Notícias http://www.saude.mg.gov.br Thu, 21 Jun 2018 01:08:57 +0000 Joomla! - Open Source Content Management pt-br Cobertura vacinal contra a Poliomielite ainda não é a ideal http://www.saude.mg.gov.br/sobre/publicacoes/revista-gerais/stories/10611-cobertura-vacinal-contra-a-poliomielite-ainda-nao-e-a-ideal http://www.saude.mg.gov.br/sobre/publicacoes/revista-gerais/stories/10611-cobertura-vacinal-contra-a-poliomielite-ainda-nao-e-a-ideal

Considerando a divulgação recente de um caso suspeito de pólio em uma criança Venezuelana de etnia indígena e considerando que a Venezuela e o Brasil fazem fronteira, havendo uma intensa migração de pessoas entre os países e que há baixas coberturas vacinais contra a Poliomielite, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) destaca a importância da vacinação e alerta sobre os cuidados para prevenção da doença.

A Poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é uma doença infecciosa, altamente contagiosa, provocada pelo poliovírus e afeta várias pessoas em todo o mundo. Apesar da doença não ser registrada no país desde 1990, a referência técnica estadual de Poliomielite da SES-MG, Fernanda da Silva Barbosa, salienta que enquanto houver circulação do vírus, vacinal ou selvagem, em qualquer outro país há risco de reintrodução da pólio em nosso território.

Crédito: Agência Brasil / EBC.

“Apesar da doença está erradicada no Brasil, ela ainda é presente em países da África, Ásia e Oriente Médio. A imunização contra a pólio é a responsável por manter a eliminação da doença no país. A vacina é segura, altamente eficaz, quando o esquema vacinal é feito de forma completa, e está disponível em toda a rede pública de saúde do Estado”, reforçou.

 

Veja também no "Blog da Saúde MG":
- Surto de poliomielite na Venezuela faz Brasil ficar alerta com a doença

 

Ações do Governo

Diante do caso notificado na Venezuela, o Governo de Minas Gerais reforçou as ações para manter erradicada a doença no Estado por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Entre elas estão o fortalecimento das atividades de imunização nas faixas etárias preconizadas pelo Calendário Nacional de Vacinação (crianças menores de 5 anos); Alcançar 95% de cobertura para Vacina Inativada contra Poliomielite (VIP) e Vacina Oral contra Poliomielite (VOP) nas faixas etárias preconizadas e também coberturas homogêneas; Manter a vigilância epidemiológica de alta qualidade; Notificar os casos suspeitos imediatamente; Orientar a população a buscar uma unidade de saúde no caso de aparecimento dos sintomas, entre outras ações.

Cobertura Vacinal

Desde de 2016, o Programa Nacional de Imunização (PNI) adota a Vacina Inativa da Poliomielite (VIP) para as três primeiras doses, aplicadas aos 2, 4 e 6 meses de idade. E para as duas doses de reforço, em crianças de 15 meses e quatro anos de idade, a vacina utilizada é a Vacinal Oral da Poliomielite (VOP).

Em Minas, a cobertura vacinal geral contra a doença em 2017 foi de 83% em crianças menores de um ano e 74% para o reforço em crianças maiores de um ano. Em 2018, até o mês de maio, 67% do público prioritário recebeu a 3ª dose da vacina e 54% das crianças maiores de um ano receberam a dose do reforço.

A cobertura vacinal acumulada contra a poliomielite só foi alcançada para a terceira dose, aos três anos de idade, e para o primeiro reforço, em crianças de quatro anos. As demais idades ficaram abaixo da meta, que é 95% do público alvo vacinado. O público prioritário a ser vacinado no Estado, nesse ano, é de 253.480 pessoas.

Poliomielite

A Pólio é causada pelo polivírus que, em contato com o corpo humano, multiplica-se no intestino podendo invadir o sistema nervoso central, levando a perda de massa muscular e causando paralisia. A transmissão pode ocorrer de pessoa para pessoa, por meio de alimentos e água contaminados ou pelo contato com gotículas de secreções como ao falar, tossir e espirrar. A principal forma de prevenção se dá pela vacinação.

Mas como o vírus é transmitido principalmente pela via oral e por meio da água e alimentos contaminados, outras medidas que podem evitar a reintrodução e proliferação do vírus são: tomar medidas adequadas de higiene, como utilizar água filtrada para o consumo, higienizar sempre os alimentos antes do preparo, verificar se utensílios de mesa e cozinha estão limpos antes de usá-los, lavar sempre as mãos antes das refeições e depois de utilizar o banheiro. “Também é importante desenvolver na criança pequenos hábitos saudáveis de higiene, como lavar as mãos antes da refeições, só beber água tratada, por exemplo”, explica Fernanda Barbosa. Essas medidas ajudam a evitar a proliferação do vírus, mas não são tão eficientes quanto a vacina, que é a melhor maneira para evitar a Poliomelite.

A doença, na maioria dos casos, não leva a óbito, mas causa sérias lesões que afetam o sistema nervoso, provocando paralisia irreversível, principalmente nos membros inferiores. A doença pode ser fatal se forem infectadas as células dos centros nervosos que controlam os músculos respiratórios e da deglutição.

Variações do Vírus

A Pólio pode ser provocada por dois tipos de vírus, o selvagem (que está em circulação em alguns países da África, Ásia e Oriente Médio) e o Vacinal, que é o tipo identificado no caso da criança venezuelana, citada no início da matéria. Segundo Fernanda da Silva Barbosa, o vírus vacinal é derivado da reversão do vírus vivo atenuado, utilizado na vacina oral contra a doença, dentro do intestino e acomete pessoas não vacinadas.

“Ao tomar a vacina oral, os vírus vivos atenuados, contidos na VOP, se replicam no intestino e são excretados por mais de seis semanas. Durante a replicação da vacina, em casos raros, esses vírus podem sofrer mutações e readquirir suas propriedades virulentas. Se esses vírus derivados do poliovírus vacinais circularem em comunidades com baixa cobertura vacinal, podem infectar pessoas não vacinadas e causar paralisia semelhante a causada pelo vírus selvagem, possibilitando o surgimento da doença sem reintrodução”, esclareceu Fernanda.

 

 

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Banco de notícias Mon, 18 Jun 2018 12:28:11 +0000
Campanha de Vacinação contra a Gripe é prorrogada até 22 de junho http://www.saude.mg.gov.br/sobre/publicacoes/revista-gerais/stories/10600-campanha-de-vacinacao-contra-a-gripe-e-prorrogada-ate-22-de-junho http://www.saude.mg.gov.br/sobre/publicacoes/revista-gerais/stories/10600-campanha-de-vacinacao-contra-a-gripe-e-prorrogada-ate-22-de-junho

O Ministério da Saúde anunciou nesta quinta-feira, 13/06, o adiamento da Campanha de Vacinação contra a Gripe para o dia 22 de junho, a campanha iria terminar na próxima sexta-feira, dia 15/06. O objetivo é alcançar a meta de 90% do público prioritário.

Em Minas Gerais, até o momento, 85,80% da população que faz parte do público prioritário já foi imunizada. Tal número está acima da média nacional de imunizados contra a gripe, que atualmente está em 78,80%. “Atualmente, 488 municípios mineiros atingiram a cobertura vacinal acima de 90%, o que representa 57,2% dos municípios”, afirma Janaína Fonseca Almeida, Diretora de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG).

No entanto, ainda há preocupação com as crianças de 0 a 5 anos e com as gestantes. No primeiro grupo, apenas 70% está imunizado e no segundo, somente 71%. “As crianças fazem parte do grupo de risco, uma vez que possuem maior risco para complicações e óbitos pela doença. Para tentar aumentar a cobertura vacinal, os municípios são orientados a realizar busca ativa de todas as crianças que ainda não foram vacinadas, ou seja, agentes de saúde vão de casa em casa à procura dessas pessoas”, explica Janaína Almeida.

A escolha dos grupos prioritários para a vacinação contra a gripe segue recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) e é definida a partir de estudos epidemiológicos. São priorizados os grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias.

Eficácia da vacina

Algumas pessoas não estão se vacinando por terem receio da vacina. O ato de não se imunizar expõe a população aos riscos de complicações da doença, principalmente os grupos prioritários. “A vacina da gripe é absolutamente segura e possui uma eficácia de 95 a 98%. O índice de reação é de apenas 1%. É fundamental que as pessoas se imunizem para ficarem protegidas das eventuais complicações que a doença pode ocasionar”, diz Janaína Almeida.

Créditos: Gil Leonardi

A partir do dia 25 de junho, caso haja disponibilidade, a vacina também será ofertada para as crianças de cinco a nove anos e adultos entre 50 e 59 anos. No entanto, é importante que municípios continuem na busca ativa dos não vacinados pertencentes aos grupos prioritários.

Casos de Gripe em Minas Gerais

No Brasil, há três vírus principais da gripe em circulação: o influenza A/H1N1, o influenza A/H3N2 e uma variante do influenza B. Até o momento, Minas Gerais registrou 105 casos de influenza e 23 óbitos. Por esse motivo é importante reforçar que a vacina disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é trivalente e protege contra esses três principais vírus.

Outras informações estão disponíveis em www.saude.mg.gov.br/gripe

Para conferir a cobertura vacinal separada pelos grupos prioritários, acesse aqui.

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Banco de notícias Thu, 14 Jun 2018 13:04:42 +0000
Prevenção à Febre Maculosa deve ser intensificada nos períodos mais secos do ano http://www.saude.mg.gov.br/sobre/publicacoes/revista-gerais/stories/10595-prevencao-a-febre-maculosa-deve-ser-intensificada-nos-periodos-mais-secos-do-ano http://www.saude.mg.gov.br/sobre/publicacoes/revista-gerais/stories/10595-prevencao-a-febre-maculosa-deve-ser-intensificada-nos-periodos-mais-secos-do-ano

A febre maculosa brasileira é uma doença infecciosa presente no país já há muitos anos. O primeiro relato ocorreu em 1929, em São Paulo, e atualmente a doença é registrada nas regiões Sudeste e Sul do Brasil. Em Minas Gerais, a ocorrência da febre maculosa brasileira é relatada desde a década de 1930, mas ainda hoje a doença causa dúvidas na população em geral.

Causada pela bactéria Rickettsia rickettsii, a febre maculosa é transmitida ao ser humano pela picada de carrapatos infectados, principalmente os popularmente conhecidos como carrapato-estrela. Embora casos da doença possam ocorrer durante todo o ano, é no período seco, especialmente entre os meses de junho e novembro, que eles ocorrem com maior frequência.

Crédito: Raquel Portugal | Fiocruz Imagens

A coordenadora de Zoonoses e Vigilância de Fatores de Risco Biológicos da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Mariana Gontijo de Brito, explica que a doença tem sido registrada não somente em áreas rurais, como também em regiões urbanas. “Em Minas Gerais, a principal espécie de carrapato envolvida na transmissão da febre maculosa brasileira é o Amblyomma scultum. Eles podem ser encontrados em equídeos, roedores, capivaras, marsupiais, cães e outros animais”, diz.

A coordenadora alerta ainda que a população de carrapatos aumenta em determinada área, em razão da disponibilidade desses animais e de condições ambientais favoráveis, como presença de pastos “sujos” e vegetação favorável ao crescimento e reprodução do carrapato, por isso a presença da doença tanto em áreas rurais, quanto urbanas.

Diante de contato com áreas favoráveis à presença de carrapatos, a recomendação é que inspeções no corpo sejam realizadas em intervalos curtos de tempo, pois quanto antes os carrapatos forem identificados e retirados do corpo, menor a chance de transmissão da doença.

Caso a identificação e retirada do carrapato não seja oportuna, é preciso estar atento aos primeiros sintomas da febre maculosa, pelo fato de a doença ter uma alta letalidade. Ela se manifesta de forma aguda por meio de sintomas como febre, dor de cabeça, dores musculares, mal estar, náuseas e vômitos. Pode ocorrer uma erupção cutânea, frequentemente com pele escurecida ou incrustada no local da picada do carrapato.

“O diagnóstico tardio é um dos fatores que elevam a gravidade da doença. Assim, é fundamental que, diante de sintomas da doença após a estadia em locais com grandes chances de infestação de carrapatos, o paciente procure imediatamente o serviço de saúde e relate ao profissional médico que esteve em áreas propícias para a presença desses animais”, enfatiza Mariana Gontijo.

A doença em Minas Gerais

Entre os anos de 2008 a 2018, as regiões prioritárias no estado com notificação de casos são regiões Centro (27,7%), Sudeste (23,8%), Leste (14,8%), Oeste (11,9%) e Jequitinhonha (7,9%). Neste ano de 2018, foram confirmados sete casos em Minas Gerais. Além desses, há dois casos suspeitos, em investigação, no município de Betim.

Arte: Cláudia Daniel / SES-MG.

Tratam-se de estudantes que estiveram na Serra do Cipó durante uma excursão escolar. Após sintomas de febre, os alunos procuraram uma unidade de saúde na cidade e já foram coletadas amostras para diagnóstico laboratorial. As famílias dos demais jovens já foram alertadas sobre os sinais e sintomas da febre maculosa e orientadas a procurar uma Unidade de Saúde.

O local provável de infecção ainda está em investigação. A SES-MG está acompanhando e apoiando a investigação dos casos, por meio da Regional de Saúde de Belo Horizonte, além de colaborar na adoção de medidas pertinentes, como ações de educação em saúde e de vigilância de ambientes para identificação da presença de carrapatos nos locais suspeitos. Essas medidas são necessárias para realização de ações direcionadas de prevenção e controle, com o objetivo de evitar novos casos.

Formas de prevenção

  • Uso de repelentes à base da substância icaridina, que têm se mostrado eficazes na prevenção de picadas por carrapatos em indivíduos que frequentam ambientes favoráveis à presença desses animais.
  • Uso de roupas de cor clara, vestimentas longas e calçados fechados, preferencialmente com meias brancas e de cano longo, que permitirão a fácil visualização dos carrapatos. Se possível, vedar as botas com fita adesiva de dupla face.
  • Evitar se sentar e deitar em gramados nas atividades de lazer como caminhadas, piqueniques, pescarias etc.
  • Vetores devem ser retirados com o auxílio de pinça, evitando-se o contato com unhas e o esmagamento do animal.
  • Examinar o corpo periodicamente, tendo em vista que quanto mais rápido eles forem retirados do corpo, menor a chance de infecção.
  • Uso de equipamentos de proteção individual nas atividades ocupacionais (capina e limpeza de pastos).
  • Utilização periódica de carrapaticidas em cães e cavalos, conforme recomendações do profissional médico veterinário.
  • Limpeza e capina de lotes não construídos e limpeza de áreas públicas, com cobertura vegetal, devem ser realizadas periodicamente.
  • Manter vidros e portas fechados em veículos de transporte em áreas com risco de infestação de carrapatos.

 

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Banco de notícias Wed, 13 Jun 2018 12:25:25 +0000
SES-MG explica os principais boatos que circulam sobre a gripe http://www.saude.mg.gov.br/sobre/publicacoes/revista-gerais/stories/10481-ses-mg-explica-os-principais-boatos-que-circulam-sobre-a-gripe http://www.saude.mg.gov.br/sobre/publicacoes/revista-gerais/stories/10481-ses-mg-explica-os-principais-boatos-que-circulam-sobre-a-gripe

Redes sociais como o Facebook, WhatsApp, Twitter e YouTube, bem como blogs e sites de notícias são ferramentas importantes para a disseminação de informações sobre saúde pública. A grande questão é quando esses meios passam a veicular boatos sobre doenças, causando alardes na população.

As chamadas Fake News, termo em inglês que significa notícias falsas, não é um fenômeno novo e muito menos exclusivo do Brasil. A grande questão, no entanto, é como lidar com essas informações inverídicas, que se disseminam rapidamente entre as pessoas. Em resposta às Fake News que circulam sobre a gripe, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) explica os boatos e reforça a importância da vacina.

Recentemente, circulou no WhatsApp um áudio com um alerta sobre a variação mortal do vírus da “gripe suína”, que estaria circulando em outros estados brasileiros e que a Organização Mundial da Saúde (OMS) não quer que a informação seja divulgada à população.

A diretora de Vigilância Epidemiológica da SES-MG, Janaína Fonseca Almeida, esclarece que não existe vírus novo que tenha sofrido mutações. “Todas as informações sobre a influenza são divulgadas de forma transparente, tanto no site da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, quanto no do Ministério da Saúde, por meio dos boletins epidemiológicos”, explica a diretora.

Janaína Fonseca também reforça que, diferentemente dos alertas propagados sobre novos vírus, como o H2N3, HN1N3 e gripe australiana, que estariam circulando no Brasil e provocando mortes, não existem esses vírus em circulação no país. O próprio Ministério da Saúde, no início de abril, divulgou uma nota informando que não existe uma cepa “H2N3” de vírus da gripe no Brasil.

Veja também no Blog da Saúde MG:
Como identificar uma informação “Fake News”?

 

Segundo o órgão, são três os principais vírus da gripe em circulação no país: o influenza A/H1N1pdm09, A/H3N2 e influenza B. A vacina disponibilizada na rede pública na atual campanha é trivalente e protege contra esses três vírus. Sobre boatos de que a Rede Pública de Saúde usa a vacina de 2017 e que não está atualizada com as variações de influenza que circulam neste ano no país, a diretora de Vigilância Epidemiológica ressalta que a vacina ofertada na campanha de 2017 já foi recolhida e que as remessas do imunizante para 2018 já estão disponíveis nos postos de saúde.

“É importante ainda desmitificarmos a informação de que o chá de erva-doce tem a mesma ação do Tamiflu, único medicamento antiviral disponível atualmente para tratar a gripe”, afirma Janaína Fonseca. “Com base em estudos científicos de alta qualidade, o Oseltamivir (Tamiflu) é o único antiviral disponível para tratamento da gripe, agindo sobre a replicação do vírus. Não há como um chá ter a mesma ação de um medicamento sobre a doença e o vírus. O chá serve apenas como medida de hidratação, tratamento complementar nos casos de gripe”, completa a diretora.

MITOS E VERDADES SOBRE A GRIPE

Gargarejos com água morna e sal
Trata-se de uma receita caseira que auxilia no tratamento da gripe, mas NÃO substitui a proteção da vacina, de maneira alguma. A mistura de água morna e sal tem temperatura e composição química muito parecidas com as do nosso próprio organismo. Quando a água morna entra em contato com a mucosa ferida, seu calor faz com que haja uma dilatação dos vasos sanguíneos do local. Esse aumento da circulação auxilia um número maior de glóbulos brancos a passar do sangue para o tecido afetado, diminuindo a inflamação. Ao adicionarmos sal à água, a mistura fica parecida com a do líquido que temos no corpo, aumentando sua eficácia na remoção do muco que se forma na garganta.

Limpar as narinas com água morna e sal
Pelas mesmas razões do que foi dito no item anterior, essa medida auxiliar pode ajudar principalmente pelo fato de manter as mucosas hidratadas.

Tomar bastante bebidas quentes
O importante, durante um quadro gripal, é manter a hidratação constante do organismo. Pode ser tanto bebidas quentes, como chás, cafés ou infusões, quanto fria. Essa medida é uma forma de hidratar o organismo e não de eliminar os vírus causadores da gripe.

Vacina contém mercúrio e causa autismo e outras doenças
Thimerosal é um preservativo que contém mercúrio e é usado, em pequenas quantidades, em vacinas que contêm múltiplas doses. Essa substância é utilizada nas vacinas para prevenir a contaminação ao se extraírem repetidamente as doses para aplicação. Não há dados que indiquem que o Thimerosal usado nas vacinas tenha causado autismo ou outros problemas individuais. Segundo o FDA/EUA (Food and Drug Administration), não há evidência convincente de danos causados por pequenas doses de Thimerosal como preservativo nas vacinas de Influenza, exceto um ligeiro inchaço e vermelhidão no local da injeção. Um estudo analisando a vacinação com Influenza de mais de duas mil gestantes não demonstrou nenhum efeito adverso, em relação ao feto, associado com a vacina da Influenza.

Governo só vacina parte da população para gastar menos
A vacina contra gripe serve para diminuir as complicações e óbitos pela doença, e não os casos em si. Portanto, existem grupos de risco que estão mais susceptíveis a sofrerem complicações secundárias, sendo eles: indivíduos com 60 anos ou mais de idade, crianças na faixa etária de 6 meses a menores de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias), gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), trabalhadores da saúde, professores das escolas públicas e privadas, povos indígenas, grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional. A vacina pode ser tomada por todos a partir dos 6 meses. No entanto, o Ministério da Saúde disponibiliza hoje somente para os grupos de risco justamente para reduzir o número de complicações e óbitos pela doença.

 

Veja também no Blog da Saúde MG:
- Pesquisador da Fiocruz fala sobre notícias falsas e pós-verdades em saúde

 

» Ouça abaixo o podcast “Pausa para Saúde”, do Ministério da Saúde, sobre Fake News:

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Banco de notícias Mon, 07 May 2018 14:09:24 +0000
Regional de Divinópolis realiza treinamento para a implantação de Ovitrampas http://www.saude.mg.gov.br/sobre/publicacoes/revista-gerais/stories/10624-regional-de-divinopolis-realiza-treinamento-para-a-implantacao-de-ovitrampas http://www.saude.mg.gov.br/sobre/publicacoes/revista-gerais/stories/10624-regional-de-divinopolis-realiza-treinamento-para-a-implantacao-de-ovitrampas

A Regional de Saúde de Divinópolis realizou nesta quarta-feira, 20/06, um treinamento relacionado ao “Projeto de ampliação da Vigilância Entomológica para monitoramento do Aedes aegypti – implantação de ovitrampas”. O objetivo foi orientar as referências de endemias do município sede do Centro-Oeste para fazer a instalação e recolhimentos das armadilhas (ovitrampas), além de envio das palhetas das armadilhas para o laboratório de entomologia municipal onde serão feitas as contagens dos ovos.

Segundo a referência de Entomologia da Regional de Divinópolis, Robson Barbosa, as ovitrampas são o método mais sensível, específico e barato para monitorar a população do mosquito Aedes aegypti. "As armadilhas simulam o ambiente perfeito para a procriação do vetor. Um vaso de planta preto é preenchido com água, que fica parada, atraindo o mosquito. Nele, os profissionais de saúde inserem uma palheta de madeira, que facilita que a fêmea do Aedes coloque ovos", explicou. Robson reforçou ainda que esse é um monitoramento entomológico para vetores. "Já fazemos a pesquisa larvária, mas agora vamos medir o índice na localidade onde a ovitrampa for instalada. Ela vai mostrar precisamente a quantidade de fêmea naquela localidade”, completou a referência técnica.

Créditos: Willian Pacheco

A proposta inicial da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) é de iniciar o projeto de instalação das ovitrampas em 135 cidades, sendo 101 municípios sedes de região e 34 municípios da Regional de Saúde de Sete Lagoas. Na região centro-Oeste, oito cidades serão contempladas. São elas: Bom Despacho, Divinópolis, Santo Antônio do Monte, Formiga, Itaúna, Pará de Minas, Campo Belo e Santo Antônio do Amparo. O total de armadilhas disponibilizadas pelo Estado à região foram 1141 unidades.

Para o supervisor Geral de área do município de Divinópolis, Francis Jhonatan Sousa, as ovitrampas serão mais uma ferramenta importante para o controle do Aedes Aegypit. “Com as ovitrampas, vai ser possível visualizar o índice de infestação do município de forma mais periódica. Toda semana teremos o resultado. Elas são mais uma ferramenta para o monitoramento do Aedes que, junto com o Levantamento de Índice Rápido do Aedes Aegypti (Liraa), vai nos orientar para o controle do vetor”, ressaltou Francis Sousa.

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Banco de notícias Wed, 20 Jun 2018 17:35:02 +0000
SAMU 192 do Triângulo Norte inicia as operações em julho http://www.saude.mg.gov.br/sobre/publicacoes/revista-gerais/stories/10623-samu-192-do-triangulo-norte-inicia-as-operacoes-em-julho http://www.saude.mg.gov.br/sobre/publicacoes/revista-gerais/stories/10623-samu-192-do-triangulo-norte-inicia-as-operacoes-em-julho

O Secretário de Estado de Saúde de Minas Gerais, Nalton Moreira da Cruz, visitou nesta quarta-feira (20/06) a Central de Regulação Médica do SAMU192 em Uberlândia e a Base Descentralizada em Araguari. Durante a visita, o secretário anunciou que a partir do dia 03/07 o SAMU irá começar suas atividades. A população atendida pelo serviço será de 612.317 habitantes em 26 municípios da região.

O SAMU192 representa um importante atendimento pré-hospitalar do Sistema Único de Saúde (SUS), por receber diversas demandas emergenciais e prestar o atendimento inicial à saúde do usuário. Serão 183 pontos de atendimento da Rede de Urgência e Emergência constituído por um hospital de alta complexidade; 19 hospitais de média complexidade, uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA); 17 unidades de saúde (pronto socorro, centro de saúde e pronto atendimento); 12 unidades de saúde mental e 134 unidades básicas de saúde. Na avaliação do secretário, Nalton Moreira da Cruz, toda a rede assistencial está apta para a implantação do SAMU e não vê nenhum empecilho, “não iremos trazer nenhum paciente novo para a região, o SAMU simplesmente irá regular para onde cada paciente deverá ser encaminhado. Iremos dar mais dignidade ao atendimento”. Como a equipe médica irá acompanhar o paciente imediatamente, antes de dar entrada em um hospital, uma pessoa com poli traumatismo, infarto e acidente vascular cerebral terá maiores condições de sobrevida, “o paciente será atendido a tempo por uma equipe médica que irá possibilitá-lo sobreviver. A implantação do SAMU na região pode ser a diferença entre a vida e a morte”, reforçou o secretário.

Créditos: Priscila Fujiwara

Os municípios polos da região que irão atender à média complexidade serão Araguari, Ituiutaba, Patrocínio e Monte Carmelo. Sem o SAMU, o usuário ia diretamente ao Hospital de Clínicas em Uberlândia, por desconhecer muitas vezes que um hospital em sua cidade tem condições adequadas para o atendimento, explicou a Superintendente Regional de Saúde de Uberlândia, Rosângela Paniago, “O SAMU irá ordenar e qualificar o fluxo. A Central de Regulação irá identificar qual é a unidade de saúde mais próxima e preparada para o atendimento. Além da equipe médica que acompanha as ambulâncias já darem início ao atendimento para estabilizar eventuais situações críticas”, explicou. “O papel do Estado para a implantação do SAMU foi todo cumprido, não temos mais nenhuma pendência para que o serviço seja iniciado”.

Para a implantação do SAMU192 na região do Triângulo Norte, o Governo de Minas investiu R$ 6 milhões para a aquisição de equipamentos, materiais de consumo, serviços de terceiros e veículos e R$ 3,8 milhões para a aquisição de 31 ambulâncias. O investimento inicial previsto para o custeio mensal do SAMU 192 será de R$ 1.620.310,52. Após a habilitação e publicação de Portaria do Ministério da Saúde a contrapartida do Estado será de R$ 1.199.960,52 que corresponderá a 66,63% do custeio e a do Ministério da Saúde de R$ 420.350,00 que corresponde a 23,34% do recurso financeiro.

Números do SAMU192

  • 26 Municípios atendidos pelo SAMU: Araguari, Cascalho Rico, Indianópolis, Tupaciguara, Araporã, Monte Alegre de Minas, Prata, Nova Ponte, Patrocínio, Monte Carmelo, Coromandel, Abadia dos Dourados, Douradoquara, Grupiara, Estrela do Sul, Romaria, Iraí de Minas, Ituiutaba, Campina Verde, Santa Vitória, Gurinhatã, Ipiaçu, Capinópolis, Cachoeira Dourada, Canápolis e Centralina.
  • População atendida: 612.317 habitantes
  • Será 7º SAMU Regional implantado em Minas Gerais.
  • 1 Central de Regulação das Urgências.
  • 1 Ponto de Apoio à Central de Regulação.
  • 22 Bases Descentralizadas.
  • 26 Unidades de Suporte Básico (USBs).
  • 5 Unidades de Suporte Avançado (USAs).

Prestadores de Serviços da Rede de Urgência e Emergência:

  • 01 Hospital de Alta Complexidade (HC-UFU).
  • 19 Hospitais/Santa Casa (Média Complexidade).
  • 01 UPA 24 horas.
  • 17 Unidades de Saúde (Pronto Socorro, Centro de Saúde e Pronto Atendimento).
  • 12 unidades de Saúde Mental.
  • 134 Unidades Básicas de Saúde.
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Banco de notícias Wed, 20 Jun 2018 17:24:55 +0000
Profissionais da Saúde Mental participam de capacitação em Varginha http://www.saude.mg.gov.br/sobre/publicacoes/revista-gerais/stories/10622-profissionais-da-saude-mental-participam-de-capacitacao-em-varginha http://www.saude.mg.gov.br/sobre/publicacoes/revista-gerais/stories/10622-profissionais-da-saude-mental-participam-de-capacitacao-em-varginha

A Regional de Saúde de Varginha, por meio dos Núcleos de Redes de Atenção à Saúde e Regulação, promoveu, nessa terça-feira (19/06), uma Capacitação sobre o Registro de Procedimentos realizados nos Centros de Atenção Psicossociais (CAPS) por meio dos Sistemas de Registro das Ações Ambulatoriais da Saúde (RAAS) e de Informações Ambulatoriais do Sistema Único de Saúde (SIA/SUS).

O encontro, que foi realizado no auditório do Centro Administrativo do Sul de Minas, em Varginha, teve como objetivo apresentar a organização da Rede de Atenção Psicossocial, por meio das diversificações das ações e o aperfeiçoamento no cuidado com o usuário. Segundo a referência técnica em Saúde Mental e Urgência e Emergência da Regional de Saúde de Varginha, Poliana Pereira, a reunião focou na “compreensão da Portaria 854 e na qualificação dos registros das ações dos CAPS, Residências Terapêuticas e Unidades de Acolhimento através do correto registro de produção nos Sistemas de Informação”, disse.

A referência técnica, também, falou sobre os desafios da Saúde Mental no país e em Minas Gerais, além de apresentar a Rede, seus componentes, serviços e avanços. Um gráfico de registros de ações no SIA/SUS foi apresentado, com dados de 2017. O perfil dos registros foi comentado e discutido, bem como a importância desta ação para o fomento de análises, respaldo do serviço e tomada de decisões baseadas em evidências para planejamento de ações de saúde.

Créditos: Tânia Corrêa

Durante o encontro, foi destacado a importante integração entre a Regulação do município, Controle, Avaliação e Áreas Técnicas. A produção ambulatorial de cada CAPS da região foi exposta e observações sobre os registros dos mesmos foram realizados e discutidos. O coordenador do Núcleo de Regulação da Regional de Saúde de Varginha, Luiz Wagner, apresentou os procedimentos técnicos no Sistema SIA/SUS, como passo a passo e erros frequentes que são feitos no sistema. “O SAI/SUS recebe o registro dos Boletins de Produção Ambulatorial Individual (BPA-I), faz consolidações e valida o pagamento. É de fundamental importância a presença desses profissionais para alinhamento das ações referentes a inclusão dos dados no sistema”, disse.

No SAI, há três formas de registrar os procedimentos no Sistema. O primeiro é o Registro das Ações Ambulatoriais de Saúde (RAAS), Boletim de Produção Ambulatorial Individual (BPA-I) e Boletim de Produção Ambulatorial Consolidado (BPA-C).

Colegiado

Nesta quarta-feira (20/06), os profissionais de Saúde Mental estiveram novamente na Regional de Saúde, bem como os membros representantes da Secretaria de Estado de Trabalho e Desenvolvimento Social (SEDESE) e da Superintendência Regional de Ensino (SER), para a 6ª Reunião do Colegiado Regional de Saúde Mental da SRS Varginha.

O encontro foi abordado sobre a Nova Política de Saúde Mental, os impactos na RAPS, os novos componentes e a luta antimanicomial; a implantação dos Fóruns Regionais referentes à Deliberação CIB-SUS/MG nº2.568, bem como demais informes sobre as peculiaridades da Rede no Estado e na região.

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Banco de notícias Wed, 20 Jun 2018 16:55:17 +0000
​​SES-MG e Escola de Saúde Pública iniciam no Norte de Minas ações para qualificação de agentes comunitários de saúde http://www.saude.mg.gov.br/sobre/publicacoes/revista-gerais/stories/10621-ses-mg-e-escola-de-saude-publica-iniciam-no-norte-de-minas-acoes-para-qualificacao-de-agentes-comunitarios-de-saude http://www.saude.mg.gov.br/sobre/publicacoes/revista-gerais/stories/10621-ses-mg-e-escola-de-saude-publica-iniciam-no-norte-de-minas-acoes-para-qualificacao-de-agentes-comunitarios-de-saude

Com apoio da Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais – (SES-MG) através da mobilização dos municípios e de profissionais, além do repasse de materiais didáticos, dia 25 de junho a Escola de Saúde Pública de Minas Gerais – (ESP-MG) iniciará a implementação do primeiro curso de qualificação dos primeiros 310 agentes comunitários de saúde que atuam em 15 municípios do Norte de Minas.

Nesta quarta-feira, 20, a ESP realizou em Montes Claros encontro com enfermeiros que vão atuar como docentes do curso. Na oportunidade as professoras da ESP, Danielle Silveira e Juliana Mesquita repassaram orientações sobre os trabalhos que os docentes executarão com os agentes comunitários de saúde entre junho e outubro deste ano.

Créditos: Pedro Ricardo

Na primeira etapa de realização do curso participarão agentes comunitários de saúde que atuam nos municípios de Botumirim, Gameleiras, Itacambira, Mamonas, Matias Cardoso, Ninheira, Pai Pedro, Patis, Rio Pardo de Minas, Santo Antônio do Retiro, São João da Lagoa, Serranópolis de Minas, Urucuia, Glaucilândia e Lagoa dos Patos.

Multidisciplinar

“A qualificação dos agentes comunitários vai possibilitar o fortalecimento das equipes de atenção primária dos municípios pois, por meio de atuação conjunta com profissionais de outras áreas os serviços de saúde terão condições de solucionar as demandas da população no próprio território onde atuam, gerando com isso riqueza de saberes”, ressaltou Danielle Silveira.

A professora entende que os agentes comunitários de saúde tem importante trabalho a implementar junto com as equipes de atenção primária à saúde e, por isso, o curso de qualificação privilegia a relação ensino-trabalho, teoria e prática.

Nesse contexto, explicou Danielle Silveira, o curso terá 200 horas aulas presenciais e, em outro período de 200 horas, os agentes comunitários vão desenvolver ações nos territórios onde atuam, colocando em prática as teorias recebidas em sala de aula, além de refletir e agir na busca de soluções para os problemas encontrados dentro da própria prática profissional.

Desta forma, o curso de qualificação ministrado pela ESP “objetiva preparar os agentes comunitários de saúde para atuarem junto às equipes multiprofissionais como profissional ético, reflexivo e crítico, transformador da realidade, desenvolvendo ações de integração social, promoção da saúde e prevenção de agravos nas famílias e na comunidade por meio de um processo educativo”.

A referência técnica do Núcleo de Atenção Primária à Saúde da Regional de Saúde de Montes Claros, Denise Silveira reforça que “a atuação conjunta da Escola de Saúde Pública e da SES-MG junto com os municípios proporcionará importantes avanços e o fortalecimento das equipes de atenção primária do Norte de Minas, tanto com ações de prevenção e promoção da saúde”.

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Banco de notícias Wed, 20 Jun 2018 16:45:26 +0000
Norte de Minas retoma o fortalecimento da Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência http://www.saude.mg.gov.br/sobre/publicacoes/revista-gerais/stories/10620-norte-de-minas-retoma-o-fortalecimento-da-rede-de-cuidados-a-pessoa-com-deficiencia http://www.saude.mg.gov.br/sobre/publicacoes/revista-gerais/stories/10620-norte-de-minas-retoma-o-fortalecimento-da-rede-de-cuidados-a-pessoa-com-deficiencia

Nesta terça-feira (19/06), a Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais (SES-MG) deu continuidade, em Montes Claros, à realização de encontros com referências técnicas municipais da Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência. Participaram do encontro representantes das secretarias de saúde de Vargem Grande do Rio Pardo, Itacambira, Botumirim, Espinosa e Indaiabira, municípios que integram a área de atuação da Regional de Saúde de Montes Claros.

Sob a coordenação do Núcleo de Redes da Regional de Saúde, os encontros tiveram início em maio deste ano, com o objetivo de orientar as referências técnicas municipais, bem como integrantes das juntas reguladoras sediadas em Montes Claros, Janaúba, Januária e Pirapora, sobre a importância do fortalecimento da Rede de Atenção à Pessoa com Deficiência.

Alfredo Prates Neto, referência técnica do Núcleo de Redes de Atenção à Saúde da Regional, explicou que o trabalho implementado pela SES tem o objetivo de avançar na implementação das ações de reorganização da rede, levando em consideração o fato de que são muitas as demandas existentes. Nesse contexto, frisou, os municípios precisam conhecer as estruturas de atendimento já existentes a fim de que seja assegurado o acesso das pessoas aos serviços já disponibilizados.

Créditos: Pedro Ricardo

“As demandas das pessoas com deficiência não envolvem apenas o acesso a serviços de saúde, mas também outros segmentos de serviços públicos, entre eles educação e assistência social. Por esse motivo é de fundamental importância que a articulação das ações da rede envolva cada município e a região macrorregional como um todo, a fim de que tenhamos condições de conhecer as demandas existentes e viabilizar o acesso dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) aos serviços já disponibilizados à população”, salientou Alfredo Neto.

A Rede é composta por cinco componentes básicos: reabilitação física, visual, auditiva, intelectual e assistência a usuários ostomizados. Entre as ações implementadas pela SES-MG estão o Programa de Triagem Auditiva Neonatal e o Programa de Intervenção Precoce Avançada.

Atendendo demandas de 86 municípios que compõem a região ampliada de saúde do Norte de Minas, o município de Montes Claros oferta os serviços de saúde auditiva de média e alta complexidade. Já o município de Janaúba atende as demandas de reabilitação visual.

As juntas reguladoras da rede de cuidados às pessoas com deficiências, sediadas em Montes Claros e Janaúba, são compostas por uma comissão de profissionais designada pelos gestores municipais de saúde, educação e assistência social, que fazem a regulação do acesso dos usuários aos diferentes serviços especializados ofertados dentro da rede existente.

Pontos de Atenção

A Rede tem por objetivo articular os pontos de atenção à saúde para pessoas com deficiência temporária ou permanente, nas formas progressiva, regressiva ou estável.

Os serviços de reabilitação são executados em unidades especializadas de abrangência regional. As equipes são formadas por médicos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, psicólogos, nutricionistas, enfermeiros e assistentes sociais. Essas equipes fazem o trabalho de avaliação a cada caso e, também, o planejamento do processo de reabilitação.

Durante os encontros com as referências técnicas municipais, a Regional de Saúde de Montes Claros está apresentando o financiamento vinculado aos procedimentos da Programação Pactuada e Integrada (PPI) por região de saúde; os fluxos de acesso aos serviços e a documentação exigida para cada tipo de encaminhamento dentro da necessidade de assistência de cada usuário.

Entre outros temas os encontros também contam com apresentação da estrutura da rede de cuidados à pessoa com deficiência já existente no Norte de Minas e o trabalho implementado pelas juntas reguladoras.

Alfredo Prates salienta a necessidade de se fortalecer o vinculo entre as referências técnicas municipais da rede de cuidado à pessoa com deficiência com a atenção primária à saúde, para conhecimento real da demanda assistencial e da estruturação dos atendimentos em cada localidade. O resultado desse mapeamento deverá ser apresentado aos gestores municipais de saúde em reuniões da Comissão Intergestora Regional (CIR) e da Comissão Intergestora da Região Ampliada de Saúde (CIRA).

A coordenadora do Núcleo de Redes de Atenção à Saúde da Regional de Saúde de Montes Claros, Siderllany Mendes reforça “a importância da articulação da SES com os municípios, visando atender as demandas das pessoas com deficiência, levando-se em conta a necessidade de se investir tanto nos cuidados à saúde dos usuários do SUS, bem como na inclusão social”.

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Banco de notícias Wed, 20 Jun 2018 16:35:59 +0000
SES-MG e Ministério da Saúde discutem revisão no Guia Alimentar para Crianças Menores de dois anos http://www.saude.mg.gov.br/sobre/publicacoes/revista-gerais/stories/10619-ses-mg-e-ministerio-da-saude-discutem-revisao-no-guia-alimentar-para-criancas-menores-de-dois-anos http://www.saude.mg.gov.br/sobre/publicacoes/revista-gerais/stories/10619-ses-mg-e-ministerio-da-saude-discutem-revisao-no-guia-alimentar-para-criancas-menores-de-dois-anos

O Ministério da Saúde (MS) e a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) realizaram nesta quarta-feira, 20/06, na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte, uma Reunião técnica para discussão da Revisão do Guia Alimentar para Crianças Menores de dois anos. O Guia está sendo revisto com o objetivo de subsidiar políticas, programas e ações que incentivam, apoiam, protegem e promovem a saúde e a segurança alimentar e nutricional dessas crianças.

A Diretora de Promoção à Saúde da SES-MG, Daniela Souza Lima, explica que o manual é um instrumento importante para orientar os profissionais e a população em geral sobre a promoção do aleitamento e da alimentação complementar em crianças menores de dois anos. Ela ressalta que o guia possui informações sobre amamentação, sobre introdução alimentar após os seis meses de idade entre outras informações. “A alimentação e nutrição adequadas são requisitos essenciais para o crescimento e desenvolvimento de todas as crianças. O conteúdo do Guia é abrangente. Parte de uma compilação das evidências científicas mais atualizadas sobre a alimentação das crianças pequenas e apresenta um diagnóstico da situação alimentar e nutricional dos menores de dois anos”, disse.

A reunião contou com a participação de tutores da Estratégia Amamenta e Alimenta, profissionais de saúde da atenção básica, professores e pesquisadores de universidade envolvidos com a temática e representantes da sociedade civil. Para discutir o Guia, os participantes foram divididos em quatro grupos de trabalho. Cada grupo vai fazer a leitura de um tema e, em seguida, desenvolver a discussão e a avaliação propondo sugestões.

Créditos: Carlos Alberto

Kátia Godoy, referência técnica da Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, explicou que as mudanças no guia foram propostas para responder às novas evidências de saúde da população brasileira e as mudanças epidemiológicas. “A revisão começou em 2015, por meio de escuta de mães e profissionais das unidades básicas que utilizavam o guia. O objetivo é permitir que o novo guia receba sugestões e críticas regionalizadas, para se adequar às realidades de cada parte do país. O próximo passo será abrir o guia para consulta pública, momento em que serão aceitas contribuições de toda a sociedade civil. O lançamento desta nova versão está previsto para 2019”, conta Kátia.

Guia Alimentar para Crianças Menores de dois anos

Deficiências nutricionais ou condutas inadequadas na alimentação podem prejudicar crescimento das crianças ou resultar em problemas como desnutrição ou obesidade. Para auxiliar os pais e os profissionais de saúde na tarefa e garantir uma alimentação saudável das crianças brasileiras menores de dois anos, o Ministério da Saúde lançou em 2005 o Guia Alimentar para Crianças Menores de dois anos. Em 2010 foi lançada a segunda edição.

Clique aqui e acesse o material de 2010: http://189.28.128.100/dab/docs/portaldab/publicacoes/enpacs_10passos.pdf

O manual contém orientações como a amamentação exclusiva de bebês de até seis meses. E, após esse período, quando o organismo da criança está preparado para receber outros alimentos, contém orientações sobre a introdução alimentar. Buscando sugerir alimentação prazerosa, com respeito a hábitos regionais, predomínio de alimentos pouco processados e in natura.

O guia contém ainda os dez passos recomendados pelo Ministério da Saúde e Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) para melhorar a alimentação infantil das crianças menores de dois anos no Brasil. As recomendações foram elaboradas com a participação de profissionais de saúde de todo o País que lidam com nutrição de crianças, em serviços de saúde, em ensino e em pesquisa, a partir de um diagnóstico baseado em dados secundários compilados e complementado com resultado de pesquisa qualitativa específica por macrorregião.

O material foi baseado em orientações alimentares gerais mais atualizadas, no perfil epidemiológico e da cultura alimentar do Brasil; e elaborado para fortalecer a implementação da Estratégia Nacional para Promoção da Alimentação Saudável (ENPACS) para que seja utilizado como instrumento de capacitação, orientação aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) e para a permanente consulta na sua prática cotidiana.

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Banco de notícias Wed, 20 Jun 2018 12:48:26 +0000
Regional de Saúde de Divinópolis realiza treinamento para a implantação de Ovitrampas para monitorar população do mosquito Aedes Aegypti http://www.saude.mg.gov.br/sobre/publicacoes/revista-gerais/stories/10618-regional-de-saude-de-divinopolis-realiza-treinamento-para-a-implantacao-de-ovitrampas-para-monitorar-populacao-do-mosquito-aedes-aegypti http://www.saude.mg.gov.br/sobre/publicacoes/revista-gerais/stories/10618-regional-de-saude-de-divinopolis-realiza-treinamento-para-a-implantacao-de-ovitrampas-para-monitorar-populacao-do-mosquito-aedes-aegypti

A Regional de Saúde de Divinópolis realizará, nesta quarta (20/06), das 8 às 17 horas, um treinamento relacionado ao "Projeto de ampliação da Vigilância Entomológica para monitoramento do Aedes – implantação de ovitrampas”. O objetivo é orientar as referências de endemias dos município sede do Centro-Oeste, para fazer a instalação e recolhimentos das armadilhas (ovitrampas), além de envio das palhetas das armadilhas para o laboratório de entomologia municipal, que farão as contagens dos ovos.

Na ocasião, a referência de entomologia da Regional de Saúde de Divinópolis, Robson Barbosa, atenderá a imprensa no local.

Ovitrampas

As ovitrampas são o método mais sensível, específico e barato para monitorar a população do mosquito Aedes aegypti. Elas simulam o ambiente perfeito para a procriação do Aedes aegypti: um vaso de planta preto é preenchido com água, que fica parada, atraindo o mosquito. Nele, os profissionais de saúde inserem uma palheta de madeira, que facilita que a fêmea do Aedes coloque ovos.

Créditos: Wikimedia Commons / Reprodução

A proposta inicial da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) é de iniciar o projeto de instalação das ovitrampas em 135 cidades, sendo 101 municípios sedes de região e 34 municípios da Regional de Sete Lagoas. Na região centro-Oeste, 8 cidades serão contempladas, sendo elas Bom Despacho, Divinópolis, Santo Antônio do Monte, Formiga, Itaúna, Pará de Minas, Campo Belo, Santo Antônio do Amparo.

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Banco de notícias Tue, 19 Jun 2018 17:32:30 +0000
Nota de Esclarecimento sobre a falta de consenso para a reunião da CIB no mês de Junho http://www.saude.mg.gov.br/sobre/publicacoes/revista-gerais/stories/10617-nota-de-esclarecimento-sobre-a-falta-de-consenso-para-a-reuniao-da-cib-no-mes-de-junho http://www.saude.mg.gov.br/sobre/publicacoes/revista-gerais/stories/10617-nota-de-esclarecimento-sobre-a-falta-de-consenso-para-a-reuniao-da-cib-no-mes-de-junho

Em relação à reunião ordinária da Comissão Intergestores Bipartite do Sistema Único de Saúde do Estado de Minas Gerais (CIB-SUS/MG), em junho, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) informa que foi solicitada, por diversas vezes, junto ao Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Minas Gerais (Cosems/MG), a mudança de data da reunião do mês de junho, tendo em vista a impossibilidade de comparecimento do secretário de Estado de Saúde, coordenador da CIB, devido a compromissos do Estado.

Entretanto, por intransigência, o Cosems/MG se recusou a aceitar as sugestões propostas de novas datas, sem nenhuma justificativa plausível. Além de recusar as datas propostas, o Cosems/MG sequer apresentou opções de data.

É importante destacar que, segundo o art. 25 da DELIBERAÇÃO CIB-SUS/MG Nº 2.280, DE 17 DE FEVEREIRO DE 2016, que aprova o Regimento Interno da CIB, “o Secretário de Estado de Saúde é membro nato e Coordenador da CIB-SUS/MG”. Em sua ausência ou impedimento, ainda conforme o mesmo artigo, § 1°, “a coordenação será exercida pelo secretário de Estado adjunto”. No entanto, a SES-MG, no momento, encontra-se sem secretário adjunto.

A SES-MG esclarece ainda que a prática de mudança de datas da CIB não é incomum, tendo em vista que a própria Secretaria atendeu a pedidos do Cosems/MG, quando este se encontrava impossibilitado de participar das reuniões. Destaca-se que, inclusive, a data da reunião do próximo mês (julho/2018) foi alterada pela SES-MG por solicitação do Cosems/MG.

 

Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG)

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Banco de notícias Tue, 19 Jun 2018 14:44:05 +0000
Comunicado sobre a reunião da CIB no mês de Junho http://www.saude.mg.gov.br/sobre/publicacoes/revista-gerais/stories/10616-comunicado-sobre-a-reuniao-da-cib-no-mes-de-junho http://www.saude.mg.gov.br/sobre/publicacoes/revista-gerais/stories/10616-comunicado-sobre-a-reuniao-da-cib-no-mes-de-junho

 

Ao SUS/MG,

A Secretaria Executiva da Comissão Intergestores Bipartite do Sistema Único de Saúde do Estado de Minas Gerais (CIB-SUS-MG) informa que não houve convocação para a reunião ordinária do mês de junho da CIB-SUS/MG, por falta de consenso entre Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) e Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Minas Gerais (Cosems/MG) sobre a data da reunião.

Atenciosamente,


Secretaria Executiva da CIB

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Banco de notícias Tue, 19 Jun 2018 14:30:30 +0000
SES-MG desenvolve jogo educativo que incentiva prática de atividade física nas escolas http://www.saude.mg.gov.br/sobre/publicacoes/revista-gerais/stories/10615-ses-mg-desenvolve-jogo-educativo-que-incentiva-pratica-de-atividade-fisica-nas-escolas http://www.saude.mg.gov.br/sobre/publicacoes/revista-gerais/stories/10615-ses-mg-desenvolve-jogo-educativo-que-incentiva-pratica-de-atividade-fisica-nas-escolas

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) está lançando um jogo educativo para incentivar crianças a praticarem atividade física. Funcionando como uma atividade lúdica, cerca de 57 mil unidades do jogo estão sendo distribuídas para 5.711 escolas que fazem parte do Programa Saúde na Escola (PSE) e também para as escolas estaduais indígenas do Estado, para serem utilizados com as crianças do ensino fundamental.

O jogo funcionará como uma trilha na qual os participantes vão avançando e cumprindo as atividades propostas, compostas por brincadeiras que estimulam a prática de atividade física. As atividades realizadas por meio de brincadeiras e jogos contribuem para a queima de calorias, para a saúde e desenvolvimento das crianças e adolescentes, estimulando o desenvolvimento saudável de músculos e ossos e favorecendo o aumento de força, resistência e equilíbrio, a socialização e a competitividade saudável.

Além disso, o ato de brincar contribuirá para o desenvolvimento da linguagem, do raciocínio lógico e do pensamento, na socialização e no aumento da autoestima das crianças. Clique aqui e confira mais informações do jogo.

A referência técnica da Diretoria de Promoção à Saúde da SES-MG, Carolina Guimarães Marra Nascimento, explica que um dos objetivos da distribuição dos jogos é valorizar e resgatar as danças, jogos e brincadeiras que fazem parte da cultura e tradição de Minas Gerais.

“A elaboração do jogo tem como objetivo fazer com que as crianças se movimentem enquanto estiverem jogando, estimulando a adoção de hábitos saudáveis no cotidiano, de forma lúdica e prazerosa, além de resgatar jogos e brincadeiras que fazem parte da cultura e tradição de nosso Estado”, explica.

Incentivo à atividade física

A prática regular de atividade física é considerada como fator de proteção à saúde, sendo que de acordo com o American College of Sports Medicine (ACSM), o nível recomendado para adultos e idosos de atividade física é a realização atividades aeróbicas de intensidade moderada por pelo menos 30 minutos, cinco dias por semana ou atividades intensas (vigorosas) por, no mínimo 20 minutos, três vezes por semana.

Recomenda-se, ainda, a combinação entre atividades de intensidades moderadas e vigorosas. Para crianças e adolescentes é recomendada a realização de atividade física de intensidade moderada ou intensa por no mínimo, 60 minutos, no mínimo cinco dias por semana, se possível em todos os dias.

 

 

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Banco de notícias Tue, 19 Jun 2018 14:02:46 +0000
Regional de Saúde de Coronel Fabriciano realiza capacitação sobre abordagem intensiva ao fumante http://www.saude.mg.gov.br/sobre/publicacoes/revista-gerais/stories/10614-regional-de-coronel-fabriciano-realiza-capacitacao-sobre-abordagem-intensiva-ao-fumante http://www.saude.mg.gov.br/sobre/publicacoes/revista-gerais/stories/10614-regional-de-coronel-fabriciano-realiza-capacitacao-sobre-abordagem-intensiva-ao-fumante

A Regional de Saúde de Coronel Fabriciano realizou, na última quinta e sexta-feira (14 e 15/06), no auditório Padre Zezinho (UnilesteMG), uma capacitação sobre Abordagem Intensiva ao Fumante, que faz parte do Programa Nacional de Controle do Tabagismo (PNCT).

A capacitação, teve como objetivo orientar os profissionais da Atenção Primária e também os que integram o Núcleo de Assistência à Saúde da Família (NASF), dos 35 municípios da região de saúde do Território Vale do Aço, sobre as diretrizes e princípios do Programa Nacional de Controle do Tabagismo e competências de cada profissional.

Créditos: Flávio Samuel

A referência técnica do Programa Nacional de Controle do Tabagismo da Regional de Saúde de Coronel Fabriciano, Aline Santos, falou sobre a importância do evento. “O nosso objetivo é capacitar os profissionais de saúde de diferentes áreas de formação, repassando aos mesmos informações sobre o tratamento ao fumante oferecidos nos serviços de Saúde do SUS”, destacou.

O encontro contou, também, com a participação da coordenadora estadual do Programa Nacional de Controle do Tabagismo (PNCT), Nayara Resende Pena e da referência técnica do Programa Nacional de Controle do Tabagismo (PNCT) da Regional de Saúde de Belo Horizonte, Wagner Prazeres.

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Banco de notícias Mon, 18 Jun 2018 15:48:17 +0000
Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus (18/06) http://www.saude.mg.gov.br/sobre/publicacoes/revista-gerais/stories/10613-boletim-epidemiologico-de-monitoramento-dos-casos-de-dengue-chikungunya-e-zika-virus-18-06 http://www.saude.mg.gov.br/sobre/publicacoes/revista-gerais/stories/10613-boletim-epidemiologico-de-monitoramento-dos-casos-de-dengue-chikungunya-e-zika-virus-18-06

Em 2018, até o momento (18/06), Minas Gerais registrou 22.707casos prováveis (casos confirmados + suspeitos) de Dengue. Em 2018, até o momento, três óbitos foram confirmados por dengue, sendo um em Conceição do Pará, um em Uberaba e um em Moema. Há 13 óbitos em investigação para dengue.

Em relação à Febre Chikungunya, Minas Gerais registrou 9.027 casos prováveis da doença, concentrados na região do Vale do Aço. Não foi registrado, até o momento, óbito confirmado ou em investigação para Chikungunya em 2018.

Já em relação à Zika, foram registrados 233 casos prováveis da doença em 2018, até a data de atualização do boletim.

» Clique aqui e confira o Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus da SES-MG para a IMPRENSA (atualizado em 18/06/2018).

» Clique aqui e confira o Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus da SES-MG para a ÁREA TÉCNICA (atualizado em 18/06/2018).

» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Dengue por município em 2018 (atualizado em 18/06/2018).

» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Chikungunya por município em 2018 (atualizado em 18/06/2018).

» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Zika por município em 2018 (atualizado em 18/06/2018).

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Banco de notícias Mon, 18 Jun 2018 15:35:43 +0000
Reunião Técnica vai discutir implantação da Caderneta de Saúde dos Adolescentes http://www.saude.mg.gov.br/sobre/publicacoes/revista-gerais/stories/10612-reuniao-tecnica-vai-discutir-implantacao-da-caderneta-de-saude-dos-adolescentes http://www.saude.mg.gov.br/sobre/publicacoes/revista-gerais/stories/10612-reuniao-tecnica-vai-discutir-implantacao-da-caderneta-de-saude-dos-adolescentes

O Ministério da Saúde, com o apoio da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), promove nos dias 25 e 26 de junho, na Escola de Saúde Pública de Minas Gerais (ESP-MG), em Belo Horizonte, Reunião Técnica sobre a implantação da Caderneta de Saúde dos AdolescentesClique aqui e acesse à programação.

O objetivo é orientar as referências técnicas das Unidades Regionais de Saúde da SES-MG para a implantação/implementação das cadernetas do adolescente no âmbito da Atenção Primária à Saúde. Essa capacitação irá compor as ações do Plano Estadual de Saúde, no Guia de Qualidade da Atenção aos Adolescentes.

Crédito: Agência Brasil / EBC.

A caderneta de Saúde de um adolescente é um documento que visa auxiliar a adolescente e o adolescente a conhecerem e acompanharem as transformações de seus corpos e também a se informarem sobre seus direitos. Nela constam trechos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), onde são apresentados os principais direitos dos jovens que se relacionam à área da saúde.

 

Veja no "Blog da Saúde MG":
- Você sabia que o Adolescente também tem caderneta de saúde?

 

No documento também são apresentadas, dados de vacinação, peso, altura, se a pessoa já foi internada alguma vez e o motivo, uso de medicamentos. Dicas de alimentação, cuidados com a saúde dos dentes, importância de tomar vacinas, estágio de desenvolvimento do corpo e as mudanças da puberdade, informação sobre uso de preservativos e pílulas anticoncepcionais, também são informações disponibilizadas.

Serviço:
Reunião Técnica sobre a implantação da Caderneta de Saúde dos Adolescentes
Data: 25 de junho de 2018 de 13h às 17h e dia 26 de junho de 2018 de 08h às 17h
Público: Referências técnicas em saúde do adolescente das Unidades Regionais de Saúde e gestores da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG).
Local: Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais (ESP-MG). Av. Augusto de Lima, 2061 (entrada pela Rua Uberaba s/nº), Barro Preto - Belo Horizonte/MG. (Veja no mapa abaixo)

 

 

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Banco de notícias Mon, 18 Jun 2018 15:22:09 +0000
Oficina de Vigilância das Coberturas Vacinais e Qualidade dos Dados http://www.saude.mg.gov.br/sobre/publicacoes/revista-gerais/stories/10610-oficina-de-vigilancia-das-coberturas-vacinais-e-qualidade-dos-dados http://www.saude.mg.gov.br/sobre/publicacoes/revista-gerais/stories/10610-oficina-de-vigilancia-das-coberturas-vacinais-e-qualidade-dos-dados

Nos dias 13 e 14 de junho, a Regional de Saúde de Alfenas realizou a capacitação sobre o Programa Nacional de Imunização e Estratégias de identificação de População de risco para doenças imunopreveníveis. O encontro foi voltado para enfermeiros e técnicos das secretarias municipais de saúde da região e os mesmos se dividiram em dois grupos. Segundo a coordenadora do Núcleo de Vigilância Epidemiológica da Regional de Saúde de Alfenas, Maria Eunice César Siqueira, a capacitação em duas etapas, dividindo os técnicos em grupos, permitiu uma maior integração e também a discussão de dúvidas.

O Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (PNI) de base nominal está disponível em versão desktop e web. É um sistema essencialmente local (município), podendo ser instalado desde a sala de vacina (estabelecimento de saúde), até a Secretaria Municipal de Saúde. A unidade de saúde que tem conectividade com internet pode utilizar a versão web. A despeito do seu caráter essencialmente local, o monitoramento dos dados deve ser feito por todas as esferas de gestão. Além das instâncias no âmbito municipal, as regionais, o nível central e nacional têm acesso à base de dados, permitindo o monitoramento do desempenho das ações de vacinação e intervenção oportuna.

Créditos: Marivalda Santos

Para a enfermeira responsável pelo setor de imunização da Regional, Maria Gorete Michailidis, o objetivo desse encontro, além de capacitar os técnicos, permitiu avaliar a cobertura vacinal por meio do banco de dados do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunização (SIPNI). "Espera se que os municípios melhorem as informações dos dados das vacinas aplicadas e, assim, possam melhorar as coberturas vacinais de toda região e ter um maior controle de pacientes faltosos que não tomaram a dose correta da vacinação", concluiu Maria Gorete.

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Banco de notícias Mon, 18 Jun 2018 12:05:17 +0000
Conselheiras e Conselheiros de Saúde participam de capacitação na Regional de Saúde de Barbacena http://www.saude.mg.gov.br/sobre/publicacoes/revista-gerais/stories/10609-conselheiras-e-conselheiros-de-saude-participam-de-capacitacao-na-regional-de-saude-de-barbacena http://www.saude.mg.gov.br/sobre/publicacoes/revista-gerais/stories/10609-conselheiras-e-conselheiros-de-saude-participam-de-capacitacao-na-regional-de-saude-de-barbacena

A Regional de Saúde de Barbacena, em parceria com Escola de Saúde Pública de Minas Gerais (ESP-MG) e Conselho Estadual de Saúde de Minas Gerais (CES-MG), encerrou, nessa sexta-feira (15/06), o curso de Qualificação para Conselheiras e Conselheiros Municipais de Saúde da Região Ampliada de Saúde do Centro Sul. O encontro, que aconteceu entre os dias 11 e 15 de junho de 2018, no anfiteatro da Regional, teve como objetivo apresentar aos participantes instrumentos de intervenções para que acompanhem de forma mais qualificada, as discussões, negociações e pactuações das políticas públicas do SUS.

08.08 amamentar aleitamento

Segundo a referência técnica de Educação Permanente da Regional de Barbacena, Magna Lúcia da Silva, a capacitação “veio para fortalecer o papel do controle social no território, aprimorando o conhecimento dos conselheiros e conselheiras por meio das trocas de experiências sobre a realidade de cada município. Cursos como este ministrado aqui na região, valorizam o ensino-aprendizagem e fortalecem o SUS", disse.

Durante o encontro foram abordados assuntos relacionados ao Processo Histórico de Construção do SUS, Formas de Participação e de Controle Social nas Políticas Públicas de Saúde, Planejamento e Orçamento em Saúde e Financiamento em Saúde.

Para a Conselheira Municipal de Saúde de Desterro do Melo, Lívia Fernandes Pego, os temas abordados foram essenciais no auxílio do desempenho e desenvolvimento das ações realizadas pelo Conselho. “Foi muito gratificante participar dessa capacitação, pois ela veio para nortear as tomadas de decisões e a as ações do Conselho de Saúde”, finalizou.

Além das conselheiras e conselheiros do Centro Sul de Minas, participaram também Neste último dia contamos com a presença do Vice-Presidente do CES/MG, Ederson Alves da Silva, do Conselheiro Estadual de Saúde e membro da Câmara Técnica de Educação Permanente do CES/MG, Erli Rodrigues e Lavinne de Sousa Oliveira Silva, representando a Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais – ESPMG.

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Banco de notícias Fri, 15 Jun 2018 18:07:24 +0000
Comitê de Urgência e Emergência retoma articulação de ações no Norte de Minas http://www.saude.mg.gov.br/sobre/publicacoes/revista-gerais/stories/10608-comite-de-urgencia-e-emergencia-retoma-articulacao-de-acoes-no-norte-de-minas http://www.saude.mg.gov.br/sobre/publicacoes/revista-gerais/stories/10608-comite-de-urgencia-e-emergencia-retoma-articulacao-de-acoes-no-norte-de-minas

A região ampliada de saúde do Norte de Minas retomou nesta quinta-feira, 14/06, as reuniões do Comitê Gestor das Urgências e Emergências. O encontro, realizado no auditório do Hospital Universitário Clemente de Faria, em Montes Claros, reuniu representantes de instituições prestadoras de serviços hospitalares, do Conselho de Secretários de Saúde de Minas Gerais – (Cosems), gestores municipais e da Regional de Saúde de Montes Claros.

Durante a reunião foi pactuada a reclassificação dos hospitais Funrural, de Manga e Municipal São Vicente de Paulo, do município de Coração de Jesus, para o Nível III, conforme Portaria SES-MG nº 4.448 de 2016, visando a melhoria da estrutura de atendimento das demandas da população das duas regiões de saúde.

A Referência Técnica do Núcleo de Redes da Regional de Saúde de Montes Claros, Cleiton Francis Carnielle, explicou que com a reclassificação os dois hospitais passarão a receber incentivos financeiros antes destinados aos hospitais de Salinas e Francisco Sá, que atualmente fazem jus a recursos federais destinados às Unidades de Pronto Atendimento – (UPAs) recentemente habilitadas.

“Com novos recursos, as regiões de Coração de Jesus e Manga terão condições de ampliar os serviços prestados à população o que, em contrapartida, reduzirá o encaminhamento de pacientes para atendimento em outras cidades do Norte de Minas, principalmente Montes Claros”, observou Cleiton Carnielle.

Durante a reunião, Referências Técnicas do Núcleo de Regulação da Secretaria Municipal de Saúde de Montes Claros – (SMS), que coordena a gestão dos serviços de saúde de alta complexidade na região ampliada de saúde do Norte de Minas, apresentou dados sobre os atendimentos nas portas de entrada dos hospitais de Montes Claros. O médico e coordenador do Núcleo de Regulação da SMS de Montes Claros, Eníus Versiane, ressaltou a importância da união de esforços entre a Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais – (SES-MG) com o Cosems e gestores municipais, visando o fortalecimento dos serviços de saúde existentes nas regiões de saúde.

“Isso possibilitará que os hospitais das regiões de saúde tenham condições de atender as demandas básicas da população, ficando as instituições de Montes Claros responsáveis apenas pelos casos de urgência e emergência, além de especialidades mais complexas”, salientou Enius Versiani.

Por sua vez, o médico da Central de Regulação de Leitos do Norte de Minas, Antônio José Marinho Cedrin, reforçou a importância da articulação de ações entre a SES-MG e as instituições representantes dos municípios.

“Temos nas mãos a oportunidade de escrevermos uma nova história na melhoria dos serviços de saúde do Norte de Minas. Sabemos onde estão os problemas e, com a união de esforços temos condições de reestruturarmos a rede de urgência e emergência para que ela seja efetivamente resolutiva”, frisou Antônio Cedrin.

A Médica e Diretora de Qualidade da Santa Casa de Montes Claros, Cláudia Diniz, apresentou a situação do pronto socorro do maior hospital do Norte de Minas e ressaltou que a superlotação da unidade de saúde decorre de vários fatores, entre eles a ineficiência dos serviços de atenção primária e a falta de resolutividade dos atendimentos nos hospitais sediados nas regiões de saúde.

Créditos: Pedro Ricardo

A diretora defendeu a necessidade da revisão da rede de urgência e emergência como um todo, visando fazer com que cada instituição cumpra as responsabilidades já assumidas e, para as quais, são destinados incentivos financeiros governamentais.

A coordenadora médica do Serviço Móvel de Urgência do Norte de Minas, Lílian Christianne Brito também defendeu a melhoria dos serviços de saúde nas regiões levando-se em conta a grande extensão territorial. Ela lembrou que “devido à alta demanda de pacientes que se deslocam para Montes Claros o Samu acaba cedendo equipamentos aos hospitais que, por causa da sobrecarga, solicitam apoio para ter condições de realizar os atendimentos”.

A diretora executiva do Samu, Kelly Cristina de Moura Lacerda, observou que, por meio de ações conjuntas, as instituições de saúde e a SES-MG conseguirão encontrar soluções para os problemas existentes.

O Superintendente Regional de saúde, Maquieden Durães Viriato, frisou que a SES-MG está aberta ao diálogo com todas as instituições, seja na revisão de protocolos e fluxos de atendimento nas unidades de saúde, bem como na busca de melhoria dos serviços prestados à população.

O Comitê

O Comitê é um espaço formal de discussão e implantação das correções necessárias a permanente adequação do sistema de atenção à saúde, de acordo com as diretrizes estabelecidas pelos planos de atenção às urgências regional e estadual. É o Comitê que determina as metas a serem atingidas pela rede através de indicadores de resultados, além de avaliar e propor alterações no plano de operações do sistema de atenção às urgências e emergências. Outra função do Comitê é elaborar as normas e protocolos de atendimento dos componentes pré-hospitalar, hospitalar e pós-hospitalar.

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Banco de notícias Fri, 15 Jun 2018 16:27:13 +0000