Notícias http://www.saude.mg.gov.br Fri, 19 Jan 2018 02:54:02 +0000 Joomla! - Open Source Content Management pt-br Não se vacinar é a principal razão da ocorrência de casos de Febre Amarela no Estado http://www.saude.mg.gov.br/sobre/recursos-humanos/processoseletivo/stories/10180-nao-se-vacinar-e-a-principal-razao-da-ocorrencia-de-casos-de-febre-amarela-no-estado http://www.saude.mg.gov.br/sobre/recursos-humanos/processoseletivo/stories/10180-nao-se-vacinar-e-a-principal-razao-da-ocorrencia-de-casos-de-febre-amarela-no-estado

Diante da confirmação de 12 casos de Febre Amarela em Minas, no período de julho de 2017 até o momento, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) intensifica as ações de controle da doença nas regiões com os casos confirmados e orienta à toda população do estado sobre a importância da vacinação no Sistema Único de Saúde (SUS) e pede atenção especial do público masculino, que se vacine.

Entre as ações definidas para controlar a febre amarela nas áreas rurais e manter a incidência zero de febre amarela urbana, destacam-se as campanhas educativas sobre a necessidade de vacinação, ampliação dos horários de vacinação nas unidades de saúde, a vacinação casa a casa na zona rural dos municípios com casos confirmados ou com epizootias (morte de primatas) confirmadas para a febre amarela e o aumento no número de equipes de saúde nas regiões e também parceria entre as áreas de Atenção Primária e Vigilância em Saúde.

Crédito: Marcus Ferreira

Segundo a Diretora de Políticas de Atenção Primária à Saúde da SES-MG, Mayla Magalhães, essa parceria tem possibilitado a identificação das pessoas não vacinadas, checagem do cartão e atualização da vacina. “Especificamente neste momento de enfrentamento da Febre Amarela, essas áreas disponibilizam o diagnóstico situacional que permite a localização da população que ainda não está vacinada. Os agentes comunitários de saúde têm papel importante na criação do vínculo e nas relações de confiança com a população, pois fazem parte da comunidade e estão diariamente na rotina do município”, disse.

» Clique aqui e veja no "Blog da Saúde MG" mais informações sobre Febre Amarela.

Ainda de acordo com a Diretora, “os agentes comunitários de saúde realizam visitas domiciliares, fazendo o acompanhamento dos cartões de vacina e prestando orientações à população, no intuito de mobilizá-las para as ações de prevenção e controle da doença.  As informações coletadas durante as visitas domiciliares possibilitam, também, que as equipes de Atenção Primária planejem suas ações e adotem as medidas efetivas no enfrentamento à febre amarela”, explicou.

Essas e todas as outras ações desempenhadas pelo Estado desde a primeira notificação da doença, em janeiro de 2017, contribuíram para que Minas Gerais alcançasse a atual cobertura vacinal de 81%, índice superior ao registrado no mesmo período de 2016, que era de 47%. Esse aumento coopera diretamente para o controle da ocorrência da doença, mas o Subsecretário de Vigilância e Proteção à Saúde, Rodrigo Said, ressalta que mesmo com essa cobertura, ainda há mais de 3,6 milhões de pessoas não vacinadas no estado.  

“Temos um grande trabalho pela frente para alcançarmos a cobertura ideal de 95% de pessoas vacinadas. As estatísticas apontam uma cobertura menor entre indivíduos do sexo masculino, entre 15 e 59 anos. Apesar de todos os esforços realizados ao longo de 2017, ainda temos o desafio de aumentar essa cobertura em nosso estado, pois o vazio vacinal é o principal responsável pela ocorrência de casos. É extremamente necessário intensificar a vacinação em todos os municípios, principalmente nas áreas rurais”, afirmou.

Imunização

O estado está abastecido com mais de um milhão de doses da vacina, que já faz parte do Calendário Nacional de Vacinação. A vacina é indicada para crianças a partir de 9 meses  e jovens e adultos com até 59 anos de idade. Atualmente, a cobertura vacinal acumulada de Febre Amarela no Estado de Minas Gerais está em torno de 81%, contudo a meta é alcançar a cobertura de 95%. Ainda há uma estimativa de 3.615.129 não vacinados, principalmente na faixa-etária de 15 a 59 anos, que também foi a mais acometida pelo surto em 2017.

As regionais com menor taxa de vacinação são Pouso Alegre, no Sul de Minas (66,6%), São João Del Rei, no Centro Sul (69,1%) e Ponte Nova, no Leste do Estado (71%). Além disso, há 342 municípios mineiros que não atingiram a meta vacinal. Alguns destes estão com a cobertura abaixo dos 40%, como Bias Fortes (regional de Juiz de Fora) com 34,5%; Aiuruoca (regional de Varginha) com 35,8%, Santana do Jacaré (regional de Divinópolis) com 36,8, Pocrane (regional de Manhumirim) com 37,3% e Formoso (regional de Unaí) com 39,9%. Clique aqui e confira a cobertura vacinal de outros municípios.

Casos em Minas

De junho de 2017 até o momento, foram confirmados 11 casos da doença no Estado (Brumadinho, Nova Lima, Carmo da Mata, Mar de Espanha, Barra Longa e Mariana). Destes casos, 9 evoluíram para óbito. Cerca de 90% das mortes ocorreram em pessoas do sexo masculino, com idade entre 33 a 51 anos. Saiba mais sobre a doença em: www.saude.mg.gov.br/febreamarela

Outras ações

O Governo de Minas Gerais apoia aos municípios na investigação dos casos e nas ações de mobilização da população; no controle e intensificação da vacinação, com priorização das populações de áreas rurais e silvestres, e a notificação e investigação, em até 24h, de todos os casos humanos suspeitos notificados.

No dia 05 de janeiro foi realizado uma reunião entre o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel e os secretários estaduais da Saúde, Sávio Souza Cruz, do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Germano Vieira, e de Governo, Odair Cunha, para definir as ações de enfrentamento, controle e prevenção à febre amarela no Estado.

Na ocasião ficou acordado a liberação de recursos para a vigilância nas áreas com casos humanos confirmados de febre amarela e a ampliação de campanhas educativas sobre a necessidade da vacinação. O Estado também solicitou ao governo federal o repasse de recursos financeiros e um novo estoque de doses da vacina. Saiba mais aqui.

  • Clique aqui e confira também a Linha do Tempo que resgata todas as ações da SES-MG para o enfrentamento, controle e prevenção da Febre Amarela.
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Banco de notícias Mon, 15 Jan 2018 10:45:03 +0000
Hemominas investe em pesquisas para oferecer melhor atendimento a pacientes e doadores http://www.saude.mg.gov.br/sobre/recursos-humanos/processoseletivo/stories/10179-hemominas-investe-em-pesquisas-para-oferecer-melhor-atendimento-a-pacientes-e-doadores http://www.saude.mg.gov.br/sobre/recursos-humanos/processoseletivo/stories/10179-hemominas-investe-em-pesquisas-para-oferecer-melhor-atendimento-a-pacientes-e-doadores

Com o objetivo de aprimorar o atendimento aos pacientes e doadores e atuar na prevenção de doenças que possam acometê-los, a Fundação Hemominas investe em pesquisas, combinando duas frentes: o gesto solidário de doadores voluntários e a busca pela excelência.

Crédito: Adair Gomez | Hemominas

A Hemominas atua no estudo das doenças do sangue e na medicina transfusional. Muitas dessas pesquisas apresentam resultados que acabam sendo aplicados na melhoria do acompanhamento e tratamento dos pacientes e dos procedimentos envolvidos na produção de hemocomponentes. “As pesquisas trazem novos conhecimentos que ajudam a entender as doenças e também resultam na melhoria de processos, atendimento e diagnóstico clínico e laboratorial de pacientes e doadores”, explica Marina Lobato Martins, erente de Desenvolvimento Técnico-Científico da Fundação Hemominas

As pesquisas concentram-se nas áreas de Hematologia e Hemoterapia, e, recentemente, em células e tecidos. Um exemplo é a tese de mestrado, ainda em curso, desenvolvida pela servidora Paula Passos Pederzoli. A proposta desenvolvida por ela equipara dois modelos de testes de potência das células-tronco hematopoéticas (que possuem a capacidade de se autorrenovar e se diferenciar em células especializadas do tecido sanguíneo e células do sistema imune).

O estudo desenvolvido por Paula verifica a aplicação de um modelo que contribua para a liberação das células do sangue de cordão umbilical para o transplante de células-tronco, em menor espaço de tempo.

Atualmente, o ensaio clonogênico (que permite uma avaliação da capacidade das células de produzir mais células), considerado o padrão ouro, demora 14 dias para ficar pronto. Se tudo chegar ao ponto em que pretende a pesquisadora, será possível substituí-lo por um teste mais simples e que pode ficar pronto em menos de um dia. “A pesquisa está na fase final da coleta e na descrição dos dados. Caso seja comprovada a aplicabilidade do estudo, a expectativa é a redução dos custos e do tempo para ter a informação de que as células poderão ser utilizadas no transplante em questão”, explica a pesquisadora.

O estudo é de fundamental importância porque, se comprovados os efeitos esperados, garante melhor atendimento aos pacientes acometidos por grande parte das doenças hematológicas - as doenças do sangue, como a leucemia.

O Centro de Tecidos Biológicos de Minas Gerais (Cetebio), unidade da Hemominas responsável por essa parte, oferece atendimento clínico à população mineira com a organização e manutenção do Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário e do Banco de Medula Óssea.

A instituição mantém convênios com vários hospitais e faz o controle de qualidade e a criopreservação das células-tronco hematopoéticas, além de outros procedimentos necessários para a realização dos transplantes. Os resultados das pesquisas são compartilhados com os Bancos de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário públicos de todo o Brasil.

Sangue raro

Entre os profissionais que desenvolvem estudos no campo da medicina transfusional, ou seja, a hemoterapia, está a pesquisadora Maria Clara Silva Malta que, em seu trabalho mais atual, busca identificar doadores de sangue raro para melhor atender aos pacientes portadores de tipos sanguíneos raros e que precisam de transfusão de sangue.

“O objetivo desse projeto é o desenvolvimento e a avaliação de uma estratégia baseada em biologia molecular para a identificação de doadores de sangue com fenótipos eritrocitários raros (tipos sanguíneos determinados pela presença ou ausência de antígenos na superfície das hemácias). Avaliaremos se esta estratégica pode ser usada na Hemominas para triagem de doadores”, explica Maria Clara.

No estudo “Análise Molecular de Grupos Sanguíneos em Doadores de Sangue para Identificação de Variantes Raras”, a pesquisadora destaca a existência de mais de 30 sistemas de grupos sanguíneos, sendo que cada um pode abarcar diversos antígenos.

Ressalta-se que alguns desses antígenos apresentam alta frequência nas populações, estando sua ausência associada a fenótipos raros. E quando um paciente possui um fenótipo raro pode ser preciso encontrar um doador compatível, o que é muito difícil, pois esses doadores também são muito raros.

O principal impacto desse projeto será a possibilidade do desenvolvimento de uma estratégia de triagem de doadores raros baseada em genotipagem, levando ao incremento da segurança transfusional em Minas Gerais.

Os doadores raros identificados serão incluídos no banco de dados da Central de Imuno-hematologia da Hemominas e poderão ser recrutados para doação de hemocomponentes.

Mesmo ainda em fase de desenvolvimento, o projeto já apresentou resultados com impacto no atendimento à população. Em outubro, por meio dessa pesquisa, a Hemominas identificou um doador de sangue raro e forneceu a primeira bolsa de sangue do fenótipo Hy-Negativo do Brasil.

Premiados e bem aplicados

O trabalho de pesquisa da Hemominas está pautado pela busca de conhecimento em diferentes áreas. Com dedicada atuação dos pesquisadores, algumas pesquisas já foram premiadas e receberam o reconhecimento da comunidade científica. Entre elas, a tese de doutorado da médica e pesquisadora Célia Maria Silva.

A pesquisa sobre anemia falciforme, iniciada em 2002, apresentou importantes resultados e foi o ponto de partida para implantação do exame Doppler Transcraniano, que verifica a incidência de acidente vascular cerebral (AVC). Em 2009, o estudo foi contemplado com o Prêmio Jesse Accioly, no 5° Simpósio Brasileiro de Doença Falciforme.

O AVC é potencializado em pessoas com doença falciforme e o exame, além de apresentar baixo custo, não é invasivo, bem tolerado pelos pacientes e proporciona tratamento preventivo.

Ainda no campo da Hematologia várias dissertações e teses já foram feitas, com impacto direto na organização do serviço de atendimento aos pacientes, como o trabalho conduzido pelo médico Paulo do Vaz Rezende sobre a doença falciforme SC e SD.

Estruturação

Localizado no Hemocentro de Belo Horizonte, o Serviço de Pesquisa está vinculado à Gerência de Desenvolvimento Técnico-Científica, subordinada à Diretoria Técnica da Hemominas, e reúne profissionais com experiência em ensino, pesquisa e extensão.

As pesquisas na Hemominas não se limitam apenas ao Serviço de Pesquisa, estando disseminada em diferentes setores e unidades da instituição.

Cabe ao Serviço de Pesquisa registrar, acompanhar e avaliar os resultados finais dos estudos desenvolvidos em todas as unidades da fundação. Além disso, direciona ao Núcleo de Inovação Tecnológica as pesquisas com potencial de inovação para assegurar-lhes a devida proteção intelectual de seus resultados.

Implantado em 1992, o Serviço de Pesquisas da Fundação Hemominas tem por objetivos coordenar, desenvolver, acompanhar e divulgar a produção científica do órgão estadual.

Além disso, o serviço promove a atualização técnico-cientifica de servidores e orienta estudantes de graduação e pós-graduação na perspectiva de formar recursos humanos.

“O investimento aplicado em pesquisas retorna para a instituição com a aplicação, no atendimento aos pacientes e doadores, das técnicas e procedimentos desenvolvidos, sendo um importante o foco a segurança transfusional”, garante Marina Lobato, ao destacar parcerias estabelecidas.

Parcerias e voluntariado

A Fundação Hemominas mantém parcerias com universidades e instituições de pesquisa no país e no exterior, convênios de financiamento de pesquisa garantidos por agências de fomento nacionais e estrangeiras e a plena participação de voluntários.

São voluntários os pacientes, doadores e servidores que gratuitamente aceitam integrar os estudos. Eles são convidados a assinar o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, que integra a resolução nacional que rege as pesquisas sobre e com seres humanos.

A Hemominas segue a Portaria do Ministério da Saúde 158, de 04/02/2016, que em seu Art. 30 define que a doação de sangue deve ser voluntária, anônima e altruísta, assim os voluntários, pessoas que participam das pesquisas, não podem ser identificados.

Em seus ambulatórios, a fundação atende a cerca de 7 mil pacientes com doenças genéticas do sangue, entre elas a anemia falciforme e a hemofilia. Daí a importância de tamanha rede de pesquisa e estudos.

Serviço

Não se esqueça! A doação de sangue salva vidas. A doação pode ser agendada online, pelo aplicativo MG App ou pelo telefone 155, opção 8. O call center recebe ligações das 7h às 21h, de segunda a sexta-feira; e aos sábados e domingos, das 7h às 19h.

Para informações sobre os critérios para doação de sangue clique aqui.

Mais informações: Assessoria de Comunicação da Hemominas – Telefone (31) 3768-7440 / 7455 / 7530

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Banco de notícias Fri, 12 Jan 2018 16:26:38 +0000
Pesquisas trabalham as propriedades curativas dos venenos de animais peçonhentos http://www.saude.mg.gov.br/sobre/recursos-humanos/processoseletivo/stories/10176-pesquisas-trabalham-as-propriedades-curativas-dos-venenos-de-animais-peconhentos http://www.saude.mg.gov.br/sobre/recursos-humanos/processoseletivo/stories/10176-pesquisas-trabalham-as-propriedades-curativas-dos-venenos-de-animais-peconhentos

O escorpião amarelo, como outros animais peçonhentos, provoca medo. Mas, apesar de ser perigoso, ele é muito utilizado em estudos científicos para ajudar a humanidade. É o que aponta uma pesquisa realizada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig).

Coordenado pelo pesquisador, Thiago Braga, o estudo utilizou o veneno do escorpião amarelo para os casos de infarto. “O trabalho começou estudando a propriedade da toxina do veneno para baixar a pressão arterial, evoluiu e, hoje, utilizamos o peptídeo minimizado desta toxina para diminuir a arritmia cardíaca”, pontua.

Crédito: Agência Brasil / Reprodução.

E o trabalho curativo dos animais peçonhentos não para por aí. Abelhas e serpentes também possuem um importante papel, sobretudo quanto à utilização de suas toxinas para curar enfermidades humanas. Realizados pela Fundação Ezequiel Dias (Funed), os estudos utilizam propriedades do veneno da serpente Surucucu, introduzindo uma proteína do veneno em células de insetos cultivadas em laboratório, para desenvolver uma substância que trata de doenças cardiovasculares.

A produção em células de insetos é necessária porque é preciso uma grande quantidade do veneno desta serpente para conseguir toxina suficiente para continuar os estudos. Como a cobra está em risco de extinção, a utilização dela é inviável em grande escala. Os pesquisadores, então, descobriram que era possível inserir o DNA contendo a sequência da proteína Mutalisina –II em células de insetos. Dessa forma, a célula produz a Mutalisina-II junto com as suas próprias proteínas.

A pesquisa está na fase de ligação do DNA correspondente à Mutalisina-II com um DNA que permita a sua produção em uma bactéria ou célula de inseto. A partir deste momento, os pesquisadores realizam procedimentos para induzir a célula a produzir a proteína Mutalisina-II recombinante (modificada). “Após esta fase, a proteína recombinante será isolada e caracterizada, ou seja, testes serão realizados para verificar se a proteína recombinante tem as mesmas funções que a proteína original”, pontua a pesquisadora da Funed, Valéria Alvarenga.

Outra pesquisa realizada pela Funed, coordenada por Esther Bastos, utiliza a apitoxina (propriedade do veneno da abelha) para desenvolver uma pomada para tratamento da artrite e, assim, diminuir a dor causada pela doença. O desafio maior, de acordo com os pesquisadores, foi fracionar esta apitoxina para retirar seus componentes alergênicos. Para isso, foi firmada uma parceria com a Escola de Engenharia Química da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) para criar um equipamento que utiliza a fração da apitoxina em escala industrial, sendo possível lançá-la no mercado.

 

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Banco de notícias Fri, 12 Jan 2018 13:22:54 +0000
Mais de 61,3% dos municípios mineiros são cobertos pelo SAMU Regional http://www.saude.mg.gov.br/sobre/recursos-humanos/processoseletivo/stories/10169-mais-de-61-3-dos-municipios-mineiros-sao-cobertos-pelo-samu-regional http://www.saude.mg.gov.br/sobre/recursos-humanos/processoseletivo/stories/10169-mais-de-61-3-dos-municipios-mineiros-sao-cobertos-pelo-samu-regional

Com o objetivo de levar atendimento de urgência a todos os municípios do estado, o SAMU192 constitui um dos principais pilares da Rede de Urgência e Emergência de Minas Gerais. Ele é essencial no atendimento primário às urgências de forma resolutiva, eficaz e segura, evitando a evolução de quadros graves, inclusive aqueles de situações evitáveis e que poderiam levar ao óbito do paciente. O SAMU representa uma importante porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS), por receber diversas demandas emergenciais e prestar o atendimento inicial à saúde do usuário.

SAMU OESTE | Crédito: Christyam de Lima

De acordo com o Secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Nalton Moreira, o serviço é essencial para os primeiros atendimentos de urgências à população do estado e ele destaca o papel da regionalização do Samu. “A regionalização do SAMU possibilita a organização dos atendimentos de urgência e emergência não só na região, mas em todo o Estado. Permite atingir um público maior, onde os municípios participam e têm as suas populações atendidas. Mesmo com as dificuldades que a gente vive, conseguimos ampliar o atendimento para as seis regiões do Estado. O governador Fernando Pimentel, juntamente com o Secretário de Saúde Sávio Souza Cruz, têm insistido para a ampliação desse serviço até cobrimos 100% do Estado. A previsão é chegue a mais de R$ 100 milhões os investimentos do Governo de Minas com os Samu 192, só em 2017. Esse recurso tem como objetivo reforçar o custeio dos serviços nas Unidades, melhorar a qualidade da saúde nos municípios e organizar os atendimentos nas regiões do Estado”, disse.

Ainda segundo o Nalton Moreira, a regionalização do serviço é uma das prioridades do atual governo. “Temos um projeto para alcançarmos todo o estado com o Samu Regional 192. Estamos avançando e a próxima região a receber o serviço será o Triângulo do Norte, tendo o município sede em Uberlândia, conforme deliberação vigente (CIB-SUS n° 1.690, de 10 de dezembro de 2013). A previsão é que o serviço comece a funcionar no início no primeiro semestre de 2018”, destacou.

Samus Regionais

Atualmente existem 6 Samus Regionais que permitem que 523 dos 853 municípios mineiros tenham acesso ao serviço. Isso equivale a 61,3% de cobertura do estado, atendendo cerca de 9,33 milhões dos 20,7 milhões habitantes do Estado, alcançando uma cobertura de 45% da população. O Samu Regional 192 está implantado nas regiões ampliadas de saúde Norte, Nordeste/Jequitinhonha, Centro Sul, Sudeste, Sul e Centro Oeste (último a ser inaugurado em 2017). Além dos Samus regionais, o estado conta com 12 Samus municipais, distribuídos em Belo Horizonte, Betim, Contagem, Governador Valadares, Ipatinga, Itabira, Mariana, Ouro Preto, Poços de Caldas, Sete Lagoas, Uberaba e Patos de Minas.

Segundo a coordenadora de Urgência e Emergência da SES-MG, Kelly Barros Fortini, além do SAMU funcionar 24 horas por dia, “o serviço é de amplo acesso à população, se efetivando não só no atendimento assistencial de maneira direta, com envio de veículos tripulados por equipes capacitadas, mas também, por meio da prestação de orientações médicas por telefone. Com o seu funcionamento regional, os atendimentos móveis de urgência, passaram a contar com a disponibilidade de ambulâncias, devidamente equipadas para o atendimento pré-hospitalar, proporcionando atendimento eficaz e seguro a toda a população”, esclareceu.

O último Samu Regional implantado no ano de 2017, foi o da região Centro Oeste, que abrange 54 municípios e atende a uma população de mais de 1,2 milhão de pessoas. O Presidente do Consórcio Intermunicipal de Saúde da região Ampliada Oeste (CIS-URG) e Prefeito de Luz, Ailton Duarte, comemorou a inauguração do serviço na região. “O Samu é uma demanda histórica da região Oeste. O primeiro passo para a implantação do serviço foi dado com a fundação do Consórcio Intermunicipal de Saúde da Região Ampliada Oeste, que é responsável por desenvolver, junto com as cidades afiliadas, ações de serviço de saúde por meio do SUS. Mesmo com as dificuldades encontradas em Minas e em todo país, no estado de Minas Gerais, o CIS-URG contou com repasse de cerca de R$ 7 milhões e a doação de 31 ambulâncias, feita pela SES-MG para que o Samu se tornasse uma realidade”, afirmou.

Serviço Aeromédico

Além do atendimento com as Unidades de Serviços Básicos e Avançados, o Samu Regional Sul de Minas conta com o serviço Aeromédico Avançado de Vida, parceria entre o Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais (BOA) e o Consórcio Intermunicipal de Saúde da Macro Região Sul de Minas (CISSUL/SAMU). O serviço realiza atendimentos pré-hospitalares em urgências graves, captação de órgãos e resgates de difícil acesso. Desde que entrou em operação, em 2016, a equipe do aeromédico realizou 308 atendimentos na região Sul.

De acordo com o presidente do Samu Regional e prefeito de Andradas, Rodrigo Aparecido Lopes, é importante unificar ainda mais o atendimento em todos os municípios consorciados, com o objetivo de prestar o serviço de urgência e emergência de maneira ainda mais rápida, garantindo aos usuários um atendimento de excelência e qualidade. “Hoje o contingente populacional das cidades atendidas é de 2 milhões e 600 mil cidadãos, que devem ser atendidos de maneira igualitária e eficiente. O serviço tem como objetivo a redução do tempo resposta no socorro às vítimas e o encaminhamento de pacientes em estado grave para hospitais de referência na região do Sul de Minas”, ressalta.

O aposentado e morador do município de Lambari, de 59 anos, José Antônio da Silva, teve um infarto e foi um dos primeiros pacientes a serem atendidos pelo serviço aeromédico. “Estava em casa quando senti minha mão adormecer. Pouco depois, senti uma dor muito forte, que subia pelo braço e ia até o peito”, relata. O Senhor foi levado pela filha para ao Pronto Socorro da cidade, mas precisava ser transferido com urgência para um hospital. O CISSUL SAMU, então, acionou o Serviço Aeromédico Avançado de Vida e em poucos minutos, o aposentado já estava no Hospital Regional de Varginha. “O cardiologista disse que se não fosse essa rapidez do atendimento, eu não estaria aqui hoje. Meu infarto foi muito forte. Graças a Deus e a esse serviço eu estou vivo”, conclui José Antônio.

O helicóptero Arcanjo, que realiza os atendimentos de urgência possui uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) completa e conta com uma equipe altamente qualificada composta por 1 médico, 1 enfermeiro, 1 piloto, 1 co-piloto e 2 tripulantes.

Para o Diretor Clínico do SAMU e médico do Serviço Aeromédico Avançado de Vida, José Fábio Capozzi, “o uso da aeronave diminui em muito o tempo de resposta de atendimento e deslocamento dos pacientes para tratamento definitivo. Alguns deles só estão vivos graças a isso, e a integração entre os parceiros, SAMU, Corpo de Bombeiros, Batalhão de Operações Aéreas, Polícia Militar e Rodoviária, traz mais benefícios para a região e para os pacientes”.

Rede Urgência e Emergência

A Rede de Urgência e emergência é composta pela Atenção Primária em Saúde, Unidades de Pronto Atendimento, pontos de atenção hospitalar classificado de acordo com sua complexidade e função na Rede podendo ser classificados em: Hospital de Urgência Nível IV, Hospital Geral de Urgência Nível III, Hospital Geral de Urgência Nível II, Hospital de Referência ao Trauma Nível I, Hospital de Referência às Doenças Cardiovasculares Nível I, Hospital de Referência ao Acidente Vascular Cerebral Nível I e Hospital de Urgência Polivalente Nível I.

Com a implantação da Rede Urgência e emergência, as regiões passam a contar com uma Central de regulação com médicos, telefonistas auxiliares de regulação médica e rádio operadores para dar o menor tempo resposta às demandas solicitadas pelo 192. Com isso, a atenção às condições agudas adotada será a classificação de risco por meio do protocolo de Manchester informatizado. A SES-MG disponibiliza esse recurso em cada ponto de atenção da Rede Regional de Urgência e Emergência para que a linguagem seja única na classificação de risco das demandas de cuidado de pacientes em condições agudas.

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Banco de notícias Wed, 10 Jan 2018 09:34:26 +0000
Municípios da Regional de Saúde de BH participam de reunião sobre o enfrentamento à Febre Amarela http://www.saude.mg.gov.br/sobre/recursos-humanos/processoseletivo/stories/10190-municipios-da-regional-de-saude-de-bh-participam-de-reuniao-sobre-o-enfrentamento-a-febre-amarela http://www.saude.mg.gov.br/sobre/recursos-humanos/processoseletivo/stories/10190-municipios-da-regional-de-saude-de-bh-participam-de-reuniao-sobre-o-enfrentamento-a-febre-amarela

Nesta quinta-feira (18/01), representantes das áreas de Atenção Primária à Saúde e de Epidemiologia dos municípios que compõem a Regional de Saúde de Belo Horizonte participaram de uma reunião para discutir as ações de enfrentamento à Febre Amarela no Sistema Único de Saúde (SUS). Assuntos como a intensificação vacinal, ações estratégicas, sintomas, notificações e procedimentos foram reforçados para os profissionais que participaram do evento.

Responsável pela Área Temática de Vigilância em Saúde da Regional de BH, Francisco Lemos, informou também aos participantes sobre a importância de sensibilizar as pessoas que são resistentes à vacinação. “Os profissionais de saúde devem orientar as pessoas, principalmente nas zonas rurais, sobre a importância da vacinação,” disse.

Fazendo parte da Regional de Saúde Belo Horizonte, sete municípios são considerados prioritários para Febre Amarela: Belo Horizonte, Brumadinho, Caeté, Esmeraldas, Mariana, Nova Lima e Sabará. Em Brumadinho a intensificação vacinal já vem sendo realizada. O horário de vacinação foi estendido até às 20 horas. O Estado também cedeu ao município dois veículos para auxiliar na vacinação nas zonas rurais.

Em Mariana as ações também estão muito organizadas com a vacinação presente todos os dias nas zonas rurais e a interlocução entre as áreas e os profissionais de saúde. A Coordenadora do Núcleo de Atenção Primária à Saúde da regional, Ludmilla Diniz, também destacou a necessidade do reforço nos horários nas salas de vacinação e a presença dos profissionais de saúde nas zonas rurais. “Temos que ficar atentos nas zonas rurais e ampliar ao máximo os horários de vacinação. A ampliação da cobertura vacinal contra a Febre Amarela é uma oportunidade para que a doença seja evitada”, disse.

Representando o município de Belo Horizonte, Jandira Lemos, reforçou que o alerta principal à população é de fato a vacinação. “A principal forma de se contrair a doença é não se vacinando e somente as próprias pessoas podem evitar a doença quando buscam se proteger por meio da vacinação”, afirmou.

 

 

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Banco de notícias Thu, 18 Jan 2018 18:13:32 +0000
Regional de Saúde de Ubá realiza reunião sobre Febre Amarela http://www.saude.mg.gov.br/sobre/recursos-humanos/processoseletivo/stories/10189-regional-de-saude-de-uba-realiza-reuniao-sobre-febre-amarela http://www.saude.mg.gov.br/sobre/recursos-humanos/processoseletivo/stories/10189-regional-de-saude-de-uba-realiza-reuniao-sobre-febre-amarela

Nessa quarta-feira (17/01), foi realizado na Câmara Municipal de Ubá, reunião para alinhamento com os municípios sobre o panorama epidemiológico de Febre Amarela e estratégias de enfrentamento no Sistema Único de Saúde (SUS). Voltada para Secretários Municipais de Saúde, profissionais municipais de imunização e coordenadores de Atenção Primária à Saúde e Vigilância Epidemiológica, a reunião contou com 91 participantes.

O Diretor da Regional de Saúde de Ubá, Reginaldo Furtado de Carvalho, deu início ao encontro, chamando a atenção para a situação epidemiológica da Febre Amarela na região e para importância da articulação da rede na prevenção, diagnóstico precoce e manejo clínico. Logo após, o coordenador de imunização da Regional de Saúde, Wallan Mcdonald, trouxe para discussão os dados atuais sobre as Epizootias em primatas, Cobertura Vacinal, Vigilância de casos suspeitos de Febre Amarela e estratégias de imunização.

Amanda Laviola de Andrade, técnica do Núcleo de Vigilância Epidemiológica, Ambiental e Saúde do Trabalhador (Nuveast) da Regional, falou sobre a Investigação e Notificação de casos, Coleta, acondicionamento e transporte de amostras para diagnóstico da febre amarela (primatas não humanos e humanos). Os temas referentes à intensificação de ações de controle a vetores, ações de bloqueio em áreas com suspeitas de epizootias e mobilização social ficaram por conta do supervisor de endemias da Regional, Valmir Cândido da Silva.

Já Ana Amélia D. S. Pereira, técnica do NAPRIS abordou a organização dos serviços municipais de saúde para o atendimento oportuno, Manejo Clínico da Febre Amarela, Fluxograma de atendimento e os Hospitais de referência para atendimentos das fases moderada e grave. “A ação mais efetiva de prevenção da febre amarela é a vacinação, por isso nossa estratégia é priorizar a população de maior risco e vulnerável: População das zonas rurais, os privados de liberdade, pessoas em situação de rua, quilombolas, entre outros”, ressaltou Elivelton de Oliveira Campos, referência em Privados de Liberdade que participou da reunião. Ao fim da reunião, Reginaldo Furtado apresentou o Plano Regional de Enfrentamento da Febre Amarela.

Febre Amarela em Minas Gerais

No período de monitoramento 2016/2017 (julho/2016 a junho/2017), foram registrados 475 casos confirmados de Febre Amarela no estado de Minas Gerais, sendo que destes, 162 evoluíram para óbito. O último caso confirmado teve início dos sintomas no dia 09 de junho de 2017.

Desde o início do 2º período de monitoramento da Febre Amarela (julho/2017 a junho/2018), foram confirmados 22 (vinte e dois) casos de Febre Amarela em Minas Gerais, destes casos, 15 evoluíram para óbito.

 

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Banco de notícias Thu, 18 Jan 2018 18:05:04 +0000
Nota de pesar sobre o falecimento do Flávio Henrique Alves de Oliveira http://www.saude.mg.gov.br/sobre/recursos-humanos/processoseletivo/stories/10188-nota-de-pesar http://www.saude.mg.gov.br/sobre/recursos-humanos/processoseletivo/stories/10188-nota-de-pesar

Foi com muita tristeza que recebi a notícia do falecimento do Flávio Henrique Alves de Oliveira, presidente da Empresa Mineira de Comunicação. Flávio desempenhou sua função sempre de forma ética, íntegra e com muita dedicação e profissionalismo. Minha solidariedade aos amigos e familiares.

Sávio Souza Cruz
Secretário de Estado de Saúde

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Banco de notícias Thu, 18 Jan 2018 11:13:01 +0000
Informe Epidemiológico da Febre Amarela (17/01) http://www.saude.mg.gov.br/sobre/recursos-humanos/processoseletivo/stories/10187-informe-epidemiologico-da-febre-amarela-17-01 http://www.saude.mg.gov.br/sobre/recursos-humanos/processoseletivo/stories/10187-informe-epidemiologico-da-febre-amarela-17-01

No período de monitoramento 2016/2017 (julho/2016 a junho/2017) foram registrados 475 casos confirmados de Febre Amarela no estado de Minas Gerais, sendo que destes, 162 evoluíram para óbito. O último caso confirmado teve início dos sintomas no dia 09 de junho de 2017.

Desde o início do 2º período de monitoramento da Febre Amarela (julho/2017 a junho/2018), foram confirmados 22 (vinte e dois) casos de Febre Amarela em Minas Gerais, destes casos, 15 evoluíram para óbito e outros 46 casos continuam em investigação nos municípios de Barra Longa (1), Belo Horizonte (4), Brumadinho (4), Caeté (2), Carmo da Mata (1), Carmo do Parnaíba (1), Estrela do Indaiá (1), Itatiaiuçu (1), Itaúna (2), Juiz de Fora (1), Mariana (9), Nova Lima (3), Piranga (1), Poço Fundo (1), Ponte Nova (1), Porto Firme (3), Rio Acima (1), Sabará (2), Santa Bárbara (2), Santa Luzia (1), Santa Rita de Minas (1), São Gonçalo do Rio Abaixo (1), Teófilo Otoni (1) e Viçosa (1). Foram descartados 40 casos suspeitos no período

Do total de casos confirmados, 21 (95,5%) são do sexo masculino e 01 (4,5%) do sexo feminino. Todos os casos foram confirmados laboratorialmente. Até o momento, não há relato de vacinação para a Febre Amarela entre os casos confirmados. A mediana de idade dos casos confirmados é de 45 anos (31 – 69 anos). A letalidade por febre amarela em Minas Gerais no período de 2017/2018 é de aproximadamente 68,2%

Foram considerados casos confirmados aqueles que apresentaram:

• Exame laboratorial detectável para Febre Amarela;
• Exame laboratorial não detectável para dengue;
• Histórico vacinal (não vacinado/vacinação ignorada);
• Sinais e sintomas compatíveis com a definição de caso;
• Exames complementares que caracterizam disfunção renal/hepática.

Atualmente, a cobertura vacinal acumulada de febre amarela no Estado de Minas Gerais está em torno de 82%. Ainda há uma estimativa de 3.532.836 não vacinados, especialmente na faixa-etária de 15 a 59 anos, que também foi a mais acometida pela epidemia de febre amarela silvestre ocorrida em 2017. Entre os 853 municípios do estado, 39,62% (338) delas não alcançaram 80% de cobertura vacinal; outros 32,47% (277) dos municípios tem entre 80% e 94,9% de seus moradores vacinados; com mais de 95%, estão 27,90% (238) das cidades mineiras com recomendação de vacina

» Clique aqui e confira, na íntegra, o Informe Epidemiológico da Febre Amarela, Minas Gerais (atualizado em 17/01).

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Banco de notícias Wed, 17 Jan 2018 12:10:23 +0000
Ensaios de Proficiência: laboratórios da Funed têm avaliação excelente pelo 3º ano consecutivo http://www.saude.mg.gov.br/sobre/recursos-humanos/processoseletivo/stories/10186-ensaios-de-proficiencia-laboratorios-da-funed-tem-avaliacao-excelente-pelo-3-ano-consecutivo http://www.saude.mg.gov.br/sobre/recursos-humanos/processoseletivo/stories/10186-ensaios-de-proficiencia-laboratorios-da-funed-tem-avaliacao-excelente-pelo-3-ano-consecutivo
Em 2017, os laboratórios da Divisão de Epidemiologia e Controle de Doenças (DECD), vinculados ao Instituto Otávio Magalhães (IOM), Laboratório Central de Saúde Pública de Minas Gerais (LACEN-MG), da Fundação Ezequiel Dias (Funed), receberam, pelo terceiro ano consecutivo, avaliação Excelente. O objetivo da avaliação é demostrar a proficiência dos laboratórios nos ensaios avaliados, ou seja, demonstrar a competência técnica do laboratório na execução desses ensaios.

Crédito: Divulgação Funed

A Avaliação é realizada anualmente pelo Programa Nacional de Controle de Qualidade (PNCQ), patrocinado pela Sociedade Brasileira de Análises Clínicas (SBAC). A Funed participa de forma contínua dos ensaios de proficiência do PNCQ desde 2014 e a aquisição para 2018 já está em andamento. O PNCQ envia amostras mensalmente e classifica os laboratórios como Excelente, Bom, Regular ou Ruim.

Para Marcelo Pimenta, coordenador da Qualidade do IOM, a importância de termos sido avaliados por três anos consecutivos como Excelente demonstra a competência técnica dos laboratórios. “Isso atesta a prestação de serviço do LACEN-MG para o SUS com qualidade e confiabilidade”, afirma.

Após a emissão dos resultados, os laboratórios da DECD realizam análise crítica do seu desempenho para verificar os pontos de melhoria. Para os resultados insatisfatórios, registram anomalias para tratamento no Sistema de Gestão Integrada (SGI). Além de participação em Ensaios de Proficiência, os próprios laboratórios utilizam controles internos para garantir os resultados dos exames. Para Marluce Aparecida Assunção Oliveira, Diretora do IOM, a qualidade dos serviços prestados pelo LACEN-MG é uma tradição e o benefício advindo da participação em ensaios de proficiência para os laboratórios do IOM inclui contar com uma avaliação externa do nosso desempenho frente a outros laboratórios. “O controle externo da qualidade destaca-se pelo desafio constante das equipes em alcançar resultados de qualidade e a oferta do serviço público de excelência”, detalha Marluce.

Para Chequer Buffe Chamone, chefe da Divisão de Epidemiologia e Controle de Doenças, a RDC/ANVISA Nº 302 de 2005, que dispõe sobre o Regulamento Técnico para funcionamento de Laboratórios Clínicos, a participação em ensaios de proficiência é um requisito legal. Essa prerrogativa demonstra que a Funed não apenas está cumprindo a legislação, mas fazendo isso com excelência junto à saúde pública nacional, que conforme a publicação da PORTARIA MS Nº 2.606/GM DE 28 DE DEZEMBRO DE 2005, a qual classifica os Laboratórios Centrais de Saúde Pública, o LACEN-MG/FUNED, por atender aos critérios exigidos do Sistema de Gestão da Qualidade, foi classificado na graduação máxima: Porte V - Nível E. “Ao longo desses anos, isso assegura resultados confiáveis, com excelente qualidade, muita segurança e eficácia nos exames procedentes das Vigilâncias em Saúde de nosso Estado”, acredita.

De acordo com informações da Anvisa, o Ensaio de Proficiência (EP) é um sistema de avaliação dos resultados gerados em ensaios de comparações interlaboratoriais com o objetivo de avaliar a competência técnica dos laboratórios participantes destes ensaios. O sistema tem por finalidade avaliar as etapas de análise e garantir a confiabilidade dos resultados obtidos.

Confira as metodologias/exames avaliados no LACEN-MG:

  • Biologia Molecular - HBV Qualitativo/Quantitativo
  • Biologia Molecular HCV   Qualitativo/Quantitativo/Genotipagem
  • Biologia Molecular HIV Qualitativo/Quantitativo
  • Bioquímica Básica
  • Citometria de Fluxo
  • Dengue
  • Espectrofotometria
  • Hematologia Básica
  • Hemoglobina Glicada
  • Imunologia Básica - Chagas
  • Imunologia Básica - HBsAg
  • Imunologia Básica - HIV
  • Imunologia Básica - Sífilis
  • Imunologia Básica - Sífilis VDRL
  • Imunologia Especial
  • Imunologia I - Doenças infecciosas
  • Leptospirose
  • Microbiologia II Bacterioscopia - Baar
  • Microbiologia II Bacterioscopia - Gram - VIRTUAL
  • Microbiologia Manual
  • Parasitologia
  • Sangue Oculto
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Banco de notícias Wed, 17 Jan 2018 11:08:53 +0000
Integração de ações e participação popular são essenciais para o controle do Aedes http://www.saude.mg.gov.br/sobre/recursos-humanos/processoseletivo/stories/10185-integracao-de-acoes-e-participacao-popular-sao-essenciais-para-o-controle-do-aedes http://www.saude.mg.gov.br/sobre/recursos-humanos/processoseletivo/stories/10185-integracao-de-acoes-e-participacao-popular-sao-essenciais-para-o-controle-do-aedes

Em 2017, o controle das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti continuou sendo um desafio para os governos e a população. Mas, se anteriormente era a Dengue o foco de atenção, agora a Chikungunya e a Zica exigem ainda maiores esforços para evitar a propagação dessas doenças. 

De acordo com o subsecretário de Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Rodrigo Said, “o cenário para 2017 era bem complicado, tendo em vista os indicativos de risco, sinalizando a probabilidade de uma ocorrência de uma epidemia de chikungunya. Mas a SES-MG, juntamente com os municípios, conseguiram se organizar e tivemos uma redução significativa de casos de casos de dengue. Mas, por um outro lado, houve também uma expansão, principalmente geográfica, dos casos de Chikungunya, o que revelou a necessidade de se permanecer em constante alerta”, relembra. 

 MFE0505

Nos últimos anos, o estado atravessou três grandes epidemias de Dengue, em 2010 com 212.542 casos prováveis; 2013, com 414.718 casos prováveis e 2016 com 520.985. Já em 2017, ano não epidêmico, foram 28.200 casos prováveis, mas no entanto, a partir do mês de setembro (historicamente um período de baixa transmissão) foi observado um aumento no número de casos prováveis. O que é um ponto de alerta porque anos epidêmicos são precedidos de elevação no número de casos em meses anteriores, por isso é importante monitorar essa tendência de elevação, daí a necessidade de reforçar as ações para 2018.

Por outro lado, o número de casos prováveis de Chikungunya superou o número registrado em anos anteriores. Em 2014 foram 18 casos, em 2015 foram 31 casos, em 2016, 462 e em 2017, até o dia 18/12, foram 16.876 casos prováveis. Nas semanas epidemiológicas 9 a 15 (final de fevereiro a 15 de abril), o número de casos de Chikungunya tinha ultrapassado o número de casos prováveis de dengue, naquele momento.

Para poder conter e minimizar a proliferação das doenças provocadas pelo Aedes no Estado em 2017, a SES-MG trabalhou em diversas frentes no Sistema Único de Saúde (SUS) que envolveram: ações de mobilização social e comunicação junto à população, assistência aos pacientes, aquisição de equipamentos, insumos, medicamentos e novos veículos, monitoramento da circulação do vírus e de novos casos da doença no estado, capacitação de profissionais e fortalecimento do apoio aos municípios no controle do vetor.

O subsecretário explica ainda que para 2018, a SES-MG está, desde outubro de 2017, reorganizando as atividades e intensificando as ações de contingência. “Um investimento inicial de 18 milhões de reais foi feito para potencializar as nossas atividades e reativamos o comitê gestor das políticas de enfrentamento e controle das doenças transmitidas pelo Aedes em Minas Gerais, com o apoio do governador Fernando Pimentel”, afirmou. No vídeo abaixo, Rodrigo Said fala mais sobre as ações de enfrentamento ao Aedes:

Ações diversificadas e permanentes

O Núcleo de Mobilização Social realizou várias ações de sensibilização com a comunidade, por meio de parcerias com organizações da sociedade civil, se destacando a distribuição e veiculação voluntária dos materiais impressos e digitais das campanhas desenvolvidas pela SES-MG e as atuações do grupo de teatro Saúde em Cena.

Conforme o coordenador de publicidade e mobilização social da SES-MG, Joney Fonseca Vieira, em 2017 foram conquistados grandes avanços, “nós buscamos em termos de linguagem e de representação, tanto visual, quanto no conteúdo, tratar da diversidade de pessoas, racial e orientação sexual. Nós buscamos e temos conseguido representar em nossas campanhas toda a forma de inclusão, que é uma orientação da gestão, tanto por parte da própria secretaria, quanto do governo, como num todo. Nós também estamos trabalhando com uma linguagem mais popular, de mais acesso para as pessoas que não tenham o conhecimento de assuntos ligados à saúde”, ressaltou.

No início de outubro, a SES-MG promoveu um treinamento sobre a instalação e manuseio de armadilhas de ovos do mosquito Aedes aegypti para profissionais das Regionais de Saúde do estado. As armadilhas, chamadas Ovitrampas, começaram a ser instaladas ainda naquele mês. Inicialmente, 135 municípios mineiros receberam os equipamentos para instalação das Ovitrampas. Por meio das armadilhas, é possível detectar os índices de infestação do Aedes em cada região, durante todo o ano. Também em outubro, a SES-MG lançou a campanha de comunicação para controle, prevenção e enfrentamento do Aedes.

Com o slogan “Com o Aedes não se brinca”, tem como objetivo mobilizar a população para as ações de prevenção e controle do vetor transmissor da dengue, zika e chikungunya. Foi dado destaque no papel protagonista das crianças. Sobre isso, o coordenador de Mobilização Social e Publicidade e Propaganda da SES-MG, Joney Fonseca, comentou.

“Sabemos que as crianças são mobilizadoras natas, porque além de assimilarem a informação, têm a capacidade de influenciar as pessoas que estão ao seu redor a agirem também. Além disso, é uma campanha em que trazemos a inclusão racial, social, de identidade de gênero e diferentes faixas etárias. Nosso maior objetivo foi levar toda a população a adotar hábitos de prevenção por meio de estratégias de comunicação que estimulem a sociedade a agir”, explica. Saiba mais sobre a campanha clicando aqui

No mesmo mês foi promovido o Seminário de Enfrentamento das Doenças Transmitidas pelo Aedes, que reuniu cerca de 200 profissionais das Regionais de Saúde do estado, Fundação Ezequiel Dias (Funed), laboratórios macrorregionais e alguns municípios para debaterem e avaliarem a situação epidemiológica da Dengue, Zika e Chikungunya em Minas Gerais, ações de controle desenvolvidas pelo estado, tratamento dos pacientes acometidos pela Chikungunya, entre outros pontos.

aedes TV

Em setembro, a SES-MG retomou as atividades do Comitê Gestor Estadual de Políticas de Enfrentamento da Dengue, Chikungunya e Zika e apresentou as novas ações de controle, prevenção e enfrentamento das doenças transmitidas pelo mosquito. Durante a reunião também foram apresentados os investimentos iniciais para controle do vetor, estimados em R$ 18 milhões. Na reunião também foram apresentados os investimentos no estado para o novo período de alta transmissão do Aedes.

Ao todo, estão sendo investidos R$ 7.980.000,00 na aquisição de novos veículos e equipamentos para U.B.V.; R$ 350.000,00 em medicamentos, insumos e equipamentos para implantação de Unidades de Hidratação; R$ 4.060.000,00 em 35 novos veículos destinados às 28 Unidades Regionais de Saúde do estado, Fundação Ezequiel Dias (FUNED) e Laboratórios Macrorregionais; R$ 3.000.000,00 na compra de 3 mil equipamentos costais e 1.300 equipamentos motorizados para dispersão de inseticidas; R$ 300.000,00 para a compra de 100 galões de nitrogênio que vão qualificar o monitoramento dos vírus que estão circulando no estado e outros R$ 2.500.000,00 para a campanha de comunicação, que foi lançada em outubro.

Em agosto, a SES-MG, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz da Bahia (Fiocruz), promoveram o Seminário “Síndrome Congênita associada à infecção pelo vírus Zika: resposta brasileira e mineira à Emergência de Saúde Pública em 2015 e 2016, situação atual e perspectivas”. O objetivo do seminário foi apresentar os aspectos epidemiológicos da infecção pelo vírus Zika e suas consequências no âmbito da situação de emergência e na rotina do Sistema Único de Saúde (SUS).

Ainda, no mês de março do ano passado, a SES-MG lançou campanha de reforço para enfrentamento ao Aedes aegypti. O objetivo era intensificar, junto à população, a importância da participação de todos nesse processo. Ao longo de 2017 também foram realizadas dezenas de ações de mobilização, capacitação e seminários no nível central e nas regionais de saúde do estado. Clique aqui e confira no Blog da Saúde MG e veja outras postagens e ações para o enfrentamento do Aedes.

O Subsecretário Rodrigo Said reforça a importância das diversas ações desenvolvidas pela SES-MG e comenta sobre os desafios para o próximo ano, “o nosso desafio é grande, sabemos do risco da transmissão de dengue em nosso estado, também sabemos do risco da expansão dos casos de chikungunya e ainda os desafios relacionados à contenção do Zica Vírus. Mas temos certeza que este trabalho integrado entre as diferenças esferas de governo, principalmente contando com a participação da população com nosso slogan 'Com o Aedes não se brinca', podemos ter resultados mais efetivos no controle dessas doenças”, finaliza.

 

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Banco de notícias Tue, 16 Jan 2018 14:33:30 +0000
Fhemig abre Processos Seletivos Públicos Simplificados http://www.saude.mg.gov.br/sobre/recursos-humanos/processoseletivo/stories/10184-fhemig-abre-processos-seletivos-publicos-simplificados http://www.saude.mg.gov.br/sobre/recursos-humanos/processoseletivo/stories/10184-fhemig-abre-processos-seletivos-publicos-simplificados

A Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) está com inscrições abertas para dois processos seletivos públicos simplificados. Para o Centro Hospitalar Psiquiátrico de Barbacena (CHPB), as vagas são para para as funções de técnico de farmácia e técnico de enfermagem, e as inscrições tiveram início nesta terça-feira (16/01) e se encerram às 17 horas do dia 22 de janeiro de 2018 (horário de Brasília).

Já para o Hospital Júlia Kubitschek (HJK), as inscrições encontram-se em aberto desde o dia 16 de setembro de 2017 e se encerram às 17 horas do dia 22 de janeiro de 2018 (horário de Brasília). As vagas são para profissionais na função de técnico de enfermagem.

Mais informações e inscrições no site http://www.fhemig.mg.gov.br/

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Banco de notícias Tue, 16 Jan 2018 14:00:50 +0000
Atualização sobre os casos de Febre Amarela em Minas Gerais http://www.saude.mg.gov.br/sobre/recursos-humanos/processoseletivo/stories/10183-atualizacao-sobre-os-casos-de-febre-amarela-em-minas-gerais http://www.saude.mg.gov.br/sobre/recursos-humanos/processoseletivo/stories/10183-atualizacao-sobre-os-casos-de-febre-amarela-em-minas-gerais

Nesta segunda-feira (15/01) foi confirmado, a partir de resultados laboratoriais liberados pela Fundação Ezequiel Dias (FUNED), um novo caso de febre amarela silvestre no estado de Minas Gerais. O caso aconteceu no município de Goianá, na Regional de Saúde de Juiz de Fora, e teve evolução para óbito.

Até o momento são 12 casos confirmados de febre amarela silvestre em Minas Gerais no período 2017/2018, sendo que 11 evoluíram para óbito. Outros 34 casos continuam em investigação pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG).

Obs: Em 11/01/2018, eram 11 casos confirmados de febre amarela em Minas Gerais no período 2017/2018, desses casos, 9 evoluíram para óbito. Naquela ocasião, havia um paciente do sexo masculino, de Nova Lima, que estava internado, mas ele evoluiu para o óbito. Portanto, este óbito de Nova Lima, que até então era somente um caso de paciente internado pela doença e o óbito confirmado de Goianá somam 11 óbitos pela doença. Confira a nota do dia 11 de janeiro neste link.

Tabela 1: Casos confirmados e casos em investigação de Febre Amarela Silvestre, considerando a evolução dos pacientes, Minas Gerais, Julho de 2017 a Junho de 2018.

Regional de Saúde

Município

Casos confirmados

Casos em investigação

Total de Casos

Cura

Óbito

Internação | Cura

Óbito

Alfenas

Poço Fundo

0

0

0

1

1

Belo Horizonte

Belo Horizonte

0

0

3

0

3

Betim

0

0

0

1

1

Brumadinho

1

1

2

0

4

Caeté

0

0

3

0

3

Itabirito

0

0

1

0

1

Mariana

0

2

5

2

9

Rio Acima

0

0

3

0

3

Nova Lima

0

4

2

1

8

Sabará

0

0

1

0

1

Divinópolis

Estrela do Indaiá

0

0

0

1

1

Itatiauçu

0

0

1

1

2

Itaúna

0

0

1

1

2

Carmo da Mata

0

1

0

0

1

Itabira

São Gonçalo do Rio Abaixo

0

0

1

0

1

Santa Bárbara

0

0

1

0

1

Juiz de Fora

Mar de Espanha

0

1

0

0

1

Goianá

0

1

0

0

1

Ponte Nova

Barra Longa

0

1

0

0

1

Porto Firme

0

0

1

0

1

Teófilo Otoni

Teófilo Otoni

0

0

1

0

1

Total

1

11

26

8

46

Fonte: Diretoria de Vigilância Ambiental/ Subsecretaria de Vigilância e Proteção à Saúde / Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais – atualização: 15 de janeiro de 2018. Os casos confirmados e em investigação ocorreram a partir de 17 de dezembro de 2017.

Óbitos Eduardo de Menezes

A partir desta segunda-feira (15/1), todos os casos de Febre Amarela serão divulgados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), em boletins semanais. Isso porque a confirmação ou não dos casos depende não apenas de exames laboratoriais, mas também da investigação de campo (investigação epidemiológica), realizada pela SES-MG, que identifica informações essenciais como, por exemplo, em qual localidade o paciente foi infectado.

Assim, a intenção é que o Sistema Estadual de Saúde - do qual fazem parte a SES-MG e a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), entre outros - preste informações mais qualificadas e com maior precisão tanto à imprensa, quanto à população de Minas Gerais.

É importante ressaltar que os profissionais da Fhemig identificam os casos suspeitos de febre amarela, baseando-se no Guia de Vigilância à Saúde, do Ministério da Saúde e no Manual da Manejo Clínico da SES-MG, publicados no site da SES-MG, em 11/1/2018, que estabelecem normas de manejo clínico, incluindo a abordagem diagnóstica e terapêutica nos níveis de atenção, estabelecendo o fluxo de acompanhamento dos casos suspeitos e confirmados da doença.

Desta forma, considerando os recentes casos confirmados de Febre Amarela no estado de Minas Gerais, as equipes de saúde atuarão de maneira mais sensível ao aparecimento de casos humanos suspeitos e também de epizootias (morte de primatas). Sendo assim, será notificado como caso suspeito de febre amarela: “todo indivíduo com quadro febril agudo (até 7 dias), de início súbito, acompanhado de elevação de transaminases superior a cinco vezes o valor de referência e/ou icterícia e/ou manifestações hemorrágicas, residente em (ou procedente de) municípios de jurisdição das Unidades Regionais de Saúde de Belo Horizonte, Divinópolis, Juiz de Fora e Ponte Nova, não vacinado contra febre amarela ou com estado vacinal ignorado”.

Em razão de uma maior sensibilidade do sistema de vigilância, a previsão é que ocorra uma elevação dos casos considerados suspeitos por febre amarela, sendo assim, a SES-MG orienta que sejam divulgados, a partir de agora, somente os casos que tenham sido confirmados para a febre amarela.

  • Clique aqui e confira no site da SES-MG a publicação dos últimos Informes Epidemiológicos da Febre Amarela.
  • Clique aqui e confira a Linha do Tempo com todas as ações da SES-MG para o enfrentamento da Febre Amarela.
  • Para mais informações sobre Febre Amarela, acesse o site: www.saude.mg.gov.br/febreamarela 

 

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Banco de notícias Mon, 15 Jan 2018 16:39:07 +0000
Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus (15/01) http://www.saude.mg.gov.br/sobre/recursos-humanos/processoseletivo/stories/10182-boletim-epidemiologico-de-monitoramento-dos-casos-de-dengue-chikungunya-e-zika-virus-15-01 http://www.saude.mg.gov.br/sobre/recursos-humanos/processoseletivo/stories/10182-boletim-epidemiologico-de-monitoramento-dos-casos-de-dengue-chikungunya-e-zika-virus-15-01

Em 2018, até o momento (15/01), Minas Gerais registrou 476 casos prováveis de dengue (casos confirmados + suspeitos) de Dengue. Até o momento, há o registro de um 1 (um) óbito em investigação para dengue em 2018.

Em relação à Febre Chikungunya, Minas Gerais registrou 67 casos prováveis da doença. Não foi registrado, até o momento, óbito confirmado ou em investigação para chikungunya em 2018. Já em relação a Zika Vírus, foram registrado 03 casos prováveis da doença em 2018, até o momento.

» Clique aqui e confira o Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus da SES-MG para a IMPRENSA (atualizado em 15/01/2018)

» Clique aqui e confira o Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus da SES-MG para a ÁREA TÉCNICA (atualizado em 15/01/2018)

» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Dengue por município em 2018 (atualizado em 15/01/2018)
. Acesse aqui os dados de 2017
» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Chikungunya por município em 2018 (atualizado em 15/01/2018)
. Acesse aqui os dados de 2017
» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Febre Zika por município em 2018 (atualizado em 15/01/2018)
. Acesse aqui os dados de 2017

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Banco de notícias Mon, 15 Jan 2018 14:43:35 +0000
ESP-MG segue ampliando a formação dos trabalhadores do SUS http://www.saude.mg.gov.br/sobre/recursos-humanos/processoseletivo/stories/10181-esp-mg-segue-ampliando-a-formacao-dos-trabalhadores-do-sus http://www.saude.mg.gov.br/sobre/recursos-humanos/processoseletivo/stories/10181-esp-mg-segue-ampliando-a-formacao-dos-trabalhadores-do-sus

Em 2017, o Governo do Estado de Minas Gerais, por meio da Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais (ESP-MG), apostou na ampla qualificação dos trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS) do estado, com cursos de nível técnico, especializações e qualificações nas mais diversas áreas da Saúde Coletiva. 

Ao todo, mais de 2.300 alunos passaram pelas salas de aulas, laboratórios e auditórios da Escola, participando de cursos, oficinas, seminários, mesas-redondas e debates, promovidos por uma equipe de referência na formação em saúde pública.

Nessas diversas ações educativas foram abordados temas como regionalização no SUS, comunicação e saúde, controle social, direito sanitário, atenção primária à saúde, apoio institucional, saúde mental, educação permanente em saúde, as bases da saúde coletiva e da formação de técnicos em enfermagem e saúde bucal, direitos humanos, gestão hospitalar, dentre outros.

Para o diretor-geral da ESP-MG, Edvalth Rodrigues Pereira, que assumiu a instituição em junho de 2017, o compromisso continua sendo fortalecer o SUS por meio da educação e do compartilhamento de conhecimentos e saberes. “Juntamente com os trabalhadores da Escola, nos esforçamos para ofertar ações de qualidade para o maior número de profissionais do SUS.

Potências para o trabalho no SUS

Na modalidade de cursos livres, foram ofertadas qualificações de curta duração em 18 temáticas dentro de uma única ação educativa denominada “Cursos Livres: constituindo potências para o trabalho no SUS. Os temas dessas qualificações foram relacionados ao campo da Saúde Pública e sua interface com outros campos, totalizando cerca de 600 vagas direcionadas a trabalhadores do SUS, com qualquer nível de formação, que atuam em Minas Gerais.

Essa oferta foi totalmente criada e implementada por docentes da própria Escola com estabelecimento de parcerias com outros profissionais e instituições, a exemplo da Secretaria de Direitos Humanos, Participação Social e Cidadania do Estado de Minas Gerais (SEDPAC-MG), com o objetivo de ampliar o alcance das ações da ESP a partir de temas considerados relevantes para o SUS e de domínio da equipe da instituição.

“Esta ação foi a concretização desse esforço conjunto da equipe da ESP. Ver as salas e os corredores cheios de alunos é sempre muito satisfatório e me faz acreditar em uma Escola que cumpre sua missão para o SUS em Minas Gerais”, destaca o diretor-geral.

Ofertas permanentes

A Escola segue ofertando pós-graduação lato sensu em Saúde Pública, além das especializações em Comunicação e Saúde e Direito Sanitário. Para a ESP-MG, a formação de sanitaristas e especialistas em temas de referência para a Saúde Coletiva continua sendo um de seus objetivos.

A formação de base dos profissionais de saúde ainda requer complementação e as especializações ofertadas pela Escola apresentam os principais fundamentos do campo da Saúde Coletiva e o arcabouço teórico que sustenta a construção de um sistema público de saúde universal no Brasil.

Além dos cursos de pós-graduação, a formação de técnicos em saúde bucal e enfermagem tem sido uma oferta já tradicional da Escola, que reitera o compromisso com profissionais de nível médio.

Educação para o SUS se faz em parceria

Em 2017, a Escola realizou diversas ações educativas que tem como característica principal buscar responder às necessidades existentes nos contextos de trabalho dos profissionais e de vida de usuários do SUS. Nesse sentido, foram realizadas as Oficinas de Vigilância e Promoção à Saúde em Áreas de Reforma Agrária, ação elaborada e desenvolvida em parceria com Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) e com as lideranças de movimentos populares, o Curso de Qualificação de Conselheiras e Conselheiros Municipais de Saúde, desenvolvido e implementado em conjunto com o Conselho Estadual de Saúde de Minas Gerais (CES-MG), o Atualiza Hosp e curso de qualificação em Saúde Mental, ambos em parceria com a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig).

Espaço para nosso aluno-trabalhador

Uma reinvindicação antiga dos alunos, docentes e orientadores da Escola foi atendida em 2017, com a criação de um espaço de convivência, de estudo e de trabalho na Unidade Sede. Esse espaço conta com computadores, mesa de reunião, sofá e acesso à internet.

O acolhimento ao aluno e a promoção de locais de convivência e de encontro é considerado pela equipe da ESP como forma de reafirmar que saberes são compartilhados não apenas nos ambientes formais de aprendizagem, mas também em momentos informais.

Perspectivas para 2018

Em 2018 a ESP-MG irá completar 72 anos, renovando o compromisso de sempre produzir e compartilhar conhecimento para o fortalecimento do SUS Para isso, já prevê no primeiro semestre o início da segunda turma da especialização em Atenção a Usuários de Drogas no SUS e a Qualificação de Agentes Comunitários de Saúde, com a previsão de qualificação de mais de 3.000 agentes que atuam nas regiões Norte e Nordeste do Estado.

Ainda neste ano, a Escola irá promover seminário sobre Migração e Saúde, os ciclos formativos sobre Violência e Saúde, em parceria com o Instituto de Pesquisa Rene Rachou (Fiocruz Minas), a qualificação de coordenadores da Atenção Primária à Saúde (APS) dos 853 municípios mineiros, além de profissionais do nível central e regional da SES-MG e o Curso de Qualificação de Profissionais da APS para Realização de Teste Rápido de HIV, Sífilis e Hepatites B e C.

Também em 2018, a Escola mantém sua produção editorial com lançamento da cartilha sobre Vigilância e Promoção da Saúde em áreas de Reforma Agrária, da cartilha “Cuidando da gestante e do bebê”, em parceria Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas), do livro “Caminhando contra o vento: cuidado e cidadania na atenção a usuários de drogas no SUS”, com textos de alunos e docentes e mantendo a publicação semestral da Revista Gerais, juntamente com os órgãos do Sistema Estadual de Saúde.

Em síntese, no ano de 2018, a proposta da ESP-MG é se manter viva e atuante, ampliando seu alcance aos trabalhadores e aos atores que contribuem para a construção do SUS, tendo a Educação Permanente em Saúde com como referencial político-pedagógico.

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Banco de notícias Mon, 15 Jan 2018 14:01:14 +0000
Esclarecimento sobre as notificações de Febre Amarela ao Ministério da Saúde http://www.saude.mg.gov.br/sobre/recursos-humanos/processoseletivo/stories/10178-esclarecimento-sobre-as-notificacoes-de-febre-amarela-ao-ministerio-da-saude http://www.saude.mg.gov.br/sobre/recursos-humanos/processoseletivo/stories/10178-esclarecimento-sobre-as-notificacoes-de-febre-amarela-ao-ministerio-da-saude

Ao contrário do que declarou o ministro da Saúde, Ricardo Barros, nesta sexta-feira (12/01), à Rádio CBN, os resultados das epizootias (macacos mortos) confirmados, em Minas Gerais, são notificados de maneira compulsória e imediata ao Ministério da Saúde, através do e-mail, para a equipe técnica. Assim, todas as epizootias identificadas nos meses de julho e agosto de 2017 foram comunicadas ao Ministério imediatamente, e não somente em novembro/2017 como afirmou o ministro.

No período entre Julho/2017 a Janeiro/2018, que engloba o segundo período de monitoramento sazonal da Febre Amarela, foram realizados 420 registros de epizootias no Sistema Nacional de Agravos de Notificação (SINAN), conforme apresentado na tabela abaixo. Esse sistema é utilizado em todo o território nacional, sendo monitorado pelas secretarias municipais, estaduais e Ministério da Saúde.

Tabela 1 – Número de epizootias, segundo mês de notificação, no Sistema Nacional de Agravos de Notificação (SINAN), Minas Gerais, 2017/2018:

Além da notificação ao Ministério da Saúde, os resultados positivos ficam disponíveis no Gerenciamento de Ambiente Laboratorial (GAL), também utilizado em todo território nacional. Isso só reafirma que todas as epizootias confirmadas pelo estado de Minas Gerais no mês de julho e agosto/2017 foram notificadas oportunamente ao Ministério da Saúde, seja pelos sistemas oficiais (SINAN e GAL), seja pela comunicação digital via e-mail.

O Ministério da Saúde tanto estava ciente que, em outubro de 2017, a SES-MG realizou uma oficina técnica para discutir a situação da febre amarela em Minas Gerais, com apresentação do cenário epidemiológico atualizado e a preparação para o período sazonal 2017/2018 e, na oportunidade, o Ministério enviou representante ao evento, que acompanhou as discussões relacionadas a circulação do vírus e ocorrência de epizootias no período.

É importante ressaltar que, desde a primeira semana de janeiro de 2018, a SES-MG vem notificando os casos suspeitos e confirmados de Febre Amarela ao Ministério da Saúde. Além das notificações e considerando o cenário atual, a SES-MG encaminhou solicitação de apoio técnico ao Ministério da Saúde, no dia 05 de janeiro de 2018, para auxiliar na investigação dos casos, demanda para a qual ainda não houve retorno. Também não houve contato por parte do Ministério da Saúde com o estado de Minas Gerais para discussão do cenário atual.

Quanto à possibilidade de novo surto em Minas Gerais, como também declarou o ministro Ricardo Barros, a SES-MG descarta a formação de um cenário igual ao de 2017 no Estado.

 

Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) 

 

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Banco de notícias Fri, 12 Jan 2018 13:52:08 +0000
Regional de Saúde de Varginha realiza reunião sobre enfrentamento à Febre Amarela http://www.saude.mg.gov.br/sobre/recursos-humanos/processoseletivo/stories/10177-regional-de-saude-de-varginha-realiza-reuniao-sobre-enfrentamento-a-febre-amarela http://www.saude.mg.gov.br/sobre/recursos-humanos/processoseletivo/stories/10177-regional-de-saude-de-varginha-realiza-reuniao-sobre-enfrentamento-a-febre-amarela

Nessa quinta-feira (11/01), a Regional de Saúde de Varginha promoveu, no auditório do Centro Administrativo do Sul de Minas, uma reunião de programação e planejamento das ações de promoção e enfrentamento à Febre Amarela.

O encontro contou com a presença de gestores e referências municipais, além de equipe da Secretaria de Estado de Saúde, composta pela Subsecretária de Gestão Regional, Márcia Faria, pela Referência da Diretoria de Imunopreveníveis, Cynthia de Fátima Alves, e pela Coordenadora Estadual de Urgência e Emergência, Érica Oliveira.
Crédito: Mariana Ribeiro
Com abertura realizada pelo Superintendente Regional de Saúde de Varginha, Tarcísio Luiz de Abreu, a reunião teve o intuito de unir forças para elaboração de um planejamento que vise à organização das ações e serviços em busca da prevenção à Febre Amarela. A ação está sendo realizada em diversas regiões do Estado com o mesmo objetivo, respeitando as particularidades de cada uma, porém, com o mesmo foco.
 
A Subsecretária de Gestão Regional, Márcia Faria, deu início aos trabalhos reforçando a importância de se unir Atenção Primária, Assistência e Vigilância em Saúde na prevenção e assistência aos casos de Febre Amarela e ao contexto da doença nos dias atuais em Minas Gerais.  Abordou, ainda, a vacinação como a peça-chave para o alcance do objetivo de prevenção, tendo em vista que se trata de um agravo imunoprevenível.
 
O amplo estoque de vacinas no estado de Minas Gerais é, segundo Márcia Faria, uma grande ferramenta para que se invista amplamente nas campanhas de vacinação. A importância da divulgação junto ao município quanto às datas e horários de vacinação nas Unidades Básicas de Saúde, bem como a identificação do perfil da população para que se adapte horários diferenciados de alcance, também foi citado por Márcia Faria.
 
“Em saúde pública é importante estabelecermos prioridades e, no momento, a Febre Amarela deve ser uma delas, para que nossos municípios estejam protegidos”, afirmou a Subsecretária de Gestão Regional.
 
Cynthia Alves, da Diretoria de Imunopreveníveis, apresentou dados e números de casos da doença do período de julho de 2017 a janeiro de 2018, e destacou a importância das notificações e digitações a serem realizadas pelos municípios, pois é a partir delas que a realidade dos municípios é conhecida e seus casos serão investigados.  
 
Érika Oliveira, Coordenadora Estadual de Urgência e Emergência, abordou o Manejo Clínico e expôs o fluxograma de casos de Febre Amarela, em que condutas devem ser realizadas de acordo com a classificação do paciente. Érika informou que, apesar de o Hospital Eduardo de Menezes ser Referência Estadual para estes casos, ficou acordado com a equipe da Unidade Regional que haverá uma definição de 1 hospital referência por região de saúde que possua UTI e Hemodiálise, para oferecerem suporte aos casos moderados no sentido de diminuir o tempo de resposta para o atendimento em tempo oportuno dos casos graves.
 
Tal definição foi sugerida em reunião prévia com a equipe da Regional de Saúde de Varginha e partiu de colocação da Referência que representou o Núcleo de Redes, da Regional, Poliana Pereira. O fluxo de internação para estes casos não será regulado pelo SUSFácil, mas sim pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS), que deverá ser contatado pelo hospital que vier a receber o paciente com suspeição.
 
 Em seguida, Paulo Pazotti, Coordenador do Núcleo de Vigilância em Saúde da Regional de Varginha apresentou a situação atual do município em questão e dos municípios emergentes, além de apresentar as estratégias para o enfrentamento da doença.
 
“Precisamos atingir, com a vacinação, a população rural, principalmente homens, de 20 a 49 anos”, afirmou Paulo Pazotti.
 
O Coordenador do Núcleo de Vigilância em Saúde da Regional de Varginha destacou, ainda, a grande parceria de municípios como Três Corações, Varginha e também com a Universidade Federal de Lavras, que colaboram constantemente com o fluxo na regional de Varginha, como por exemplo, na coleta de vísceras de primatas encontrados.
 
De acordo com Paulo Pazotti, serão realizadas visitas in loco por membros do Comitê de Arboviroses da regional, a municípios que foram elencados como de maior risco situacional ou menor cobertura vacinal a serem iniciadas em breve.
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Banco de notícias Fri, 12 Jan 2018 13:49:55 +0000
Governo de Minas Gerais amplia alcance das Ouvidorias do SUS em todo o estado http://www.saude.mg.gov.br/sobre/recursos-humanos/processoseletivo/stories/10175-governo-de-minas-gerais-amplia-alcance-das-ouvidorias-do-sus-em-todo-o-estado http://www.saude.mg.gov.br/sobre/recursos-humanos/processoseletivo/stories/10175-governo-de-minas-gerais-amplia-alcance-das-ouvidorias-do-sus-em-todo-o-estado

Em 2017, as Ouvidorias do SUS de Minas Gerais ampliaram seu alcance e passaram por um processo de integração. Agora, cidadãs e cidadãos de todo o estado podem ter acesso às ouvidorias com maior facilidade e com a certeza de que suas manifestações serão acolhidas por um novo sistema unificado e eletrônico. É por meio das ouvidorias que a população pode registrar suas manifestações a respeito dos serviços ofertados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).  

Além da Ouvidoria Central do SUS, diretamente ligada à Ouvidoria Geral do Estado (OGE), foram implantadas ouvidorias nas 28 Regionais de Saúde do Estado de Minas Gerais e nas instituições vinculadas do Sistema Estadual de Saúde. Dessa forma, Hemominas, Funed, Fhemig e ESP-MG possuem ouvidorias integradas às municipais e hospitalares. Além disso, existem outras 68 ouvidorias municipais, reestruturadas para atender e registrar de forma eficiente as manifestações cidadãs. Ao todo, 120 ouvidorias espalhadas pelo estado compõem atualmente o novo Sistema Estadual de Ouvidorias do SUS de Minas Gerias (SEOS).

Crédito: Marcelo SantAnna / Imprensa MG.

Por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), a população pode ter acesso aos mais diversos serviços de diferentes níveis de atenção, desde os atendimentos ofertados nas Unidades Básicas de Saúde até internações e procedimentos de alta complexidade. O papel da Ouvidoria do SUS, dentro desse contexto, é intermediar a relação entre população e Estado na prestação desses serviços, funcionando como um canal para a avaliação cidadã sobre os atendimentos que recebe no SUS.

A Ouvidora de Saúde, Conceição Rezende, explica que a partir de 2015 todo o serviço ofertado pelas ouvidorias de saúde existentes no estado começou a ser reformulado pelo Governo de Minas Gerais. “Até então, as ouvidorias funcionavam de forma isolada e com diferentes sistemas de captação das manifestações dos cidadãos a respeito dos serviços ofertados pelo SUS, como caixinhas de sugestões e registro manual. Não existia uma integração entre as ouvidorias de todo o estado, nem um acompanhamento da Ouvidoria Central do SUS sobre as manifestações recebidas. Tínhamos ouvidorias sem nenhuma organização sistêmica”, explica. Confira mais detalhes no vídeo, a seguir:

 

Além disso, a Ouvidoria Central do SUS só tinha acesso às manifestações recebidas por ela própria, e não a um banco de dados unificado em que fossem registradas todas as manifestações feitas nos diferentes pontos do estado. Na época, só se tinha conhecimento da existência de 70 ouvidorias, num total de 400 registradas pelo Ministério da Saúde no território mineiro.

A partir desse diagnóstico, o Governo do Estado de Minas Gerais reorganizou e ampliou as ouvidorias do SUS. “Para isso, foi dada uma organização bastante diferente do que eram as ouvidorias anteriormente. Assim como o SUS, as ouvidorias precisam ser organizadas de tal forma que todo cidadão tenha acesso a elas. Por isso, o modelo de organização do SUS cai bem na organização das ouvidorias”, afirma Conceição Rezende.

Em abril de 2017, houve ainda uma transição do telefone 162 para, exclusivamente, o telefone 136 para todas as manifestações registradas nas Ouvidorias do SUS de Minas Gerais. “Unificamos os telefones para que o cidadão tenha acesso facilitado às ouvidorias. Agora temos um sistema único, com instrumentos e plataformas únicos”, explica a ouvidora de saúde.

Fortalecendo o SUS por meio das ouvidorias

As Ouvidorias do SUS são uma forma de intermediação entre usuárias e usuários, as trabalhadoras e os trabalhadores dos serviços públicos de saúde e o governo do Estado, melhorando a qualidade dos serviços ofertados, os processos de trabalho e a gestão pública.

Por meio das ouvidorias, cidadãs, cidadãos e instituições da sociedade civil de qualquer segmento podem solicitar acesso a atendimentos e serviços de saúde (por exemplo, necessidade de um medicamento); fazer uma pergunta solicitando instrução, esclarecimento ou orientação sobre programas e campanhas de saúde ou doenças; fazer um elogio, demonstrando satisfação sobre um atendimento recebido ou até um agradecimento; uma sugestão para propor ação para melhorar os serviços do SUS; uma reclamação sobre ações e serviços de saúde como demora no atendimento, excesso de fila e falta de medicamentos; uma denúncia, apontando irregularidades ou indícios de irregularidade na administração ou no atendimento, como cobrança por um procedimento ou negligência.

Ouvidorias das vinculadas do Sistema Estadual de Saúde

Além das novas ouvidorias das Regionais de Saúde e das municipais, todas as instituições e fundações do Sistema Estadual de Saúde possuem ouvidorias capazes de registrar as manifestações dos usuários do SUS sobre os seus serviços. A Fundação Hemominas possui uma ouvidoria localizada em sua administração central e outra no hemocentro de Belo Horizonte.

A Fhemig também possui uma ouvidoria na administração central e outras vinte nas suas unidades assistenciais em todo o estado. A Maternidade Odete Valadares, o Hospital João XXII e o Hospital Infantil João Paulo II são exemplos de hospitais da Fhemig que possuem ouvidorias institucionais. Já a ouvidoria da Funed é direcionada a todos aqueles, incluindo municípios, que utilizam os serviços dos laboratórios de saúde pública e da produção de medicamentos.

Como entrar em contato com a Ouvidoria do SUS?

Cidadãs e cidadãos podem registrar suas manifestações por meio do telefone 136 ou pelo site www.ouvidoriageral.mg.gov.br. A ouvidoria ouve e acompanha os trâmites da manifestação até seu final, respondendo numa linguagem cidadã. Além disso, a Ouvidoria apresenta aos gestores e dirigentes dos órgãos e entidades do SUS e também aos Conselhos de Saúde relatórios de gestão, com o objetivo de melhorar a qualidade dos serviços públicos de saúde e aprimoramento da gestão.

 

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Banco de notícias Fri, 12 Jan 2018 11:03:45 +0000
Atualização sobre os casos de Febre Amarela em Minas Gerais http://www.saude.mg.gov.br/sobre/recursos-humanos/processoseletivo/stories/10174-atualizacao-sobre-os-casos-de-febre-amarela-em-minas-gerais http://www.saude.mg.gov.br/sobre/recursos-humanos/processoseletivo/stories/10174-atualizacao-sobre-os-casos-de-febre-amarela-em-minas-gerais

Nesta quinta-feira (11/01) foram confirmados quatro casos novos de febre amarela no estado de Minas Gerais, a partir de resultados laboratoriais liberados pela Fundação Ezequiel Dias (FUNED). Os pacientes são procedentes dos municípios de Nova Lima e Mariana, sendo dois casos de cada município. Entre os pacientes, três são do sexo masculino e um do sexo feminino, com idade variando entre 43 e 69 anos.

Os pacientes apresentaram sintomas no período entre 29 de dezembro de 2017 e 05 de janeiro de 2018, sendo que três evoluíram para óbito (dois em Mariana - um do sexo feminino e outro do masculino - e um em Nova Lima - sexo masculino) e um permanece internado.

Desse modo, atualmente, são 11 casos confirmados de febre amarela em Minas Gerais no período 2017/2018, dos quais nove evoluíram para óbito.

Considerando as diretrizes estabelecidas para vigilância e controle da febre amarela, as ações preconizadas já começaram a ser desencadeadas a partir da notificação dos casos, em ambos os municípios, com apoio da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG).

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Banco de notícias Thu, 11 Jan 2018 15:51:59 +0000
Hemominas completa 33 anos atendendo a 97% das transfusões de sangue em Minas Gerais http://www.saude.mg.gov.br/sobre/recursos-humanos/processoseletivo/stories/10173-hemominas-completa-33-anos-e-atende-a-97-das-transfusoes-de-sangue-em-minas-gerais http://www.saude.mg.gov.br/sobre/recursos-humanos/processoseletivo/stories/10173-hemominas-completa-33-anos-e-atende-a-97-das-transfusoes-de-sangue-em-minas-gerais

“Comemorar o aniversário da Fundação me dá muita alegria. Os trinta e três anos de existência foram de um caminhar constante para atender a sua finalidade, sempre com o foco no seu público-alvo e na excelência”. A fala, da presidente da Fundação Hemominas, doutora Júnia Cioffi, instituição que dirige desde 2011, resume os objetivos da Fundação: “Atuar nas áreas de hematologia, hemoterapia, células e tecidos com excelência e responsabilidade socioambiental, produzindo conhecimento e inovação”.

Nesse sentido, a presidente destaca que, na atualidade, a Hemominas atende a 97% das transfusões no estado de Minas Gerais, garantindo sangue de qualidade às pessoas que necessitam. Dessa forma, vem desenvolvendo novas técnicas que possibilitam a oferta de componentes do sangue mais específicos para cada tipo de paciente, minimizando assim os eventos adversos que possam ocorrer. Faz um controle rigoroso da qualidade na produção e também nos processos transfusional e de doação, com a implantação dos processos de segurança do paciente e do doador.

Créditos: Adair Gomez

“A evolução no tratamento das doenças que a Fundação atende em seus ambulatórios possibilitou, nesses anos, melhoria na qualidade de vida dos pacientes portadores de coagulopatias e hemoglobinopatias, principalmente, a hemofilia e a doença falciforme, respectivamente, podendo-se dizer que as ações das equipes da Hemominas têm impacto direto na vida dos pacientes atendidos nas unidades. Tais resultados são fruto da dedicação e cuidado de cada servidor que já passou por aqui, sendo este um dos principais legados que, consideramos, a Fundação deixa para todos nesses 33 anos: o trabalho feito com amor por cada um dos nossos 2.300 servidores”, ressalta Cioffi.

E conclui: “Legado que só foi, é e será possível com a inestimável solidariedade de doadores e parceiros que, ao longo do tempo, vêm contribuindo para a construção de uma Hemominas cada vez mais atenta ao bem-estar da sociedade e a quem deixamos nosso Muito Obrigado”.

Em rede

Desde sua criação, em 1985, como instituição do Sistema Único de Saúde (SUS), a Fundação Hemominas tem sido a entidade responsável pela hemoterapia e hematologia públicas em Minas. Sob a forma de rede descentralizada e integrada, suas unidades se localizam em cidades-polo do estado, realizando atividades, ações e procedimentos indispensáveis para suprir a necessidade crescente e permanente de hemocomponentes (hemácias e plaquetas), hemoderivados (produtos industrializados, originários do plasma, com finalidade terapêutica, como a albumina) e os concentrados de fatores da coagulação, utilizados pelos pacientes deficientes destes fatores, como os hemofílicos). À rede, que apresenta uma cobertura hemoterápica superior a 95% em todo o estado, se integra uma Administração Central e o Centro de Tecidos Biológicos (Cetebio).

E mais: a Hemominas atende a cerca de 600 entidades conveniadas, incluindo hospitais públicos, filantrópicos e particulares, abrangendo aproximadamente 800 municípios, direta ou indiretamente. A meta é alcançar 100% dos procedimentos vinculados ao Sistema Único de Saúde (SUS). Em articulação com outros centros de excelência, como instituição de pesquisa e de produção de conhecimento aplicado, sintoniza-se com as necessidades dos pacientes e das descobertas científicas que vão, a cada nova conquista, desvendando novas direções para a gestão. Com o Núcleo de Inovação Tecnológica, o Inovhemos, a Hemominas está legalmente amparada e tecnicamente competente para a inovação em projetos de ciência e tecnologia, com vistas à obtenção de patentes de produtos em benefício do SUS e de todos os cidadãos brasileiros.

A mais nova unidade da Fundação, o Cetebio, vai disponibilizar à comunidade médica células e tecidos biológicos coletados e processados segundo critérios de qualidade internacionais e normas técnicas do Ministério da Saúde e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Tal estrutura, que agrega sete bancos, dos quais dois já estão em operação - Banco de Medula Óssea (BMO) e o Banco de Cordão Umbilical e Placentário (BSCUP), otimiza os processos, reduz custos, facilita a logística, permite maior compartilhamento de conhecimentos e promove processos seguros e totalmente rastreáveis. Prevista, para breve, a implantação dos Bancos de Pele (BP) e de Membrana Amniótica (BMA).

Voltando no tempo, vale lembrar que, em 1998, de forma pioneira no Brasil, o Programa de Triagem Neonatal da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), realizado pelo Núcleo de Ações e Pesquisa em Apoio Diagnóstico (Nupad/UFMG), iniciou a triagem de portadores de Doença Falciforme no programa do Teste do Pezinho. Desde então, as crianças são encaminhadas à Fundação para tratamento nas 12 unidades habilitadas da rede, que atende a 100% das crianças diagnosticadas pelo Teste do Pezinho, ampliando a expectativa de vida dessa população e trabalhando junto a outros órgãos e organizações civis para a melhoria geral das condições de vida dessas pessoas e suas famílias. A Fundação disponibiliza alguns dos medicamentos essenciais para o tratamento das hemoglobinopatias e os componentes sanguíneos adequados, quando há necessidade de transfusão.

Dados de 2017

Como resultado desta estrutura, em 2017 foram atendidos 366 mil candidatos à doação de sangue, e produzidos em torno de 800 mil hemocomponentes. Ainda, foram realizados 93 mil procedimentos e consultas e mais de 5 milhões e 300 mil testes laboratoriais, incluindo testes sorológicos, moleculares e imuno-hematológicos realizados nas Centrais de Laboratórios da Administração Central.

Cabe destacar que a Hemominas é uma das instituições que mais registra candidatos à doação de medula óssea no Brasil: aproximadamente 30 mil, só em 2017. Desde sua implantação, em 2012, o laboratório de Histocompatibilidade (HLA) tem se expandido rapidamente, já sendo responsável por 50% dos testes realizados no estado.

Para dar suporte às atividades-fins, também em 2017 a Fundação focou no acompanhamento de 18 projetos estratégicos, entre eles, os referentes à implantação de Postos Avançados de Coleta Externa (PACE) nos municípios de Alfenas, Barbacena, Ipatinga, Teófilo Otoni, Varginha e Curvelo.

Outros projetos estratégicos acompanhados foram: implantação do Sistema Ciclo do Sangue, do Sistema Ambulatório e Laboratório, Regionalização da Produção de Hemocomponentes, Humanização e Gestão do Conhecimento. Na Informática, concluiu-se a implantação do sistema de ambulatório com prontuário eletrônico com certificação digital, permitindo a gestão eletrônica de dados e eliminação de papel em todas as 16 unidades da Fundação com atendimento ambulatorial. E ainda: continuidade da implantação do sistema do ciclo do sangue, consolidando a troca do sistema atual por uma tecnologia de melhor desempenho, segurança e rastreabilidade.

 

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Banco de notícias Thu, 11 Jan 2018 14:16:21 +0000
Regional de Saúde de Unaí realiza primeira reunião do Colegiado Regional de Saúde Mental http://www.saude.mg.gov.br/sobre/recursos-humanos/processoseletivo/stories/10172-regional-de-saude-de-unai-realiza-primeira-reuniao-do-colegiado-regional-de-saude-mental http://www.saude.mg.gov.br/sobre/recursos-humanos/processoseletivo/stories/10172-regional-de-saude-de-unai-realiza-primeira-reuniao-do-colegiado-regional-de-saude-mental

A Regional de Saúde de Unaí realizou nesta quarta-feira (10/01), a primeira reunião do Colegiado Regional de Saúde Mental. Participaram do encontro as referências técnicas em saúde mental dos doze municípios da região, além de representantes do estado e do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Minas Gerais (COSEMS-MG).

Durante a reunião, foi aprovado o regimento interno do colegiado recém-criado, onde foi deliberada a participação de outras representações. Entre elas, a de três representantes dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) e familiares, dois representantes de conselhos de saúde, um representante da Promotoria de Justiça, um representante do Batalhão de Polícia Militar, dois  representantes do Corpo de Bombeiros, dois representantes do Serviço Hospitalar de Referência para a Região de Saúde,  um representante da Superintendência Regional de Ensino da região, um representante da Superintendência Regional de Estado de Desenvolvimento Social e dois representantes da Secretaria de Estado de Defesa Social, sendo um representante do sistema penitenciário e outro das medidas socioeducativas.

Crédito: Jéssika Caldeira

Na oportunidade, também foi eleita a secretária executiva do colegiado, Karolina Maximo Cunha, que é referência técnica regional em saúde mental e coordenadora do Núcleo de rede de Atenção à Saúde (NRAS). Foram eleitas ainda, a 1ª secretária do colegiado, a coordenadora do CAPs II de Paracatu, Elizangela Correa de Souza e a 2° secretaria, referência técnica regional da Atenção Básica, Amanda Mares Santos. 

De acordo com Karolina Cunha, a criação do Colegiado Regional de Saúde Mental é de extrema importância para o fortalecimento da saúde mental na região de saúde de Unaí. “O colegiado envolve toda a rede, tendo representações de diversos setores, além de ser um espaço de troca de experiências e conhecimento. Ele contribuirá para ampliar a interlocução da gestão da política de saúde mental com os municípios, com as organizações da sociedade civil, entidades científicas e profissionais e políticas intersetoriais da região”, explica.

 

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Banco de notícias Thu, 11 Jan 2018 10:26:01 +0000