Notícias http://saude.mg.gov.br Sat, 25 Mar 2017 01:45:20 +0000 Joomla! - Open Source Content Management pt-br SES-MG orienta sobre prevenção e cuidados relacionados à Tuberculose http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9206-ses-mg-orienta-sobre-prevencao-e-cuidados-relacionados-a-tuberculose http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9206-ses-mg-orienta-sobre-prevencao-e-cuidados-relacionados-a-tuberculose
No Dia Mundial de Enfrentamento à Tuberculose, celebrado nesta sexta-feira (24/03), a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) orienta sobre os cuidados e reforça a necessidade de se enfrentar um dos maiores desafios relacionados à doença, que é a adesão do paciente ao tratamento.  A Tuberculose é uma doença infectocontagiosa, causada pelo Mycobacterium tuberculosis, que embora possa acometer outros órgãos, tem a forma pulmonar como a mais frequente e a principal responsável pela transmissão. 
 
Para a coordenadora do Programa Estadual de Controle da Tuberculose, Maíra Veloso, “o abandono do tratamento é um dos principais desafios para o controle da tuberculose. A taxa foi de 11% em 2015. Trata-se de uma situação que pode agravar a quadro do paciente, além de manter a transmissão da doença e ocasionar o aparecimento de bactérias mais resistentes. Para o resultado do tratamento ser favorável, é importante o paciente tomar os medicamentos com regularidade e no tempo previsto, que é no mínimo de 06 meses”, afirmou.

Crédito: USP Imagens/Fotos Públicas

Ainda segundo Maíra Veloso, o desconhecimento é outro desafio para o controle da doença. “É importante sensibilizar a comunidade, pois a tuberculose impõe aos pacientes uma sobrecarga associada ao impacto da doença na saúde, ao tratamento longo e difícil, e a exclusão social devido ao estigma e o medo. É importante informar para a população que a doença tem cura, o tratamento é gratuito e disponível em toda rede SUS”, explicou.

Dados da doença

Em 2015, foram notificados no Estado 4261 casos de Tuberculose. Destes, 188 evoluíram para óbito. Em 2016, foram 4.591 casos da doença em Minas e 171 óbitos. A Região Metropolitana de Belo Horizonte concentra aproximadamente um terço dos casos do Estado.

Segundo o último relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS), a tuberculose é a doença infecciosa que mais mata jovens e adultos, ultrapassando o HIV/Aids. No Brasil são notificados aproximadamente 70 mil novos casos por ano, e ocorrem 4,6 mil mortes em decorrência da doença. Um dado que chama atenção é que, diariamente, morrem 13 brasileiros em média por tuberculose. Com isso, o país ocupa o 20º lugar entre os 30 países com alta carga de TB no mundo.

Tuberculose

A tuberculose é transmitida pelo ar de pessoa a pessoa, através da tosse, fala ou espirro de um doente com a forma pulmonar ou laríngea. O principal sintoma da tuberculose é a tosse com uma duração de 03 ou mais semanas, que pode ser acompanhada por febre ao final da tarde, suor noturno e emagrecimento. A coordenadora reforça que “na vigência desses sintomas, é importante a pessoa procurar a unidade básica de saúde mais próxima da sua casa para ser avaliada”.

Veja também:

FAQ: Tire todas as suas dúvidas sobre Tuberculose

A realização do exame do escarro é uma das principais ações para o diagnóstico da tuberculose. O Estado possui também uma rede que realiza o Teste Rápido Molecular, exame moderno para o diagnóstico da doença, sem qualquer custo para o usuário.

“Calcula-se que, durante um ano, numa comunidade, um indivíduo que tenha baciloscopia (exame do escarro) positiva pode infectar, em média, de 10 a 15 pessoas. É importante saber que a tuberculose não se transmite pelo compartilhamento de roupas, lençóis, copos e outros objetos”, relata Maíra Veloso.

Prevenção

Para prevenir a doença é necessário imunizar as crianças com a vacina BCG, que protege principalmente contra as formas graves da doença. Identificar precocemente pacientes com a doença e iniciar o tratamento. Após 15 dias de uso regular dos medicamentos, a maioria das pessoas não transmite mais a doença.

Evitar aglomerações, especialmente em ambientes fechados, mal ventilados e sem iluminação solar também um uma medida essencial para evitar o contágio. A tuberculose não se transmite por objetos compartilhados.

Tratamento

O tratamento é gratuito e disponível em toda rede SUS. Para êxito no tratamento, é importante que o paciente tome os medicamentos de forma regular, todos os dias, e no tempo mínimo previsto, que é de seis meses.

De acordo com Maíra Veloso, na grande maioria dos casos, o diagnóstico e acompanhamento devem ser realizados nas Unidades Básicas de Saúde. “Apenas os casos de maior complexidade, quando necessário, são encaminhados para a rede Hospitalar”. Em Minas, os hospitais de referência no que se refere aos casos complexos de tuberculose são: Hospital Júlia Kubitschek, o Hospital das Clínicas/UFMG e o Hospital Eduardo de Menezes.

Vulnerabilidade

É importante saber que qualquer pessoa pode adoecer por tuberculose, entretanto, alguns fatores contribuem para aumentar o risco de adoecimento, como, por exemplo: desnutrição; baixa imunidade por uso de medicamentos ou por doenças como a AIDS; diabetes; tabagismo, alcoolismo e uso de drogas; contatos de pessoas com tuberculose pulmonar; pessoas que vivem em condições precárias de vida e moradia.

Além disso, existem alguns grupos de maior vulnerabilidade: privados de liberdade (presidiários), moradores de rua, população indígena e pessoas que vivem com HIV/AIDS.

Programa Estadual de Controle de Tuberculose (PECT)

O Programa Estadual de Controle da Tuberculose (PECT) de Minas Gerais está inserido na Superintendência de Vigilância Epidemiológica, Ambiental e Saúde do Trabalhador da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais.  Através do PECT, são realizadas diversas ações de Gestão do Programa e Vigilância Epidemiológica, que constam principalmente de:

  • Estabelecimento de Plano de Ação Regional anual baseado no Planejamento Estratégico do PECT, que visa apoiar as Regionais de Saúde e seus municípios de abrangência, para o desenvolvimento das atividades essenciais ao cumprimento das diretrizes do Ministério da Saúde e da SES-MG. O monitoramento deste plano é realizado através de videoconferências bimensais com todas as regionais de saúde;
  • Capacitações e orientações técnicas. Visitas de monitoramento e avaliação às regionais de saúde e municípios com maior número de casos de tuberculose;
  • Desenvolvimento de articulações inter e intrasetoriais, para estabelecer parcerias e pactuações para o atendimento adequado às populações mais vulneráveis (moradores de rua, privados de liberdade, DST/Aids, indígenas e trabalhador da saúde); 
  • Atividades direcionadas à Gestão de Casos de Tuberculose dos pacientes com esquemas de tratamento especiais ou qualquer tipo de resistência às drogas;
  • Ações de Vigilância Epidemiológica através dos bancos de dados do SINAN-TB e SITE-TB, que constam de softwares do Ministério da Saúde para monitoramento e vigilância de todos os casos de TB no estado;
  • Ações de Advocacy, Comunicação e Mobilização Social, com participação ativa no Comitê Mineiro para o Controle Social da TB, para sensibilização da população quanto às ações de prevenção da TB e promoção à saúde;
  • Ações conjuntas junto ao LACEN/FUNED buscando a garantia do fornecimento dos exames essenciais para o diagnóstico precoce da TB;
  • Ações de estímulo à detecção precoce da doença pela Atenção Primária à Saúde, através do acompanhamento mensal dos sintomáticos respiratórios (SR) e monitoramento dos dados conforme pactuação no Programa de Monitoramento das Ações de Vigilância em Saúde/SES-MG;
  • Realização de reuniões mensais com os profissionais dos municípios que compõem a Rede Técnica Metropolitana de BH para o controle da TB, com atividades pautadas em demandas relacionadas à melhoria da gestão do Programa de TB no estado de Minas Gerais.

Outras informações, acesse: www.saude.mg.gov.br/tuberculose

 

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Banco de notícias Fri, 24 Mar 2017 10:39:23 +0000
Governo de Minas Gerais repassa R$ 3 milhões para implantação do Samu Centro-Oeste http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9196-governo-de-minas-gerais-repassa-r-3-milhoes-para-implantacao-do-samu-centro-oeste http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9196-governo-de-minas-gerais-repassa-r-3-milhoes-para-implantacao-do-samu-centro-oeste

Mais de 1,2 milhão de pessoas serão atendidas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) na Região Ampliada de Saúde Centro-Oeste, a partir de abril. O Estado de Minas Gerais liberou na última sexta-feira (17/03), ao Consórcio Intermunicipal de Saúde da Região Ampliado Oeste(Cis-Urg), responsável por gerir o Samu, o valor de R$ 3 milhões que corresponde à parcela final do pagamento do convênio (que foi assinado em dezembro de 2015 entre a SES-MG e o Consórcio) para a implantação do serviço, totalizando um valor R$ 7 milhões. Todas as licitações referentes ao convênio foram realizadas no ano passado.

Para o secretário de Estado de Saúde de Minas Gerais, Sávio Souza Cruz, os recentes recursos destinados ao Samu Oeste são essenciais para a instalação do serviço. “Nossa prioridade é apresentar à população serviços de saúde cada vez mais qualificados. A ativação do Samu traz tranquilidade e maior assistência médica para toda a região”, afirmou o secretário.

Crédito: Marcus Ferreira

Os municípios integrados ao Cis-Urg serão os responsáveis pelo custeio do serviço por meio de um contrato no valor de R$ 500 mil, repassados mensalmente. Já o Governo de Minas Gerais repassará R$ 2,3 milhões ao mês.

A Subsecretária de Políticas e Ações de Saúde da SES-MG, Maria aparecida Turci, ressalta o papel desempenhado pelo Samuna rede de saúde regionaliza. “O Samu é o exemplo de serviço de saúde que possui ação regional e, por isso, esse é um dos nossos objetivos prioritários. Vamos seguir buscando a universalização do serviço móvel de urgência”, afirma Maria Turci.

Samu Oeste

O Samu Oeste irá atender toda Região Ampliada de Saúde Oeste, que possui 54 municípios e uma população de aproximadamente 1.266.025 milhão de habitantes, dividida em seis Regiões de Saúde (RS) sendo elas:

Arte: Deise Meireles

O Samu vai funcionar estruturado por 23 bases descentralizadas distribuídas nos municípios e uma central de regulação, funcionando em Divinópolis, para onde serão direcionadas todas as chamadas do telefone 192. Ele vai contar com 31 ambulâncias, sendo 07 USA (Unidades de Suporte Avançado) e 24 USB (Unidades de Suporte Básico) e 01 Central de Regulação de Urgência (CRU) no município de Divinópolis. A unidade será composta por médico regulador, condutor socorrista, técnico em enfermagem, psicólogo, farmacêutico, auxiliar de farmácia, técnico administrativo e enfermeiro. 

Em dezembro de 2015, a SES-MG celebrou convênio com o Consórcio Intermunicipal de Saúde da Região AmpliadaOeste, que ficará responsável por gerenciar o Samu Oeste. Até a inauguração do Samu, a Secretaria já terá repassado R$ 7.076.279,61 milhões para a aquisição de equipamentos (médico, resgate, treinamento, cirúrgico, informática, mobiliário) materiais de consumo (limpeza, escritório, informática, medicamento, médico-hospitalar), serviços de terceiros (telefonia, gráfico, sistemas, sinalização, fornecimento de gases) e veículos. Deste valor, já foram investidos, até o momento, 4.061.088,33 milhões.

Além desse recurso, o estado também destinou R$ 3.926.200,00 milhões para aquisição de 31 ambulâncias. O processo de doação já foi concluído e 07 Unidades de Suporte Avançado (USA) já foram entregues em junho de 2016 ao consórcio e as 24 Unidades de Suporte Básico (USB) estão prontas e disponíveis para serem encaminhadas ao SAMU.

 

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Banco de notícias Wed, 22 Mar 2017 10:08:51 +0000
SUS oferece atendimento integral a pessoas com Síndrome de Down http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9191-sus-oferece-atendimento-integral-a-pessoas-com-sindrome-de-down http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9191-sus-oferece-atendimento-integral-a-pessoas-com-sindrome-de-down

O Dia Internacional da Síndrome de Down, celebrado nesta terça-feira, 21 de março, é uma oportunidade para refletir sobre a importância da total inclusão da pessoa com deficiência. Tomando como ponto de partida que a Síndrome de Down não é uma doença e, dessa forma, não impede que o indivíduo conviva na sociedade como as demais, é fundamental falar sobre os direitos das pessoas com deficiências e em como o sistema de saúde está organizado para atendê-las. 

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) instituiu, em 2012, a Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). A premissa é que, nessa rede, os usuários do SUS que possuem qualquer tipo de deficiência temporária ou permanente, nas formas progressiva, regressiva ou estável, sejam atendidos de forma intermitente e/ou contínua. Para isso, os serviços de reabilitação são executados em unidades especializadas de abrangência regional, qualificadas para atender às pessoas com deficiência. 

Crédito: Fábio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil.

Para o coordenador de Atenção à Saúde da Pessoa com Deficiência da SES-MG, David Mello de Jesus, o Dia Internacional da Síndrome de Down traz a importante visibilidade ao tema e, com isso, a redução dos preconceitos da sociedade. “Devemos ter em mente que a pessoa com Síndrome de Down pode e deve ocupar todos os lugares na sociedade, tendo inclusive seus diretos respaldados pela Lei Brasileira de Inclusão nº 13.146, de 06 de julho de 2015. A SES-MG vem ampliando a Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência para possibilitar estruturas de habilitação e reabilitação com atendimento integral e regionalizado”, comenta. 

As equipes da Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência em Minas Gerais são formadas por profissionais da área de medicina, fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, psicologia, assistência social, nutrição e enfermagem. Essas equipes fazem o trabalho de avaliação de cada caso e também o planejamento do processo de reabilitação. Os serviços são articulados entre si, de forma a garantir a integralidade de cuidado e o acesso regulado, a cada ponto de atenção ou aos serviços de apoio.

Vencendo barreiras

Como prova de que com força de vontade é possível alcançar grandes objetivos, Fernanda Honorato, primeira repórter com Síndrome de Down do mundo, dá o exemplo. Além de repórter do Programa Especial, da TV Brasil, Fernanda é atriz de teatro e cinema, rainha de bateria da Escola de Samba Inclusiva e palestrante. Para ela, o preconceito ainda existe nas pessoas e é preciso lutar para que ele acabe. “Eu digo sempre para não desistirem dos seus sonhos. Temos que acreditar na nossa capacidade, no nosso potencial, no nosso ponto de vista, que podemos romper barreiras”, afirmou. 

Para dar conta de uma rotina de atividades tão intensa, Fernanda aposta em uma vida saudável, com atividades e uma alimentação balanceada, e dá a dica. “Meus dias são muito cheios, minha agenda é lotada, mas eu vou dando conta do recado porque não gosto de ficar parada. É preciso fazer exercício físico, ter uma boa alimentação e fazer atividades que dão prazer”, completou. Para ler a entrevista completa com a Fernanda Honorato, acesse o Blog da Saúde MG

Atenção à Saúde da Pessoa com Síndrome de Down

Os cuidados oferecidos pelo SUS à pessoa com Síndrome de Down são norteados por referências da clínica ampliada, da integralidade e do cuidado compartilhado. O objetivo é oferecer humanização, autonomia e protagonismo dos sujeitos nas práticas de saúde, com base nas seguintes diretrizes:

  • Compreensão ampliada do processo saúde e doença;
  • Construção compartilhada pela equipe multiprofissional do diagnóstico situacional e do Plano de Cuidado Individual;
  • Definição compartilhada das metas terapêuticas;
  • Comprometimento dos profissionais, da família e do indivíduo com as metas terapêuticas.

Ainda segundo o coordenador de Atenção à Saúde da Pessoa com Deficiência da SES-MG, David Mello de Jesus, a saúde da pessoa com Síndrome de Down está diretamente relacionada aos seus hábitos de vida. “O trabalho dos profissionais da saúde deve ser direcionado para a promoção de estilos de vida saudáveis no núcleo familiar. Para isso, estamos utilizando a estratégia de educação em saúde junto à família, uma vez que entendemos que esse núcleo pode ser protagonista e tem autonomia para compartilhar o cuidado com a pessoa com Síndrome de Down”, completou o coordenador.

Existem hoje no estado 148 serviços de reabilitação intelectual na Rede de Cuidados à Saúde da Pessoa com Deficiência do SUS/MG. Desses, 132 são Serviços Especializados em Reabilitação da Deficiência Intelectual (SERDI) e 16 são Centros Especializados em Reabilitação (CER). Enquanto os SERDI são serviços que atendem apenas a deficiência intelectual, os CER são serviços que atendem mais de uma modalidade de deficiência. Ambos realizam avaliação, diagnóstico e acompanhamento dos usuários. Para acesso aos serviços de reabilitação intelectual, o usuário deve procurar a Secretaria Municipal de Saúde onde reside para que, por meio das Juntas Reguladoras, sejam encaminhados para os serviços.

Síndrome de Down

A Síndrome de Down (SD) é uma condição humana geneticamente determinada, sendo a alteração cromossômica mais comum em humanos e a principal causa de deficiência intelectual na população. O dia 21/3 foi escolhido porque a Síndrome de Down é uma alteração genética no cromossomo “21” que, nas pessoas com a Síndrome, aparece com três exemplares (trissomia), e não em pares como nas pessoas sem a Síndrome.

O termo “síndrome” significa um conjunto de sinais e sintomas. Já “Down” é uma referência ao sobrenome do médico e pesquisador britânico John Langdon Down que, em 1862, primeiro descreveu a associação dos sinais característicos da pessoa com Síndrome de Down. No Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde, estima-se que nasce uma criança com SD a cada 600 e 800 nascimentos, independente de etnia, gênero ou classe social.

As diferenças entre as pessoas com Síndrome de Down, tanto do aspecto físico quanto de desenvolvimento, decorrem de características genéticas individuais, intercorrências clínicas, nutrição, estimulação, educação, contexto familiar, social e meio ambiente. Apesar dessas diferenças, há um consenso da comunidade científica de que não se atribuem graus à SD. A SES-MG preparou um hotsite com informações sobre a assistência à saúde das pessoas com síndrome de Down pelo SUS. O endereço da página é:  http://www.saude.mg.gov.br/sindromededown

 

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Banco de notícias Tue, 21 Mar 2017 10:30:29 +0000
Grupo teatral Saúde em Cena comemora 10 anos de mobilização em prol do SUS http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9190-grupo-teatral-saude-em-cena-comemora-10-anos-de-mobilizacao-em-prol-do-sus http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9190-grupo-teatral-saude-em-cena-comemora-10-anos-de-mobilizacao-em-prol-do-sus

No Dia Universal do Teatro, celebrado nesta terça-feira (21/03), a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) comemora os 10 anos do grupo de teatro “Saúde em Cena”. Criado em março de 2007, a iniciativa tem como objetivo mobilizar as pessoas sobre diversos temas relacionados à saúde por meio da interação teatral, fazendo do Sistema Único de Saúde (SUS) seu maior espetáculo.

Saúde em Cena VII

As apresentações, que contam com personagens coloridos e divertidos, de forma lúdica, trazem nos textos informações importantes sobre prevenção e promoção da saúde. Segundo o jornalista, ator e coordenador de Mobilização Social da SES-MG, Joney Fonseca, o teatro é uma das ferramentas estratégicas que desperta a atenção e reflexão do público sobre temas que fazem parte de seu cotidiano.
“Utilizar as artes cênicas na mobilização social em saúde é um desafio porque trata-se de adequar a linguagem e estrutura do teatro, tida como lúdica e de entretenimento, para um viés didático, porém sem carregar uma configuração típica de formas institucionais clássicas que não despertam a atenção e envolvimento do público”, explica Joney.

Para ele, envolver a sociedade no processo de promoção da saúde é um dos pilares do SUS. “O teatro, enquanto uma das estratégias do processo de mobilização social em saúde, é fundamental como dispositivo de dispersão de informação e de geração de vínculos entre os públicos envolvidos e provoca o sentimento de corresponsabilidade”, ressalta.

O grupo é integrado, atualmente, por uma equipe de seis servidores que atuam na SES-MG, sendo todos voluntários. De acordo com a coordenadora do Saúde em Cena, Susan Prado Aun, o grupo nasceu, inicialmente como um exemplo de estratégia de ação de mobilização social regional. “Como a estratégia deu certo, o Saúde em Cena deixou de ser uma ação e se instituiu como um grupo de teatro da SES-MG, do nível central. Desde o início até os dias de hoje, o grupo apresenta temas relacionados à saúde pública”, explicou.

Fotos: Marcus Ferreira

Histórico do grupo

Em seus 10 anos de existência, o grupo já realizou diversas apresentações e intervenções em escolas, Organizações Não Governamentais (Ongs), instituições públicas e privadas.

Segundo Susan Prado Aun, o Saúde em Cena trabalha com temas relacionados ao SUS, como enfrentamento ao Aedes e promoção da Saúde da Mulher, Saúde do Homem, Antitabagismo, H1N1, rotinas de alguns setores, homenagens e outros. “A primeira reunião do grupo se deu em 2007. Desde então, foram 164 apresentações em vários locais, desde escolas, estádios, outros municípios, eventos, clínicas etc. Estimamos um público de 121 mil espectadores que já nos assistiram”.

Abaixo seguem algumas peças que foram destaques de apresentação durante esses 10 anos:

  • 2007 – Após oficinas e ensaios, o grupo criou coletivamente o primeiro espetáculo, denominado “A Revelação”. A peça tratava, de forma lúdica, a prevenção e os cuidados com o mosquito Aedes aegypti.
  • Ainda no mesmo ano, o Saúde em Cena apresentou o espetáculo “Muito além da Vila, muito além mesmo”. A peça, escrita pelo integrante Léo Duarte, tratava da preocupação em reduzir a mortalidade materna infantil.
  • 2008 – Escreveram o espetáculo “Deu a louca no mundo da fantasia” que tinha como objetivo mobilizar, de forma lúdica, as crianças sobre a importância do combate à dengue.
  • 2014 – Fizeram uma intervenção no hall da SES-MG intitulada “Silêncio”. A apresentação teve como objetivo sensibilizar os trabalhadores e trabalhadoras sobre o tema e estimular a reflexão sobre as possibilidades de cada um em tornar o local de trabalho mais silencioso e agradável.
  • Em 2016, o grupo apresentou a peça “Carinha de Anjo”. A peça, baseada em novelas mexicanas, aborda temas relacionados à saúde pública, focando em prevenção e cuidados.

Arte: Deise Meireles

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Banco de notícias Tue, 21 Mar 2017 08:49:20 +0000
Regional de Uberlândia realiza encontro de Vigilância Epidemiológica para novos coordenadores http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9213-regional-de-uberlandia-realiza-encontro-de-vigilancia-epidemiologica-para-novos-coordenadores http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9213-regional-de-uberlandia-realiza-encontro-de-vigilancia-epidemiologica-para-novos-coordenadores

A Superintendência Regional de Saúde de Uberlândia realizou nessa quinta-feira (23/03), o “Encontro da Vigilância Epidemiológica” para os técnicos e coordenadores que assumiram o setor em 2017. O objetivo do evento foi prepará-los para gerenciar a rotina e executar corretamente todos os fluxos e protocolos. 

A superintendente regional de saúde de Uberlândia, Rosângela Paniago, ressaltou o papel da epidemiologia no contexto do SUS. “A Vigilância Epidemiológica é importante para monitorar, prevenir e controlar possíveis epidemias, surtos e endemias; é fonte de dados para os gestores planejarem suas ações; além das campanhas preventivas e de promoção à saúde, como as de imunização”. Paniago ainda complementou que a SRS Uberlândia irá reforçar constantemente com os gestores a importância da execução dos programas e dar todo apoio o técnico necessário. 

Crédito: Priscilla Fujiwara

Durante o Encontro, as áreas da vigilância epidemiológicas foram apresentadas – a ambiental, saúde do trabalhador, imunização, promoção à saúde, além dos sistemas de informação - como detalhou a coordenadora do núcleo de vigilância epidemiológica, Ana Paula Teixeira de Carvalho. A gestão dos recursos financeiros também é um dos pontos de atenção dos secretários. 

“Nós recebemos muitas queixas da falta de recursos para realizarem as ações de epidemiologia, porém este recurso existe”, segundo a coordenadora. “Gostaria muito que os técnicos voltassem para os municípios e levantassem as finanças disponíveis para fazerem seus planos de ação. Eles devem identificar junto ao financeiro as contas (que recebem repasses dos governos estadual e federal). Estas contas devem ser monitoradas para seu uso correto e aplicação exclusiva para as ações de vigilância epidemiológica”, explicou a coordenadora. 

Segundo a coordenadora de vigilância epidemiológica de Monte Carmelo, Raimunda Cássia de Lima, além da gestão das finanças, um outro desafio são os imprevistos. Durante o encontro, Lima pode tirar todas as suas dúvidas e salientou a importância da agilidade no setor, “temos que ser rápidas, conhecer muito bem todos os fluxos para fazer certo, na hora certa. As notificações de agravos devem ser repassadas para a regional de saúde com todos os dados solicitados, os formulários devem estar completos. As coletas para exames também devem ser feitas como eles nos orientaram para não comprometer os resultados. São muitos detalhes”, pontuou a coordenadora. 

Lima relatou que a primeira ação a ser feita ao chegar em Monte Carmelo será alinhar com a Atenção Primária e Assistência à Saúde uma parceria para trabalharem integradas para que as notificações sejam preenchidas de forma correta. 

Clique e baixe as apresentações do “Encontro de Vigilância Epidemiológica”

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Banco de notícias Fri, 24 Mar 2017 18:30:04 +0000
Regional de Saúde de Uberlândia orienta municípios para a importância da realização do diagnóstico de tuberculose http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9212-regional-de-saude-de-uberlandia-orienta-municipios-para-a-importancia-da-realizacao-do-diagnostico-de-tuberculose http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9212-regional-de-saude-de-uberlandia-orienta-municipios-para-a-importancia-da-realizacao-do-diagnostico-de-tuberculose

Para fortalecer as ações do Dia Mundial de Enfrentamento à Tuberculose, celebrado nesta sexta-feira (24/03), a referência técnica em Tuberculose da Regional de Saúde de Uberlândia, Waldênia Rodrigues Gomes, orientou os coordenadores de vigilância das secretarias municipais quanto à importância do diagnóstico precoce para o êxito do tratamento e qualidade de vida do paciente. A palestra fez parte da programação do “Encontro da Vigilância Epidemiológica”, realizado na última quinta-feira (23/03).

A tuberculose é uma doença infectocontagiosa, causada pelo Mycobacterium tuberculosis, que embora possa acometer outros órgãos, tem a forma pulmonar como a mais frequente e a principal responsável pela transmissão. Cada pessoa com tuberculose em média pode transmitir para outras 10 a 15 pessoas se não realizar o tratamento adequadamente.

A doença é um desafio para a saúde pública, pois ainda existe muito preconceito e estigma social em torno da tuberculose, explicou a superintendente Regional de Saúde de Uberlândia, Rosângela Paniago. “O papel da Regional é orientar os gestores dos municípios de nossa jurisdição quanto a importância do diagnóstico, do tratamento, e principalmente, conscientizar a população para a superação do preconceito. A melhor prevenção é o tratamento”, pontuou a superintendente.

Para mais infomações sobre a doença, clique aqui

Outras informações, acesse: www.saude.mg.gov.br/tuberculose

 

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Banco de notícias Fri, 24 Mar 2017 17:55:34 +0000
SES-MG institucionaliza a Rede de Mobilização Social em prol da Saúde Pública estadual http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9211-ses-mg-institucionaliza-a-rede-de-mobilizacao-social-em-prol-da-saude-publica-estadual http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9211-ses-mg-institucionaliza-a-rede-de-mobilizacao-social-em-prol-da-saude-publica-estadual

Nesta sexta-feira (24/03) foi publicado na Imprensa Oficial do Estado de Minas Gerais (IOF) a Resolução nº 5663 que institucionaliza oficialmente a Rede de Mobilização Social em Saúde para envolvimento do cidadão na prevenção e promoção da saúde para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) em todo o Estado.

Desde a sua criação em 2007, a Rede é gerenciada pelo Núcleo de Mobilização Social da Assessoria de Comunicação Social da Secretaria de Estado de Saúde do Estado de Minas Gerais (SES-MG). Presente, atualmente, em 684 cidades, o desafio é criar núcleos de mobilização nos 853 municípios mineiros. Além das ações de promoção à saúde dos mais diversos temas ligados ao SUS, a Rede também se preocupa em cultivar parcerias com prefeituras, escolas, empresas, igrejas, associações e outros órgãos públicos.

Atualmente, a Rede de Mobilização Social em Saúde da SES-MG é composta pelo Núcleo Central de Mobilização Social da SES-MG e pelos 28 Núcleos das unidades Regionais de Saúde. O objetivo é arregimentar a participação civil na execução dos programas de prevenção e promoção da saúde por intermédio da Mobilização Social, em toda Minas Gerais.

De acordo com o coordenador do Núcleo de Mobilização Social da SES-MG, Joney Vieira, a institucionalização da Rede de Mobilização “respalda e legitima o Núcleo Central da SES-MG nas estratégias de acompanhamento e cobrança de resultados, bem como no envolvimento dos servidores regionais tidos como referência para tal trabalho”.

Joney conta ainda que, dentre as atribuições do Núcleo Central estão gerir e supervisionar a Rede de Mobilização Social e identificar parceiros em âmbito estadual. “Para desempenhar suas funções de forma eficiente, as Regionais de Saúde exercem um papel fundamental, com a função de incentivar os municípios a criarem seu núcleo de mobilização ou ajudá-los a tomar consciência a respeito do trabalho que já executam”, explica. Clique aqui e confira os relatórios dos trabalhos já realizados pela Rede de Mobilização Social em Saúde.

  • Clique aqui e confira no Blog da Saúde MG mais detalhes sobre o trabalho de Mobilização Social realizado pela SES-MG.
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Banco de notícias Fri, 24 Mar 2017 17:00:16 +0000
SES-MG reforça importância no enfrentamento à Tuberculose http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9210-ses-mg-reforca-importancia-no-enfrentamento-a-tuberculose http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9210-ses-mg-reforca-importancia-no-enfrentamento-a-tuberculose

Nesta sexta-feira, 24/03, é celebrado o Dia Mundial de Enfrentamento à Tuberculose. Em alusão à data, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) por meio do Programa Estadual de Controle da Tuberculose promoveu uma videoconferência com as Referências Técnicas das 28 Regionais de Saúde do Estado. “O objetivo do encontro foi o lançamento da campanha de enfrentamento à tuberculose, bem como discutir sobre o panorama epidemiológico da doença no Estado e apresentar o plano estratégico de 2017 do Programa”, afirma a coordenadora do Programa Estadual de Controle da Tuberculose, Maíra Veloso.

A tuberculose é uma doença infectocontagiosa, causada pelo Mycobacterium tuberculosis, que embora possa acometer outros órgãos, tem a forma pulmonar como a mais frequente e a principal responsável pela transmissão. “Atualmente, Minas Gerais possui cerca de 4.500 casos por ano e o grande desafio é lidar com o abandono do tratamento. É preciso desenvolver estratégias para garantir a adesão do paciente ao tratamento, além de informar a população sobre a doença, forma de contágio e possíveis sintomas”, analisa Maíra Veloso.

Crédito: Marcus Ferreira / SES-MG.

Para Fernanda Gonçalves, representante da coordenadora do Programa Municipal de Tuberculose de Belo Horizonte, a realização do encontro é de suma importância para todos terem conhecimento das atualizações de dados da doença, além de discutirem possíveis estratégias junto aos municípios e Regionais sobre o enfrentamento a doença. “A união entre profissionais de saúde e coordenadores é muito importante para buscar essas novas estratégias”, complementou Fernanda Gonçalves.

De acordo com Maíra Veloso, coordenadora do Programa Estadual de Controle da Tuberculose, para chegar ao controle da doença é necessário detectar ao menos 70% dos casos pulmonares transmissíveis e, desses casos, é preciso haver no mínimo um percentual de 85% de casos curados. Minas Gerais é o quinto estado com o maior número de casos no país, no entanto, possui o menor índice de incidência da doença na região sudeste. “O número de casos elevado se deve ao tamanho territorial do estado. Por isso, é preciso levar em conta o coeficiente de incidência”, frisou Maíra Veloso.

Outras informações, acesse: www.saude.mg.gov.br/tuberculose

 

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Banco de notícias Fri, 24 Mar 2017 16:45:17 +0000
Regional de Saúde de Ubá promove 6ª Edição das Oficinas do Núcleo de Apoio à Saúde da Família http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9208-regional-de-saude-de-uba-promove-6-edicao-das-oficinas-do-nucleo-de-apoio-a-saude-da-familia http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9208-regional-de-saude-de-uba-promove-6-edicao-das-oficinas-do-nucleo-de-apoio-a-saude-da-familia

O Núcleo de Atenção Primária à Saúde (NAPRIS) da Regional de Saúde de Ubá promoveu nesta quarta-feira (22/03), a 6ª Edição das Oficinas de NASF. Desde 2012 estes eventos vêm proporcionando a troca de experiências entre profissionais do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF), coordenadores de Atenção Primária à Saúde e Gestores Municipais, visando capacitá-los para um trabalho de qualidade dentro das propostas ministeriais, estaduais e regionais instituídas para o trabalho do NASF.

Crédito: Lavínia Luisa

De acordo com Fabiana Érica, referência de Saúde Mental da Regional de Ubá “o resultado destas oficinas é muito produtivo, pois elas promovem a criação de uma rede de comunicação entre estes profissionais, além de estimular o surgimento de novas ideias e o fortalecimento de nosso SUS”. Nesta edição, o foco foi à discussão sobre o trabalho em redes de atenção, estando o NASF incluído entre os dispositivos de Rede de Atenção Primária à Saúde e que são acionados pela Estratégia Saúde da Família (ESF) nos casos mais complexos, como, por exemplo, transtornos mentais graves, uso de drogas, desnutrição, hipertensão e diabetes graves.

Durante o encontro, também apresentado o Caderno de Boas Práticas em NASF, idealizado por Fabiana Érica, que contou com a colaboração dos municípios no envio das experiências. O caderno tem a função de divulgar as boas ações desenvolvidas por alguns núcleos e também de promover o reconhecimento destes profissionais que se dedicam na realização do melhor trabalho possível no nível de atenção das equipes da Atenção Primária à Saúde. 

 

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Banco de notícias Fri, 24 Mar 2017 14:43:30 +0000
Regional de Saúde de BH distribui material informativo sobre prevenção, diagnóstico e tratamento da tuberculose http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9207-regional-de-saude-de-bh-distribui-material-informativo-sobre-prevencao-diagnostico-e-tratamento-da-tuberculose http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9207-regional-de-saude-de-bh-distribui-material-informativo-sobre-prevencao-diagnostico-e-tratamento-da-tuberculose

Nesta sexta-feira (24/03) é o Dia Mundial de Enfrentamento à Tuberculose. Para celebrar a data e também, a Regional de Saúde de Belo Horizonte distribuiu folhetos informativos no entorno da Praça Sete e na Farmácia de Todos. Segundo o médico da Regional de Saúde de Belo Horizonte, João Júnior, a tuberculose ainda é bastante frequente no Brasil e no mundo.  “Toda pessoa com tosse há mais de três semanas, com ou sem escarro, deve procurar uma unidade de saúde”, explica o médico.

Crédito: Alessandra Maximiano

Além da tosse persistente, outros sintomas da doença são suor noturno, perda de peso, falta de apetite, cansaço e dor no peito. A transmissão da tuberculose ocorre pela tosse e espirro. Nesta ação, assim como no ano passado, as drogarias do corredor fechado da rua Rio de Janeiro, na Praça Sete, também ajudaram na divulgação do material.

O diagnóstico da doença e o tratamento estão disponíveis em qualquer unidade de saúde do Estado. “O tratamento tem duração de 6 meses e a medicação é fornecida apenas pela rede pública, não sendo possível ser adquirida em farmácias comuns.  Isso possibilita a padronização do tratamento, evitando a automedicação e a resistência ao bacilo”, explica João Júnior.

Outras informações, acesse: www.saude.mg.gov.br/tuberculose

 

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Banco de notícias Fri, 24 Mar 2017 14:31:58 +0000
SES-MG esclarece sobre o andamento das nomeações do concurso público 02/2014 http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9205-ses-mg-esclarece-sobre-o-andamento-das-nomeacoes-do-concurso-publico-02-2014 http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9205-ses-mg-esclarece-sobre-o-andamento-das-nomeacoes-do-concurso-publico-02-2014

As nomeações referentes ao Concurso Público, regido pelo Edital SES-MG n.º 02/2014, somente acontecem se houver a autorização da Câmara de Orçamento e Finanças do Estado (COF), órgão ligado a Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag). Assim que o concurso foi homologado, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) solicitou a nomeação de todos os aprovados dentro do número de vagas previstas no edital (1.292 candidatos aprovados, no total). Inclusive, as nomeações aconteceram em dois momentos, com a primeira e segunda etapa.

Entretanto, as nomeações autorizadas pela COF foram somente aquelas que visassem substituir os profissionais contratados temporariamente. Assim, ocorreram, até o momento, 364 (trezentas e sessenta e quatro) nomeações no cargo de Especialista em Políticas e Gestão da Saúde (EPGS), para substituição de contratos administrativos temporários.

A SES-MG previa a continuidade de nomeações do referido concurso que, gradualmente, recomporia seu quadro de pessoal, entretanto, os resultados apresentados frente à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) apontaram para o limite dos gastos de pessoal e uma série de restrições transitórias foi imposta às nomeações. Assim, os cargos vagos, para os quais foi realizado o referido concurso público, não podem ser preenchidos no momento, pois tais nomeações gerariam aumento de despesas.

Pelos motivos expostos acima, informamos que não é possível precisar quando os cargos vagos serão preenchidos. Entretanto, dada a necessidade de reposição do quadro de servidores, a SES-MG prorrogou o prazo de validade do certame (publicação no Diário Oficial do Estado em 09/11/2016), agora com vigência até 14/02/2019.

Cumpre informar ainda que a SES-MG responde à Ação Civil Pública nº 6099455-96.2015.8.13.0024, proposta pelo Ministério Público do Estado de Minas Gerais, cuja liminar postulada foi deferida em parte para determinar que o Estado de Minas Gerais providenciasse a rescisão dos contratos temporários remanescentes, substituindo-os por servidores efetivos.

As vagas destinadas ao provimento de cargos dos servidores efetivos, seja para recomposição do quadro de pessoal ou para incremento, estão mantidas e permanecem vagas, não foram ocupadas por colaboradores terceirizados. O contrato de prestação de serviços firmado com a Minas Gerais Administração e Serviços S/A (MGS) encontra respaldo na Lei nº 8666/93, que institui normas para licitações e contratos da Administração Pública. Trata-se da prestação de serviços contínuos, não finalísticos. Não há ilegalidades ou irregularidades na contratação realizada. Reforçamos que a restrição ao aumento de despesas, imposto pela LRF, é o motivo único para que as nomeações de todos os candidatos aprovados no certame ainda não tenham ocorrido.

Sobre o questionamento de que outras secretárias e órgãos estão nomeando concursados, esclarecemos quem por exemplo, na Secretaria de Defesa Social, existe um TAC com o Ministério Público, de 2012, que possibilita que se faça concursos periódicos. Assim, é possível substituir os contratos, aos poucos. Como o número de contratos é muito superior ao número de concursados, não gera impactos na folha e, consequentemente, não influencia a LRF. Por isso, a Defesa Social está chamando todos os aprovados nos concursos. Já na Secretaria de Estado de Educação, as designações da Lei 100 estão sendo substituídas pelos concursados. Por isso, também não há impacto na folha de pagamento e na LRF.

 

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Banco de notícias Fri, 24 Mar 2017 10:20:11 +0000
SES-MG orienta população como comprar carne fresca e congelada para uma alimentação saudável http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9204-ses-mg-orienta-populacao-como-comprar-carne-fresca-e-congelada-para-uma-alimentacao-saudavel http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9204-ses-mg-orienta-populacao-como-comprar-carne-fresca-e-congelada-para-uma-alimentacao-saudavel

Com a deflagração da Operação Carne Fraca, que trouxe à tona irregularidades encontradas em alguns dos maiores frigoríficos brasileiros – que vão desde uso de produtos químicos para mascarar carne vencida ao excesso de água para aumentar o peso dos produtos, as pessoas tem se perguntado como escolher uma carne de qualidade para uma alimentação saudável e, principalmente, como conservar essa carne de maneira correta.

Mas, o que muita gente não sabe, é que o controle e fiscalização de alimentos no Brasil é uma responsabilidade compartilhada entre órgãos da Agricultura (Secretarias e Ministério) e o Sistema Único de Saúde (SUS), cada um com as suas responsabilidades e atribuições distintas. Os órgãos da Agricultura, diferentemente do SUS, não formam um sistema, e apesar de interligados são independentes. Esses órgãos são responsáveis pela normatização e controle dos abatedouros, frigoríficos e das indústrias de processamento de produtos de origem animal, a exemplo de carnes e seus produtos derivados, bem como pela garantia da qualidade desses produtos.

Foto: José Silva / Fotos Públicas / EBC.

Ainda, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, por meio do Serviço de Inspeção Federal (SIF), é responsável pelos produtos comercializados nacional e internacionalmente. “No âmbito estadual, a responsabilidade de fiscalização dos produtos de origem animal é do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), enquanto os produtos fiscalizados pelos Serviços de Inspeção Municipais (SIM) somente podem ser comercializados nos municípios onde são produzidos”, explica a diretora de vigilância de alimentos da Secretaria de Estado de Saúde do Estado de Minas Gerais (SES-MG), Ângela Ferreira.

Veja também:

- Quizz: Você sabe como conservar corretamente às carnes após a compra? 

Além disso, cabe a Vigilância Sanitária, tanto estadual como municipal, em relação aos produtos de origem animal, atuar de forma complementar a fiscalização dos órgãos da Agricultura, no controle dos estabelecimentos comerciais, tais como serviços de alimentação, supermercados e açougues, dentre outros.

Ângela comenta ainda que os produtos cárneos somente devem ser adquiridos e consumidos se forem fiscalizados por um dos citados órgãos. “A forma de verificar se houve fiscalização é a presença do selo dos citados órgãos na rotulagem. Ainda que, a além dos rótulos, deve ser observada as características do produto, e especificamente em relação às carnes embaladas à vácuo. É importante o consumidor observar se as carnes embaladas a vácuo apresentam coloração vermelho arroxeado e se elas retornam a essa coloração normal cerca de 20 minutos após a embalagem ser aberta”, orienta.

Já para carne fresca, que não possuem rótulos, o consumidor deve observar a presença de carimbo nas peças (que recebem uma marcação em tinta com o número de registro) comercializadas nos açougues. Caso o carimbo não esteja mais visível, devido ao corte da peça, ele pode questionar ao funcionário do estabelecimento sobre a origem da peça. “O consumidor deve observar os aspectos desses produtos, que devem se apresentar com coloração vermelho intenso, sem mau cheiro, estar armazenada em uma gôndola com temperatura apropriada, e em um ambiente bem higienizado”, aponta Ângela.

Conservação doméstica

Depois de comprar a carne no açougue, como conservá-la na geladeira de casa? A diretora de vigilância de alimentos da SES-MG, Ângela Ferreira, reitera que a carne bem conservada se apresentará na coloração vermelha intensa.

Já a carne que não se encontra em bom estado de conservação apresenta uma coloração escura. “Quando ela estiver amarelada ou esverdeada é sinal de que está imprópria para consumo. A forma mais fácil de saber se a carne está estragada é por meio de seu cheiro, se estiver com odor desagradável, ela não deve ser consumida”, afirma. Abaixo, confira algumas orientações importantes:

  • O transporte das carnes até a residência deve ser o mais breve possível e, se possível, serem transportadas em sacolas térmicas.
  • As carnes frescas devem ser mantidas no refrigeradorem temperaturas inferiores a 7 graus até o momento do preparo.
  • Recomenda-se consumir a carne refrigerada em até 48 horas após a compra.
  • As carnes congeladas devem ser mantidas no congelador, sempre de acordo com a data de validade de cada produto (disponível na embalagem).
  • As carnes devem ser descongeladas de maneira lenta, dentro de um refrigerador, não devendo ser descongelada em temperatura ambiente ou em água quente.
  • Não se deve congelar novamente as carnes que já tenham sido congeladas anteriormente.

Embutidos

O consumo de embutidos também merece uma atenção especial. A diretora de Promoção à Saúde da SES-MG, Daniela Souzalima, explica que os produtos embutidos possuem baixo valor nutricional. “Eles são pobres em fibras, vitamina e minerais, possuem elevada quantidade de sal, açucares, gorduras saturadas e alta concentração de aditivos químicos”, explica.

De acordo com as recomendações do Guia Alimentar para a População Brasileira (2015), o consumo de embutidos, assim como todos os alimentos ultraprocessados deve ser evitado, uma vez que já é comprovada sua associação com diversos tipos de canceres, doenças cardiovasculares, deficiências nutricionais e obesidade. Clique aqui e confira no Blog da Saúde MG qual é a diferença entre alimentos ultraprocessados e in natura.

 

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Banco de notícias Thu, 23 Mar 2017 10:23:24 +0000
Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus (23/03) http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9202-boletim-epidemiologico-de-monitoramento-dos-casos-de-dengue-chikungunya-e-zika-virus-23-03-2017 http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9202-boletim-epidemiologico-de-monitoramento-dos-casos-de-dengue-chikungunya-e-zika-virus-23-03-2017

Em 2017, até o momento (22/03), Minas Gerais registrou 16.081 casos prováveis (casos confirmados + suspeitos) de dengue. Desses, um (1) caso veio a óbito e outros 12 seguem em investigação. 

Em relação à Febre Chikungunya, Minas Gerais registra 3.808 casos prováveis da doença, enquanto à febre pelo Zika Vírus, são 356 casos prováveis no Estado em 2017.

Em relação aos casos que envolvem o grupo de doenças de doenças infecciosas que acometem a gestante e o feto, e podem causam microcefalia no recém-nascido (sífilis, toxoplasmose, rubéola, citomegalovirose e herpes simples, todas congênitas; além do zika vírus), foram notificados 60 casos com suspeita de infecção no ano de 2017. Desses, 53 seguem em investigação.

» Clique aqui e confira o Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus da SES-MG (atualizado em 23/03/2017) para a IMPRENSA

» Clique aqui e confira o Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus da SES-MG (atualizado em 23/03/2017) para a ÁREA TÉCNICA

» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Dengue por municípios (atualizada em 23/03/2017)

» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Chikungunya por município (atualizada em 23/03/2017)

 

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Banco de notícias Thu, 23 Mar 2017 09:00:00 +0000
Regional de Saúde de Pirapora promove ação educativa em comemoração ao Dia Mundial da Água http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9203-regional-de-saude-de-pirapora-promove-acao-educativa-em-comemoracao-ao-dia-mundial-da-agua http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9203-regional-de-saude-de-pirapora-promove-acao-educativa-em-comemoracao-ao-dia-mundial-da-agua

A Regional de Saúde de Pirapora, por meio do Núcleo de Gestão de Pessoas, promoveu nesta quarta-feira (22/03) uma blitz educativa em comemoração ao Dia Mundial da Água. O objetivo do evento foi chamar a atenção da população para a preservação dos principais recursos de sobrevivência dos seres vivos, com ações educativas e que estimulam a preservação.

Segundo a coordenadora de Gestão da Regional, Ana Lúcia Henrique Silveira, celebrar a data se torna fundamental devido à necessidade de preservação das águas. “A água atua mantendo nosso corpo hidratado, ajuda no transporte de substâncias, regula nossa temperatura, funciona como solvente, participa de reações químicas, entre várias outras funções, como sua utilização na alimentação de animais e na agricultura”, disse.

Crédito: Vinícius Falcão

Durante o evento, foram distribuídos folders, panfletos e cartazes chamando a atenção para a preservação e o uso consciente da água, com atitudes que colaborem para a preservação e economia deste bem natural. Também foram dadas sugestões de preservação, como não jogar lixo nos rios e lagos, economizar água nas atividades cotidianas (banho, escovação de dentes, lavagem de louças etc) e reutilizar a água em diversas situações. Além disso, foi abordada a necessidade de se respeitar as regiões de mananciais e divulgar ideias ecológicas para as comunidades, destacando sobre o tratamento adequado da água.

O evento contou com o apoio da gerente Regional de Saúde, Maria Cândida, e de técnicos da Regional. Contou, ainda, com a parceria de diversos órgãos do Estado e do município, como a Polícia Militar de Meio Ambiente e também o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE), o Centro de Referência Ambiental, além do Instituto Federal Norte de Minas Pirapora.

 

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Banco de notícias Thu, 23 Mar 2017 08:30:00 +0000
Boletim de Febre Amarela passa a ser atualizado em nova periodicidade http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9201-boletim-de-febre-amarela-passa-a-ser-atualizado-em-nova-periodicidade http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9201-boletim-de-febre-amarela-passa-a-ser-atualizado-em-nova-periodicidade

Informamos que, a partir desta data, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) passará a publicar o boletim de atualização sobre a situação da Febre Amarela uma vez por semana, sempre às quartas-feiras, às 14h. O próximo boletim será publicado no dia 29 de março, no site da SES-MG.

Essa medida se justifica considerando que houve uma redução significativa no número de casos notificados diariamente. 

No mais, é fundamental encerrar as investigações dos casos já notificados de janeiro até o momento, ou seja, eles devem ser confirmados ou descartados.

A Sala de Situação, criada para monitorar a doença no Estado e acompanhar as ações da SES-MG, permanece em funcionamento.

» Clique aqui e confira os boletins da Febre Amarela que já foram publicados no site da SES-MG.

» Clique aqui e confira a Linha do Tempo das ações da SES-MG para o enfrentamento da Febre Amarela.

Secretaria de Estado de Saúde

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Banco de notícias Wed, 22 Mar 2017 17:10:06 +0000
Ação educacional "Percursos Formativos" inicia suas atividades em Governador Valadares http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9200-acao-educacional-percursos-formativos-inicia-suas-atividades-em-governador-valadares http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9200-acao-educacional-percursos-formativos-inicia-suas-atividades-em-governador-valadares

A Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais (ESP-MG), por meio de parceria com a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas, do Ministério da Justiça, iniciou na última segunda-feira (20/03), em Governador Valadares, no Vale do Rio Doce, o “Percursos Formativos no Centro Regional de Referência (CRR)”.  O projeto visa a qualificação de 160 atores atuantes nas áreas da saúde, educação, assistência social, defesa social e judiciária envolvidos na abordagem de pessoas que sofrem consequências decorrentes ou associadas ao uso de álcool e drogas.

A atividade contou com a presença da diretora-geral da ESP-MG, Cida Veloso, de Sheila Furbino, Secretária-Adjunta de Saúde, Heldo Jorge Aguiar, Secretário de Assistência Social, ambos de Governador Valadares, Jadir de Assis, interlocutor da Região Sudeste do Projeto Redes (FENAD/FioCruz) e as referências técnicas em saúde mental do Núcleo de Redes de Atenção à Saúde (NRAS) da Escola, Ana Regina Machado e Daniene Santos, que são docentes na ação educacional.

Em sua fala, a Cida Veloso destacou os cuidados específicos com os usuários e dependentes de drogas, ainda mais por ser um campo de preconceitos e estigmas. “A primeira desconstrução deve partir dos trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS) ao lidar com estes usuários”, destacou.

Condução

A ESP-MG como condutora do projeto considera imprescindível o investimento na formação de profissionais para o desenvolvimento de políticas públicas efetivas e, assim como a Escola, o projeto é pautado pela premissa da Educação Permanente para a concepção pedagógica do curso, valorizando o debate, a discussão dos casos, o compartilhamento de saberes e práticas, e fundamentalmente, a articulação intersetorial.

O enfermeiro Farley Pereira Felix, trabalhador na Estratégia de Saúde da Família (ESF), do bairro Jardim Pérola 1 e 3 da Secretaria Municipal de Saúde do município inicia como discente do CRR. “Precisamos de levar aos trabalhadores aprofundamento do campo de conhecimento à suas próprias práticas. Essa relação entre a Escola e políticas públicas é fundamental para que possamos, cada vez mais, aprimorar a formação do trabalhador, abrir possibilidades de campos de atuação, adicionar novos olhares, inclusive na superação de processos e paradigmas que historicamente constituem a relação do cuidado com o usuário de drogas do Brasil”, disse.

Sua colega de trabalho, Jardelly Teixeira, também enfermeira, completa que “além de melhorar o acolhimento do usuário de drogas, vamos conseguir realizar um trabalho de acompanhamento deste paciente no município, direcionando-o dentro da rede em todos os níveis e assim, conseguir um retorno deste tratamento”, conclui.

O projeto Percursos Formativos no Centro Regional de Referência (CRR) de Governador Valadares, terá três processos formativos, com carga horária de 40 horas cada, com docentes do próprio município e região, além de docentes da ESP-MG, todos com reconhecida experiência na área de atenção aos usuários de álcool e outras drogas.

A aula inaugural contou também com a presença de representantes da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais (PMMG), Corpo de Bombeiros, Defesa Social de Governador Valadares, da Casa de Semiliberdade, do Programa Se Lina, do Centro de Prevenção à Criminalidade, da Defensoria Pública e da direção do presídio de Governador Valadares.

 

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Banco de notícias Wed, 22 Mar 2017 15:43:08 +0000
SES-MG, ESP-MG e Hospital Sírio Libanês lançam curso de especialização para profissionais do SUS http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9199-ses-mg-esp-mg-e-hospital-sirio-libanes-lancam-curso-de-especializacao-para-profissionais-do-sus http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9199-ses-mg-esp-mg-e-hospital-sirio-libanes-lancam-curso-de-especializacao-para-profissionais-do-sus

Nesta quarta-feira (22/03), na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte, foi realizada a cerimônia de abertura dos Cursos de Especialização em Vigilância em Saúde, Vigilância Sanitária e Qualidade e Segurança no Cuidado ao Paciente. Os cursos, que deverão abranger cerca de 120 profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) da região metropolitana de Belo Horizonte, são realizados numa parceria entre a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais (ESP-MG) e o Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio Libanês. Clique aqui e confira a nossa galeria de fotos.

De acordo com o Superintendente de Vigilância Sanitária da SES-MG, Rilke Novato Públio, o curso traz a possibilidade de se discutir e promover ações de fortalecimento do trabalho realizado pelo SUS. “O momento que estamos vivendo nos remete à necessidade de discutirmos possibilidades de ação. Precisamos discutir de forma ampliada, com a Vigilância em Saúde, o princípio e a ação da integralidade. Com essa parceria conseguimos promover avanços independentemente do momento delicado que estamos vivendo”, afirma.

Crédito: Marcus Ferreira / SES-MG.

 

A diretora da ESP-MG, Maria Aparecida Mendes Veloso, falou sobre a importância da promoção da educação dos trabalhadores do SUS, por meio da formação de parcerias. “Um dos nossos eixos e princípio norteador é a educação permanente em saúde, em que vamos até onde os trabalhadores do SUS estão. Formamos profissionais criticamente responsáveis e que reflitam sobre seus processos de trabalho. Se estamos aqui é porque acreditamos ser possível transformar realidades”, disse.

Por meio da utilização de metodologias ativas, os cursos têm como objetivo potencializar e construir capacidades de envolvimento dos profissionais do SUS, fortalecendo discussões e respondendo às dificuldades apontadas nos locais de trabalho. Também fazem parte da parceria para realização dos cursos o Ministério da Saúde, Conselho Nacional de Secretários da Saúde (CONASS), Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS) e Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Minas Gerais (COSEMS-MG).

Durante a abertura, o presidente do COSEMS-MG – Regional Belo Horizonte, Bruno Diniz Pinto, falou sobre a importância de capacitar os profissionais do SUS que atuam diretamente com os usuários do sistema. “Os projetos de apoio ao SUS em Minas Gerais são muito importantes para o fortalecimento da região. Precisamos aproximar o trabalho da ponta do nível educacional”, explica.

Os cursos contarão com encontros presenciais mensais e também atividades à distância, além da construção de projetos aplicáveis que tragam contribuições para os serviços ofertados pelo SUS. Segundo a representante do Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio Libanês, Luciana Nogueira, é preciso olhar para os trabalhadores de forma integrada. “Temos a crença de que é fundamental investir em quem cuida do SUS diariamente. Nosso trabalho é cuidar de quem constrói o SUS, é olhar para os trabalhadores do sistema como seres complexos e integrais. Trabalho também é pensamento, reflexão, diálogo e afeto”, disse.

 

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Banco de notícias Wed, 22 Mar 2017 15:03:01 +0000
Regional de Saúde de Coronel Fabriciano alinha ações da Atenção Primária com municípios http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9198-regional-de-coronel-fabriciano-alinha-acoes-da-atencao-primaria-com-municipios http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9198-regional-de-coronel-fabriciano-alinha-acoes-da-atencao-primaria-com-municipios

O Núcleo de Atenção Primária à Saúde (NAPRIS) da Regional de Saúde de Coronel Fabriciano, com a participação do Núcleo de Redes de Atenção à Saúde (NRAS), promoveu nesta terça-feira (21/03), uma reunião de alinhamento com Gestores de Saúde e Coordenadores da Atenção Primária dos municípios das três microrregiões de saúde que compõe o Território Vale do Aço com o intuito de fortalecer as ações do Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com a coordenadora do NAPRIS, Mônica Teodoro Cruz, trata-se do primeiro encontro com as novas gestões, e tem praticamente objetivo de apresentar informações sobre os programas e ações que são trabalhados na Atenção Primária à Saúde da Regional de Saúde.

Durante o encontro, as referências técnicas dos núcleos NAPRIS e NRAS, apresentaram suas funções e os programas, abordando diversos temas, entre eles, Saúde da Mulher, Rede Cegonha, Processo de Informatização Qualificada do SUS (e-SUS), Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ), Indicadores dos Programas da Política Nacional de Promoção à Saúde (PNPS), Rede de Atenção à Saúde (RAS), Sistema de Informação do Câncer (SISCAN), Promoção da Alimentação Adequada e Saudável (PAAS), Financiamento do Bloco da Atenção Primária, Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF), Febre Amarela, Estratégia Saúde da Família (ESF), Saúde Bucal, Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) e Mais Médicos, sendo estes os principais programas que compõe o NAPRIS.

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Segundo Mônica, para muitos gestores foi um momento de reciclagem, visto que alguns programas foram ampliados ou alterados. Já para os novos coordenadores o alinhamento serviu de capacitação. “O nosso principal foco com este alinhamento é fortalecer a Atenção Primária nos municípios, para que os programas funcionem de forma plena, cumprindo as metas estipuladas pelo ministério. E como resultado obtermos uma melhora visível na saúde do municipio”, destacou a coordenadora.

De acordo com a equipe técnica do NAPRIS, o encaminhamento para os municípios é a elaboração das principais demandas e necessidades quanto aos programas e ações da Atenção Primária, para que a Regional de Saúde possa diferenciar e perceber os pontos fortes e fracos de cada município, e assim promover capacitação e treinamento conforme a realidade de cada município.

A coordenadora do NAPRIS, Mônica Teodoro Cruz, destacou o trabalho da equipe do NAPRIS e NRAS e a participação dos gestores e coordenadores, e agradeceu aos servidores pelo trabalho e comprometimento com o fortalecimento da Atenção Primária dos municípios. Nesta reunião participaram as referências técnicas Vitória Pires, Maria Inês Dias, Telma Ferreira, Palmira Ferreira, Sônia Andrade, Eduardo Morais, Reinaldo Júnior, Jordânia Lugão, Aline Santos, Evelange Alves, Ângela Soares e Fernanda Faria.

 

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Banco de notícias Wed, 22 Mar 2017 13:38:29 +0000
Regional de Saúde de Uberaba promove treinamento em IST/Aids e Hepatites Virais http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9197-regional-de-saude-de-uberaba-promove-treinamento-em-ist-aids-e-hepatites-virais http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9197-regional-de-saude-de-uberaba-promove-treinamento-em-ist-aids-e-hepatites-virais

Abrangendo cerca de 150 médicos, enfermeiros, entre outros profissionais de saúde da Atenção Primária, Especializada e de hospitais da região de saúde Triângulo Sul, a Regional de Saúde de Uberaba promoveu um treinamento que teve ênfase na sífilis. Além disso, o encontro contou com palestra do infectologista Rodrigo Juliano Molina, professor da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) e médico do Hospital de Clínicas da universidade. O treinamento teve início nesta última terça-feira (21/03), em Uberaba, e se encerrou nesta quarta-feira (22/03). 

Segundo Molina, houve aumento do número de pacientes com sífilis devido à falta de prevenção. “Este treinamento visa melhorar o diagnóstico e o manejo clínico inicial dos profissionais, especialmente da atenção primária, para essa e as outras patologias sexualmente transmissíveis”, destaca o professor.

A a coordenadora do programa de Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), Aids e Hepatites Virais da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Jordana Costa, falou sobre a Vigilância Epidemiológica do HIV e da Sífilis e frisou a importância do correto acolhimento ao público acometido pelas doenças. “É muito importante trabalhar o vínculo com os pacientes soropositivos em geral e, especialmente, com populações chave para a vigilância dessas doenças, como privados de liberdade, usuários de álcool e outras drogas, gays e pessoas trans, que ainda sofrem preconceito e muitas vezes não são devidamente acolhidos pelos serviços de saúde”, apontou Jordana.

Para a médica de saúde da família, Adriana Aveiro, que atua na unidade George Chirée Jardim, no bairro Alfredo Freire em Uberaba, “é necessário que todas as unidades básicas de saúde possam trabalhar com os testes rápidos de ISTs, e não somente o Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA), pois isso facilitaria muito o diagnóstico. Além disso, é importante fazer trabalho educativo, falar sobre o assunto com os jovens nas escolas, mas ainda existem muitos tabus e preconceitos, às vezes da própria escola, quando o assunto é sexualidade”.

A responsável pelo treinamento, Denise Maciel Carvalho, referência técnica de IST/AIDS e Hepatites Virais da Regional de Saúde de Uberaba, afirma que ele vem sendo idealizado desde que se detectou o aumento dos casos de Sífilis congênita nos municípios da região, reproduzindo o que vem sendo identificado em todo o estado, o Brasil e o mundo. “Por isso, em parceria com os núcleos de Atenção Primária e Atenção à Saúde da superintendência, montamos o curso para treinar e sensibilizar os profissionais para realizar o diagnóstico e tratamento o mais rápido possível, e reduzir assim, o número de casos da doença”, destacou Denise.

Também palestraram Rúbia Mara Veloso e Mayara Cristina Marques, da Coordenação Estadual de IST/AIDS, sobre a Rede de Profilaxia de Pós-Exposição às Doenças. Cada profissional presente no treinamento será cadastrado como multiplicador no Sistema Único de Saúde (SUS) e ficará responsável por capacitar sua equipe de saúde até dia 31 de maio de 2017.

 

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Banco de notícias Wed, 22 Mar 2017 11:52:12 +0000
Dia Mundial da Água reforça a importância desse bem para a saúde http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9195-dia-mundial-da-agua-reforca-a-importancia-desse-bem-para-a-saude http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9195-dia-mundial-da-agua-reforca-a-importancia-desse-bem-para-a-saude

Nesta quarta-feira (22/03), é celebrado o Dia Mundial da Água. A data foi criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) para estimular a reflexão e discussão sobre a relevância desse bem natural em nosso cotidiano. 

As técnicas da diretoria de Promoção à Saúde da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Laís Antero e Nathália Beltrão, explicam que a água é um componente vital, que desempenha funções importantes como, por exemplo, o estímulo à diurese (o que contribui para a eliminação de toxinas acumuladas no corpo), a manutenção da temperatura corporal e o transporte de nutrientes para as células.

Veja também:
- É possível economizar água em casa e no trabalho?

Sinais de alerta

Os sinais dados pelo organismo para indicar que a ingestão de água tem sido insuficiente não se restringem somente à sede e boca seca. Sintomas como sudorese, pele fria e úmida, vômito, diarreia, câimbras e, em casos graves, até mesmo a perda de consciência, também podem estar relacionados à baixa ingestão de água.

Foto: Fernanda Carvalho | Fotos Públicas.

É importante lembrar que não se deve substituir a água por bebidas adocicadas (refrigerantes, néctares, sucos artificiais) e bebidas alcoólicas. A referência técnica Nathália Beltrão destaca ainda que, na verdade, nenhum outro alimento pode substituí-la. No entanto, frutas e verduras apresentam um grande potencial para auxiliar na hidratação. “Como exemplo, podemos citar melancia, melão, acerola, laranja, tangerina, abacaxi, alface, tomate, repolho, dentre outros que, na sua composição contém cerca de 90% de água, além de vitaminas e minerais”.

Já no que se refere à quantidade ideal, é importante fazer uma avaliação individualizada. “Deve-se atentar à temperatura ambiente, às atividades físicas que a pessoa realiza e se ela estará exposta ao sol ou não. Em geral, a recomendação média é de 2 litros por dia. Mas é importante observar o ciclo da vida em que a pessoa se encontra, pois, para cada fase há uma necessidade diferenciada de água. É preciso ter atenção especial à ingestão hídrica de crianças e idosos”, explica Laís Antero.

» Clique aqui e confira entrevista com as referências técnicas no Blog da Saúde MG.

 

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Banco de notícias Wed, 22 Mar 2017 10:00:31 +0000