necessárias duas doses de vacina para garantir a proteção contra a doença. Os pais que ainda não levaram suas crianças aos postos de saúde, devem fazer isso o quanto antes”, pediu o médico.

Cenário epidemiológico

Segundo o secretário, embora os números de casos novos de covid-19 tenham apresentado um leve aumento, não houve crescimento das taxas de internações e óbitos.

“A covid-19 possui agora uma característica sazonal. A pandemia está controlada. Porém, nesta época do ano, com a chegada do clima frio, é esperado o aumento de registros de doenças respiratórias em função da sazonalidade. Apesar do aumento de casos, não há um reflexo nos números de óbitos e nas taxas de internação”, explicou.

A SES-MG segue avaliando regionalmente os indicadores, tanto de casos novos, quanto de internações.

Campanha contra a gripe e sarampo

A campanha de imunização contra gripe e sarampo, que começou em abril e termina no dia 3/6, ainda não atingiu a meta recomendada de imunizar 90% do público alvo. A ação mobiliza todos os municípios mineiros.

De acordo com o painel do Ministério da Saúde, até 26/5 a cobertura vacinal contra o sarampo é de apenas 34,5% das crianças com idade de 6 meses a menores de 5 anos de idade e 37% dos trabalhadores da saúde em Minas. O público estimado para receber as doses do imunizante é de 1.165.916 e 606.091 pessoas, respectivamente.

Já em relação à vacinação contra a gripe, os dados do painel apontam, até a mesma data, a cobertura de 46,5% no grupo de pessoas com 60 anos ou mais de idade, 47,2% entre os trabalhadores da saúde e somente 23% entre as crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade. O público total estimado para receber as doses contra a gripe durante toda a campanha é de 8.299.488 pessoas.

“Quem ainda não se vacinou e pertence aos grupos elegíveis para a campanha deve procurar os postos de saúde. A gripe está em período sazonal e pode gerar complicações, até mesmo óbitos”, alerta o secretário Baccheretti.

Outras vacinas

Na oportunidade, Baccheretti falou da importância de manter todo o calendário vacinal em dia para evitar que doenças imunopreveníveis retornem. Desde 2020, o estado tem observado uma queda nos índices de cobertura vacinal infantil.

Segundo o secretário, vacinas como a poliomielite e a tríplice viral estão com administração abaixo do esperado em crianças com menos de 1 ano de idade, girando em torno de 70% de cobertura. A meta preconizada pelo Ministério da Saúde para o calendário infantil é de 95% de cobertura.

Por isso, o estado tem realizado uma série de medidas para reforçar a vacinação de rotina dos demais imunizantes do calendário anual em crianças.

“O governo estadual tem orientado os municípios a fazer busca ativa dos grupos. Também temos recomendado a realização de estratégias de vacinação que extrapolam as salas de vacinas, com a realização de vacinação em praças, rodoviárias e outros locais de circulação cotidiana. Isto é o que o estado pode fazer pelas pessoas, mas é necessário que os pais levem as crianças para se vacinar”, enfatizou.

Além disso, o estado tem contado com o apoio do Grupo de Análise e Monitoramento da Vacinação (Gamov) que atua diretamente nos municípios mineiros, orientando e buscando soluções para aumentar as coberturas vacinais.

Saiba mais em: Minas Gerais reforça estratégias para ampliar vacinação infantil no estado

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Banco de notícias Thu, 26 May 2022 13:56:01 +0000
Com o inverno, Saúde alerta para baixa vacinação de idosos e crianças contra covid https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/16935-com-o-inverno-saude-alerta-para-baixa-vacinacao-de-idosos-e-criancas-contra-covid https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/16935-com-o-inverno-saude-alerta-para-baixa-vacinacao-de-idosos-e-criancas-contra-covid

Com o início do período de clima mais frio, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) destaca a importância de a população completar o esquema vacinal contra a covid-19, sobretudo idosos e crianças, que são os grupos mais suscetíveis às doenças respiratórias.

Quem faz o alerta é o secretário de Estado de Saúde de Minas Gerais, o médico Fábio Baccheretti. “Estamos chegando na última semana de maio, iniciando o mês de junho, quando começa o inverno, e um ponto que nos preocupa muito é a baixa adesão à vacinação. Nós temos muitas crianças que não buscaram a segunda dose ainda. Temos, também, os idosos que têm que tomar a segunda dose de reforço, ou seja, a quarta dose”, diz Baccheretti.

Segundo o secretário, outro ponto de atenção é para a sazonalidade das infecções respiratórias, que acompanha o inverno. “Essa baixa adesão nos preocupa muito, porque a doença da covid agora é sazonal e este é o pior momento do ano em relação a essa doença. Então, é muito importante lembrar a todos de tomar a vacina, tanto as crianças, quanto os adultos e idosos, para que a gente atravesse esse momento de maior risco de contaminação. A vacina é a única arma para vencermos essas infecções. Isso nos preocupa e vale esse puxão de orelha. Quem ainda não tomou a vacina vá até o posto de saúde e garanta a sua proteção”, completa.

Com mais de 46,7 milhões de vacinas anticovid enviadas aos municípios mineiros, a cobertura com a primeira dose (D1) do imunizante no estado está em 89%, segundo dados do painel Vacinômetro (https://coronavirus.saude.mg.gov.br/vacinometro) divulgados nesta segunda-feira, 23/5. Com a segunda dose (D2), estão cobertos 82,6% da população, incluindo também as doses únicas. A meta preconizada pelo Ministério da Saúde é de 90% das pessoas com mais de cinco anos de idade com o esquema vacinal primário completo.

Já na vacinação de reforço, a cobertura em Minas Gerais é de 57,3% para terceira dosagem (1ª dose reforço, ou R1) e de 21,7% para a quarta dose (2ª dose reforço, ou R2), direcionada a idosos com mais de 60 anos e imunossuprimidos.

Em relação à vacinação do público infantil, a cobertura é de 69,4% das crianças com idade entre cinco e 11 anos com a primeira dose. Para a segunda dose, a cobertura é de 35%. Ao todo, são 1,9 milhão de vacinas aplicadas em Minas em crianças, sendo 1,2 milhão para a primeira dosagem e mais de 655 mil para a segunda aplicação.

De acordo com a avaliação do Grupo de Análise e Monitoramento da Vacinação em Minas Gerais (GAMOV), a macrorregião de saúde Vale do Aço é a que possui menor cobertura vacinal de doses pediátricas, tanto de D1 (52,91%) quanto de D2 (25,24%). A macrorregião que apresenta o melhor indicador é Jequitinhonha, com 84,16% e 41,42% para D1 e D2, respectivamente.

Sobre o perfil epidemiológico das doses aplicadas de vacinas contra covid-19, quase 53% do total das doses administradas foram em pessoas do sexo feminino. A maior parte dos imunizantes utilizados é da Pfizer, seguido pela Astrazeneca, Coronovac e Jansen. Em relação à faixa-etária, o maior número de doses aplicadas foi em indivíduos de 30 a 39 anos (8,72%), seguido de 40 a 49 anos (8,38%) e 50 a 59 anos (7,80%). A maioria das aplicações em indivíduos do sexo masculino aconteceu apenas na faixa-etária de 30 a 39 anos (7,98%).

Atualização

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) informa que, a partir desta segunda-feira (23/5), o Vacinômetro, painel responsável pelo monitoramento da vacinação contra a covid-19 no estado, volta a ser atualizado diariamente. A migração da base de dados para o OpenDataSUS, do Ministério da Saúde, iniciada em 5/5, teve o objetivo de alinhar os dados do painel com o banco de dados oficial do órgão federal. Até o início do mês de maio, eram utilizados os dados do sistema oficial e, também, os dados preenchidos pelos municípios em formulário eletrônico próprio elaborado pela Secretaria.

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Banco de notícias Mon, 23 May 2022 17:56:23 +0000
Saúde reforça importância da vacinação contra a hepatite A e B https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/16908-saude-reforca-importancia-da-vacinacao-contra-a-hepatite-a-e-b https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/16908-saude-reforca-importancia-da-vacinacao-contra-a-hepatite-a-e-b

A hepatite é uma doença infecciosa que provoca um processo inflamatório no fígado e pode levar ao óbito. Em Minas Gerais, foram registradas 124 mortes por causa da doença em 2021. Em 2020, foram 119 óbitos. A vacina é a forma mais segura e a principal ferramenta de prevenção e controle da doença. Diante disso, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) reforça a importância de manter o cartão de vacina atualizado.

A inflamação pode ser secundária a diversos fatores, dentre eles infecções virais. As hepatites mais comuns em Minas Gerais são causadas pelos vírus A, B e C. No ano passado, foram registrados 38 casos de hepatite A, 706 casos do tipo B e 831 casos de hepatite C no estado. Em 2020, foram 28 casos do tipo A, 576 casos do tipo B e 831 do tipo C.

A doença apresenta sintomas variados, sendo os mais comuns a febre, fraqueza, mal-estar, dor e desconforto abdominal, além de enjoos, urina escura, perda de apetite, olhos e pele amarelados (Icterícia) e fezes esbranquiçadas.

Diferenças

A hepatite A é uma doença transmissível, aguda e causada pelo vírus HAV, que em geral não apresenta sintomas na fase inicial. A pessoa exposta a esse vírus adquire imunidade, ou seja, não terá uma nova infecção. Porém, a doença pode ser fulminante em menos de 1% dos casos. A transmissão é fecal-oral, muitas vezes associada a condições precárias de saneamento básico de água, de higiene pessoal e de alimentos contaminados.

A hepatite B não tem cura e é classificada como infecção sexualmente transmissível.

Já a hepatite tipo C pode se manifestar na forma aguda ou crônica e é transmitida pelo contato com sangue contaminado, pelo compartilhamento de agulhas, seringas e materiais de manicure.

Vacinas

As vacinas contra os tipos A e B de hepatite são oferecidas pelo SUS e estão disponíveis nos postos de saúde de todo o estado, como destaca a coordenadora do Programa Estadual de Imunizações da SES-MG, Josianne Gusmão. “A imunização contra a hepatite B está disponível para toda a população, independente da faixa etária. Já a da hepatite A está disponível para crianças a partir de 15 meses a 4 anos, 11 meses e 29 dias. Depois de receber, da forma recomendada, todo o esquema vacinal a pessoa fica imunizada pelo resto da vida”, afirma.

Em 2021, a cobertura contra o vírus tipo B foi de 68,55% em crianças com menos de 30 dias de vida e de 75,95% em crianças menores de um ano de idade. A cobertura contra o tipo A da doença foi de 76,46%. A meta de cobertura ideal preconizada pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde, é de 95%.

Para o tipo C não há vacina, mas existe tratamento, que também é disponibilizado pelo SUS e evita complicações. Os medicamentos são gratuitos e podem ser retirados nos 73 Serviços de Atendimento Especializado (SAE) e Unidades dispensadoras de medicamentos (UDM) em Minas Gerais, de forma rápida e segura.

Diagnóstico

Segundo a coordenadora de Infecções Sexualmente Transmissíveis/ Aids e Hepatites Virais da Secretaria da SES-MG, Mayara Marques de Almeida, a diferença entre os tipos B e C é basicamente a forma de transmissão. “Sem apresentar sintoma, a doença evolui sem diagnóstico e tratamento oportunos. Esse avanço da infecção pode levar ao transplante de fígado, sendo causa de fibrose avançada ou de cirrose, que podem levar ao desenvolvimento de câncer. Em alguns casos pode evoluir para óbito”, explica.

Em todos os casos, é importante a testagem rápida e tratamento em tempo oportuno. Se a pessoa foi diagnosticada com hepatite B ou C, a orientação é procurar uma Unidade Básica de Saúde e se informar sobre onde retirar os medicamentos.

O diagnóstico para a detecção da infecção pelos vírus B ou C é realizado por meio de testes rápidos, que estão disponíveis no SUS. “A oferta de teste rápido proporcionou a ampliação do diagnóstico das hepatites virais, favorecendo o tratamento com resultados que reduzem a morbimortalidade. Em relação ao tratamento, o acesso a medicamentos seguros e com baixos efeitos colaterais diminui a transmissibilidade da doença”, avalia Mayara Marques Almeida.

Mais informações sobre a doença, sintomas, prevenção, vacinação, entre outras podem ser acessadas em: www.saude.mg.gov.br/hepatite

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Banco de notícias Tue, 17 May 2022 13:42:38 +0000
Período de seca reforça necessidade de cuidados para prevenção à febre maculosa https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/16902-periodo-de-seca-reforca-necessidade-de-cuidados-para-prevencao-a-febre-maculosa https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/16902-periodo-de-seca-reforca-necessidade-de-cuidados-para-prevencao-a-febre-maculosa

Com a chegada do período de seca, característico dos meses de abril a novembro, é preciso reforçar os cuidados para prevenção à febre maculosa. A doença infecciosa é transmitida através da picada de carrapatos infectados. Em 2022, até o momento, não foram confirmados casos de Febre Maculosa em Minas Gerais. Já em 2021, foram 38 casos e 12 óbitos.

Arte: Deise Meireles SES-MG

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) realiza a vigilância de casos suspeitos e confirmados da doença e o monitoramento de áreas de risco, por meio de pesquisa vetorial e avaliação de dados epidemiológicos, discutidos conjuntamente entre municípios e as Unidades Regionais de Saúde.

Diante disso, a SES-MG promove, periodicamente, junto às Secretarias Municipais de Saúde, a divulgação de Notas Informativas para alerta aos profissionais sobre o período sazonal e principais medidas de prevenção e controle da doença. Além disso, são realizados treinamentos sobre vigilância, clínica e tratamento da doença, bem como produção e emissão de materiais técnicos orientativos. E, em parceria com a Funed, são realizados cursos práticos para a vigilância ambiental da Febre Maculosa em áreas de risco.

Prevenção à doença

A referência técnica da Coordenação de Zoonoses da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Aline Thomaz, explica que, em áreas sujeitas à ocorrência de carrapatos, deve-se evitar andar, sentar ou deitar em locais com grama ou vegetação alta; caso seja necessário adentrar essas áreas, sugere-se “o uso de roupas de cor clara, vestimentas longas, calçados fechados – preferencialmente de cano longo e utilização de meias brancas”. “Essas são algumas das medidas práticas e simples que contribuem para prevenção quando se frequenta ambientes favoráveis à presença de carrapatos”, destaca.

O uso de equipamentos de proteção individual para atividades ocupacionais como capina e limpeza de pastos também é importante. Se forem verificados carrapatos no corpo, deve-se retirá-los com leves torções e preferencialmente com auxílio de pinça, evitando contato com as unhas e o esmagamento do animal.

Recomenda-se também o uso de repelentes à base da substância Icaridina, que são eficazes na prevenção de picadas por carrapatos em indivíduos que frequentam ambientes favoráveis à presença desses animais.

Aline Thomaz também explica que, entre os meses de março a novembro ocorrem as fases de larva e ninfa do carrapato no ambiente. “Tais formas são muito pequenas e de difícil visualização, por isso tendem a permanecer mais tempo aderidas ao corpo sem serem percebidas, o que facilita a infecção pela bactéria causadora da doença”, ressalta.

Sintomas e tratamento

Os sintomas da doença aparecem, em geral, no período de 2 a 14 dias após contato com carrapatos: febre, dor de cabeça, dores no corpo, náuseas, vômitos, acompanhados ou não de manchas avermelhadas na pele.

Em caso de sintomas, a recomendação é procurar imediatamente a Unidade Básica de Saúde mais próxima. "É importante que o paciente diga que teve contato com carrapatos para que o profissional médico possa avaliar a possibilidade de ser um caso de febre maculosa. Quando não tratado rapidamente, o paciente pode evoluir para estágios de confusão mental, alterações psicomotoras, chegando ao coma profundo e óbito", reforça Aline Thomaz.

Funed é o laboratório de referência nacional para febre maculosa

Desde 2020 a Fundação Ezequiel Dias (Funed) é o Laboratório de Referência Nacional para febre maculosa e outras riquetsioses. Na prática, a Fundação é responsável por dar suporte às análises realizadas em todo o país, orientar acerca da vigilância epidemiológica e ambiental, além de capacitar profissionais para implantar esses diagnósticos.

Há mais de uma década, a Funed, como Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-MG), atua como referência regional na Rede Laboratorial de Febre Maculosa e outras riquetsioses.

Entre 1º de janeiro de 2021 e 31 de dezembro de 2021, o Laboratório da Fundação recebeu 1.474 amostras humanas, de animais vertebrados (cavalos e cães) e invertebrados (carrapatos).

Já no período que compreende entre 1º de janeiro de 2022 e 10 de maio de 2022, o Laboratório recebeu 574 amostras humanas, de animais vertebrados (cavalos e cães) e invertebrados (carrapatos).

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Banco de notícias Mon, 16 May 2022 16:05:59 +0000
SES debate desafios na saúde integral da mulher https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/16980-ses-debate-desafios-na-saude-integral-da-mulher https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/16980-ses-debate-desafios-na-saude-integral-da-mulher

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) realizou nesta sexta-feira, 27/5, o webinário “Saúde da Mulher e Barreiras Sociais”. O seminário virtual foi organizado pela Coordenação Materno Infantil (CMI) e faz parte do Plano de Enfrentamento à Mortalidade Materna e Infantil de Minas Gerais, que propõe ações que possibilitem avanços na melhoria da saúde materno-infantil.

O evento foi transmitido ao vivo pelo canal do Youtube da Secretaria e a íntegra do material pode ser acessada em https://www.youtube.com/saudemg.

“O intuito do evento é quebrar quase que uma regra de que cuidar de uma mulher se resume a cuidar do período da gestação”, afirmou Natália Oliveira Dias, responsável pela Coordenação Materno Infantil da SES-MG. O seminário também fez referência à data de 28 de maio, Dia Internacional da Luta pela Saúde da Mulher e o Dia Nacional da Redução de Mortalidade Materna.

Já a subsecretária de Políticas e Ação de Saúde no Estado de Minas Gerais, Camila Moreira de Castro, destacou os esforços da área relacionados aos desafios e barreiras na saúde integral da mulher. “Na gestão do SUS, temos tentado ampliar o olhar para as diversas mulheres, em uma articulação entre ações de promoção à saúde, ações preventivas, ações assistenciais, que são disponíveis na nossa rede de serviço”.

Debates

Durante o encontro foram tratados temas como “Saúde da Mulher: Direitos Legais” e “Barreiras na Saúde da Mulher”, além dos aspectos sociais, assistenciais e de gestão. A defensora pública auxiliar da Defensoria Pública Geral, Samantha Vilarinho Mello Alves, falou sobre a saúde da mulher e os direitos legais e apresentou análises sobre direitos sexuais e reprodutivos, aborto legal e violência obstétrica.

A médica especialista em ginecologia e obstetrícia e em genética médica, Regina Amélia Lopes Pessoa de Aguiar, conduziu o espaço de debate, que abordou três olhares em relação às barreiras da saúde da mulher: social, assistencial e de gestão.

Luísa Helena Martins Saraiva Doula, advogada, co-proprietária e fundadora da Casa das Pretas, falou sobre o eixo social, compartilhando experiências e conhecimentos no âmbito da saúde da mulher.

A enfermeira Isabelle Cleyre do Rosário Lima, que atua na Estratégia de Saúde da Família (ESF) Santa Ângela, no município de Poços de Caldas, abordou o aspecto assistencial e o funcionamento da ESF como modelo prioritário para atenção básica no Brasil.

Encerrando o debate, a subsecretária Camila Moreira de Castro apresentou aspectos da gestão de políticas e ação de saúde da mulher em Minas Gerais.

Mais informações sobre o Plano de Enfrentamento à Mortalidade Materna e Infantil de Minas Gerais podem ser obtidas em: https://www.saude.mg.gov.br/planoenfrentamentommi

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Banco de notícias Fri, 27 May 2022 17:44:53 +0000
Informe Epidemiológico Coronavírus - 27/5/2022 https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/16979-informe-epidemiologico-coronavirus-27-5-2022 https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/16979-informe-epidemiologico-coronavirus-27-5-2022

Até o momento foram 3.403.150 casos confirmados*. Estão em acompanhamento** 115.350 casos e são 3.226.256 casos recuperados***. Estão confirmados 61.544 óbitos****.

* Total de casos confirmados: soma dos casos confirmados, que não evoluíram para óbito e dos óbitos confirmados por covid-19.

** Casos em acompanhamento: casos confirmados de covid-19, que não evoluíram para óbito, cuja condição clínica permanece sendo acompanhada ou aguarda atualização pelos municípios.

*** Casos recuperados: casos confirmados de covid-19 que receberam alta hospitalar e/ou cumpriram isolamento domiciliar de 14 dias sem intercorrências.

**** Óbitos confirmados: óbitos confirmados para covid-19.

Dados parciais, sujeitos a alterações. Atualizado em 27/5/2022. Fonte: COES MINAS/COVID-19/SES-MG.

 

Clique aqui e acesse o boletim.

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Banco de notícias Fri, 27 May 2022 11:23:27 +0000
ESP-MG lança E-book sobre saúde e trabalho no sistema prisional https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/16978-esp-mg-lanca-e-book-sobre-saude-e-trabalho-no-sistema-prisional https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/16978-esp-mg-lanca-e-book-sobre-saude-e-trabalho-no-sistema-prisional

A Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais (ESP-MG) lança na próxima sexta-feira, dia 03 de junho, às 10h, no auditório da Escola, em Belo Horizonte, a versão eletrônica, E-book, do livro: Saúde e Trabalho no Sistema Prisional.

A publicação é resultado das discussões levantadas na formação em Saúde realizada desde 2018, voltada para os trabalhadores do Sistema Prisional/MG, por meio da parceria instituída entre a ESP-MG e a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais.

O livro é da editora ESP-MG, os textos foram escritos por diversos autores do campo da saúde, justiça e segurança pública e foi organizado por Anísia Valéria Chaves e Silva, Lucília Nunes de Assis e Michely de Lima Ferreira Vargas

Serviço: Lançamento do E-book: Saúde e Trabalho no Sistema Prisional

Local:  ESP-MG-Avenida Augusto de Lima, 2061. Barro Preto, Belo Horizonte. Entrada pela rua Uberaba.

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Banco de notícias Fri, 27 May 2022 11:10:59 +0000
Campanhas de vacinação contra a gripe e sarampo entram na última semana https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/16977-campanhas-de-vacinacao-contra-a-gripe-e-sarampo-entram-na-ultima-semana https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/16977-campanhas-de-vacinacao-contra-a-gripe-e-sarampo-entram-na-ultima-semana

As campanhas nacionais de vacinação contra a influenza e o sarampo terminam em 3/6. Apesar disso, quase dois meses depois de iniciadas as campanhas, a cobertura vacinal contra as duas doenças segue abaixo das metas e está em 46,5% e 40,4%, respectivamente. Diante disso, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) reforça a importância de se manter o cartão de vacina atualizado. As vacinas são gratuitas e estão disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) em todo o estado.

Crédito: Gil Leonardi

Para a gripe, a meta preconizada pelo Ministério da Saúde é de 90% de cobertura vacinal para os grupos prioritários: crianças de seis meses a menores de 5 anos, idosos, trabalhadores da saúde, gestantes e puérperas, povos indígenas, professores, pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência permanente, forças de segurança, salvamento e forças armadas, trabalhadores portuários, funcionários do sistema prisional, população privada de liberdade, caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso e adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas. Desses, os que apresentam menor taxa de imunizados são os povos indígenas (16,3%), as gestantes (21,3%), puérperas (21,8%), professores (24,7%) e crianças (32,4%).

Em relação ao sarampo, a campanha de 2022 foi direcionada aos trabalhadores da saúde e crianças de seis meses a menores de 5 anos. Segundo dados do Sistema Informação do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI), do Ministério da Saúde, atualizado em 22/5, a cobertura para o primeiro grupo é de 42,1% de um público estimado de 606.091 pessoas e, para o segundo grupo, é de 40,4% de um público estimado de 1.165.916 crianças.  A meta vacinal contra o sarampo é de 95%.

A coordenadora do Programa de Imunizações da SES-MG, Josianne Gusmão, chama a atenção para a importância dessa imunização para evitar complicações, hospitalizações e óbitos.

“A vacinação é importante, é a forma mais segura e eficaz de interromper a circulação de vírus e evitar a sobrecarga no sistema de saúde. Como a Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza prioriza os grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias, se alcançarmos no mínimo 90% de cobertura em cada grupo elegível, conseguiremos o que chamamos de imunidade coletiva. Consequentemente, as outras pessoas, que não estão incluídas nos grupos elegíveis, também ficam protegidas”, explica Josianne.

Ainda, segundo a coordenadora, Minas Gerais ainda precisa vacinar cerca de 3 milhões de pessoas do total do público elegível para atingir a meta da campanha de vacinação contra a influenza. “Diante disso, reforçamos que todas as pessoas que fazem parte do grupo elegível devem se vacinar. A gripe é uma doença séria e a melhor forma de prevenção é a vacina”.

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Banco de notícias Fri, 27 May 2022 10:31:16 +0000
Regional de Montes Claros orienta municípios na reta final da vacinação contra gripe e sarampo https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/16976-regional-de-montes-claros-orienta-municipios-na-reta-final-da-vacinacao-contra-gripe-e-sarampo https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/16976-regional-de-montes-claros-orienta-municipios-na-reta-final-da-vacinacao-contra-gripe-e-sarampo

Restando oito dias para o término da 24ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe Influenza e a 8ª Campanha Nacional de Seguimento e Vacinação de Trabalhadores da Saúde contra o Sarampo, as secretarias de saúde de 54 municípios que compõem a área de atuação da Superintendência Regional de Saúde (SRS) de Montes Claros ainda têm muito trabalho a executar.

Até o dia 20 de maio, dados do Grupo de Análise e Monitoramento da Vacinação em Minas Gerais (Gamov) davam conta de que 26 dos 54 municípios da SRS Montes Claros haviam ultrapassado o percentual de 50% do público prioritário vacinado contra a gripe. Os destaques ficam por conta dos municípios de Guaraciama, Pai Pedro e Santa Cruz de Salinas que ultrapassaram 70% do público alvo já imunizado contra a Influenza. Outros dez municípios apresentam cobertura vacinal superior a 60%.

Ainda de acordo com o Gamov, do total de 395.209 pessoas que devem ser vacinadas contra a gripe na área de abrangência da SRS Montes Claros, até 20 de maio os municípios haviam administrado 126.425 doses de imunizantes. Ou seja, no geral, a cobertura vacinal contra a gripe estava em 31,98% - abaixo do percentual mínimo de 90% preconizado pelo Ministério da Saúde.

Créditos: Pedro Ricardo

A referência técnica em imunização da Superintendência Regional de Saúde, Mônica de Lourdes Rochido, ressalta a importância dos municípios reforçarem a divulgação da campanha de vacinação contra a gripe, bem como realizar a busca ativa dos públicos alvos definidos pelo Ministério da Saúde. "A vacinação contra a influenza assume particular relevância para proteger populações vulneráveis em risco de desenvolver formas graves da doença, aliviando a sobrecarga no sistema de saúde, além de contribuir com a prevenção de possíveis novos surtos de doenças respiratórias", alerta a referência técnica.

Prioridade

A Campanha de Vacinação contra a Gripe tem como públicos prioritários idosos com 60 anos ou mais; trabalhadores da saúde; crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade; gestantes e puérperas; indígenas; professores; pessoas que possuem comorbidades; deficientes físicos permanentes; profissionais das forças de segurança, salvamento e das Forças Armadas; caminhoneiros; trabalhadores do transporte coletivo rodoviário, urbano e de longo percurso; trabalhadores portuários; funcionários do sistema prisional; população privada de liberdade, além de adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas.

A coordenadora de vigilância em saúde da SRS Montes Claros, Agna Soares da Silva Menezes, lembra que “todos os anos a formulação da vacina da gripe é atualizada para que a dose seja efetiva na proteção contra as novas cepas dos vírus que estejam circulando no país. Neste ano, a nova formulação é eficaz contra as cepas H1N1, H3N2 e tipo B. Por isso, quem foi vacinado em 2021, neste ano precisa retornar às unidades de saúde para ser novamente imunizado”, alerta a coordenadora.

Sarampo

A reta final da 8ª Campanha Nacional de Seguimento e Vacinação de Trabalhadores da Saúde contra o Sarampo também exigirá esforço das secretarias municipais de saúde para alcançar 99.916 pessoas. Até o dia 20 de maio, dados do Gamov davam conta de que das 70.608 crianças a serem vacinadas em 54 municípios, haviam sido imunizadas 26.516. Por outro lado, de 29.308 trabalhadores da saúde a serem vacinados, os municípios haviam imunizado 10.425 profissionais.

No município de Novorizonte, a taxa de cobertura vacinal de crianças contra o sarampo chegou a 121,30%, ultrapassando a estimativa prevista pelo Ministério da Saúde que era de 393 crianças. Outros 11 municípios apresentam cobertura vacinal variando entre 65,37% a 86,47%. São eles: Catuti, Claro dos Poções, Cristália, Engenheiro Navarro, Gameleiras, Glaucilândia, Guaraciama, Itacambira, Joaquim Felício, Mamonas e Vargem Grande do Rio Pardo.

Com relação a trabalhadores da saúde, 24 municípios apresentam cobertura vacinal contra o sarampo variando entre 50% a 146,43%, segundo dados do Gamov.

Agna Menezes observa que “a vacinação contra o sarampo permitirá interromper a circulação ativa do vírus no país, minimizar a carga da doença, proteger a população, além de reduzir a sobrecarga sobre os serviços de saúde em decorrência de mais esse agravo”.

Nos últimos três anos foram notificados 30 mil 017 casos de sarampo no Brasil, distribuídos da seguinte forma: Em 2019 foram 20 mil 901 casos; em 2020, ocorrência de 8 mil 448 notificações, quantidade esta que caiu para 668 casos em 2021.

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Banco de notícias Fri, 27 May 2022 10:05:45 +0000
Regional de Saúde de Teófilo Otoni alerta a população sobre baixas coberturas vacinais contra a gripe e o sarampo https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/16975-regional-de-saude-de-teofilo-otoni-alerta-a-populacao-sobre-baixas-coberturas-vacinais-contra-a-gripe-e-o-sarampo https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/16975-regional-de-saude-de-teofilo-otoni-alerta-a-populacao-sobre-baixas-coberturas-vacinais-contra-a-gripe-e-o-sarampo

Além da vacinação contra a covid-19, mais duas campanhas estão em andamento, a 24ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza 2022 e a 8ª Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo.

De acordo com o balanço divulgado em 20 de maio, pelo Ministério da Saúde, a Superintendência Regional de Saúde de Teófilo Otoni (SRS TO) alcançou 43,69% de cobertura vacinal contra a influenza (gripe). Já para a vacinação de sarampo, a cobertura é de 51,16% de crianças acima de 6 meses a menores de 5 anos. “Isso é muito aquém daquilo preconizado pelas autoridades de saúde para manter a nossa população em segurança”, declara a enfermeira e referência técnica em imunização da SRS TO, Ana Elizabeth Coelho.

Créditos: Deborah Ramos

Segundo Elizabeth, a meta é vacinar 95% da população alvo. A SRS TO já distribuiu 159.350 doses de vacinas contra a gripe e 43.500 doses da tríplice viral para os 32 municípios que integram a sua área de abrangência. “Cabe aos municípios criar estratégias de vacinação e convocar a população do seu respectivo território para vacinar”, declara.

Público-alvo

Para a campanha contra o sarampo estão sendo vacinados os trabalhadores da saúde e crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade, mesmo que já tenham tomado a vacina em campanhas anteriores. Já para a gripe estão sendo vacinados: idosos acima de 60 anos, trabalhadores da saúde, crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias); gestantes e puérperas; povos indígenas; professores; pessoas com comorbidades; pessoas com deficiência permanente; profissional das forças de segurança, salvamento e das Forças Armadas; caminhoneiros e trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso; trabalhadores portuários; funcionários do sistema prisional; adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas e população privada de liberdade.

Tanto o sarampo quanto a gripe são doenças graves, que podem evoluir com complicações e óbito, particularmente em crianças menores de um ano de idade. A vacina é uma das medidas de prevenção mais importantes para proteger contra essas doenças.

Essas pessoas devem procurar a Unidade Básica de Saúde mais próxima até o dia 3 de junho. “É importante que toda a população se mobilize para vacinar aqueles grupos que ainda não foram imunizados", pontua Ana Elizabeth. É indispensável a apresentação da caderneta de vacinação, da carteira de identidade e do cartão do SUS.

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Banco de notícias Fri, 27 May 2022 09:57:53 +0000
Crianças apresentam baixa adesão às campanhas vacinais de gripe e sarampo na região de Varginha https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/16974-criancas-apresentam-baixa-adesao-as-campanhas-vacinais-de-gripe-e-sarampo-na-regiao-de-varginha https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/16974-criancas-apresentam-baixa-adesao-as-campanhas-vacinais-de-gripe-e-sarampo-na-regiao-de-varginha

O público infantil dos municípios abrangidos pela Superintendência Regional de Saúde de Varginha (SRS) vem demonstrando, nas últimas análises de imunização, baixa adesão às campanhas de gripe e sarampo. As crianças compõem parte do público-alvo das duas campanhas, e, no caso da gripe, juntamente com o público das gestantes e puérperas, vêm apresentando baixos índices de cobertura.

Até 20/05, 134.348 pessoas haviam sido imunizadas contra a gripe, dos 342.343 indivíduos estimados para a campanha, na região. Para cálculo de cobertura vacinal, foram considerados os seguintes grupos: crianças, trabalhadores da saúde, gestantes e puérperas, indígenas, idosos e professores - que representaram 48,01% de cobertura, enquanto a meta para esta campanha é de 90%. Estes índices estão em sintonia com a situação da vacinação a nível estadual, que também tem sofrido com a baixa adesão do público.

Conforme a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), o objetivo da ação é aumentar a proteção da população que pertence aos grupos prioritários das campanhas contra as doenças. A única forma de prevenção é a vacina disponível no Sistema Único de Saúde (SUS). Em se tratando da campanha do sarampo, estimava-se imunizar 49.038 crianças de 6 meses a menores de 5 anos da região da SRS Varginha, nos 50 municípios da região da SRS. Até 20/5, 24.164 crianças haviam recebido a dose do imunizante, o que representa 49,28% de cobertura total, longe da meta de 95% estipulada para esta campanha. Já os trabalhadores de saúde - outro público contemplado pela Campanha de vacinação contra o sarampo e que totaliza 22.079 indivíduos - possuíam, até a análise datada de 20/05, um total de 56% de cobertura, sendo 12.371 doses aplicadas.

Créditos: Tânia Corrêa

Apesar dos números estarem abaixo da meta estipulada, a SRS Varginha segue como a quinta Regional de Saúde do Estado com maior número de doses de vacina contra sarampo aplicadas. “Estamos num momento de aumento de casos de doenças respiratórias pelas baixas temperaturas e ainda precisamos interromper um surto de sarampo que o Brasil está vivenciando. Assim, precisamos do apoio da nossa população para levar seus filhos para vacinar e também das gestantes, puérperas e profissionais de saúde”, reforça Aline Ribeiro Soares, coordenadora de Vigilância em Saúde da SRS Varginha.

As campanhas possuem previsão de encerramento no dia 3/6. Na sexta-feira, 27/5, a Rede de Frio da SRS Varginha realizará a oitava distribuição de 41.850 imunizantes contra a gripe, já tendo havido distribuído, até esta fase da campanha, 327.045 doses aos 50 municípios da região. A distribuição contemplará também a entrega de 7.170 doses da vacina triviral, que imuniza contra o sarampo.

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Banco de notícias Fri, 27 May 2022 09:50:00 +0000
SRS Uberaba faz balanço de vacinação contra influenza e sarampo na região https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/16973-srs-uberaba-faz-balanco-de-vacinacao-contra-influenza-e-sarampo-na-regiao https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/16973-srs-uberaba-faz-balanco-de-vacinacao-contra-influenza-e-sarampo-na-regiao

De acordo com dados de hoje (26/05) do LocalizaSus, a Superintendência Regional de Saúde (SRS) de Uberaba está com cobertura de 38,49% no grupo prioritário de crianças e 63,60% em trabalhadores da saúde na vacinação contra o sarampo, e segue em campanha, visando alcançar a meta de 95%. Na vacinação contra influenza, a SRS está com 61,07% e a meta é vacinar 90%. Em ambas as campanhas, os trabalhadores da saúde são o grupo com maiores coberturas, enquanto é preciso dar mais atenção às crianças e, no caso da influenza, às puérperas também.

No município de Uberaba, a cobertura contra influenza está com cobertura geral de 49,03% e com 26,56% de cobertura contra o sarampo na vacinação das crianças e 68,59% nos trabalhadores da saúde. De acordo com a coordenadora da central de vacinas de Uberaba, Priscilla Amaral, “este ano, o município lançou mão de novas estratégias, como a Vacina aqui, na qual as equipes de imunização levam as vacinas até as pessoas, em empresas e bairros mais necessitados, visando garantir a imunização da população”. Além disso, os pontos de vacinação também foram ampliados.

Créditos: Assessoria de Comunicação Prefeitura Municipal de Uberaba

Conforme a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), o objetivo da ação é aumentar a proteção da população que pertence aos grupos prioritários das campanhas contra as doenças. A única forma de prevenção é a vacina disponível no Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo a referência técnica em Imunização da SRS Uberaba, Thaís Barbosa, atualmente há três campanhas vacinais em curso, contra covid, influenza e sarampo, e trabalhadores de todos os níveis de atenção estão envolvidos. Ela explica que “a vacina contra influenza permite prevenir o surgimento de complicações decorrentes da doença, reduzindo sintomas nos grupos prioritários, enquanto a vacina contra o sarampo possibilita interromper a circulação ativa do vírus no país, reduzindo a carga da doença na população e assim, a sobrecarga dos serviços de saúde”. Thaís lembra ainda, que “infelizmente ainda não atingimos a meta proposta pelo Ministério da Saúde, mas estamos trabalhando junto aos municípios para que possamos alcançar coberturas altas e também homogêneas”, conclui.

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Banco de notícias Fri, 27 May 2022 09:42:28 +0000
Regional de Saúde de Divinópolis alerta para o encerramento da Campanha de Vacinação contra o Sarampo https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/16971-regional-de-saude-de-divinopolis-alerta-para-o-encerramento-da-campanha-de-vacinacao-contra-o-sarampo https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/16971-regional-de-saude-de-divinopolis-alerta-para-o-encerramento-da-campanha-de-vacinacao-contra-o-sarampo

No próximo dia 3 de junho encerra a 8ª Campanha Nacional de Seguimento contra o Sarampo em todo Brasil. Na Macrorregião Oeste, segundo o painel do Ministério da Saúde, até 23/5, a cobertura vacinal contra o sarampo estava em 51% das crianças com idade de 6 meses a menores de 5 anos de idade, e 54% dos trabalhadores da saúde. O público estimado para receber as doses do imunizante é de 68.373 de crianças e 30.751 trabalhadores de saúde nos 53 municípios.

Conforme a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), o objetivo da ação é aumentar a proteção da população que pertence aos grupos prioritários das campanhas contra as doenças. A única forma de prevenção é a vacina disponível no Sistema Único de Saúde (SUS).

A referência técnica de imunização da Superintendência Regional de Saúde de Divinópolis (SRS-DIV), Eliane Peixoto, reforça a importância das crianças e profissionais de saúde se vacinarem contra a doença. Ela reforça que a vacina é a estratégia mais eficaz para interromper a circulação ativa do vírus no país, minimizar a carga da doença e proteger a população, além de reduzir a sobrecarga sobre os serviços de saúde em decorrência de mais esse agravo.

Créditos: Adriana Marques Vasconcelos

A meta desta campanha é atingir uma cobertura de 95% do público-alvo - crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade e trabalhadores da saúde em qualquer faixa etária. “É uma campanha de vacinação indiscriminada. Ou seja, independente da criança ou do trabalhador já terem doses no cartão de vacina é importante que ele vá se vacinar para que possa corrigir falhas vacinais”, informa a referência em imunização.

Dos 53 municípios da macrorregião Oeste, 24 ainda não atingiram 50% de cobertura vacinal.“Estamos quase encerrando a campanha e muitos dos municípios da nossa região ainda não atingiram ainda 50% de cobertura. Reforçamos que os pais levem as crianças às unidades de saúde para que a gente possa aumentar esta cobertura” , salienta.

Sobre o Sarampo

O sarampo é uma doença infecciosa grave, provocada por vírus, transmitida pela fala, tosse e espirro, e extremamente contagiosa, podendo ser contraída por pessoas de qualquer idade. É caracterizada por febre, inflamação das mucosas do trato respiratório, erupção maculopapular generalizada seguida por descamação


Saiba mais em: https://www.saude.mg.gov.br/sarampo
Clique aqui e confira o Boletim Epidemiológico do Sarampo.

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Banco de notícias Fri, 27 May 2022 09:20:38 +0000
SRS Manhuaçu participa de Conferência de Saúde do município de Fervedouro https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/16970-srs-manhuacu-participa-de-conferencia-de-saude-do-municipio-de-fervedouro https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/16970-srs-manhuacu-participa-de-conferencia-de-saude-do-municipio-de-fervedouro

Com o intuito de fortalecer ainda mais as parcerias que proporcionem desenvolvimento da saúde na microrregião de Saúde de Carangola, a Superintendência Regional de Saúde (SRS) de Manhuaçu participou, na terça-feira, 24 de maio, da V Conferência Municipal de Saúde e I Conferência Municipal de Saúde mental do município de Ferverouro.

O evento, realizado pela Secretaria Municipal de Saúde do município, ocorreu no auditório da Câmara de Vereadores e trouxe o desafio do SUS pós pandemia e a política de saúde mental como temática.  Autoridades locais, profissionais de saúde e usuários dos serviços de saúde prestigiaram a conferência.

Foto: Antonio Rodrigues

O superintendente regional de saúde de Manhuaçu, Juliano Estanislau Lacerda, destacou ser o momento ideal para que os municípios tracem novas metas e ideias que possam melhorar toda saúde, inclusive a mental. “As conferências de Saúde têm entre seus objetivos avaliar a situação da saúde e propor as diretrizes para a formulação de políticas de saúde nos três níveis de gestão. Um espaço democrático que garante a participação ativa da comunidade na gestão do SUS”, disse o superintendente.

 

Palestrantes

A coordenadora do Núcleo de Atenção à Saúde da SRS Manhuaçu, Juliana Mariano, apresentou uma linha do tempo do coronavírus no território. “Aproveitamos para destacar o empenho dos profissionais de saúde de Fervedouro, que adotaram estratégias e ações no enfrentamento à pandemia nos momentos mais delicados”, reforçou.

A referência em Saúde Mental da SRS Manhuaçu, Marcos Alexandre de Faria Moreira, também foi um dos palestrantes convidados. Em sua fala ele apresentou o diagnóstico da rede assistencial na microrregião de saúde de Carangola e também no Estado de Minas Gerais. “Podemos perceber um cenário de mudanças na política de saúde mental do município de Fervedouro,  que vai ao encontro da política do Estado de Minas Gerais, que visa o acolhimento e cuidado no território. Reforço que trabalhamos para apresentar os pontos de atenção em cada município, possibilitando uma atenção estratégica, sempre tendo o usuário como protagonista do cuidado”, explicou Marcos Alexandre.

Foto: Antonio Rodrigues

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Banco de notícias Thu, 26 May 2022 18:50:17 +0000
Maio Amarelo: em Montes Claros instituições se unem para alertar a população para o alto número de acidentes https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/16969-maio-amarelo-em-montes-claros-instituicoes-se-unem-para-alertar-a-populacao-para-o-alto-numero-de-acidentes https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/16969-maio-amarelo-em-montes-claros-instituicoes-se-unem-para-alertar-a-populacao-para-o-alto-numero-de-acidentes

Contabilizando no Norte de Minas um aumento de 13% no número de acidentes registrados nos três primeiros meses deste ano em comparação com 2021, o Serviço Móvel de Urgência e Emergência do Norte de Minas (Samu) realizou na quinta-feira, 26 de maio, uma simulação de acidente visando chamar a atenção da população para um problema que afeta os mais diversos segmentos da sociedade, bem como os serviços de saúde. A iniciativa ocorreu na Praça Dr. Carlos, uma das mais movimentadas do centro de Montes Claros, como parte da Campanha Maio Amarelo.

Foto: Ascom/Samu

Além do Samu, a simulação teve a participação do 7º Batalhão do Corpo de Bombeiros; Guarda Municipal; Empresa Municipal de Trânsito de Montes Claros (MCTrans) e do 55º Batalhão de Infantaria do Exército.

De forma sincronizada, o Corpo de Bombeiros fez a simulação da retirada de vítimas presas às ferragens, enquanto o Samu prestou o atendimento pré-hospitalar. Foram utilizadas técnicas de salvamento veicular com equipamentos de desencarceramento, enquanto socorristas do Samu fizeram a simulação da imobilização, estabilização e intubação de pacientes, além da administração de medicamentos. 

A MCTrans cuidou do trânsito para evitar a ocorrência de acidentes, resguardando as equipes e transeuntes. Profissionais do Exército e da Guarda Municipal distribuíram panfletos, alertando a população para a necessidade de um trânsito seguro. 

 

ESTATÍSTICAS

Dados do Samu revelam que entre janeiro e abril do ano passado foram registrados 1.862 atendimentos de acidentes de trânsito no Norte de Minas. Já neste ano, nos três primeiros meses foram feitos 2.108 atendimentos.

Em Montes Claros, maior cidade do Norte de Minas, no primeiro trimestre de 2021 foram registradas 744 ocorrências de trânsito, número que aumentou em quase 15% nos três primeiros meses deste ano, com a realização de 855 atendimentos.

 Sediando o segundo entroncamento rodoviário do país, nos quatro primeiros meses deste ano a BR-251, que liga a Região Sudeste com Nordeste, registrou aumento de 46,15% no número de acidentes em comparação ao ano passado. Em 2022 o Samu já registrou 190 atendimentos de vítimas de acidentes na rodovia. 

Já nas BRs 365 e 135, que interligam o Centro Sul do país com o Nordeste, neste ano houve redução no número de atendimentos de vítimas de acidentes da ordem de 12% e 7%, respectivamente.

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Banco de notícias Thu, 26 May 2022 18:40:21 +0000
Regional de Saúde de Divinópolis divulga resultado do Levantamento de Índice de Infestação pelo Aedes Aegypti https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/16968-regional-de-saude-de-divinopolis-divulga-resultado-do-levantamento-de-indice-de-infestacao-pelo-aedes-aegypti https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/16968-regional-de-saude-de-divinopolis-divulga-resultado-do-levantamento-de-indice-de-infestacao-pelo-aedes-aegypti

O último Levantamento de Índice Rápido do Aedes Aegypti, realizado em abril e maio, nos 53 municípios da macrorregião de Saúde Oeste, apontou que 19 municípios estavam com baixa incidência, 31 com média infestação pelo mosquito Aedes e três em alta infestação. 

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A referência de endemias da Superintendência Regional de Saúde (SRS) de Divinópolis, Rogério Rocha, destacou que houve uma diminuição do índice se comparado ao mês de janeiro. Ele explicou que a SRS Divinópolis oferece suporte aos municípios, principalmente aqueles com alto índice de transmissão, com o fornecimento dos insumos químicos de uso do agente de endemias na rotina de trabalho e também para o uso do ultra Baixo Volume (UBV), o fumacê.

A referência chama a atenção para os depósitos mais frequentes que podem servir de recipiente para proliferação do mosquito. Segundo ele, três depósitos têm predominado, tanto no primeiro quanto no segundo levantamento. ”Depósitos de armazenamento de água ao nível do solo como caixa d'água, tambor, que o morador coloca para armazenar água, muito provavelmente, porque falta água naquela localidade, no bairro ou na cidade. Além desses, bebedouros de animais, pratos de planta que são depósitos móveis em que o morador pode manipular dentro de casa. Sem contar o lixo que é jogado nos quintais ou nos terrenos baldios. 

 

A Metodologia

Estas metodologias de análise permitem a identificação dos criadouros predominantes e a situação de infestação dos municípios que o realizaram. Os índices até 0,9% indicam condições satisfatórias, entre 1% e 3,9%, situação de alerta e índices superiores a 4%, risco de surto.

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Banco de notícias Thu, 26 May 2022 17:09:15 +0000
SES debate saúde da mulher e barreiras sociais https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/16967-ses-debate-saude-da-mulher-e-barreiras-sociais https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/16967-ses-debate-saude-da-mulher-e-barreiras-sociais

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) realiza nesta sexta-feira, 27/5, o webinário “Saúde da Mulher e barreiras Sociais”, voltado para gestores e prestadores de serviços de saúde e ao público em geral. O evento será on-line, das 9h às 12h, com transmissão pelo canal do Youtube da Secretaria (https://www.youtube.com/saudemg).

Segundo a especialista em Políticas e Gestão em Saúde e referência técnica da Coordenação Materno Infantil da SES-MG, Nayara Clara Lopes Moreira, os óbitos maternos são evitáveis na grande maioria dos casos e refletem as condições de vida, a ausência ou a fragilidade de políticas sociais e leis que garantam os direitos de cidadania e a participação social, além de serem uma violação dos direitos humanos. “No webinário teremos discussões voltadas para as barreiras na saúde da mulher no contexto de direitos legais, sociais e assistenciais, com enfoque no autocuidado e na gestão das políticas públicas”, explica Nayara.

O evento é ainda uma das ações do Plano de Enfrentamento à Mortalidade Materna e Infantil de Minas Gerais, aprovado em outubro de 2021 por meio da Deliberação CIB-SUS/MG N° 3.564. O plano propõe ações que possibilitem avanços na melhoria da saúde materno-infantil, objetivando a redução do número de óbitos maternos e infantis por causas evitáveis em todo o território estadual, no período de 2021 a 2023.

O webinário também faz referência ao Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher e Dia Nacional de Redução da Mortalidade.

Confira a programação do webinário Saúde da Mulher e Barreiras Sociais, que acontece dia 27/5, das 9h às 12h, com transmissão pelo Youtube da SES-MG.

* Conferência “Saúde da Mulher: Direitos Legais” - Samantha Vilarinho Mello Alves, defensora pública auxiliar da Defensoria Pública Geral com a função de Coordenação Estadual de Promoção e Defesa dos Direitos das Mulheres.

* Espaço de Debate “Barreiras na Saúde da Mulher”. Moderadora: Regina Amélia Lopes Pessoa de Aguiar, médica especialista em ginecologia e obstetrícia e em genética médica, presidente do Comitê Estadual de Prevenção à Mortalidade Materna, Infantil e Fetal do Estado de Minas Gerais e consultora técnica da Coordenação Materno Infantil da Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais.

* Aspecto social: Luísa Helena Martins Saraiva Doula, advogada, co-proprietária e fundadora da Casa das Pretas

* Aspecto Assistencial: Isabelle Cleyre do Rosário Lima Enfermeira na Estratégia de Saúde da Família (ESF) Santa Ângela, no município de Poços de Caldas.

* Aspecto gestão: Camila Moreira de Castro, subsecretária de Políticas e Ação de Saúde no Estado de Minas Gerais

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Banco de notícias Thu, 26 May 2022 16:59:09 +0000
Força Estadual finaliza trabalhos em Buritizeiro https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/16966-forca-estadual-finaliza-trabalhos-em-buritizeiro https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/16966-forca-estadual-finaliza-trabalhos-em-buritizeiro

O município de Buritizeiro, no Norte do estado, recebeu a Força Estadual da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), para combate às arboviroses - dengue, zika e chikungunya - entre os dias 26 de abril e 6 de maio.

A referência técnica em arboviroses da Gerência Regional de Saúde (GRS) de Pirapora, Luciana Veloso, destaca que o município atingiu alta incidência de casos notificados de dengue no período anterior à vinda da Força Estadual. “A circulação do vírus da chikungunya, neste mesmo período, também chamou a atenção: foram registrados 26 casos prováveis da doença, com vários casos confirmados em laboratório. O município ainda carecia de apoio para estruturação da vigilância laboratorial para utilização da rede de laboratórios centrais de saúde pública, para realização do diagnóstico e, concomitantemente, detectar o sorotipo da dengue que circulou no município gerando o aglomerado de casos”, explicou.

Agentes de Combate à Endemias atuando na Força Estadual - recolhimento de inservíveis que servem de criadouros do mosquito Aedes - Foto: Adailson de Oliveira Santos

O secretário municipal de Saúde de Buritizeiro, Sinvaldo Alves, pontuou que  “as ações voltadas para prevenção e combate à dengue no município de Buritizeiro contaram com um trabalho efetivo da vigilância em saúde municipal durante todo o ano, especialmente por meio dos agentes municipais de combate à dengue”. Sinvaldo destacou ainda algumas ações realizadas para o controle vetorial no ano de 2022. “Porém, mesmo implementando diversas ações, ainda foi constatada uma taxa de incidência muito alta, o que levou o município a reforçar as ações do plano de contingência”.

Diante disso, o município iniciou a testagem de dengue e chikungunya e  solicitou o apoio da Força Estadual de combate às arboviroses. Durante as ações foram realizadas visitas em 1.714 residências, 212 comércios, 228 terrenos baldios, 253 outros estabelecimentos, totalizando 107 focos encontrados. O município organizou mutirões de limpeza em bairros estratégicos, onde se observou maior número de incidência de casos.  O centro da cidade foi o local de concentração do mutirão de limpeza, onde os agentes de endemias reuniram os materiais inservíveis e que podem abrigar focos do mosquito, recolhidos pelos agentes, e colocados em caminhões, que foram direcionados para o aterro sanitário da cidade.

Equipe da Força Estadual se preparando para sair às ruas - Foto: Dani Capistrano

A Força Estadual, além do controle vetorial, contemplou ações dos vários eixos que compõem o Plano Estadual de Contingência das Arboviroses. Reuniões foram realizadas com o apoio da Comunicação e Mobilização Social do município e da GRS Pirapora, dando origem a um plano de trabalho a ser executado em curto, médio e longo prazo. 

Representantes da Vigilância Epidemiológica e da Atenção à Saúde da GRS Pirapora se uniram com representantes dos mesmos setores no município e representantes do hospital municipal, para traçarem fluxos de envio de amostras para diagnóstico na Fundação Ezequiel Dias (FUNED), planejar estratégias para efetivar a hidratação precoce dos pacientes suspeitos nas unidades básicas de saúde e ambulatório do hospital, bem como discutir demais fraquezas que o município apresentou para desenvolver a vigilância, assistência e controle da dengue.

Segundo Sinvaldo Alves, “a Força Estadual foi fundamental para o sucesso do controle e redução dos casos de dengue no município, trazendo maior tranquilidade para a população, com redução drástica das notificações e dos casos de dengue”. Ele agradeceu ao Governo do Estado de Minas Gerais pelo apoio prestado durante este período, bem como a todos os parceiros que contribuíram para o bom resultado dos trabalhos. Finalizou chamando a atenção da população para colaborar na eliminação dos criadouros do mosquito da dengue de forma contínua em suas residências.

Luciana Veloso explica que antes dos trabalhos da Força Estadual o município chegou a registrar 36 casos prováveis de dengue um mês antes da implementação das ações. Na semana anterior ao início das atividades da Força Estadual, Buritizeiro registrou 21 casos prováveis. E após as ações realizadas, o município não atingiu mais que 6 casos prováveis da doença. 

De acordo com o Boletim Epidemiológico da SES-MG, em Buritizeiro, até 26 de maio, foram registrados 271 casos prováveis de dengue, além de 26 casos de chikungunya. Não há mortes por chikungunya registradas na cidade e existem dois óbitos por dengue em investigação.

Equipe da Força Estadual reunida - Foto: Dani Capistrano

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Banco de notícias Thu, 26 May 2022 14:38:44 +0000
Minas recebe 200 mil doses de vacinas contra a covid-19 da Pfizer https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/16965-minas-recebe-200-mil-doses-de-vacinas-contra-a-covid-19-da-pfizer https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/16965-minas-recebe-200-mil-doses-de-vacinas-contra-a-covid-19-da-pfizer

O Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), informa que vai receber 200.070 doses de vacinas contra a covid-19 da Pfizer nesta quinta-feira, 26/5.

O lote contém imunizantes destinados à aplicação de primeira dose ou dose de reforço para pessoas com 12 ou mais anos de idade.

A remessa chegou ao Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, em dois voos, pela manhã e no início da tarde. Para melhor preservação dos imunobiológicos, todas as vacinas serão acondicionadas, conferidas e separadas na Central Estadual de Rede de Frio antes de serem enviadas para as Unidades Regionais de Saúde. A previsão de entrega na Central da Rede de Frio é para as 17h.

A distribuição será realizada a partir da demanda de cada regional, segundo solicitação dos municípios de sua respectiva abrangência.

Serviço: Minas recebe 200.070 doses de vacinas contra a covid-19
Data: Quinta-feira, 26/5
Horário: 17h.
Local: Central Estadual de Rede de Frio – Rua Governador Mineiro, 40, bairro Gameleira, Belo Horizonte (MG)

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Banco de notícias Thu, 26 May 2022 14:34:18 +0000
Regional de Montes Claros realiza 4º ciclo de oficinas do Projeto Saúde em Rede https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/16964-regional-de-montes-claros-realiza-4-ciclo-de-oficinas-do-projeto-saude-em-rede https://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/16964-regional-de-montes-claros-realiza-4-ciclo-de-oficinas-do-projeto-saude-em-rede

A Superintendência Regional de Saúde (SRS) de Montes Claros e a Gerência Regional de Saúde (GRS) de Pirapora iniciaram nesta terça-feira, 24 de maio, o quarto ciclo de oficinas do Projeto Saúde em Rede. As atividades prosseguem até sexta-feira, dia 27, com a participação da Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Escola de Saúde Pública de Minas Gerais (ESP-MG) e secretarias de saúde das cidades pertencentes às microrregiões de Saúde de Taiobeiras, Salinas, Pirapora e Bocaiúva/Francisco Sá/Montes Claros/Coração de Jesus.

Foto: Marta Vieira/SRS Montes Claros

No quarto ciclo de oficinas, profissionais de saúde dos municípios estão trabalhando temas relativos à (re)organização dos processos e serviços de Atenção Ambulatorial Especializada (AAE) e da Atenção Primária à Saúde (APS). Entre os temas abordados estão a classificação de risco de pacientes; organização de prontuários; acolhimento e ambiência nas unidades de Atenção Ambulatorial Especializada.

 As referências técnicas da Coordenadoria de Atenção à Saúde da SRS Montes Claros, Marta Raquel Mendes Vieira, Renata Fiúza Damasceno e Ludmila Martins Ferraz, explicam que o quarto ciclo de oficinas do Projeto Saúde em Rede tem como foco avaliar com os profissionais dos municípios as formas de regulação do acesso da população aos serviços de atenção ambulatorial especializados, além da análise de como têm sido realizadas as visitas domiciliares por parte dos agentes comunitários de saúde, compreendendo a classificação de risco familiar. Além disso, também estão sendo analisadas as características do trabalho em equipe nos serviços de atenção ambulatorial especializada.

As oficinas iniciadas em janeiro deste ano objetivam a formação de tutores que vão atuar junto com os municípios na estruturação das redes de atenção à saúde, com foco na transformação do atual modelo hierárquico, que tem os hospitais como centros dos atendimentos, para dar lugar à gestão integrativa. Nesse novo modelo, os serviços de atenção primária dos municípios passarão a ser os ordenadores dos cuidados em saúde. 

O Projeto Saúde em Rede foi iniciado em 2019 numa etapa piloto com 29 municípios do Vale do Jequitinhonha. A iniciativa contou com o apoio do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Conselho Estadual dos Secretários Municipais de Saúde (Cosems) e do Hospital Israelita Albert Einstein. 

Como resultados, esperam-se a realização de consultas especializadas mais resolutivas; menos filas para atendimento das demandas da população; maior satisfação dos usuários com os serviços de atenção primária em saúde; redução de internações hospitalares e atendimento no modelo de atenção às condições crônicas. A metodologia é estruturada em oito ciclos temáticos, com 11 oficinas tutoriais e seis workshops de alinhamento conceitual.

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Banco de notícias Thu, 26 May 2022 14:12:47 +0000