Notícias http://www.saude.mg.gov.br Sun, 19 May 2019 08:18:28 +0000 Joomla! - Open Source Content Management pt-br Decreto que estabelece promoção da alimentação saudável em escolas passa a valer a partir de junho http://www.saude.mg.gov.br/servidor/sala-de-situacao-municipal/stories/11150-decreto-que-estabelece-promocao-da-alimentacao-saudavel-em-escolas-passa-a-valer-a-partir-de-junho http://www.saude.mg.gov.br/servidor/sala-de-situacao-municipal/stories/11150-decreto-que-estabelece-promocao-da-alimentacao-saudavel-em-escolas-passa-a-valer-a-partir-de-junho

A partir de 07 de junho, todas as escolas públicas (municipais e estaduais) e privadas de Minas Gerais devem seguir uma série de ações para promoção da alimentação adequada, saudável e sustentável, incluindo o incentivo ao consumo de alimentos como frutas, legumes e verduras. As determinações integram o Decreto Estadual Nº 47.557 de dezembro de 2018 que, passados os 180 dias de sua publicação, deverá ser colocado em prática pelas escolas a partir do início de junho.

Decreto - alimentação

O Decreto Estadual também prevê a proibição do fornecimento e comercialização de produtos e preparações com altos teores de calorias, gordura saturada, gordura trans, açúcar livre e sal, ou com poucos nutrientes. Também fica vedada a exposição, nas escolas, de materiais publicitários que tenham como objetivo persuadir crianças e adolescentes para o consumo de produtos com alto valor calórico, incluindo aqueles que utilizem personagens, apresentadores infantis, desenhos animados ou de animação, entre outros materiais com apelo ao público infantil e jovem.

A proibição do fornecimento de alimentos com alto teor calórico se estende aos vendedores ambulantes posicionados nas entradas e saídas das instituições de ensino, estabelecimentos comerciais localizados no interior das escolas, empresas fornecedoras de alimentação escolar e serviços de delivery.

Conforme explica a referência técnica da Coordenadoria de Alimentação e Nutrição da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Nathália Ribeiro, estão sendo realizadas ações de divulgação do decreto para que as escolas possam se adequar. “Temos tido um retorno muito positivo das escolas, que estão entrando em contato para tirar dúvidas e compreendendo que se trata de uma questão de saúde pública. Nosso objetivo é fazer com que crianças e jovens fiquem protegidos, no período em que estiverem dentro das escolas, do consumo e publicidade de alimentos que estão relacionados a hipertensão, diabetes e outros agravos”, afirma.

Com o objetivo de divulgar as informações do decreto, a SES-MG realizou reuniões com sindicatos de professores de escolas particulares, Conselho Regional de Nutricionistas e profissionais de escolas municipais. Além da exposição das informações do decreto, o objetivo é incentivar escolas e profissionais da educação a incluírem no currículo dos alunos a promoção da alimentação saudável. “Estamos incentivando a realização de ações no ambiente escolar voltadas para uma alimentação saudável. As ações devem ser realizadas de forma integrada pelas disciplinas ofertadas nas escolas, como o desenvolvimento de hortas, trabalhos que envolvam a leitura dos rótulos dos alimentos, receitas com alimentos que são da nossa cultura e tradição alimentar”, explica Nathália Ribeiro.

Uma alimentação desequilibrada está relacionada a doenças como hipertensão e diabetes, que também tem acometido o público infantil e jovem. É preciso, portanto, considerar que a mudança no padrão da alimentação, principalmente entre crianças e adolescentes, caracterizada pelo aumento do consumo de alimentos ultraprocessados e a redução no consumo de alimentos in natura e minimamente processados, como frutas, arroz e feijão, está relacionada ao aumento da obesidade e de doenças como o diabetes, a hipertensão, e alguns tipos de câncer nessa faixa etária. Doenças associadas anteriormente apenas a adultos e idosos.

O Decreto

As ações e atividades propostas pelo decreto foram discutidas e elaboradas por um grupo de trabalho, formado por representantes da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Secretaria de Estado de Educação (SEE), e Câmara Governamental Intersetorial de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável (CAISANS-MG), pertencente à Secretaria de Planejamento e Gestão (SEPLAG). Além das ações de promoção da alimentação adequada e saudável nas escolas, o decreto também engloba algumas estratégias do Plano de Ação para Prevenção da Obesidade em Crianças e Adolescentes da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), como a restrição da publicidade e a regulamentação da venda de alimentos e bebidas não saudáveis para crianças nas escolas.

O decreto regulamenta a Lei n° 15.072, de 05/04/2004, que dispõe sobre a promoção da educação alimentar e nutricional nas escolas públicas e privadas do sistema estadual de ensino (a lei já vedava o fornecimento e a comercialização de alguns tipos de alimentos nas escolas). Em 2010, a Secretaria de Estado de Educação publicou a Resolução nº 1.511 de 26/02/10, orientando a aplicação da lei, entretanto, apenas nas escolas estaduais.

O decreto considera as escolas como um espaço com potencial para promover saúde e qualidade de vida, influenciando na formação de hábitos saudáveis e no desenvolvimento de habilidades para a promoção do bem-estar dos alunos e da comunidade. A alimentação adequada e saudável compreende a prática alimentar apropriada aos aspectos biológicos e socioculturais dos indivíduos e que seja ambiental, cultural e socialmente sustentável, harmônica em quantidade e qualidade.

Por meio do decreto, também ficou instituído o monitoramento da situação nutricional dos estudantes e a inserção da Educação Alimentar e Nutricional (EAN) no projeto pedagógico das escolas públicas e privadas, para que um conjunto de ações formativas, de prática contínua e permanente seja realizado. Os estabelecimentos comerciais localizados no interior das escolas e as empresas fornecedoras de alimentação escolar devem disponibilizar para a venda ou consumo, diariamente, pelo menos uma variedade de fruta da estação, in natura, inteira ou em pedaços. Além disso, ao comercializar sucos e vitaminas, estes devem ser preparados sem adição de açúcar ou adoçante.

Fiscalização

Conforme explica a Diretora de Vigilância em Alimentos da SES-MG, Ângela Ferreira, a Vigilância Sanitária Municipal ou Estadual (de forma complementar) é que deverá ser responsável por fiscalizar a comercialização dos produtos, além de realizar o controle sanitário das cantinas escolares. “A vigilância sanitária cumprirá o seu papel de promoção e proteção da saúde e a fiscalização se dará na forma da lei, sendo a execução de responsabilidade do município, com o apoio, sempre que necessário, do Estado e de forma complementar”, explica a diretora.

A fiscalização dos ambulantes deverá seguir a legislação municipal e passará a conferir, além das condições de limpeza e higiene, procedência e qualidade dos alimentos, de acordo com o previsto pelo decreto.

Dados epidemiológicos

O percentual de obesidade em crianças mineiras de 0 a 5 anos, acompanhadas nos serviços de Saúde do SUS, em 2015, era de 8,79%. Já em crianças de 5 a 10 anos, no mesmo ano, a estimativa era de 9,62%. Os dados são do Sisvan Web, sistema de dados do Ministério da Saúde. Já a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), do IBGE, de 2015, aponta que 41,6% dos adolescentes brasileiros do 9º ano relataram consumo de guloseimas cinco ou mais dias da semana, 26,7%, consumo de refrigerantes e 31,3% consumo de ultraprocessados salgados (hambúrguer, presunto, mortadela, salame, linguiça, salsicha, macarrão instantâneo, salgadinho de pacote, biscoitos salgados).

Para mais informações sobre Promoção da Saúde para uma vida saudável, acesse: www.saude.mg.gov.br/vidasaudavel

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Banco de notícias Wed, 15 May 2019 15:23:57 +0000
Vacinação contra a Gripe ainda não atingiu a meta em Minas http://www.saude.mg.gov.br/servidor/sala-de-situacao-municipal/stories/11147-vacinacao-contra-a-gripe-ainda-nao-atingiu-a-meta-em-minas http://www.saude.mg.gov.br/servidor/sala-de-situacao-municipal/stories/11147-vacinacao-contra-a-gripe-ainda-nao-atingiu-a-meta-em-minas

Minas Gerais ainda precisa vacinar cerca de 2,3 milhões de pessoas do total do público elegível para atingir a meta de 90% na Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza. A cobertura vacinal no estado está em 64,85%, ou seja, 3.682.815 doses foram aplicadas. Crianças e gestantes, historicamente, são os públicos que menos procuram a vacina. Entre esses grupos, a cobertura atual é de 60%.

Créditos: Gil Leonardi/Imprensa MG

Segundo a coordenadora Estadual de Imunizações, Josianne Dias Gusmão, a vacina é segura e tem se mostrado eficaz na redução de internações, complicações e óbitos causados pelo vírus da Influenza. “A vacinação é fundamental como estratégia de prevenção contra a gripe. E mesmo quem se vacinou no ano passado, deve se vacinar neste ano. Isso porque o vírus Influenza muda constantemente e requer uma reformulação da vacina a cada ano. Ou seja, as vacinas que foram distribuídas na campanha de 2018 não são as mesmas de 2019”, disse. No estado, cerca de 4 mil postos de vacinação estão à disposição da população.

A estudante de pedagogia, Mônica Cardoso, não tem dúvidas sobre os benefícios que a vacina trouxe para a saúde do seu filho, Leandro Alves, 4 anos. “Assim que começa a campanha, eu levo o Leandro ao posto para vacinar. Como ele tem asma, a vacina evita crises respiratórias intensas. Noto que além de ficarem mais brandas, essas crises de asma ficam mais esparsas, melhorando muito a saúde dele”, disse Mônica.

Muitas pessoas têm dúvidas sobre a vacina e sobre a gripe. Para esclarecer as dúvidas mais comuns, clique em http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/story/11080-secretaria-de-estado-de-saude-esclarece-mitos-sobre-a-vacina-contra-a-gripe

Público elegível

Em sua 21ª edição, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza ampliou a vacina para crianças na faixa etária de seis meses a menores de seis anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias). Além das crianças, fazem parte do público da campanha adultos com 60 anos ou mais, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), trabalhadores da saúde, professores das escolas públicas e privadas, povos indígenas, profissionais das forças de segurança e salvamento, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional.

Créditos: Gil Leonardi/Imprensa MG

Para as pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais independe da idade, conforme indicação do Ministério da Saúde em conjunto com sociedades científicas, mantém-se a necessidade de prescrição médica especificando o motivo da indicação da vacina, que deverá ser apresentada no ato da vacinação.

Segundo Josianne, a SES-MG tem orientado as Unidades Regionais de Saúde a repassarem aos seus municípios sugestões de estratégias para atingir a meta de vacinação. “Para que o maior número de pessoas dos grupos elegíveis seja vacinado, o município poderá realizar a avaliação das coberturas vacinais por grupo elegível, além de analisar as doses distribuídas e aplicadas. Com base nessas informações, é possível fazer uma busca ativa, casa a casa, de faltosos para receber a vacina. Isso é muito importante, pois é capaz de identificar aqueles que não tiveram acesso à campanha por falta de tempo ou de informações adequadas sobre a vacina”, disse.


Cenário epidemiológico

Em Minas Gerais, até o dia 08/05, foram notificados 828 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Do total de casos notificados com amostras já processadas, 33 foram confirmados como SRAG causados pelo vírus da Influenza (gripe) e 73 casos como SRAG por outros vírus respiratórios. Dos 33 casos de SRAG causados pela Influenza, 31 foram de Influenza A/(HINI)pdm09, 1 por Influenza A (H3N2) e 1 por Influenza B. Já em relação às mortes, até o momento, foram notificados 73 óbitos por SRAG. Desses, 5 apresentaram associação a vírus respiratórios, sendo que um (1) foi ocasionado pelo influenza A (H1N1)pdm09, no município de Belo Horizonte. Os outros quatro (4) foram associados a outros vírus respiratórios e foram registrados em Belo Horizonte (2), Unaí (1) e Governador Valadares (1).

Conheça em detalhes a situação epidemiológica da gripe em Minas, acessando o boletim.

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Banco de notícias Wed, 15 May 2019 10:04:46 +0000
SES-MG faz recomendações a torcedores visando a Copa América 2019 http://www.saude.mg.gov.br/servidor/sala-de-situacao-municipal/stories/11141-ses-mg-faz-recomendacoes-a-torcedores-visando-a-copa-america-2019 http://www.saude.mg.gov.br/servidor/sala-de-situacao-municipal/stories/11141-ses-mg-faz-recomendacoes-a-torcedores-visando-a-copa-america-2019

A edição 2019 da Copa América, que será sediada no Brasil, deve contar com torcedores vindos de 99 países, segundo informações publicadas pelo Comitê Organizador Local, no site oficial da competição. Além de pessoas vindas dos países participantes da competição mais antiga entre seleções de futebol, são esperados visitantes vindos de vários continentes, incluindo nações com pouca tradição no esporte, como Chipre e Tanzânia. Minas Gerais é um dos Estados em que haverá visitação, sobretudo levando em conta que Belo Horizonte vai receber jogos importantes, tanto na fase classificatória, quanto as semifinais do torneio. Por conta do fluxo de turistas no período de transmissão, algumas dicas são importantes para que brasileiros e estrangeiros possam aproveitar o período dos jogos com saúde.

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De acordo com a diretora de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Janaina Fonseca Almeida, como a situação de saúde de cada um dos países no mundo é diferente da brasileira, há o risco de chegada de algumas doenças transmissíveis originadas em outros países. “Podemos dar como exemplo o sarampo, a rubéola, a difteria, a influenza, a catapora entre outras, que podem pôr em risco a saúde da população brasileira desprotegida”, explicou. No entanto, há que se pensar também no contato do turista com doenças endêmicas em Minas. “Dengue, chikungunya, febre amarela e outras doenças de transmissão alimentar e hídrica podem acometer pessoas que vêm ao Brasil para prestigiar a Copa América ou outros locais turísticos e, ao regressarem a seus países, podem estar acometidas por algumas dessas enfermidades”, alertou.

Alguns cuidados em geral, voltados tanto à população nacional, quanto aos visitantes, são citados por Janaina Almeida como eficazes para evitar adoecimentos. “Consumo de água e alimento de fontes seguras; a higienização das mãos com água e sabão e antes de cada refeição ou a utilização de antisséptico à base de álcool como medida de reforço. Na hora de tossir ou espirrar, deve-se cobrir a boca com a parte interna do braço, evitando assim a propagação de agentes infecciosos respiratórios. São comportamentos muito simples e eficientes de prevenção”, comentou.

Créditos: Gil Leonardi/Imprensa MG

Quanto à imunização, trata-se de uma forma de preservação da saúde de maior efetividade. O coordenador de Doenças e Agravos Transmissíveis da SES, Gilmar José Coelho Rodrigues, enfatiza que a vacinação deve ser prévia, conforme o calendário de imunizações. “O ideal é que a pessoa se vacine pelo menos 15 dias antes da viagem a locais com eventos internacionais. São recomendações válidas para o público local e também oriundo de outros países, sejam aqueles que vêm ao nosso estado para participar do evento esportivo, sejam os que estão em deslocamentos a pontos turísticos. As vacinas minimamente recomendadas são as que protegem contra o sarampo, caxumba e rubéola, contra a febre amarela, entre outras vacinas importantes para sua proteção individual”, indicou.

Apesar de não haver exigência de comprovação da situação vacinal do visitante estrangeiro para ingresso no território brasileiro, recomenda-se que o façam previamente. “Do contrário, estarão sob risco de exposição plausível a algumas doenças. Dentre as muitas doenças transmissíveis que podem ser prevenidas por vacinação podemos citar sarampo, caxumba, rubéola, influenza, hepatite B, difteria, coqueluche e catapora”, disse Rodrigues.

Golaço a favor da Saúde

A recomendação para vacinação aos torcedores que vão acompanhar seus países durante grandes competições esportivas vem sendo feita continuamente pelas organizações internacionais que atuam na área da saúde. Em 2018, antes da Copa do Mundo de futebol realizada na Rússia, a Organização Pan-americana de Saúde (OPAS) promoveu uma campanha pela vacinação voltada aos apaixonados pelo esporte, que contou com o reforço do atacante uruguaio Edinson Cavani, astro do Paris Saint-Germain que divide os holofotes com Neymar no clube francês. Em vídeos publicados no canal oficial da OPAS no YouTube, bem como nas redes sociais do jogador, Cavani fala que a vacinação é “um ato de amor” e conclama a todas pessoas a fazerem o “golaço de suas vidas”. Em outro momento, dias antes de viajar para disputar a Copa, surpreendeu crianças em um posto de saúde de Montevidéu, encorajando os pequenos a vacinar e confortando aqueles que estavam assustados.

Reprodução Twitter

Dicas

Atualmente, há no estado a circulação de doenças, de forma endêmica, por picada de mosquitos: a dengue, chikungunya e febre amarela. Nesse caso, recomenda-se o uso de repelentes à base de icaridina, para proteção mais eficaz. Também deve haver atenção às enfermidades de transmissão respiratória, como influenza, coqueluche, caxumba e catapora. Além disso, faz-se o alerta para as infecções sexualmente transmissíveis como AIDS, sífilis e hepatite B, para as quais são indispensáveis o uso de preservativos como método preventivo. Além disso, deve-se ficar atento aos riscos de condições de precariedade higiênica para evitar contaminações por salmonela, shiguela, e.coli e outras enterobacterias.

O torneio

A Copa América de 2019, oficialmente CONMEBOL Copa América 2019, será a 46ª edição do principal torneio de futebol masculino entre seleções da América do Sul. Organizada pela Confederação Sul-Americana de Futebol e disputada no Brasil, que recebe o evento pela 5ª vez na história da competição, ocorrerá entre os dias 14 de junho de 2019 e 7 de julho de 2019. As 10 seleções sul-americanas filiadas à Conmebol, somadas a Japão e Qatar, farão jogos nas cidades de Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Salvador.

Até o momento, segundo os organizadores, foram comercializados mais de 350 mil ingressos. No ranking de países que mais compraram ingressos estão, além do Brasil, Chile, Colômbia, Argentina, Peru e Uruguai, entre os 99 países em que foram registradas compra de entradas para os jogos.

Veja os jogos programados para Belo Horizonte:

Grupo A

22/6 – 16h – Bolívia x Venezuela – Mineirão/Belo Horizonte

Grupo B

19/6 – 21h30 – Argentina x Paraguai - Mineirão/Belo Horizonte

Grupo C

16/6 – 19h – Uruguai x Equador - Mineirão/Belo Horizonte

24/6 – 20h – Equador x Japão - Mineirão/Belo Horizonte

Semifinais

2/7 – 21h30 – V19 x V21 - Mineirão/Belo Horizonte

 

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Banco de notícias Tue, 14 May 2019 12:09:48 +0000
Governo de Minas recebe ideias e projetos que viabilizem retomada da implantação dos hospitais regionais http://www.saude.mg.gov.br/servidor/sala-de-situacao-municipal/stories/11140-governo-de-minas-recebe-ideias-e-projetos-que-viabilizem-retomada-da-implantacao-dos-hospitais-regionais http://www.saude.mg.gov.br/servidor/sala-de-situacao-municipal/stories/11140-governo-de-minas-recebe-ideias-e-projetos-que-viabilizem-retomada-da-implantacao-dos-hospitais-regionais

O Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), publicou no Diário Oficial de Minas Gerais desta terça-feira, 14/5, o edital de Tomada Pública de Subsídios (TPS), para obter estudos e levantamentos que subsidiem a elaboração de modelos de negócios para a conclusão das obras e colocação em operação dos Hospitais Regionais do Estado. Participaram do processo as Secretarias de Planejamento e Gestão (Seplag) e de Transportes e Obras Públicas (Setop).

A Tomada de Subsídios funciona como um ‘brainstorming’, já que a intenção é iniciar uma discussão - com ajuda do mercado e outras instituições, como universidades - para colher ideias e projetos que possam trazer soluções para as obras, que foram paralisadas em governos passados e estão em diferentes fases de execução.

Em um cenário de déficit fiscal no Estado e diante da importância destes hospitais para os mineiros, a atual gestão busca, assim, alternativas que não dependam exclusivamente de recursos públicos para a retomada ou começo das obras.

Estão no edital os hospitais de Além Paraíba, Conselheiro Lafaiete, Divinópolis, Governador Valadares, Juiz de Fora, Montes Claros, Nanuque, Novo Cruzeiro, Sete Lagoas, Teófilo Otoni e Unaí.

Poderão participar da Tomada de Subsídios entidades públicas ou privadas, com ou sem fins lucrativos, com experiência na prestação de serviços médicos e/ou hospitalares, ou na gestão de equipamentos de saúde, como grupos administradores de hospitais e clínicas, faculdades de medicina, dentre outras, como empresas investidoras, consultorias, fundos de investimentos e instituições do terceiro setor/filantrópicas.

“As rodadas de discussões buscam um diálogo aberto e público entre o governo e todas as entidades interessadas. O resultado será um amplo estudo sobre o modelo mais adequado para cada unidade hospitalar, e a expectativa é que as soluções apresentadas façam com que os hospitais regionais sejam autossustentáveis financeiramente”, explica o secretário adjunto de Saúde, Bernardo Ramos.

Arte: Deise Meireles

“Frente ao delicado cenário financeiro que enfrentamos hoje em Minas Gerais, a continuidade das obras dos hospitais requer soluções criativas e a colaboração de múltiplos agentes. Nesta gestão, recriamos na Setop um núcleo estratégico de parcerias e concessões, que faz parte do Grupo de Trabalho e participou ativamente da elaboração do edital”, completa o secretário de Transportes e Obras Públicas, Marco Aurélio Barcelos.

Cabe destacar que o Governo de Minas Gerais, por meio da Resolução Conjunta SES/Seplag/Setop nº 247, já havia instituído, em fevereiro deste ano, Grupo de Trabalho para promover estudos e propor medidas para viabilizar a implantação dos Hospitais Regionais. Uma das primeiras ações do grupo foi justamente a elaboração deste processo de tomada de subsídios.

Propostas

As contribuições que forem colhidas ao longo da Tomada de Subsídios serão utilizadas para direcionar a forma de atuação das unidades, considerando as necessidades e a rede pública de Saúde de cada região.

A Tomada de Subsídios prevê rodadas de discussões, que devem durar até 90 dias, e, com elas, a expectativa é que seja possível identificar o modelo mais adequado para cada empreendimento - isto é, poderão ser montados modelos específicos para cada um.

Além de autossustentáveis financeiramente, a ideia é que os hospitais ofertem atendimentos via Sistema Único de Saúde (SUS), ainda que concomitantemente com serviços privados.

As entidades interessadas em participar da Tomada de Subsídios poderão acessar ao edital e demais documentos do processo no site: www.saude.mg.gov.br/parcerias/hospitaisregionais. Os documentos para cadastramento deverão ser enviados para o e-mail parcerias@saude.mg.gov.br até o dia 29/5/2019.

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Banco de notícias Tue, 14 May 2019 10:03:05 +0000
Regional de Coronel Fabriciano realiza capacitação sobre Programa Nacional de Controle da Dengue http://www.saude.mg.gov.br/servidor/sala-de-situacao-municipal/stories/11162-regional-de-coronel-fabriciano-realiza-capacitacao-sobre-programa-nacional-de-controle-da-dengue http://www.saude.mg.gov.br/servidor/sala-de-situacao-municipal/stories/11162-regional-de-coronel-fabriciano-realiza-capacitacao-sobre-programa-nacional-de-controle-da-dengue

A Regional de Saúde de Coronel Fabriciano realizou, dos dias 13 a 16 de maio, em seu auditório, uma capacitação sobre os sistemas de informação do Programa Nacional de Controle da Dengue (SisPNCD) e do Levantamento Rápido do Índice de Infestação para Aedes Aegypti (LIRAa). O treinamento buscou apresentar e capacitar os Agentes de Combate às Endemias (ACE), dos 35 municípios do território Vale do Aço, sobre as funções dos sistemas e os objetivos a serem alcançados por meio dele.

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Segundo Joel Caldas, referência técnica em arboviroses da Regional de Saúde de Coronel Fabriciano, esse tipo de capacitação é muito importante, visto que foi direcionada aos novos ACE’s que não haviam passado por nenhum tipo de capacitação sobre os sistemas. “O objetivo foi esclarecer o máximo de dúvidas possíveis e fazer com que os municípios tenham melhores condições de realizar o planejamento das ações de enfrentamento, controle e mobilização contra o mosquito Aedes Aegypti”, disse Joel.

Já Edelson Inácio Vieira, que também é referência técnica em arboviroses, apresentou detalhadamente os sistemas. “A grande rotatividade de profissionais, neste caso ACE’s, torna necessário capacitações frequentes para aprofundar e alinhar as ações. Sabemos das dificuldades, mas podemos superá-las”, ressaltou Edelson.

Durante o treinamento, os técnicos ressaltaram as novas orientações para municípios com menos de dois mil imóveis. Além da obrigatoriedade do LIRAa, a resolução determina a realização do Levantamento de Índice Amostral (LIA) nas localidades infestadas pelo vetor Aedes aegypti e que possuam menos de 2 mil imóveis. Os profissionais dos municípios atualizaram também seus conhecimentos a respeito da rotina de trabalho em campo, coleta dos dados, bem como utilização das plataformas dos sistemas.

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Banco de notícias Fri, 17 May 2019 16:26:34 +0000
Norte de Minas reforça a mobilização da sociedade no Dia Nacional de Luta Antimanicomial http://www.saude.mg.gov.br/servidor/sala-de-situacao-municipal/stories/11161-norte-de-minas-reforca-a-mobilizacao-da-sociedade-no-dia-nacional-de-luta-antimanicomial http://www.saude.mg.gov.br/servidor/sala-de-situacao-municipal/stories/11161-norte-de-minas-reforca-a-mobilizacao-da-sociedade-no-dia-nacional-de-luta-antimanicomial

Para marcar as celebrações do Dia Nacional de Luta Antimanicomial, nesta sexta-feira, 17, e também sábado, 18/5, vários municípios do Norte de Minas realizam várias atividades reforçando os movimentos que preveem a reformulação da assistência em saúde mental e a inserção das pessoas com sofrimento mental na sociedade. Esta sexta-feira foi marcada pela realização de passeatas em vários municípios, entre eles, Jaíba, Montes Claros, Salinas, Janaúba e São João do Paraíso, envolvendo profissionais de saúde, familiares e usuários dos serviços de atenção psicossocial.

PASSEATA JANAUBA

Em Montes Claros, nesta semana, a referência técnica em saúde mental da Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais – (SES-MG), Alcina Mendes Brito participou do Seminário “Retorno dos Manicômios, a quem interessa”, organizado por instituições de ensino superior e pelos conselhos regionais de Psicologia e Enfermagem. Na Câmara Municipal de Montes Claros a referência técnica da SES-MG também participou de audiência pública organizada pelo Legislativo, oportunidade que foram lembrados os avanços e os desafios dos serviços de saúde mental.

Na oportunidade Alcina Brito reforçou “a importância do fortalecimento das políticas públicas voltadas para a assistência em saúde mental, por meio do Sistema Único de Saúde – (SUS), levando-se em conta a importância do apoio da sociedade no acolhimento de pessoas acometidas por transtorno mental nos mais diferentes espaços de convivência”.

Nesta sexta-feira, 17, foi realizada passeata na região central de Montes Claros envolvendo profissionais de saúde e familiares de pessoas acometidas por transtorno mental, oportunidade que foi reforçada a defesa das políticas voltadas para esse segmento da saúde pública. Já no domingo, 19/5, será realizada a primeira edição da Corrida e Caminhada pela Saúde Mental de Montes Claros. O evento é uma iniciativa da Associação dos Usuários, Familiares e Amigos da Rede Psicossocial - Consciência Ativa, com o objetivo de chamar a atenção da sociedade sobre as pessoas acometidas por transtornos mentais e seu tratamento, questionando as relações de estigma que excluem os pacientes do meio social.

Os atletas poderão escolher entre uma corrida de 5 km e uma caminhada de 2 km, sendo que ambas partirão, às 7h30, da sede do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS AD), localizado na rua Gonçalves Figueira, 202, centro. Todos os atletas que participarem da corrida receberão medalha e os cinco primeiros, nas categorias geral masculino e feminino, assim como o primeiro na categoria entre 15 e 18 anos, receberão troféus.

Outros municípios 

Nesta sexta-feira, 17, a Secretaria Municipal de Saúde de Capitão Enéas realizou o I Seminário de Saúde Mental: Avanços e Desafios. O evento contou com a participação da referência técnica da SES-MG, Alcina Mendes Brito, que proferiu palestra tendo como foco o slogan, “Direito às Diversas Gentes: De mãos dadas contracorrentes”, criado neste ano pelo Fórum Mineiro de Saúde Mental.

Em Grão Mogol, o Centro de Atenção Psicossocial Direito de Viver, em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde, realizou nesta semana várias atividades voltadas para a mobilização da população em defesa da assistência à saúde mental. As atividades prosseguiram nesta sexta-feira com a realização de passeata envolvendo familiares e usuários dos serviços de saúde mental e profissionais de saúde. Neste sábado, 18/05, a partir das 19 horas, na Praça Beira Rio, será exibido o filme “Nise: O Coração da Loucura”.

Também no sábado, a Secretaria Municipal de Saúde de Rio Pardo de Minas realizará a “Caminhada do Dia da Luta Antimanicomial, em valorização da saúde mental, respeitando as diferenças”. O evento começará às 8 horas em frente ao Centro de Atenção Psicossocial do município.

Rede de Atenção

A Rede de Atenção Psicossocial de Minas Gerais tem pontos estratégicos e prioritários na atenção primária em saúde; atenção psicossocial e atenção hospitalar, entre outros. Os Caps são administrados pelos municípios e, prioritariamente, atendem pacientes graves em crise que, ao se estabilizarem, são referenciados às unidades básicas de saúde para acompanhamento ambulatorial. Durante esse período, as UBS desenvolvem ações de tratamento, reabilitação e inclusão psicossocial, além do repasse de orientações à família do paciente visando a não cronificar a pessoa, como ocorria anteriormente na internação manicomial.

Atualmente, na área de abrangência da Regional de Saúde de Montes Claros a rede de serviços de saúde mental possui 17 centros de atenção psicossocial habilitados no Ministério da Saúde. Outros 4 CAPS, uma unidade de acolhimento adulto e um serviço residencial terapêutico estão em funcionamento, aguardando Portaria de habilitação do Ministério da Saúde. A rede norte-mineira conta com 40 leitos de saúde mental, álcool e outras drogas e uma unidade de acolhimento infanto-juvenil.

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Banco de notícias Fri, 17 May 2019 16:23:12 +0000
Regional de Saúde de Divinópolis realiza reunião sobre controle e manejo clínico de pacientes com dengue http://www.saude.mg.gov.br/servidor/sala-de-situacao-municipal/stories/11160-regional-de-saude-de-divinopolis-realiza-reuniao-sobre-controle-e-manejo-clinico-de-pacientes-com-dengue http://www.saude.mg.gov.br/servidor/sala-de-situacao-municipal/stories/11160-regional-de-saude-de-divinopolis-realiza-reuniao-sobre-controle-e-manejo-clinico-de-pacientes-com-dengue

Na última quinta-feira, 16/5, a Regional de Saúde de Divinópolis realizou uma reunião com técnicos da e profissionais da saúde com o município de Nova Serrana para traçar estratégias para o enfrentamento ao Aedes Aegypti e assistência ao paciente infectado pelo vírus do mosquito.

O objetivo do encontro foi pontuar e sugerir trabalhos que envolvam os quatro eixos de controle do vetor: vigilância epidemiológica, Controle Vetorial, assistência (Primária e Secundária) e Comunicação Social/Mobilização.

“Criamos uma estratégia específica para o atendimento dos pacientes diagnosticados e suspeitos para alguma arbovirose. A equipe foi capacitada e instruída para utilizar os protocolos. Além disso, estamos divulgando a situação e alertando a população”, comentou a Secretária de Saúde de Nova Serrana, Glaucia Sbampato.

Créditos: Willian Pacheco

No eixo assistência, os técnicos Estaduais e Municipais visitaram duas equipes de Estratégia de Saúde Da Família(ESF), a Unidade de Pronto Atendimento (UPA 24hs) e a Policlínica. A equipe discutiu com os profissionais das unidades como o município estruturou o fluxo assistencial, se houve a utilização do protocolo de Manejo Clínico, como ocorreu a hidratação oral e venosa dos pacientes suspeitos para doença e a referência e contra referência.

“Na assistência, a minha impressão foi muito boa. A equipe tem proposto estratégias para o paciente não ficar desassistido e perdido na rede da saúde. Há horários alternativos e hidratação para os pacientes. O fluxograma de atendimento está bem visualizado e aplicado”, pontuou a referência do eixo Assistência da SES-MG, Natália Colén. Quanto ao pacientes atendidos pela ESF, a coordenadora da Atenção Primária da Regional de Divinópolis, Agripina Fraga, destacou a necessidade de “monitorar os pacientes que precisam se descolar até ao centro para fazer os exames laboratoriais. Uma boa estratégia que vocês estão utilizando é vincular o atestado médico ao retorno do paciente. Isto foi muito interessante”, completou a coordenadora.

Na Vigilância Epidemiológica e Controle Vetorial, os técnicos acompanharam os trabalhos agentes, verificaram a integração Agentes Comunitários e Agentes de Endemias, o mapeamento dos casos. “Vocês estão com uma equipe muito boa. Eles têm um bom diálogo. Alguns pontos podem ser facilmente resolvidos com uma orientação e ajustando o serviço de controle vetorial. Como proposta, sugerimos ampliar o número de agentes para que haja uma maior cobertura de imóveis trabalhados”, frisou a referência técnica da SES-MG, Dionísio Pacceli Costa.

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Banco de notícias Fri, 17 May 2019 14:50:42 +0000
SES-MG reforça a importância do Dia da Luta Antimanicomial http://www.saude.mg.gov.br/servidor/sala-de-situacao-municipal/stories/11159-ses-mg-reforca-a-importancia-do-dia-da-luta-antimanicomial http://www.saude.mg.gov.br/servidor/sala-de-situacao-municipal/stories/11159-ses-mg-reforca-a-importancia-do-dia-da-luta-antimanicomial

No próximo sábado, 18/5, é celebrado o Dia Nacional da Luta Antimanicomial, movimento que prevê a reformulação da assistência em saúde mental e a inserção das pessoas com sofrimento mental na sociedade, bem como sua livre circulação. A data foi escolhida durante o Congresso de Trabalhadores, realizado em maio de 1987, em Bauru (SP), com profissionais favoráveis às políticas antimanicomiais e que propunham a necessidade de reformar o sistema psiquiátrico brasileiro da época. 

Crédito: Marcus Ferreira

Após o encontro, diferentes atores e segmentos sociais compostos por familiares e trabalhadores da saúde passaram a se organizar em prol de uma reforma psiquiátrica e por sua implantação no Sistema Único de Saúde (SUS). “A reforma psiquiátrica e o movimento da luta antimanicomial foram de suma importância para a mudança da atenção às pessoas com sofrimento mental e aos usuários de álcool e outras drogas. Sua premissa se baseia na assistência ao paciente, em liberdade, e no respeito à singularidade e autonomia dos sujeitos, bem como na manutenção dos vínculos familiares e sociais”, analisa a coordenadora do Programa Estadual de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Juliana Ávila.

A lei da Reforma Psiquiátrica é, atualmente, a responsável pela construção de uma sociedade que supera o modelo excludente, assegurando aos pacientes o cuidado, em liberdade, nos diversos serviços de saúde nos territórios. Seu papel também é fundamental na sustentação da política de saúde mental no âmbito do SUS, garantindo financiamento público para os serviços da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS).

Rede de Atenção Psicossocial (RAPS)

A RAPS é composta por diversos serviços que são pautados na autonomia, respeito e singularidade das pessoas, baseando-se na convivência dentro da sociedade. A porta de entrada é feita na Atenção Primária à Saúde, que possui equipes multiprofissionais responsáveis por um conjunto de ações de saúde, de âmbito individual e coletivo, que abrange a promoção e a proteção da saúde, prevenção de agravos, diagnóstico, tratamento, reabilitação, redução de danos e a manutenção da saúde. “O objetivo é desenvolver a atenção integral que impacte na situação de saúde e autonomia das pessoas e nos determinantes e condicionantes de saúde das coletividades”, explica Juliana Ávila.

Há também as equipes de Consultório na Rua que atuam de forma itinerante, ofertando ações e cuidados de saúde para a população em situação de rua, considerando suas diferentes necessidades de saúde. Já os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são serviços de base territorial com diversas modalidades que atendem pessoas em crise, devido aos transtornos mentais graves e persistentes e/ou com necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas.
Nas Unidades de Acolhimento são oferecidos cuidados contínuos de saúde em ambiente residencial para pessoas com necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas, de ambos os sexos, que apresentem acentuada vulnerabilidade social e/ou familiar e demandem acompanhamento terapêutico e protetivo de caráter transitório. “As unidades de acolhimento funcionam de maneira articulada com os CAPS, observando sempre a singularidade e necessidade de cada indivíduo”, destaca a coordenadora.

Por fim, há os Centros de Convivência, articulados às Redes de Atenção à Saúde, onde são oferecidos à população em geral espaços de sociabilidade, produção e intervenção na cultura e na cidade. Há também os Serviços Residenciais Terapêuticos, definidos por moradias inseridas na comunidade destinadas a acolher pessoas egressas de internação de longa permanência, de hospitais psiquiátricos e hospitais de custódia. “Tais serviços são estratégicos para a inclusão social das pessoas com transtornos mentais e/ou que fazem uso prejudicial de álcool e outras drogas, além de promover espaços de convívio e sustentação das diferenças na comunidade e em variados espaços da cidade”, analisa Juliana Ávila.

O quadro abaixo detalha a quantidade de serviços da Rede de Atenção Psicossocial ofertados em Minas Gerais.

matéria RAPS

Atenção Hospitalar

A Política Estadual de Saúde Mental, álcool e outras drogas tem previstos os leitos de saúde mental em hospital geral em atenção às pessoas com sofrimento ou transtorno mental e com necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas. O cuidado ofertado no âmbito hospitalar é articulado com o Projeto Terapêutico Individual desenvolvido pelo serviço de referência do usuário. “O acesso aos leitos na enfermaria especializada em hospital geral deve ser regulado com base em critérios clínicos e de gestão por intermédio do Centro de Atenção Psicossocial de referência e, no caso de o usuário acessar a Rede por meio deste ponto de atenção, deve também ser providenciada sua vinculação e referência a um Centro de Atenção Psicossocial que assumirá o caso, conforme previsto na Política Estadual de Saúde Mental, álcool e outras drogas”, aponta a coordenadora do Programa Estadual de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas da SES-MG. Minas Gerais, atualmente, possui 331 leitos de saúde mental em hospital geral habilitados pelo Ministério da Saúde.

Crédito: Marcus Ferreira

Ações

A Coordenação Estadual de Saúde Mental, álcool e outras drogas apoia o dia 18 de maio e estimula que ações sejam realizadas nos municípios mineiros pelos usuários da Rede de Atenção Psicossocial, familiares e trabalhadores. Em 2019, a SES-MG realizou uma semana comemorativa com uma programação que contempla a utilização de espaços da Cidade Administrativa. Entre as atividades, estavam a sessão comentada do filme “Holocausto Brasileiro”, a exposição “Linha do Tempo: Uma História dos Porões à Liberdade”, bem como a mostra de trabalhos de usuários da RAPS do município de Pompéu e do CAPS de Sete Lagoas. Nesta sexta-feira (17/5), ocorre o desfile da Escola de Samba Liberdade Ainda que Tantam, cujos participantes se concentram às 13h na Praça da Liberdade.

» Clique aqui para conferir a galeria de fotos das exposições de Saúde Mental.

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Banco de notícias Fri, 17 May 2019 13:42:55 +0000
Informe Epidemiológico da Gripe (17/05) http://www.saude.mg.gov.br/servidor/sala-de-situacao-municipal/stories/11158-informe-epidemiologico-da-gripe-17-05 http://www.saude.mg.gov.br/servidor/sala-de-situacao-municipal/stories/11158-informe-epidemiologico-da-gripe-17-05

Em Minas Gerais, até o momento (17/05), foram notificados 945 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG hospitalizado), sendo que 139 (14,7%) com amostras já processadas. Do total de casos notificados com amostras já processadas, 39 foram confirmados por SRAG por Influenza ( 28,1 %) e 100 casos ( 71,9%) para outros vírus respiratórios do total de casos com investigação laboratorial.

Dos casos confirmados por influenza, predominou com 97,4% o Influenza A (38/39), precedido da ocorrência da Influenza B com 2,6% (1/39). Entre os vírus A, o subtipo identificado com 86,8% foi o influenza A(H1N1)pdm09 (33/38), 10,5% são de influenza A não subtipado (4/38) e 2,6% são de influenza A não subtipável (1/38).

Já em relação aos óbitos, até o momento, foram notificados 91 óbitos por SRAG, o que corresponde a 9,6% (91/945) dos casos notificados. Dos 91 óbitos, 11 apresentaram associação a vírus respiratórios, o que corresponde 12,1% (11/91). Das onze mortes por vírus respiratórios, 1 (uma) (9,1%) foi ocasionada pelo influenza A(H1N1)pdm09 no município de Belo Horizonte e 1 (uma) (9,1%) pelo influenza A não subtipado no município de Juiz de Fora e outras nove (81,8%) associadas a outros vírus respiratórios. Os óbitos associados a outros vírus respiratórios ocorreram nos municípios de Belo Horizonte (5), Uberlândia (1), Governador Valadares (1), Diamantina (1) e 1 do Distrito Federal.

Resumindo: em 2019, foram confirmados, até o momento (17/05), 39 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados pelo vírus da Influenza (gripe). Desses casos, dois evoluíram para o óbito, sendo um associado à influenza A(H1N1)pdm09 no município de Belo Horizonte e outro ao influenza A não subtipado em Juiz de Fora.

Dos 39 casos de SRAG causados pela Influenza, 36 foram de Influenza A/(HINI)pdm09, 2 por Influenza A não subtipado, 1 por Influenza B.

» Clique aqui e acesse o Informe Epidemiológico da Gripe (atualizado em 17/05/2019).

Dúvidas frequentes e outras informações sobre cuidados e prevenção da gripe estão disponíveis no site: www.saude.mg.gov.br/gripe

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Banco de notícias Fri, 17 May 2019 11:41:59 +0000
Regional de Saúde de Uberlândia capacita profissionais para o atendimento adequado ao paciente com suspeita de gripe http://www.saude.mg.gov.br/servidor/sala-de-situacao-municipal/stories/11157-regional-de-saude-de-uberlandia-capacita-profissionais-para-o-atendimento-adequado-ao-paciente-com-suspeita-de-gripe http://www.saude.mg.gov.br/servidor/sala-de-situacao-municipal/stories/11157-regional-de-saude-de-uberlandia-capacita-profissionais-para-o-atendimento-adequado-ao-paciente-com-suspeita-de-gripe

Regional de Saúde (SRS) de Uberlândia em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde de Uberlândia promoveu nesta quinta-feira (16/5), uma capacitação voltada para médicos e enfermeiros da atenção básica e especializada que atuam nos 18 municípios da região sobre o correto manejo clínico dos pacientes com suspeita de influenza de acordo com as diretrizes do Protocolo do Ministério da Saúde.

Crédito: Lilian Cunha

Segundo o médico da Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde de Uberlândia, Marcelo Sinício Peixoto, que abordou sobre os conceitos, proteção, diagnóstico e tratamento, “estamos entrando no pico da sazonalidade da influenza (gripe), que é uma doença que pode levar as pessoas a óbito tanto quanto a dengue e a meningite. É importante a conduta profissional na abordagem do paciente no diagnóstico, que é clínico e epidemiológico, podendo ou não ser acompanhado por alterações laboratoriais e radiológicas”, disse.

Ainda de acordo com o Médico epidemiologista, há diferença entre Síndrome Gripal (SG) e Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), e todos os conceitos e condutas estão descritos no protocolo. Em específico sobre a conduta, há o fluxograma do atendimento, que precisa estar de fácil acesso para o profissional consultar. “Na SRAG é obrigatória a notificação às autoridades de saúde, coleta do amostra e iniciar a medicação. O fosfato de oseltamivir deve ser prescrito também para todos os casos de SG que tenham condições e fatores de risco para complicações e com sinais de agravamento”, explicou.

Outro ponto fundamental da assistência reforçado por Marcelo Peixoto diz respeito ao acolhimento do paciente. “É preciso que a unidade de saúde esteja preparada para identificar as pessoas que estejam com suspeita de influenza assim que elas entrarem no local, colocando máscara para não disseminar o vírus para todos que estão ali, além de oferecer outras condições de higiene necessárias, como o álcool em gel, lenços de papel, pia e sabonete etc.”, destacou o médico epidemiologista.

Profissionais da atenção básica e especializada do município de Patrocínio também participaram da capacitação. “Momentos como esse proporciona a atualização do conhecimento, esclarecimento do diagnóstico correto e tratamento adequado, diminuindo as internações por influenza e consequentemente a mortalidade. As informações de hoje serão levadas aos profissionais de todas as unidades de saúde, de maneira a uniformizar o atendimento da rede”, pontuou o médico coordenador do pronto socorro municipal de Patrocínio, José do Carmo Júnior.

87 mil pessoas ainda não se vacinaram na região

A campanha de vacinação segue até o dia 31 de maio. Os grupos prioritários para a Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza 2019 são: crianças na faixa etária de seis meses a menores de seis anos de idade (cinco anos, 11 meses e 29 dias), as gestantes, as puérperas (até 45 dias após o parto), trabalhadores de saúde, professores de escolas públicas e privadas, indígenas, indivíduos com 60 anos ou mais de idade, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional, pessoas portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais e forças de segurança e salvamento. A meta é vacinar, pelo menos, 90% de cada grupo. Até o momento, a cobertura da região de Uberlândia está em 69%, e os grupos que mais preocupam são as crianças e gestantes por conta da baixa cobertura e por serem os públicos mais vulneráveis à influenza. Clique e veja a cobertura da SRS Uberlândia detalhada.

Celena Araújo Martins de Resende, coordenadora da Atenção Primária à Saúde da SRS Uberlândia, ressalta que o setor está trabalhando de maneira intensificada com os municípios que estão com a cobertura geral baixa. “Estamos reunindo com a Atenção Básica para traçar estratégias locais com o objetivo de atingir todos os públicos, levando informações qualificadas para dirimir os ruídos da segurança da vacina por meios dos profissionais de saúde, quebrando a barreira que existe por parte da população em não querer se proteger”.

Estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias, de 39% a 75% a mortalidade global e em, aproximadamente, 50% nas doenças relacionadas à influenza. O médico da Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde de Uberlândia, Marcelo Sinício Peixoto, reforçou que, segundo estudos, cerca de 70 a 80% dos óbitos que ocorrem por influenza são em pessoas com algum fator de risco.

Proteja-se contra a gripe

Além da vacina para os grupos prioritários, as ações de prevenção da transmissão da influenza incluem alguns cuidados, são eles:

  • Lave bem as mãos com água e sabão;
  • Beba bastante água. Manter as vias respiratórias bem hidratadas dificulta a entrada de vírus e bactérias;
  • Evite locais com muitas pessoas e com pouca circulação de ar;
  • Mantenha a janela do ônibus sempre aberta, mesmo em dias mais frios;
  • Sempre jogue os lenços de papel no lixo;
  • Nunca use as mãos para tossir ou espirrar;
  • Ao tossir ou espirrar, use a parte interna do braço, na área superior das mangas da roupa;
  • Evite compartilhar alimentos, copos, talheres, toalhas e outros objetos de uso pessoal;
  • Crianças menores de seis meses, que ainda não receberam todas as vacinas, não devem ser expostas a locais com aglomerações de pessoas, como shoppings e ônibus;
  • Não tome medicamentos sem orientação médica;
  • Diante de qualquer sintoma de gripe, procure a Unidade Básica de Saúde mais próxima.

Dúvidas frequentes e outras informações sobre cuidados e prevenção da gripe estão disponíveis no site: www.saude.mg.gov.br/gripe

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Banco de notícias Thu, 16 May 2019 17:32:27 +0000
Saúde lança Plano de Contingência do Sarampo http://www.saude.mg.gov.br/servidor/sala-de-situacao-municipal/stories/11156-saude-lanca-plano-de-contingencia-do-sarampo http://www.saude.mg.gov.br/servidor/sala-de-situacao-municipal/stories/11156-saude-lanca-plano-de-contingencia-do-sarampo

Diante da volta da circulação do vírus do sarampo no território nacional, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) elaborou um Plano de Contingência para Resposta às Emergências em Saúde Pública do Sarampo. O objetivo é planejar, executar e avaliar medidas de prevenção e de controle em tempo oportuno, a partir da notificação de possíveis casos de sarampo.

Em Minas Gerais, desde o início de 2019 até o momento, foram notificados 109 casos suspeitos de sarampo, provenientes de 44 municípios no estado de Minas Gerais. Desses, 93 foram descartados, 13 estão sob investigação e 3 casos foram confirmados, sendo um importado. “O Plano de Contingência do Sarampo tem sua justificativa diante da necessidade da prevenção e sustentabilidade da eliminação do sarampo no território. O cenário no estado reforça a importância da antecipação das esferas de governo ao enfrentamento de eventuais epidemias de sarampo. Esse documento tem como objetivo sistematizar as ações e os procedimentos sob a responsabilidade do estado, de modo a apoiar, em caráter complementar, as ações dos municípios”, explica o coordenador de Doenças e Agravos Transmissíveis, Gilmar Rodrigues.

Clique aqui para ver o detalhamento do Plano de Contingência

A doença

O sarampo é uma doença viral, infecciosa aguda, grave, transmissível de pessoa a pessoa por meio de secreções (ou aerossóis) presentes na fala, tosse, espirros ou até mesmo respiração. Dessa forma, é uma doença com alto potencial de contágio e comum na infância. O sarampo começa inicialmente com febre, exantema (manchas avermelhadas que se distribuem de forma homogênea pelo corpo), sintomas respiratórios e oculares.

Ainda segundo Gilmar Rodrigues, ao apresentar os sintomas, as pessoas precisam procurar imediatamente uma unidade de saúde para seu estado de saúde ser avaliado e elas receberem atendimento. “No sarampo, além da febre e exantema, a pessoa também pode apresentar tosse, coriza, conjuntivite e manchas brancas que aparecem na parte interna da boca, conhecidas como sinal de Koplik”, detalha o coordenador.

Não há tratamento específico para o sarampo, apenas para os sintomas que surgem com a doença. O paciente deve ser hidratado, alimentado e ter a tosse e a febre controladas por medicamentos. O paciente também deve estar em isolamento hospitalar ou domiciliar durante o período de transmissibilidade e ter acompanhamento médico e epidemiológico por trinta dias. Para diagnóstico, além da análise dos sintomas e manifestações cutâneas, exames de sangue (sorologia), de urina e/ou secreção nasofaríngea (isolamento viral) deve ser realizado.

Prevenção

A única forma de se prevenir contra o sarampo é por meio da vacinação. “A vacina é segura e eficaz na prevenção da doença. Por isso, a principal ação da SES-MG para impedir o avanço da doença é manter a população protegida por meio da vacinação, mobilizando esforços para garantia de altas coberturas vacinais”, reforça a coordenadora de Imunizações da SES-MG, Josianne Dias Gusmão.

créditos: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Tanto a Tríplice Viral, que protege contra o sarampo, a rubéola e a caxumba, quanto a Tetra Viral, que protege contra o sarampo, a rubéola, a caxumba e a varicela (catapora), fazem parte do calendário de vacinas disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) e estão disponíveis em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS) de forma regular e contínua.

O esquema vacinal vigente é de duas doses com componente sarampo para pessoas de 12 meses até 29 anos de idade, sendo uma dose da Tríplice Viral aos 12 meses de idade e uma dose da tetra viral aos 15 meses de idade. Para ser considerada protegida, uma pessoa de até 29 anos deverá ter duas doses comprovadas em caderneta de vacinação. Já para pessoas de 30 a 49 anos de idade, é necessário ter uma dose da Tríplice Viral.

Cenário no estado

Em 2019, o primeiro caso confirmado em Minas Gerais, importado, refere-se a um italiano, morador de Betim, com histórico de viagem recente à Croácia e à Itália nos meses de dezembro de 2018 e janeiro de 2019. As ações de bloqueio vacinal e pesquisa diagnóstica foram oportunamente realizadas pelas equipes das vigilâncias locais.

O outro caso confirmado é de um adulto jovem, 25 anos, sem comprovante vacinal, residente no município de Contagem. Esteve em Trindade (PE) em fevereiro de 2019. Foi atendido na UPA da capital e hospitalizado com suspeita de dengue, mas com clínica compatível com sarampo. No período de transmissibilidade trabalhou em condomínio fechado em um município da região metropolitana da capital. Sem história evidente de contato suspeito. Os sintomas iniciaram em 01 de março. Foi realizada a investigação e realização de exame, confirmando laboratorialmente como sarampo nas duas coletas testadas pela Funed, além de pesquisa de Biologia Molecular pela Técnica de PCR no Laboratório de Referência Nacional (Fiocruz/RJ). Devido à impossibilidade técnica, não foi possível identificar o genótipo da amostra enviada. Quanto às ações de controle, foi realizado bloqueio vacinal nos familiares.

O terceiro caso confirmado é de uma adolescente, 13 anos, portadora de Lúpus, residente em Belo Horizonte. Esteve em Porto Seguro-BA e Almenara no mês de janeiro. Apresentava no cartão de vacinação uma dose de tríplice viral em 2011. Procurou por atendimento em hospital de Contagem no dia 17 de fevereiro de 2019, com queixa de artralgia. Realizou testagem para dengue, com resultado positivo. Em 06 de março, apresentou sintomas compatíveis com caso suspeito de sarampo, procurou uma Unidade de Pronto Atendimento de Contagem, foi orientada a buscar atendimento em Belo Horizonte, onde foi hospitalizada em isolamento. Foi realizada a investigação e realização de exames, confirmando laboratorialmente como sarampo, nas duas coletas testadas pela Funed, além de pesquisa de Biologia Molecular pela Técnica de PCR no Laboratório de Referência Nacional (Fiocruz/RJ). Devido à impossibilidade técnica, não foi possível identificar o genótipo da amostra enviada. Quanto às ações de controle, foi realizado bloqueio vacinal nos familiares e na UPA onde ocorreu o primeiro atendimento.

Clique aqui e acesso o Boletim Epidemiológico do Sarampo

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Banco de notícias Thu, 16 May 2019 13:48:23 +0000
Regional de Saúde de Barbacena promove Capacitação em Triagem Neonatal http://www.saude.mg.gov.br/servidor/sala-de-situacao-municipal/stories/11155-regional-de-saude-de-barbacena-promove-capacitacao-em-triagem-neonatal http://www.saude.mg.gov.br/servidor/sala-de-situacao-municipal/stories/11155-regional-de-saude-de-barbacena-promove-capacitacao-em-triagem-neonatal

A Superintendência Regional de Saúde de Barbacena, em parceria com o Núcleo de Ações e Pesquisa em Apoio Diagnóstico da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (NUPAD/FM/UFMG) ­e a Gerência Regional de Saúde de São João del-Rei, com o apoio do Núcleo de Educação Permanente (NEP CISRU) Centro Sul e o Consórcio Intermunicipal de Saúde Alto das Vertentes (CISALV), realizou na quarta-feira (15/05) uma Capacitação para Atualização em Triagem Neonatal. O público-alvo foram os profissionais envolvidos nas coletas de sangue (bebê) dos municípios.

A capacitação buscou desenvolver e aprimorar as ações do Programa de Triagem Neonatal de Minas Gerais na Atenção Primária. Para isso, profissionais do Núcleo apresentam os procedimentos de coleta, conservação e envio de amostras da triagem neonatal, conhecida como teste do pezinho. De acordo com a Referência Técnica do Núcleo de Atenção Primária à Saúde (NAPRIS) da SRS Barbacena, Jurema Maciel, a capacitação teve o objetivo de garantir uma melhora no desempenho dos indicadores e êxito no acompanhamento dos casos diagnosticados.

Créditos: Priscila Rezende

O teste do pezinho é uma das principais formas de diagnosticar seis doenças que, quanto mais cedo forem identificadas, melhores são as chances de tratamento no Sistema Único de Saúde (SUS). O exame é oferecido gratuitamente à população, sendo no estado, por meio do Programa de Triagem Neonatal de Minas Gerais (PTN-MG), sob a gestão da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) e execução técnica do Núcleo de Ações e Pesquisa em Apoio Diagnóstico (NUPAD).

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Banco de notícias Thu, 16 May 2019 11:02:23 +0000
Regional de Saúde de Uberaba realiza Oficina de Elaboração de Relatório de Inspeção Sanitária http://www.saude.mg.gov.br/servidor/sala-de-situacao-municipal/stories/11154-regional-de-saude-de-uberaba-realiza-oficina-de-elaboracao-de-relatorio-de-inspecao-sanitaria http://www.saude.mg.gov.br/servidor/sala-de-situacao-municipal/stories/11154-regional-de-saude-de-uberaba-realiza-oficina-de-elaboracao-de-relatorio-de-inspecao-sanitaria

Direcionado aos fiscais sanitários da região, o treinamento que ocorreu durante as últimas terça e quarta-feira (14 e 15/5), no auditório do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac de Uberaba), contou com profissionais das regiões de Uberaba e Frutal/Iturama para abordar assuntos relacionados aos relatórios de inspeção sanitária realizados em estabelecimentos do comércio e da insdústria. Nos dias 16 e 17 de maio, próxima quinta e sexta-feira, será realizada com os municípios da região de Araxá.

Crédito: Sara Braga

A oficina se dividiu entre teoria e prática, sendo que no segundo dia, os fiscais se reuniram em grupos para simular uma fiscalização sanitária e realizar o preenchimento do relatório de inspeção e demais documentos oficiais que registram os atos de inspeção. O principal objetivo é promover a melhoria na qualidade dos relatórios e demais documentos gerados na inspeção sanitária, além de desenvolver abordagens mais coerentes com a situação observada nos estabelcimentos.

Segundo a coordenadora de Vigilância Sanitária da Regional de Saúde Uberaba, Gisele Remy, “as atividades práticas buscaram trabalhar a capacidade de percepção dos fiscais quanto à identificação e registro de informações essênciais e relevantes de cada serviço, a fim de possibilitar o gerenciamento dos riscos sanitários observados durante suas inspeções”, explicou. 

O fiscal e coordenador municipal de Vigilância Sanitária de Itapagipe, Alacir Junior, afirma que a capacitação foi importante para padronizar os modelos de relatório junto aos municípios que, atualmente, não desenvolvem seus registros de forma similar em todas as atividades. “Agora, estamos mais alinhados nas práticas de inspeção de todos os setores, como padarias, restaurantes, açougues, supermercados, farmácias, e outros” conclui.

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Banco de notícias Wed, 15 May 2019 18:11:28 +0000
Secretaria de Estado de Saúde destina mais R$ 1,74 milhão para ações de controle da dengue em 45 municípios http://www.saude.mg.gov.br/servidor/sala-de-situacao-municipal/stories/11153-secretaria-de-estado-de-saude-destina-mais-r-1-74-milhao-para-acoes-de-controle-da-dengue-em-45-municipios http://www.saude.mg.gov.br/servidor/sala-de-situacao-municipal/stories/11153-secretaria-de-estado-de-saude-destina-mais-r-1-74-milhao-para-acoes-de-controle-da-dengue-em-45-municipios

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) publicou nesta quarta-feira (15/05) resolução que destina novos recursos financeiros, na ordem de R$ 1,74 milhão para apoio a 45 municípios no controle do Aedes. Os valores serão transferidos em parcela única, do Fundo Estadual de Saúde para o Fundo Municipal de Saúde, e variam conforme a população de cada município, podendo ser de 20 a 400 mil reais. Para consultar a listagem dos novos municípios contemplados, acesse o link da Resolução.

Levando-se em conta as três resoluções publicadas até o momento, 245 municípios foram contemplados, com o montante total de R$ 10,12 milhões. Com esse incentivo financeiro, as prefeituras poderão reforçar as ações de controle da dengue, zika e chikungunya. Entre as atividades que poderão ser realizadas, está a contratação de agentes de controle de endemias, capacitações para profissionais na assistência hospitalar, confecção e reprodução de material gráfico informativo, aquisição de material de apoio para ações de mobilização, além de mutirões de limpeza de áreas prioritárias.

Divulgação Fiocruz

A SES-MG adotou como estratégia a destinação de recursos para os municípios com alta ou muito alta incidência de dengue, para que assim possa ser evitada a ocorrência de óbitos. Dessa forma, a previsão é que até o dia 30/06/2019, de acordo com a divulgação do Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus, os municípios com alta incidência irão ser contemplados em resoluções com incentivo financeiro complementar, por meio de resolução específica.

Para ter acesso ao incentivo financeiro, cada município deve assinar Termo de Compromisso no Sistema de Gerenciamento de Resoluções Estaduais de Saúde (SiG-RES). A assinatura se faz necessária uma vez que as prefeituras precisam seguir orientações e normatizações na execução dos recursos financeiros. 

Outras ações para controle do Aedes

As medidas de controle da dengue, zika e chikungunya em Minas acontecem o ano todo e são intensificadas nos meses mais quentes, em que há maior incidência da transmissão das doenças. Como parte dessas ações, a SES-MG liberou, na última semana, um aporte financeiro às Unidades de Pronto Atendimentos (UPA), de 32 municípios. O recurso, de aproximadamente R$ 17 milhões, é referente a seis parcelas dos valores da contrapartida estadual de custeio das UPA’s 24h.

Além dos repasses para as UPA’s e em resoluções, a SES-MG declarou Situação de Emergência em Saúde Pública nos municípios de abrangência das Macrorregiões de Saúde Centro, Noroeste, Norte, Oeste, Triângulo do Norte e Triângulo do Sul do Estado. A partir dessa ação, que foi publicada em 23/04, no Diário Oficial de Minas Gerais, está sendo possível mobilizar recursos de forma mais ágil para enfrentamento do Aedes aegypti e estruturação de serviços de atendimento às pessoas infectadas pelo vírus causador da doença.

Entre as demais medidas tomadas para diminuir o crescimento do número de casos no estado está a realização de Força-Tarefa, composta por agentes da Saúde Estadual e da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) a municípios com alta incidência de pessoas com dengue e alta infestação pelo mosquito. A ação envolve diferentes áreas da SES-MG, como Assistência, Vigilância Epidemiológica, Controle Vetorial e conta com reforço dos agentes de controle de endemias municipais. Os agentes de endemias visitarão as residências, comércios, instituições públicas e terrenos vagos para o recolhimento de objetos inservíveis, aplicação de larvicida onde for necessário e, o mais importante, orientar as pessoas, por meio do trabalho de educação em saúde, quais os pontos de atenção para os possíveis focos do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika vírus e chikungunya.

Além disso, destaca-se a elaboração dos Planos de Contingência Estadual e Municipais para prevenção e controle das doenças transmitidas pelo Aedes. A partir da fase em que o município se encontra algumas ações são desencadeadas pelo Estado. É também realizado o monitoramento dos indicadores municipais do PROMAVS (Programa de Monitoramento das Ações de Vigilância em Saúde do Estado de Minas Gerais). Dentre todos os indicadores, um deles é referente à obrigatoriedade de cadastro dos agentes de combate a endemias (ACE) no CNES (Cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde) pelo município, mantendo vínculo no serviço. Isso gera continuidade nas ações de prevenção e controle das arboviroses.

Saiba mais em: www.saude.mg.gov.br/aedes

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Banco de notícias Wed, 15 May 2019 18:01:31 +0000
Pesquisadoras da Funed participam do Pint of Science BH 2019 http://www.saude.mg.gov.br/servidor/sala-de-situacao-municipal/stories/11152-pesquisadoras-da-funed-participam-do-pint-of-science-bh-2019 http://www.saude.mg.gov.br/servidor/sala-de-situacao-municipal/stories/11152-pesquisadoras-da-funed-participam-do-pint-of-science-bh-2019

Três pesquisadoras da Fundação Ezequiel Dias (Funed) participam da IV edição do Pint of Science em Belo Horizonte, de 20 a 22 de maio, das 19h30 às 21h, em cinco bares de Belo Horizonte. As cientistas Clara Guerra e Luciana Silva, da Diretoria de Pesquisa e Desenvolvimento (DPD), e Shirley Lasmar, da Diretoria Industrial (DI) da Fundação.

Este ano, o MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal assumiu a organização do evento na capital, sendo o primeiro museu do mundo a ser o realizador do Pint of Science. O festival tem o apoio da Rede Mineira de Comunicação Científica (RMCC). A ação de divulgação científica acontece em cinco bares de BH: Albanos Choperia, Cafeteria MM Gerdau, Cantina do Lucas, Casa Híbrido e Filé Espeto & Cia.

Os bate-papos sobre temas científicos acontecerão simultaneamente e de forma de forma descontraída nos cinco espaços. Confira os temas, dias e horários que cada pesquisadora da Fundação irá participar:

21/5 - Casa Híbrido, R. Aquiles Lobo, 79 – Floresta.

Tem mulher na ciência, sim!

Não, não é mi mi mi... as mulheres estão sub-representadas em muitas áreas da ciência, particularmente nas exatas, tecnologia e engenharia. Neste painel vamos discutir a "verdade inconveniente" do "efeito tesoura". Interessados?? Três cientistas premiadas nas áreas de Bioquímica, Biotecnologia e Neurociência apresentam as suas pesquisas e suas trajetórias.

Luciana Maria Silva

Bióloga pela Puc-Minas, possui mestrado em Ciências Técnicas Nucleares pela Universidade Federal de Minas Gerais e doutorado em Biologia Celular pela mesma universidade. Trabalha com medicina personalizada em oncologia para descoberta de Biomarcadores preditivos e prognósticos a partir de amostras biológicas de pacientes e também na descoberta de novas drogas com atividade antitumoral em uma plataforma de cultivo de células in vitro. Atualmente, é chefe do Serviço de Biologia Celular da Diretoria de Pesquisa e Desenvolvimento da Funed e sócia Fundadora das startups OncoTag e CELLType, que atuam na pesquisa e desenvolvimento de produtos e serviços oncológicos. Também é docente titular mestrado em Biotecnologia da Funed e credenciada como docente no programa de pós-graduação em genética do ICB/UFMG.

21/5 - Cantina do Lucas, Av. Augusto de Lima, 233 - Loja 18/19 – Centro.

Vacinar ou não vacinar? Eis a questão.

O Brasil é referência mundial na produção e distribuição de vacinas. Porém, nos últimos anos, muitas pessoas passaram a questionar a sua eficácia e a real necessidade da sua distribuição. Vacinar é seguro? É necessário? Neste painel vamos falar sobre vacinação, sobre as pesquisas que amparam o desenvolvimento das vacinas, sobre Programa Nacional de Vacinação e a importância da delas para a saúde pública.

Shirley Lasmar Lima

Farmacêutica industrial pela UFMG e com Mestrado em imunologia pela mesma instituição. Atua desde 1987 na Funed na área de produção de imunobiológicos. Há 5 anos dedica-se à gerência do projeto de transferência de tecnologia da vacina meningocócica C em parceria com empresa privada.

Créditos: Jota Santos / Comunicação Funed

22/5 – Filé Espeto & Cia, Av. Fleming, 271 - Ouro Preto.

A aranha arranha a jarra, a jarra arranha a aranha: o uso dos venenos de aranhas para tratamento de doenças.

O veneno das aranhas está presente na grande maioria delas e sua composição química é bastante variada entre as espécies. É um coquetel que contém grandes e pequenas proteínas que podem ser ou não tóxicas, porém algumas delas quando separadas podem servir como modelos de medicamentos. Antibióticos, analgésicos para tratamento do câncer, disfunção erétil, vacinas e etc. Venha saber mais!

Clara Guerra Duarte

Analista e Pesquisadora do Serviço de Toxinologia Molecular da Funed. É Bacharel em Ciências Biológicas pela UFMG. Possui mestrado e doutorado também pela UFMG, em Bioquímica e Imunologia, com estágio sanduíche no laboratório SysDiag, em Montpellier, França. Atua há 14 anos no estudo dos venenos animais, na caracterização de toxinas e proposição de novas formas para a produção dos soros antiveneno.

Como nasceu o Pint of Science?

A ideia surgiu depois que dois pesquisadores do Imperial College London, Michael Motskin e Praveen Paul, organizaram um evento chamado Encontro com Pesquisadores, em 2012. Nesse encontro, pessoas com Alzheimer, Parkinson, doenças neuromusculares e esclerose múltipla foram convidadas para conhecer os laboratórios dos cientistas e ver de perto o tipo de pesquisa que realizavam.

A experiência foi tão inspiradora que a dupla decidiu propor um evento em que os pesquisadores pudessem sair das universidades e institutos de pesquisa para conversar diretamente com as pessoas e assim, em maio de 2013, surgiu o Pint of Science.

De lá para cá, o evento cresceu – em 2019, serão 24 países – e a meta é ampliá-lo cada vez mais. Neste ano, o total de cidades será ainda maior, totalizando 85 cidades, com representantes de todas as regiões do país, e mais temas sendo abordados. O que não muda é que os coordenadores e cientistas participantes do festival não recebem remuneração – a ideia é compartilhar e debater o conhecimento de forma voluntária – e os bares e restaurantes que cedem seu espaço não cobram entrada. O público paga apenas o que consumir.

Confira a programação completa do Pint of Science em BH.

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Banco de notícias Wed, 15 May 2019 15:55:18 +0000
Mestrado na Funed discute desafios e cenários da biotecnologia http://www.saude.mg.gov.br/servidor/sala-de-situacao-municipal/stories/11151-mestrado-na-funed-discute-desafios-e-cenarios-da-biotecnologia http://www.saude.mg.gov.br/servidor/sala-de-situacao-municipal/stories/11151-mestrado-na-funed-discute-desafios-e-cenarios-da-biotecnologia

Com projeção de uma população de 9 bilhões de pessoas em 2050, o mercado agrícola, os serviços de saúde e a sustentabilidade são os desafios da biotecnologia. É preciso transformar o conhecimento em produtos inovadores e desenvolvimento social para atender o crescimento demográfico, apontou a coordenadora geral da área de Biotecnologia da Capes, Adriana Hemerly, durante o seminário especial do mestrado profissional em Biotecnologia da Fundação Ezequiel Dias (Funed) que aconteceu na última terça (14/5).

Segundo a coordenadora, é preciso aumentar em 69% a produção agrícola até 2050 para suprir a demanda populacional. “O grande desafio do Brasil é gerar produtos biotecnológicos que atendam às necessidades por serviços de saúde, que é o maior mercado da América Latina, cobrindo um quarto da população”, afirmou Adriana, que ainda pontuou que não é suficiente criar os produtos para atender os serviços de saúde e o mercado agrícola, é indispensável também preservar o meio ambiente: “A biotecnologia precisa ser sustentável”.

No Brasil, a biotecnologia já integra a base produtiva de diversos setores da economia, com um mercado de produtos que atingem a ordem de 2,8% do PIB nacional. De 2008 a 2018, o número de programas de pós-graduação triplicou, de 21 para 69. Só em Minas Gerais são oito e um deles é o da Funed, instituição que já é referência em produção científica na área de saúde. O diferencial em relação às instituições de ensino é que a Fundação integra em suas atividades o chamado tripé da biotecnologia: qualificação de recursos humanos, produção científica e inovação e setor produtivo.

Créditos: Jota Santos / Comunicação Funed

O programa de pós-gradução foi aprovado em 2018 e teve a sua primeira turma em 2019 para atender à demanda de formação de recursos humanos qualificados destinados às empresas de base tecnológica, universidades e Institutos de Ciência e Tecnologia (ICTs). Era também uma demanda reprimida, principalmente nas áreas de bioensaios e produtos. “Em nosso portfólio, já produzimos soros e vacinas que precisam constantemente de inovação. Por que não fazer projetos para trazerem resultados para nossos serviços? O mestrado surgiu também a partir da necessidade de inovações e incrementos dos produtos (vacinas, medicamentos e soros) e dos ensaios do Instituto Otávio Magalhães (laboratorial e vigilância em saúde)”, explicou o vice-presidente da Funed, Rodrigo Souza Leite. “A Funed é uma instituição de saúde pública, mas é também de ciência e tecnologia, portanto buscamos cada vez mais produtos inovadores na área de saúde para dar uma resposta à população, como a melhoria do diagnóstico e melhoria dos nossos serviços”.

Nos últimos dez anos, o cenário da biotecnologia foi promissor, afirmou a coordenadora da CAPES, “houve um crescimento da produção científica de qualidade, aumento da produção tecnológica e inovadora, e empregabilidade de egressos atuando em diversos segmentos de empresas a instituições de pesquisa”, finalizou.

Funed em Números

A quantidade de produção científica e de patentes é um indicador mundial de inovação. Na Funed são 13 grupos de pesquisas certificados no CNPq e 36 projetos de pesquisa vigentes. A pesquisa científica tem gerado diretamente produção tecnológica, como é o caso dos 34 depósitos de patente em cotitularidade (nove internacionais), oito pedidos de marcas, sendo cinco já registradas.

Saiba mais sobre o mestrado em: http://www.funed.mg.gov.br/mestrado/

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Banco de notícias Wed, 15 May 2019 15:41:48 +0000
Dia D da Campanha Maio Amarelo mobiliza centro de Governador Valadares http://www.saude.mg.gov.br/servidor/sala-de-situacao-municipal/stories/11149-dia-d-da-campanha-maio-amarelo-mobiliza-centro-de-governador-valadares http://www.saude.mg.gov.br/servidor/sala-de-situacao-municipal/stories/11149-dia-d-da-campanha-maio-amarelo-mobiliza-centro-de-governador-valadares

Com o tema “No trânsito, o sentido é a vida”. a Regional de Saúde de Governador Valadares em parceria com diversas instituições públicas e privadas, promoveu pela manhã de hoje, (15-5), o Dia D da “Campanha Maio Amarelo”, com concentração na praça principal do centro, simulação de acidente de trânsito e uma caminhada pelas ruas da área central do município. O objetivo foi conscientizar e alertar a população para a importância da adoção de hábitos seguros nas vias e rodovias, tendo em vista o alto índice de internações e óbitos causados por acidentes.

Segundo dados da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), somente em 2019, foram registradas 3.446 internações por acidentes de trânsito e 501 óbitos no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2018, foram 22.383 e 2.947 óbitos.

Já as internações realizadas em 2019 representam, até o momento, um gasto de R$ 5,5 milhões destinados ao atendimento e tratamento das vítimas no SUS. Em 2018, R$ 35,5 milhões foram repassados para cobrir as internações na rede hospitalar que presta atendimento à população por meio do sistema.

A enfermeira e referência técnica em Saúde do Trabalhador da Regional de Saúde de Governador Valadares, Maria Aparecida Melo Martins, destacou a importância da ação intersetorial de diversas instituições na minimização das consequências dos acidentes de trânsito. “Desde 2009, vários atores institucionais têm desenvolvido ações no período de maio e setembro para o enfrentamento dos acidentes de trânsito. Os representantes do SUS participam dessas campanhas porque a área de saúde é que recebe todo o impacto desses eventos, com as comorbidades em toda a rede, que vem desde a assistência imediata até a reabilitação das vitimas. Por isso, esse trabalho conjunto é fundamental para diminuir não só o alto custo financeiro que incide sobre o sistema, mas principalmente, a perda de vidas humanas”, afirmou.

Créditos: Frederico Bussinger

Por sua vez, o secretário municipal de Obras e Serviços Urbanos, Carlos Mário Chaia, na oportunidade representando o prefeito André Melo, acentuou a responsabilidade de todos no trânsito. “A prefeitura e todos os parceiros da campanha acreditam que precisamos de um movimento como este para propor de forma direta o envolvimento da sociedade em ações que vão agregar maior reflexão sobre uma nova forma de encarar a mobilidade. É necessário que pedestres e todos os condutores de veículos nos mobilizemos por um trânsito mais seguro”, enfatizou.

Acidentes de Trânsito em Valadares

Segundo o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência e Emergência (SAMU), em Governador Valadares, no período de janeiro a abril deste ano foram registrados 249 acidentes com motocicletas, 102 com bicicletas e 24 com carros.

“No município é grande o número de acidentes de trânsito em Valadares, principalmente com motocicletas, com muitos casos sendo fatais ou com sequelas permanentes. Por isso, estamos prefeitura, bombeiros e SAMU promovendo em empresas uma série de palestras especificas para condutores de veículos e também faremos uma campanha destinada aos idosos com a “#Idoso na faixa”, informou a assessora técnica em Educação para o trânsito da prefeitura de Valadares e organizadora geral do evento, Luimara Victor de Carvalho.

A mobilização foi organizada por diversas entidades públicas e privadas, como a Regional de Saúde de Governador Valadares, Prefeitura de Governador Valadares, por meio da Secretaria Municipal de Saúde e diversas secretarias; Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Rodoviária Federal, DEER, Tiro de Guerra, SAMU, entre outros.

Simulação de acidente de transito

Como parte da programação, o sexto batalhão de Bombeiros em Valadares, com o apoio da Polícia Militar, SAMU e Polícia Civil realizou na avenida ao lado da praça central, uma simulação de acidente de trânsito que envolveu uma moto, uma Kombi e um carro utilitário, com vítimas não fatais em todos os veículos.

Créditos: Frederico Bussinger

A ação foi desenvolvida com grande realismo, através da demonstração de todos os procedimentos, desde a isolamento da área e primeiros socorros, inclusive, com orientação a população de como proceder nestes casos.

Após a simulação, os participantes realizaram uma caminhada pelo centro de Governador Valadares distribuindo material gráfico da campanha.

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Banco de notícias Wed, 15 May 2019 13:22:44 +0000
Regional de Saúde reúne profissionais para discutir a revisão do Plano de Ação Regional da Rede de Oncologia http://www.saude.mg.gov.br/servidor/sala-de-situacao-municipal/stories/11148-regional-de-saude-reune-profissionais-para-discutir-a-revisao-do-plano-de-acao-regional-da-rede-de-oncologia http://www.saude.mg.gov.br/servidor/sala-de-situacao-municipal/stories/11148-regional-de-saude-reune-profissionais-para-discutir-a-revisao-do-plano-de-acao-regional-da-rede-de-oncologia

Nesta terça-feira (14/05) a Regional de Saúde de Juiz de Fora, por meio do Núcleo de Redes, recebeu secretários municipais de saúde e técnicos de Atenção Primária dos municípios que compõem a regional, técnicos de Regulação dos municípios de Pólo Macrorregionais e Microrregionais; Consórcios e Técnicos de Saúde Coletiva da Universidade Federal de Juiz de Fora.

Crédito:  Adriana Mendes

A referência Técnica em Alta Complexidade, Antônio Jacques Barbosa de Moraes Filho, apresentou aos envolvidos um questionário proposto pelo nível central para se preenchido de modo coletivo. Os municípios registraram suas particularidades nas planilhas, que ao fim da reunião já apresentavam um grande volume de informações consolidadas.

“Foi a primeira vez que que uma rede foi discutida amplamente nas dimensões primária, secundária e terciária. Foram expostas suas falhas de fluxos e financiamento, mas foram propostas várias soluções”, disse.

O objetivo da reunião foi discutir a construção do desenho da rede de oncologia na dimensão da Atenção Primária e Atenção Especializada, respeitando os fluxos existentes, identificando suas falhas e limitações para propor novas formas de abordagem em promoção e proteção da saúde, prevenção de doenças, tratamento das morbidades relacionadas ao câncer, recuperação da saúde e cuidados paliativos.

Durante a reunião, os participantes observaram os pontos de atenção e sua adequação em atender o território de referência, discutindo sobre financiamento, qualidade do serviço, implementação de notificação, atenção ambulatorial e hospitalar.

“Vários entes se encontraram com o objetivo de dar integralidade à rede: atenção primária, atenção secundária, regulação, municípios sedes de microrregião, municípios sedes de macrorregião, consórcios e universidade”, finalizou Antônio Jacques.

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Banco de notícias Wed, 15 May 2019 10:58:35 +0000
SES-MG realiza capacitação em vigilância de acidentes com animais peçonhentos no Norte de Minas http://www.saude.mg.gov.br/servidor/sala-de-situacao-municipal/stories/11146-ses-mg-realiza-capacitacao-em-vigilancia-de-acidentes-com-animais-peconhentos-no-norte-de-minas http://www.saude.mg.gov.br/servidor/sala-de-situacao-municipal/stories/11146-ses-mg-realiza-capacitacao-em-vigilancia-de-acidentes-com-animais-peconhentos-no-norte-de-minas

Com o objetivo de avaliar e discutir os dados epidemiológicos de casos notificados no Norte de Minas, a Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais (SES-MG) iniciou nesta terça-feira (14/05), capacitação de referências técnicas municipais sobre vigilância de acidentes por animais peçonhentos. Os trabalhos continuam até sexta-feira (17/05), com a participação de técnicos de vigilância epidemiológica, profissionais dos núcleos de vigilância hospitalar das unidades de soroterapia, médicos e enfermeiros de unidades de saúde de 53 municípios que integram a área de atuação da Regional de Saúde de Montes Claros.

FOTO 1

Nos dois primeiros dias, a capacitação, que está sendo realizada nas Faculdades Prominas, conta com a participação de profissionais das microrregiões de saúde de Salinas/Taiobeiras, Francisco Sá e de Coração de Jesus. Os trabalhos continuarão nos dias 16 e 17 de maio, envolvendo os municípios que compõem as microrregiões de saúde de Montes Claros/Bocaiúva; Monte Azul e Janaúba.

As atividades estão sendo conduzidas pela referência técnica estadual da vigilância epidemiológica dos acidentes por animais peçonhentos, Andréia Roberto, e pela referência técnica do Núcleo de Vigilância Epidemiológica, Ambiental e de Saúde do Trabalhador da Regional de Saúde de Montes Claros, Amanda de Andrade Costa.

Aliando teoria e prática, a capacitação envolve a análise de dados de acidentes por animais peçonhentos notificados no Norte de Minas e atualização dos profissionais de saúde quanto ao registro dos casos no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), mantido pelo Ministério da Saúde. A capacitação foi iniciada pela SES-MG em 2017 e já contemplou municípios integrantes das regionais de saúde de Leopoldina, Pirapora, Unaí e Governador Valadares. Neste ano, além da Regional de Saúde de Montes Claros, o treinamento está previsto para acontecer nas regiões de Coronel Fabriciano, Diamantina, Pouso Alegre e Barbacena.

A veterinária e referência técnica da SES-MG, Andréia Roberto, salienta que nos últimos anos tem aumentado as notificações de vítimas de acidentes por animais peçonhentos no Estado e, pelo fato de estar ocorrendo inadequação na condução dos tratamentos por parte de serviços de saúde municipais, as referências técnicas estão sendo atualizadas quanto ao cumprimento dos protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saúde.

“Muitos profissionais não conhecem o perfil epidemiológico dos acidentes por animais peçonhentos ocorridos em suas respectivas regiões, além de se verificar alta rotatividade de profissionais nos serviços de saúde dos municípios. Com isso, muitas informações anteriormente já trabalhadas se perdem e, por isso é preciso atualizar a capacitação dos profissionais. Esperamos que, com base no trabalho que a SES está implementando, as secretarias municipais de saúde passem a desenvolver ações de educação perante a população, com foco específico na prevenção de acidentes por animais peçonhentos”, observa Andréia Roberto.

Norte de Minas

Dados da Regional de Saúde de Montes Claros revelam que entre 2014 e 2018 houve aumento anual das notificações de acidentes por animais peçonhentos no Norte de Minas. Em 2014 foram registrados 4 mil 027 casos e, no ano passado, as notificações chegaram a 6 mil 824 casos.

Os acidentes com escorpiões predominam no Norte de Minas. Enquanto em 2014 foram notificados 3 mil 339 casos, em 2018 foram registrados 5 mil 994 acidentes com escorpiões.

“Acreditamos que o aumento dos acidentes, em especial envolvendo escorpiões, decorre da situação climática predominante no Norte de Minas e da urbanização das cidades, que leva esses animais a buscar abrigos e alimentos em residências, lotes vagos e em outros logradouros”, explica Amanda de Andrade.

O número de acidentes com serpentes se mantém estável nos últimos cinco anos, ocupando o segundo lugar nas notificações registradas pelos municípios. Em 2014 foram 180 casos e, em 2018, os registros contabilizaram 179 acidentes.

Apesar do aumento das notificações, Amanda de Andrade observa que a maioria dos casos não são graves. Entre 2014 e 2018, do total de acidentes registrados, 2 mil 455 pacientes precisaram fazer uso de soro antipeçonhentos. Por outro lado, outras 20 mil 991 pessoas não precisaram receber o mesmo tratamento.

Porém, ressalta a referência técnica da regional de Montes Claros, que nos últimos cinco anos foram notificados 16 óbitos em consequência de acidentes por animais peçonhentos no Norte de Minas. “Tratam-se de mortes que poderiam ter sido evitadas, desde que os pacientes tivessem procurado assistência num serviço de saúde no menor espaço de tempo possível e, com isso, tivessem acesso a tratamento com soros que sempre estão disponíveis nos hospitais polo de atendimento”, observa Amanda de Andrade.

Por isso, a capacitação organizada pela SES tem como um dos focos a atualização dos profissionais de saúde quanto à utilização do soro antivenenos.

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Banco de notícias Tue, 14 May 2019 17:17:34 +0000
SES-MG promove Seminário Estadual de Hanseníase e aborda Estratégias de Enfrentamento à Doença http://www.saude.mg.gov.br/servidor/sala-de-situacao-municipal/stories/11145-ses-mg-promove-seminario-estadual-de-hanseniase-e-aborda-estrategias-de-enfrentamento-a-doenca http://www.saude.mg.gov.br/servidor/sala-de-situacao-municipal/stories/11145-ses-mg-promove-seminario-estadual-de-hanseniase-e-aborda-estrategias-de-enfrentamento-a-doenca

Atualizar e discutir os temas relevantes da área de hanseníase com foco nas estratégias de enfrentamento da doença, foram alguns dos temas abordados hoje (14/05) no Seminário Estadual de Hanseníase, realizado na faculdade de medicina da UFMG, em Belo Horizonte. O evento é promovido pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), por meio da Coordenação de Dermatologia Sanitária. Participaram da atividade, profissionais de Saúde que atuam no atendimento aos portadores de hanseníase, profissionais que atuam na gestão como referências técnicas de hanseníase, coordenadores da vigilância epidemiológica e atenção primária das unidades regionais e municipais de saúde, professores e alunos das faculdades de medicina, enfermagem, fisioterapia e terapia ocupacional.

Crédito:  Alessandra Maximiano

Abrindo as discussões, a Coordenadora de Hanseníase e Doenças em eliminação do Ministério da Saúde, Carmelita Ribeiro Filha, apresentou dados sobre a situação epidemiológica da hanseníase no mundo e no Brasil. De acordo com a coordenadora, a Organização Mundial de Saúde (OMS) preconiza como pilares o fortalecimento do controle, a coordenação e a parceria do governo para o combate à discriminação das pessoas portadoras da doença, além da promoção e a inclusão do paciente. “O Brasil é o segundo país em casos de hanseníase, sendo que o primeiro deles é a Índia. O Ministério da Saúde tem dado prioridade para o enfrentamento à hanseníase no país. Devido à magnitude e por ser uma doença de alto poder incapacitante, o diagnóstico precoce da doença deve ser perseguido. Um Brasil livre de hanseníase é o que queremos”, afirmou.

A médica dermatologista e ex-coordenadora da dermatologia sanitária da SES-MG, Maria Aparecida Grossi, apresentou a situação da hanseníase em Minas Gerais. De acordo com a médica, em 2018, foram registrados no estado 1035 casos da doença. “De acordo com o plano estadual de enfrentamento da hanseníase, alguns municípios são estratégicos para a implantação das ações e o controle da hanseníase não depende somente do Ministério da Saúde. Para atingir a meta, de não transmissão da hanseníase, o não aparecimento de casos de deformidade e a não discriminação dos pacientes não depende apenas de um órgão, mas de cada um de nós”, disse.

O presidente da Sociedade Brasileira de Hansenologia–SBH, Cláudio Guedes Salgado, destacou o papel da sociedade no controle da hanseníase. Também presente no evento, o Diretor Nacional do Movimento de Reintegração das pessoas atingidas pela hanseníase (Morhan), Thiago Pereira da Silva Flores, também defendeu o combate ao estigma do preconceito. O movimento é formado por pacientes, ex-pacientes, filhos de pacientes, profissionais se saúde e simpatizantes que lutam para combater o preconceito aos portadores da doença.

A Coordenadora Estadual de Dermatologia Sanitária da SES-MG, Maria do Carmo Rodrigues de Miranda, apresentou o plano estadual de enfrentamento da hanseníase em Minas Gerais e destacou a importância do evento. “A atualização sobre as mudanças das diretrizes e a atualização dos profissionais é de extrema importância, pois assim eles estarão mais preparados para o controle da doença”, disse.

Participando do evento, a farmacêutica da Diretoria de medicamentos estratégicos da Superintendência de Assistência Farmacêutica da SES-MG, Gláucia Dias Gonçalves, destacou a importância que o seminário possui em seu trabalho. “Atuamos na distribuição de medicamentos de hanseníase e conhecer a realidade da doença mais de perto, com certeza ajuda na realização de um bom trabalho, principalmente no que diz respeito à logística de distribuição para o controle do agravo em relação aos serviços farmacêuticos”, disse.

Homenagem

Voluntária desde 1999 no ambulatório de hanseníase no Hospital das Clínicas da UFMG, a médica dermatologista, Ana Regina Coelho Andrade, foi homenageada e recebeu uma placa de agradecimento pelos serviços prestados. Já aposentada, mas trabalhando voluntariamente na área há 20 anos, todas as quartas-feiras ela esta presente no hospital atuando junto a equipe de serviços de referência em hanseníase.

A doença

A hanseníase tem cura. Ao identificar manchas dormentes, de cor esbranquiçada, avermelhada ou parda procure uma unidade de saúde. A doença afeta a pele e os nervos periféricos, em especial os dos olhos, braços, pernas, orelhas e nariz. Buscando o tratamento precoce e adequado às incapacidades e sequelas causadas pela doença podem ser evitadas. Para mais informações acesse: http://www.saude.mg.gov.br/hanseniase.
O evento continua amanhã, 15/05. Acesse aqui a programação.

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Banco de notícias Tue, 14 May 2019 16:55:10 +0000