Notícias http://www.saude.mg.gov.br Wed, 23 Jan 2019 19:31:55 +0000 Joomla! - Open Source Content Management pt-br Vacinação é o principal meio de evitar a febre amarela http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10834-vacinacao-e-o-principal-meio-de-evitar-a-febre-amarela http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10834-vacinacao-e-o-principal-meio-de-evitar-a-febre-amarela

A meta para cobertura vacinal de febre amarela, estabelecida pelo Ministério da Saúde (MS), é de 95%. Em Minas Gerais, embora a cobertura já tenha alcançado 91,4%, estima-se que cerca de 3 milhões de mineiros ainda não foram se vacinar. Um alto número, se considerarmos que a vacina faz parte do calendário rotineiro de vacinação de Minas Gerais desde 2008, e encontra-se disponível nos postos de saúde de todo o estado, durante todo o ano.

A coordenadora de Imunização da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Eva Lídia Arcoverde, explica que o perfil dos não vacinados concentra-se especialmente na faixa-etária de 15 a 59 anos de idade, justamente a mais acometida pela epidemia de febre amarela silvestre ocorrida em 2017 e 2018.

De acordo com Eva Lídia, desde o início das notificações dos casos suspeitos de febre amarela silvestre que ocorreram no Estado, no final de 2016, foram adotadas diversas ações, entre elas a realização da vacinação casa a casa, nas regiões mais afetadas, na tentativa de alcançar a população não vacinada. Essa e outras estratégias, realizadas pelo Estado e municípios, elevaram a cobertura vacinal acumulada geral de 57,5%, no período de 2007 a 2016, para 91,4%, atualmente.

“Além da vigilância constante nas áreas de maior risco para a ocorrência da doença, a SES-MG realizou diversas videoconferências e capacitações sobre coberturas vacinais e vigilância da febre amarela, repassou incentivos financeiros complementares de mais de R$ 5 milhões para intensificação da Campanha Nacional de Vacinação e mais R$ 60 milhões aos 853 municípios para estruturação de 3.412 salas de vacina que já funcionam em Unidades de Saúde do Estado. Foi estabelecida, ainda, uma parceria entre a SES e Secretaria Estadual de Educação (SEE), que fomenta a verificação e atualização da situação vacinal da comunidade escolar, da rede pública e privada”, explica Eva Lídia.

No período de monitoramento 2018/2019 até a presente data, não foram registrados casos humanos confirmados de febre amarela silvestre no estado de Minas Gerais. Mais informações, clique aqui e acesse o último boletim epidemiológico da febre amarela.

Período Sazonal

O período compreendido entre dezembro e maio é característico por apresentar um aumento nos índices de chuva e, consequentemente, na proliferação do vetor de transmissão da febre amarela silvestre, o Haemagogus e o Sabethes. Como nesse cenário a probabilidade da ocorrência de casos é maior, a vacina continua sendo a melhor forma de prevenção.

Créditos: Marcus Ferreira

De acordo com Eva Lídia Arcoverde, toda pessoa acima de nove meses de vida que mora ou vai viajar para área rural, de mata ou silvestre deve procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) para se vacinar contra a Febre Amarela.

“A vacina é gratuita e oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Idosos acima dos 60 anos e gestantes devem ser avaliadas por uma equipe de saúde em relação ao benefício e risco da vacinação, levando em conta o risco de eventos adversos”, explica a coordenara Estadual de Imunização.

Sintomas

A febre amarela é classificada como uma doença infecciosa grave, que provoca febre, calafrios, dor de cabeça, dores nas costas e no corpo, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza. Os primeiros sintomas aparecem de 3 a 6 dias depois da infecção. A orientação é buscar um serviço de saúde aos primeiros sinais.

Tratamento

Não existe um tratamento específico para febre amarela, apenas sintomático. Os pacientes que necessitarem de hospitalização devem ter uma cuidadosa assistência, permanecendo em repouso, com reposição de líquidos e das perdas sanguíneas, quando indicado.

Vacinação

Segundo a coordenadora Estadual de Imunização, “a preocupação maior neste ano seria com o sul de Minas e com a Triângulo mineiro, que são regiões com baixas coberturas vacinais e, no caso do município de Varginha, com a ocorrência de epizootias ( morte de primatas) confirmada. Eva Lídia Arcoverde reforça que a vacina contra febre amarela é considerada altamente eficaz e segura na prevenção da transmissão do vírus.

“A proteção é individual, de cada um. Por isso é que, no caso da febre amarela, nosso ideal deveria ser atingir uma cobertura de 100% da população. O vetor está presente no nosso ambiente, circulando com o vírus e logo as pessoas, que não tenham se vacinado, estarão expostas”, afirma a coordenadora.

De acordo com a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Ministério da Saúde (MS) adotou os padrões internacionais da dose única. Ou seja: quem tomou 1 (uma) dose da vacina da febre amarela em qualquer fase da vida está imunizado pelo resto da vida, e não precisam do reforço.

“Caso a pessoa não tenha o cartão de vacinação, a orientação é procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima da sua casa para fazer um novo Cartão de Vacina pelo SUS, e assim, se vacinar normalmente. Lembre-se: o cartão é um documento muito importante que reúne todo o seu histórico vacinal durante a vida. Por isso, o guarde com cuidado”, orienta Eva Lídia.

Atualmente, Minas Gerais conta com cerca de um milhão doses disponíveis para distribuição aos municípios e, caso seja necessário, doses adicionais poderão ser solicitadas ao MS.

Doação de Sangue

Vale destacar que quem planeja doar sangue e ainda não se vacinou contra a febre amarela, necessita de um intervalo de 30 dias para realizar uma doação. No entanto, as pessoas ainda não imunizadas podem, no mesmo dia, doar sangue e, depois, se dirigirem a uma unidade de saúde para receber a vacina da febre amarela.

O período de férias e Carnaval é historicamente marcado por uma baixa no estoque de sangue da Fundação Hemominas, que chega a registrar redução de aproximadamente 30%. Dessa forma, a ocorrência de casos de febre amarela, que tende a aumentar nesses meses iniciais do ano, pode agravar a situação, já que o tratamento de suporte aos pacientes infectados pode demandar o uso de grande quantidade de hemocomponentes. Por isso, antes de se vacinar, procure um Hemocentro e salve vidas.

Outras informações disponíveis em: www.saude.mg.gov.br/febreamarela

]]>
Banco de notícias Tue, 22 Jan 2019 11:50:04 +0000
Febre Maculosa requer prevenção durante o ano inteiro http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10832-febre-maculosa-requer-prevencao-durante-o-ano-inteiro http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10832-febre-maculosa-requer-prevencao-durante-o-ano-inteiro

Apesar de ser uma doença sazonal, com predominância do número de casos nos meses de junho a novembro, a Febre Maculosa requer atenção e cuidados para prevenção durante todo o ano. O carrapato que apresenta maior relevância na transmissão da doença pode ser encontrado não apenas em capivaras, como se faz associação constantemente, mas também em equídeos, bovinos, roedores, marsupiais, cães, entre outros animais que estão em ambientes domésticos. Em 2018, foram confirmados 46 casos de Febre Maculosa em Minas Gerais.

A coordenadora de Zoonoses e Vigilância de Fatores de Risco Biológicos da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Mariana Gontijo, aponta que ambientes como de matas, rios, cachoeiras e que possuem criação de animais domésticos como cães, cavalos, bem como ambientes com a presença de animais silvestres como capivaras ou gambás são propícios para os carrapatos. A infestação deste vetor aumenta no período dos meses de junho a novembro, quando se observa aumento da densidade da população em forma de ninfas.

O uso de roupas de cor clara, vestimentas longas, calçados fechados – preferencialmente de cano longo e utilização de meias brancas – são algumas medidas práticas e simples que contribuem para prevenção quando se frequenta ambientes favoráveis à presença de carrapatos. O uso de equipamentos de proteção individual para atividades ocupacionais como capina e limpeza de pastos também é importante. “Se forem verificados carrapatos no corpo, deve-se retirá-los com leves torções e com auxílio de pinça, evitando contato com as unhas e o esmagamento do animal”, indicou a coordenadora.

Recomenda-se também o uso de repelentes à base da substância Icaridina, que são eficazes na prevenção de picadas por carrapatos em indivíduos que frequentam ambientes favoráveis à presença desses animais. Atenção também em relação às formas de larva e ninfa do carrapato no ambiente. “Tais formas são muito pequenas e de difícil visualização. Por isso tendem a permanecer mais tempo aderidas ao corpo, o que facilita a transmissão da bactéria responsável pela transmissão da doença”, ressaltou Mariana Gontijo.

Além dos cuidados de aspecto individual, também é importante providenciar a utilização periódica de carrapaticidas em cães, cavalos e bois, conforme recomendações do profissional médico veterinário, evitando com que animais tão presentes no cotidiano das pessoas fiquem infestados.

Situação em Minas

A febre maculosa em Minas Gerais ocorre em todo o território do Estado, predominantemente nas macrorregiões de saúde Centro, Sudeste, Leste, Oeste e Jequitinhonha. No período compreendido entre os anos de 2008 a 2018, foram confirmados 199 casos da doença em Minas, com a taxa de letalidade média em torno de 42%.

Créditos: Marcus Ferreira

Assim, a vigilância da doença é realizada em todo o estado de Minas Gerais. Além disso, ocorre também a investigação de áreas novas da doença com a pesquisa vetorial por avaliação dos critérios epidemiológicos avaliados em conjunto com os municípios afetados e a Unidade Regional de Saúde a que estão vinculados, ressaltou a coordenadora.

A doença

A febre maculosa é a riquetsiose mais prevalente e conhecida no Brasil. É uma doença infecciosa febril aguda, causada pela bactéria gram negativa Rickettsia rickettsii e transmitida através da picada de carrapatos infectados, considerados vetores e reservatórios da doença. Os carrapatos do gênero Amblyomma são os que apresentam maior relevância na transmissão de bactérias responsáveis pela infecção. Em Minas Gerais, o carrapato da espécie Ambyomma sculptum é o que apresenta maior relevância no ciclo biológico da doença.

É uma doença sistêmica, de início abrupto e sem sintomas específicos, caracterizada principalmente por febre geralmente alta, dores de cabeça, dores musculares intensas, mal estar generalizado, náuseas e vômitos. Isso dificulta a suspeição da doença. A presença de exantemas máculo-papulares (erupções na pele) pode ocorrer entre o segundo e o sexto dia da doença. No entanto, é possível que esses sinais na pele não estejam presentes, o que pode dificultar ou retardar o diagnóstico e tratamento da doença. Diante da suspeita clínica da febre maculosa, o tratamento deve ser iniciado imediatamente, devido à gravidade da evolução da doença. O início da investigação deve ser imediato, após a notificação, para que as medidas de prevenção e controle sejam adotadas em tempo oportuno.


Principais cuidados para prevenção

  • Uso de roupas de cor clara, vestimentas longas, calçados fechados – preferencialmente com cano longo e utilização de meias brancas – ao frequentar ambientes favoráveis à presença de carrapatos, o que facilitará a visualização dos animais;
  • Uso de repelentes à base da substância Icaridina, que são eficazes na prevenção de picadas por carrapatos em indivíduos que frequentam ambientes favoráveis à presença dos mesmos;
  • Uso de equipamentos de proteção individual nas atividades ocupacionais de capina e limpeza de pastos;
  • Evitar se sentar e deitar em gramados e em áreas de conhecida infestação de carrapatos em atividades de lazer como caminhadas, piqueniques, pescarias, etc;
  • Examinar o corpo periodicamente ao frequentar áreas propícias à presença de carrapatos, tendo em vista que quanto mais rápido eles forem retirados do corpo, menor a chance de infecção. Caso sejam verificados carrapatos no corpo, retirá-los com leves torções e com o auxílio de pinça, evitando o contato com unhas e o esmagamento do animal;
  • Utilização periódica de carrapaticidas em cães, cavalos e bois, conforme recomendações do profissional médico veterinário;
  • Limpeza e capina periódica de lotes não construídos e áreas públicas com cobertura vegetal;
  • Manter vidros e portas fechados em veículos de transporte em áreas com risco de infestação de carrapatos.
]]>
Banco de notícias Mon, 21 Jan 2019 09:37:17 +0000
Cuidados com o Aedes devem ser intensificados durante o verão http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10827-cuidados-com-o-aedes-devem-ser-intensificados-durante-o-verao http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10827-cuidados-com-o-aedes-devem-ser-intensificados-durante-o-verao

A chegada do verão torna as medidas de prevenção e controle do Aedes ainda mais relevantes. Ainda que as ações devam ser mantidas durante todo o ano, o aumento das temperaturas somado às chuvas características do momento propicia a proliferação do mosquito transmissor da dengue, zika e Chikungunya. Por isso, neste período, o ideal é eliminar recipientes que podem servir para acúmulo de água, contribuindo para a prevenção e controle das arboviroses.

Conforme explica a referência técnica do Programa Estadual de Controle das Doenças Transmitidas pelo Aedes, Paula Figueiredo, ainda que o período seja propício para a proliferação do mosquito, algumas atitudes simples e diárias podem evitar problemas futuros. “A participação da população é fundamental nas ações de controle do Aedes aegypti, e a melhor maneira de se prevenir das doenças é eliminar os focos que acumulam água, considerados possíveis criadouros do mosquito. São exemplos de ações importantes: manter caixas d’água vedadas, guardar pneus e garrafas em locais cobertos, manter ralos limpos e vedados e descartar adequadamente o lixo”, explica.

Entre as medidas de prevenção e controle do mosquito também está o cuidado com as calhas, evitando que folhas e sujeiras se acumulem. Os pratinhos de plantas precisam ser eliminados, além do cuidado especial com bebedouros de animais, que devem ser limpos diariamente. Também é recomendável limpar piscinas e fontes de água, bandejas de geladeira e ar condicionado.

O ciclo de reprodução do Aedes pode variar de 5 a 10 dias, passando pela fase larvária até chegar à forma adulta. É a fêmea do mosquito que deposita seus ovos na parede interna dos reservatórios e estes podem permanecer viáveis por aproximadamente um ano. Assim que o ovo entra em contato com a água, ele eclode e inicia o ciclo e, por isso, fazer vistorias detalhadas dentro de casa e nos quintais é fundamental para eliminar possíveis focos.

Créditos: Marcus Ferreira

Dessa maneira, quando o armazenamento de água for necessário, ele precisa ocorrer de forma adequada e segura, evitando que os recipientes se tornem criadouros do Aedes. Lembrando que cerca de 80% dos focos do Aedes estão dentro das residências.

Ações da SES-MG para enfrentamento da dengue, zika e Chikungunya

Entre as ações executadas pelo estado de Minas Gerais, se destacam reuniões de alinhamento com as referências técnicas das Unidades Regionais de Saúde das áreas de vigilância epidemiológica, laboratorial, controle vetorial, comunicação e mobilização social, assistência, farmácia e gestão. Associado a isso, o Plano de Contingência Estadual com o monitoramento de indicadores foi revisado, além de realização de reuniões mensais do Comitê Gestor Estadual de Políticas de Enfrentamento das Arboviroses para planejamento de ações intersetoriais.

A SES-MG também adquiriu insumos estratégicos para tratamentos dos pacientes com as arboviroses para dengue, zika e chikungunya para os municípios com casos notificados. Além disso, aquisição de equipamentos para aplicação de inseticidas e vigilância laboratorial, conforme preconizado. Também foi realizada capacitação de equipe de referência para aplicação de inseticidas e implantação do monitoramento entomológico utilizando armadilhas (ovitrampas) para o Aedes, com o objetivo de identificar áreas prioritárias para direcionar as ações nos municípios.

Cenário epidemiológico

Em 2018, até o momento (dados atualizados em 07/01/2019), Minas Gerais registrou 29.875 casos prováveis (casos confirmados + suspeitos) de Dengue e oito óbitos. Já em relação à Chikungunya, Minas Gerais registrou 11.772 casos prováveis da doença em 2018, concentrados na região do Vale do Aço. Até o momento, foi confirmado um óbito chikungunya do município de Coronel Fabriciano em 2018. Por fim, em relação à Zika, foram registrados 184 casos prováveis da doença em 2018, até a data de atualização do boletim.

» Clique aqui e acesse último balanço divulgado pela SES-MG.

» Leia no Blog da Saúde MG: Você sabe tudo (mesmo!) sobre o uso correto de repelentes?

Outras informações, acesse: www.saude.mg.gov.br/aedes

]]>
Banco de notícias Fri, 11 Jan 2019 09:17:52 +0000
Verão exige cuidados com a hidratação http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10826-verao-exige-cuidados-com-a-hidratacao http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10826-verao-exige-cuidados-com-a-hidratacao

O consumo de água é de vital importância para o pleno funcionamento do organismo humano. Responsável pelo equilíbrio térmico do corpo, ela também participa do transporte de nutrientes para as células por meio do sangue e auxilia a eliminação de toxinas do organismo.

Durante o verão, época em que as temperaturas ficam mais elevadas, é preciso ter mais atenção quanto ao consumo de água e líquidos, pois o organismo pode ter uma tendência maior a ficar desidratado. “A melhor forma de manter a hidratação em dia é por meio da ingestão de água. O consumo de chás, sucos naturais sem açúcar, água de coco, saladas cruas, legumes e frutas ricas em água também podem auxiliar a manutenção da hidratação do organismo, mas nada substitui a ingestão da água pura”, afirma a Referência Técnica da Coordenadoria de Alimentação e Nutrição da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Nathália Ribeiro.

Quantidade de água que deve ser ingerida

O consumo de água auxilia também nos processos fisiológicos e metabólicos do organismo. Ela estimula a diurese, ou seja, a produção de urina pelo rim, contribuindo para a eliminação de toxinas acumuladas no corpo e na formação do bolo fecal.

A recomendação geral é que uma pessoa adulta beba cerca de 8 copos de água por dia. Entretanto, “essa quantidade é variável e depende de outros fatores, como o clima e a temperatura do ambiente em que o indivíduo vive, além da exposição ao sol e prática de atividade física”, explica Nathália Ribeiro.

Créditos: Banco de Imagem Pixabay

Já para as crianças, a quantidade ideal do consumo de água vai variar conforme a faixa etária, mas, de forma geral, a recomendação é que dos seis aos 12 meses de idade seja ingerido cerca de 800 ml a 1 litro de água por dia; de 1 a 3 anos, a recomendação sobe para cerca de 1,3 litros; dos 4 aos 8 anos, a orientação é de 1,7 litros. “É preciso lembrar, no entanto, que essas são recomendações ideais, mas que também precisam ser observados fatores como peso da criança, se pratica ou não atividade física, exposição ao sol e clima”, informa a referência técnica.

Alimentação e hidratação

Adotar uma alimentação saudável e balanceada é fundamental durante todo o ano. Segundo o Guia Alimentar para a População Brasileira, é importante dar preferência a alimentos in natura, ou seja, obtidos diretamente de plantas e ou animais, que não sofrem qualquer alteração após deixar a natureza ou que sejam minimamente processados.

Com as altas temperaturas, o risco de acontecer uma proliferação que podem gerar uma infecção alimentar é maior. Por esse motivo, durante o verão é importante reforçar alguns cuidados para que não haja intoxicações alimentares, que podem causar severas desidratações. São eles:

· Atentar-se para o consumo de frutas, verduras, legumes e água, que auxiliam na hidratação e reposição de sais minerais perdidos na transpiração;

· Consumir água filtrada e/ou fervida;

· Preferir refeições leves, ricas em águas e nutrientes;

· Evitar frituras e alimentos gordurosos a fim de evitar que a digestão não fique mais lenta, piorando sintomas como mal-estar e fadiga, sensações mais comuns durante o verão devido ao calor;

· Evitar alimentos com molhos a base de maionese, que são extremamente sensíveis a altas temperaturas;

· Conhecer a procedência dos alimentos que vão ser consumidos, principalmente peixes e frutos do mar;

· Verificar a data de validade e se o odor, cor e textura são característicos dos alimentos, além das condições de higiene do local em que são produzidos e comercializados os alimentos;

· Manter-se hidratado ao longo do dia e procurar alimentar-se a cada 2 ou 3 horas;

· Cuidar para que alimentos que necessitam de refrigeração fiquem o menor tempo possível exposto à temperatura ambiente.

>>Leia também: #VerãoSaudável: Hidratação do idoso merece atenção especial

]]>
Banco de notícias Wed, 09 Jan 2019 12:01:31 +0000
Funed abre inscrições para o Mestrado em Biotecnologia http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10836-funed-abre-inscricoes-para-o-mestrado-em-biotecnologia http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10836-funed-abre-inscricoes-para-o-mestrado-em-biotecnologia

Estão abertas as inscrições para a primeira turma do Mestrado Profissional em Biotecnologia da Fundação Ezequiel Dias (Funed). As aulas iniciarão em março de 2019 e serão ofertadas 15 vagas aos profissionais com nível superior completo, conforme disponibilidade dos orientadores do Programa. As inscrições para o processo seletivo podem ser feitas até às 16h do dia 1º de fevereiro, horário de Brasília.

O Programa visa promover a formação de recursos humanos qualificados para atuação em setores produtivos, empresas de base biotecnológica e instituições de ciência e tecnologia, contribuindo para o desenvolvimento de produtos, processos e novas técnicas de análise e diagnóstico de base biotecnológica.

Créditos: Funed

O Mestrado tem como área de concentração a Biotecnologia em Saúde e é constituído por duas linhas de pesquisa: 1- Bioprodutos e 2- Bioensaios. As inscrições podem ser feitas, gratuitamente, pessoalmente ou enviadas pelos correios para o endereço informado no edital.

O processo seletivo será composto por três etapas. A primeira inclui o deferimento das inscrições, com a verificação da documentação completa e que atenda a todas as especificações do Edital. A segunda é composta por prova de conhecimentos específicos, de caráter eliminatório e classificatório. A prova será baseada em artigo científico em inglês e terá duração de 4 horas, sendo realizada na data prevista no cronograma (calendário do processo seletivo). A terceira etapa consiste na análise de currículo, de caráter apenas classificatório.

Acesse o edital completo do processo seletivo e confira aqui outras informações sobre o Mestrado Profissional em Biotecnologia da Funed.

]]>
Banco de notícias Wed, 23 Jan 2019 10:55:17 +0000
Fhemig abre Processo Seletivo Público Simplificado para o Hospitais Regionais Antônio Dias e João Penido http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10835-fhemig-abre-processo-seletivo-publico-simplificado-para-o-hospitais-regionais-antonio-dias-e-joao-penido http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10835-fhemig-abre-processo-seletivo-publico-simplificado-para-o-hospitais-regionais-antonio-dias-e-joao-penido

A Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais torna público que estarão abertas das 9 horas do dia 28 de janeiro de 2019 às 17 horas do dia 1º de fevereiro de 2019 (horário de Brasília), inscrições no sítio eletrônico www.fhemig.mg.gov.br para cadastramento de currículos, visando contratação de profissionais e formação de quadro de cadastro de reserva nas funções de auxiliar administrativo, técnico de patologia clínica, técnico de radiologia, técnico de enfermagem e enfermeiro intensivista para atuarem no Hospital Regional Antônio Dias (HRAD), em Patos de Minas.

Para o Hospital Regional João Penido (HRJP), em Juiz de Fora, as inscrições estarão abertas das 9 horas do dia 28 de janeiro de 2019 às 17 horas do dia 31 de janeiro de 2019 (horário de Brasília),  no sítio eletrônico www.fhemig.mg.gov.br para cadastramento de currículos, visando contratação de profissionais e formação de quadro de cadastro de reserva nas funções de técnico de farmácia, técnico de informática, técnico de patologia clínica, administrador, farmacêutico bioquímico ou generalista (área de atuação: análises clínicas), terapeuta ocupacional e enfermeiro.

]]>
Banco de notícias Wed, 23 Jan 2019 09:38:48 +0000
Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus (21/01) http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10833-boletim-epidemiologico-de-monitoramento-dos-casos-de-dengue-chikungunya-e-zika-virus-21-01 http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10833-boletim-epidemiologico-de-monitoramento-dos-casos-de-dengue-chikungunya-e-zika-virus-21-01

Em 2019, até o momento (dados atualizados em 21/01/2019), Minas Gerais registrou 4.112 casos prováveis (casos confirmados + suspeitos) de Dengue.

Em 2019, até o momento, há 2 óbitos em investigação para dengue.

Em relação à Febre Chikungunya, Minas Gerais registrou 63 casos prováveis da doença, e 2 óbitos em investigação.

Já em relação à Zika, foram registrados 23 casos prováveis da doença em 2019, até a data de atualização do boletim.

A SES-MG esclarece que um registro maior de casos é esperado para este período (meses quentes e chuvosos) devido à sazonalidade da doença. Dessa forma, o estado está em situação de alerta para esse aumento no número de casos das doenças transmitidas pelo Aedes (dengue, chikungunya e zika).

A SES-MG destaca que as ações de controle da Dengue, Zika e Chikungunya são permanentes, ocorrendo durante todo o ano. Dentre as ações desenvolvidas pela Secretaria para o enfrentamento ao Aedes estão:

  • Realização de reunião técnica com as regionais de saúde em setembro de 2018 para revisão das atividades do Programa Estadual de Controle das Doenças Transmitidas pelo Aedes;
  • Monitoramento dos indicadores municipais do PROMAVS (Programa de Monitoramento das Ações de Vigilância em Saúde do Estado de Minas Gerais). Dentre todos os indicadores, um deles é referente à obrigatoriedade de cadastro dos agentes de combate a endemias (ACE) no CNES (Cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde) pelo município, mantendo vínculo no serviço. Isso gera continuidade nas ações de prevenção e controle das arboviroses;
  • Elaboração dos Planos de Contingência Estadual e Municipais para prevenção e controle das doenças transmitidas pelo Aedes. A partir da fase em que o município se encontra algumas ações são desencadeadas pelo Estado.

» Clique aqui e confira o Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus da SES-MG para a IMPRENSA (atualizado em 21/01/2019)

» Clique aqui e confira o Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus da SES-MG para a ÁREA TÉCNICA (atualizado em 21/01/2019)

» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Dengue por município em 2019 (atualizado em 21/01/2019)
. Acesse aqui os dados de 2018

» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Chikungunya por município em 2019 (atualizado em 21/01/2019)
. Acesse aqui os dados de 2018

» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Febre Zika por município em 2019 (atualizado em 21/01/2019)
. Acesse aqui os dados de 2018

]]>
Banco de notícias Mon, 21 Jan 2019 15:01:37 +0000
Fundação Hemominas completa mais de três décadas a serviço dos mineiros http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10831-fundacao-hemominas-completa-mais-de-tres-decadas-a-servico-dos-mineiros http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10831-fundacao-hemominas-completa-mais-de-tres-decadas-a-servico-dos-mineiros

“A Fundação Hemominas começou pequena, atuando apenas em Belo Horizonte. Com o tempo e muito trabalho, ampliou suas atividades”. De forma animada e saudosa, a presidente da Hemominas, Júnia Cioffi, relembra as etapas que fizeram parte da evolução da instituição ao longo dos anos.

Em janeiro de 1985, foi inaugurado o Centro de Hematologia e Hemoterapia de Minas Gerais, construído em área cedida pelo Hospital das Clínicas em Belo Horizonte. Dois anos depois, teve início o projeto de expansão e interiorização dos serviços hemoterápicos no Estado de Minas Gerais. Valendo-se de recursos estaduais, a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) implantou o Centro de Hematologia e Hemoterapia de Montes Claros e os Núcleos de Governador Valadares e Juiz de Fora.

cortada cobucci2

Composta pela Administração Central, o Centro de Distribuição, 22 unidades descentralizadas nas macrorregiões do estado (hemocentros, hemonúcleos e unidades de coleta e transfusão) e o Centro de Tecidos Biológicos (Cetebio), a Hemominas atende cerca de 600 entidades conveniadas. Integram a lista de conveniados, hospitais públicos, filantrópicos e particulares situados em aproximadamente 300 municípios.

A presidente demonstra gratidão aos servidores que fazem parte da história da Hemominas. “Vejo o fortalecimento da Fundação em todo o Estado e atribuo as conquistas aos esforços de todos que trabalharam e trabalham aqui. Após 34 anos somos referência em hematologia e hemoterapia”, enfatiza.

Atuar nas áreas de hematologia, hemoterapia, células e tecidos com excelência e responsabilidade socioambiental, produzindo conhecimento e inovação. Essa é a missão da Fundação Hemominas, instituição do Sistema Único de Saúde (SUS) responsável por cerca de 95% do sangue e hemoderivados de qualidade transfundidos em Minas Gerais.

No último ano, a Fundação Hemominas foi responsável por cerca de 300 mil coletas de sangue que possibilitaram uma produção superior a 800 mil hemocomponentes. Levando em consideração os candidatos à doação de medula óssea, em 2018 foram cadastradas mais de 30 mil pessoas.

Em nome da instituição, a presidente atribui aos doadores os resultados obtidos nas últimas três décadas: “Somos uma instituição pública considerada referência entre os hemocentros do país. Temos muito a agradecer neste momento de comemoração. A população mineira valoriza a credibilidade da instituição e a maior prova que recebemos é o comparecimento dos doadores voluntários de sangue sempre que precisamos. A existência da Fundação Hemominas deve-se à solidariedade daqueles que ofertam sangue a quem precisa”, conclui.

Atendimento ambulatorial

Referência para o diagnóstico e o tratamento de pacientes portadores de coagulopatias, hemoglobinopatias e que necessitam de transfusão de sangue ou sangria terapêutica no Estado de Minas Gerais, a Fundação Hemominas é responsável pelo tratamento de Doença Falciforme em todas as crianças mineiras diagnosticadas por meio do teste de triagem neonatal realizado pelo SUS em parceria com o Núcleo de Ações e Pesquisa em Apoio Diagnóstico (Nupad/UFMG).

Em 2018 foram realizadas quase 70 mil consultas nos ambulatórios das unidades da instituição.

Ensino e Pesquisa

Por meio do seu setor de Ensino, a Hemominas possibilita o intercâmbio técnico com outras organizações públicas e privadas. As capacitações de profissionais de agências transfusionais e assistências hemoterápicas, o treinamento para residência médica e a realização de palestras técnicas são exemplos das atividades ofertadas pela instituição.

Em atividade desde 1992, o Serviço de Pesquisa da Fundação Hemominas concentra-se nas áreas de hematologia e hemoterapia e viabiliza, nas unidades, o desenvolvimento de projetos de pesquisa que levam à elaboração de teses e dissertações em diferentes áreas do conhecimento, além da produção de artigos científicos e monografias técnicas.

Programa Doador do Futuro

A Fundação Hemominas foi o primeiro hemocentro do país a investir na formação do “Doador do Futuro”. Implementado em 1987, o Programa consiste na conscientização de crianças e jovens, em parceria com escolas do ensino fundamental e médio. Neste sentido, as palestras e visitas guiadas para estudantes são práticas habituais na Fundação.

]]>
Banco de notícias Fri, 18 Jan 2019 11:05:38 +0000
Atendimento administrativo na regional de Juiz de Fora irá priorizar demandas urgentes nos próximos dias http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10830-atendimento-administrativo-na-regional-de-juiz-de-fora-ira-priorizar-demandas-urgentes-nos-proximos-dias http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10830-atendimento-administrativo-na-regional-de-juiz-de-fora-ira-priorizar-demandas-urgentes-nos-proximos-dias

A Superintendência Regional de Saúde de Juiz de Fora informa que na próxima quinta-feira (dia 17/01) e sexta-feira, (18/01) haverá um reparo na caixa d' água que atende à Regional e em razão disso, o setor administrativo terá sua força de trabalho reduzida durante este período. Portanto, nesses dias o atendimento administrativo na Regional irá priorizar às demandas emergenciais.

Informamos, ainda, que o Núcleo de Assistência Farmacêutica/Farmácia de dispensação de medicamentos, bem como a Central de Regulação, manterão seu atendimento dentro da normalidade e não serão afetados em seu funcionamento.

]]>
Banco de notícias Wed, 16 Jan 2019 16:40:58 +0000
Fhemig abre Processo Seletivo Público Simplificado para o HRB-JA http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10829-fhemig-abre-processo-seletivo-publico-simplificado-para-o-hrb-ja http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10829-fhemig-abre-processo-seletivo-publico-simplificado-para-o-hrb-ja

A Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) torna público que estarão abertas, das 9h do dia 28 de janeiro até às 17h do dia 1º de fevereiro (horário de Brasília), inscrições no sítio eletrônico www.fhemig.mg.gov.br para cadastramento de currículos. O objetivo é a contratação de profissionais na função de técnico de enfermagem e formação de quadro de cadastro reserva nas funções de técnico de farmácia, técnico em eletrônica, assistente social, fonoaudiólogo, psicólogo organizacional, cirurgião bucomaxilofacial, farmacêutico especialista em farmácia hospitalar e fisioterapeuta respiratório. Os profissionais vão atuar no Hospital Regional de Barbacena José Américo.

]]>
Banco de notícias Wed, 16 Jan 2019 12:46:59 +0000
Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus (14/01) http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10828-boletim-epidemiologico-de-monitoramento-dos-casos-de-dengue-chikungunya-e-zika-virus-14-01 http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10828-boletim-epidemiologico-de-monitoramento-dos-casos-de-dengue-chikungunya-e-zika-virus-14-01

Em 2019, até o momento (dados atualizados em 14/01/2019), Minas Gerais registrou 1.571 casos prováveis (casos confirmados + suspeitos) de Dengue.

Em 2019, até o momento, há 3 óbitos em investigação para dengue

Em relação à Febre Chikungunya, Minas Gerais registrou 17 casos prováveis da doença, e 2 óbitos em investigação.

Já em relação à Zika, foram registrados 6 casos prováveis da doença em 2019, até a data de atualização do boletim.

 

» Clique aqui e confira o Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus da SES-MG para a IMPRENSA (atualizado em 14/01/2019)
 
» Clique aqui e confira o Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus da SES-MG para a ÁREA TÉCNICA (atualizado em 14/01/2019)
 
» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Dengue por município em 2019 (atualizado em 14/01/2019)
. Acesse aqui os dados de 2018

» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Chikungunya por município em 2019 (atualizado em 14/01/2019)
. Acesse aqui os dados de 2018

» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Febre Zika por município em 2019 (atualizado em 14/01/2019)
. Acesse aqui os dados de 2018
 
]]>
Banco de notícias Mon, 14 Jan 2019 17:58:29 +0000
Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus (07/01) http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10825-boletim-epidemiologico-de-monitoramento-dos-casos-de-dengue-chikungunya-e-zika-virus-07-01 http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10825-boletim-epidemiologico-de-monitoramento-dos-casos-de-dengue-chikungunya-e-zika-virus-07-01

Em 2018, até o momento (dados atualizados em 07/01/2019), Minas Gerais registrou 29.875 casos prováveis (casos confirmados + suspeitos) de Dengue.

O aumento no número de casos prováveis de dengue, observado em outubro e novembro de 2018 quando comparado com 2017, pode ser explicado pelo desabastecimento de kits para diagnóstico laboratorial. Este aumento não é verificado para os casos notificados. A entrega dos kits comerciais (ELISA) para o diagnóstico de dengue, zika e chikungunya continua em atraso por parte do Ministério da Saúde à Fundação Ezequiel Dias (Funed). Esse teste comercial para diagnóstico sorológico de dengue, chikungunya e zika que está em falta. Contudo, as demais metodologias estão sendo realizadas normalmente: Mac-ELISA, PCR em tempo real e Isolamento Viral. Diante disto, um processo de aquisição de kits comerciais está sendo realizado pela Funed.

Em 2018, até o momento, oito óbitos foram confirmados por dengue residentes nos municípios: Araújos, Arcos, Conceição do Pará, Contagem, Ituiutaba, Lagoa da Prata, Moema e Uberaba; há 14 óbitos em investigação para dengue.

Em relação à Febre Chikungunya, Minas Gerais registrou 11.772 casos prováveis da doença, concentrados na região do Vale do Aço. Até o momento, foi confirmado um óbito chikungunya do município de Coronel Fabriciano em 2018; há dois óbitos em investigação.

Já em relação à Zika, foram registrados 184 casos prováveis da doença em 2018, até a data de atualização do boletim.

>> Clique aqui e confira o Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus da SES-MG para a IMPRENSA (atualizado dia 07/01/2019)

>> Clique aqui e confira o Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus da SES-MG para a ÁREA TÉCNICA (atualizado dia 07/01/2019)

>> Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Dengue por município em 2018 (atualizado dia 07/01/2019)

>> Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Chikungunya por município em 2018 (atualizado dia 07/01/2019)

>> Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Febre Zika por município em 2018 (atualizado dia 07/01/2019)

>> Clique aqui e acesse os dados preliminares do LIRAa de outubro de 2018.

]]>
Banco de notícias Mon, 07 Jan 2019 15:32:35 +0000
Acidentes com animais peçonhentos aumentam durante o período chuvoso http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10824-acidentes-com-animais-peconhentos-aumentam-durante-o-periodo-chuvoso http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10824-acidentes-com-animais-peconhentos-aumentam-durante-o-periodo-chuvoso

Acidentes com animais como escorpião, cobra, formiga, abelha, vespa, marimbondo, lagartas, lacraia e aranhas costumam aumentar tanto em áreas urbanas, quanto rurais durante o período chuvoso e quente. Por isso, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) orienta a população em relação aos riscos.

Entre as estratégias de comunicação da SES-MG está o hotsite #AlertaChuva (www.saude.mg.gov.br/alertachuva), Blog da Saúde MG (http://blog.saude.mg.gov.br) e as redes sociais da SES-MG (Facebook, Twitter e Instagram) que divulgam informações sobre o assunto.

“Nos meses do verão, dezembro a março, há um aumento no número de acidentes por animais peçonhentos em relação aos demais meses do ano. Mais de 40% dos acidentes são registrados nessa época. Isto porque há um aumento no crescimento da população destes animais no período”, explica Mariana Gontijo, Coordenadora de Zoonoses e Vigilância de Fatores de Risco Biológicos da SES-MG.

Em 2018, até o momento, foram mais de 50 mil acidentes com animais peçonhentos notificados em Minas Gerais, sendo que 77 pessoas morreram. Esses números aumentaram em relação ao ano de 2017 quando ocorreram cerca de 41 mil casos e 58 óbitos. A maioria dos acidentes é causada por escorpião.

Acidentes com lagartas

As lagartas popularmente conhecidas como taturanas e mandorová são uma das fases do ciclo biológico de mariposas e borboletas. E também podem provocar acidentes (as chamadas “queimaduras”) que, embora sejam na maioria dos casos de evolução benigna, merecem atenção em alguns casos.

Créditos: Instituto Butantan

Com ampla distribuição em todo o País, as lagartas do gênero Lonomia pertencem à Família Saturniidae (lagartas “espinhudas”) e podem causar acidentes graves. Vivendo em grupos, estas lagartas possuem cerdas urticantes em forma de espinhos, semelhantes a pequenos pinheiros verdes distribuídos no dorso da lagarta, presença de mancha branca em formato de ‘U’ próxima à cabeça e corpo com estrias horizontais predominantemente marrons. Caso a lagarta não apresente estas três características, não pode ser considerada Lonomia mesmo que se pareça com uma. A inoculação do veneno no corpo do paciente ocorre por meio do contato destas cerdas urticantes com a pele, causando dermatite pápulo-pruriginosa.

Este ano, ainda não foram notificados acidentes com lonômias, mas em 2017 foram 136 notificações e no ano passado, 263.

De acordo com a Referência Técnica Estadual do Programa de Vigilância e Controle dos Acidentes por Animais Peçonhentos da SES-MG, Andréia Kelly Roberto Santos, nos acidentes com lonômias podem aparecem complicações como sangramento na gengiva e aparecimento de sangue na urina.

“Em caso de acidente, o ideal é lavar o local da picada com água fria ou gelada e sabão. Em seguida, deve-se encaminhar a pessoa imediatamente ao serviço de saúde mais próximo para que possa ser avaliado e receber o tratamento adequado, se necessário. Se for possível, é recomendado capturar a lagarta e levá-la até o atendimento, porque assim fica mais fácil definir a conduta clínica, principalmente sobre a necessidade ou não de solicitação de exames periódicos ou observação prolongada”, explica.

Normalmente, os acidentes com lagartas ocorrem quando o indivíduo toca o animal, geralmente em tronco de árvores ou ao manusear vegetação. A dor, na maioria dos casos, é violenta, irradiando-se do local da "queimadura" para outras regiões do corpo.

Evitando acidentes

A melhor forma de evitar os acidentes é adotar medidas de prevenção. Como o contato com os animais peçonhento ocorre, geralmente, durante a realização de atividades que envolvem a manipulação de galhos, troncos, folhas e coleta de frutos, recomenda-se atenção especial nessas ocasiões, principalmente com as crianças.

Mariana Gontijo recomenda manter limpos quintais e jardins das residências, não acumular folhas secas e lixo domiciliar. Também evitar a formação de ambientes favoráveis ao abrigo de escorpiões, como obras de construção civil e terraplenagens que possam deixar entulho, superfícies sem revestimento e umidade. Além disso, colocar telas nas aberturas de ventilação de porões e manter assoalhos fechados. Conheça os principais cuidados a serem tomados para evitar acidentes com animais peçonhentos:

  • Em locais ou situações de risco para acidentes por animais peçonhentos (ex.: florestas, matas, trilhas, áreas com acúmulo de lixos, atividades de lazer, de limpeza, serviços de jardinagem, entre outros), utilize sempre equipamentos de proteção individual (EPI), como luvas de couro, botas de cano alto e perneira;
  • Olhe sempre com atenção o local de trabalho e os caminhos a percorrer;
  • Não coloque as mãos em tocas ou buracos na terra, ocos de árvores, cupinzeiros, entre espaços situados em montes de lenha ou entre pedras. Caso seja necessário mexer nestes locais, use um pedaço de madeira, enxada ou foice;
  • Durante o amanhecer e anoitecer evite a aproximação da vegetação muito próxima ao chão, gramados ou jardins, pois nestes momentos as serpentes estão em maior atividade;
  • Não mexa em colmeias e vespeiros. Caso estes estejam em áreas de risco de acidente, contate a autoridade local competente para a remoção;
  • Inspecione roupas, calçados, toalhas de banho e de rosto, roupas de cama, panos de chão e tapetes, antes de usá-los;
  • Afaste camas e berços das paredes e evite pendurar roupas fora dos armários;
  • Caso encontre um animal peçonhento, afaste-se com cuidado e evite assustá-lo ou tocá-lo, mesmo que pareça morto, e procure a autoridade de saúde local para orientações;
  • Em locais rochosos ou com pedras soltas, caminhe sempre com os pés protegido por um calçado firme, de solado antiderrapante (tênis ou sapatilha);
  • Evite colocar as mãos desprotegidas em tocas ou sob rochas;
  • Ao coletar frutas no pomar, realizar atividades de jardinagem ou em qualquer outra em ambientes silvestres, observar bem o local, troncos, folhas, gravetos antes de manuseá-los, fazendo sempre o uso de luvas para evitar o acidente.
]]>
Banco de notícias Mon, 07 Jan 2019 15:22:25 +0000
Edição extra do Diário Oficial do Estado traz movimentação de pessoal da SES-MG http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10823-edicao-extra-do-diario-oficial-do-estado-traz-movimentacao-de-pessoal-da-ses-mg http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10823-edicao-extra-do-diario-oficial-do-estado-traz-movimentacao-de-pessoal-da-ses-mg

O Governo de Minas Gerais informa que foi publicada uma edição extra do Diário Oficial do Estado, neste domingo, 6 de janeiro, especificamente para movimentação de pessoal da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG). Nas nomeações e exonerações, constantes nesta edição, foi observada a valorização dos servidores que já faziam parte do quadro funcional da secretaria, com a prioridade de nomear, para cargos de chefia, funcionários efetivos.

Esses atos fazem parte da análise, absolutamente técnica, sem qualquer viés político-partidário, que o governo Romeu Zema faz da administração do Estado, reiterando o compromisso com a austeridade, a transparência e com o espírito republicano, em todas as suas ações, que norteará medidas semelhantes em todos os setores do governo.

]]>
Banco de notícias Mon, 07 Jan 2019 10:31:39 +0000
Manter a vacinação atualizada é fundamental para uma viagem saudável http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10822-manter-a-vacinacao-atualizada-e-fundamental-para-uma-viagem-saudavel http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10822-manter-a-vacinacao-atualizada-e-fundamental-para-uma-viagem-saudavel

Com o início do verão e das férias escolares, chega também um dos momentos mais esperados por muitas pessoas, a viagem. Por isso, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) orienta sobre os riscos e cuidados importantes com a saúde antes de arrumarem as malas e tirarem alguns dias de folga.

Para a Diretora de Vigilância Epidemiológica da SES-MG, Janaína Almeida, ao planejar um destino é importante se informar sobre os riscos que a região a ser visitada oferece e, para isso, estar em dia com as vacinas é fundamental, pois muitas doenças comuns em diversas regiões do país e do mundo já possuem vacinas previstas no calendário nacional de imunização de crianças, adolescentes, adultos e idosos.

“O Programa Nacional de Imunizações do Brasil é um dos maiores do mundo, ofertando 45 diferentes imunobiológicos para toda a população. Há vacinas destinadas a todas as faixas-etárias e campanhas anuais para atualização da caderneta de vacinação. A imunização é a principal medida de prevenção e controle de uma série de doenças e, por isso, é necessário que o viajante mantenha o cartão de vacina atualizado”, explicou.

Ainda segundo Janaína Almeida, no Brasil não há obrigatoriedade de comprovação vacinal para entrada no país. No entanto, “o Ministério da Saúde recomenda aos turistas internacionais, que vierem visitar o país, para atualizarem a sua situação vacinal previamente à chegada ao Brasil, em especial, as vacinas contra febre amarela, poliomielite, sarampo e rubéola, difteria e tétano”, acrescentou.

Vacinas importantes para os viajantes

Febre amarela - A vacina contra a febre amarela é indicada para residentes e/ou viajantes que se destinam às Áreas com Recomendação de Vacinação (ACRV), com pelo menos 10 dias de antecedência da data da viagem, tempo necessário para que a vacina confira proteção contra a infecção. Todo o Estado de Minas Gerais é área de recomendação para a vacina.

Sarampo - Por se tratar de uma doença potencialmente grave e de alta transmissibilidade, é importante que os turistas atualizem sua situação vacinal contra o sarampo antes de se deslocarem para o Brasil. A doença possui alta incidência em países da América do Norte e Europa.

Difteria, tétano e poliomielite - Recomenda-se que os turistas estrangeiros venham ao Brasil com esquema de vacinação completo para difteria, tétano e poliomielite, de acordo com as indicações preconizadas no país de origem.

Destinos Internacionais

Para viagens internacionais, a orientação é que o viajante esteja com a sua situação vacinal atualizada, conforme as orientações do Calendário Nacional de Vacinação. O viajante deve incluir o cartão de vacinação entre os documentos da viagem, pois, conforme as normas do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde, este é o documento que comprova, em território nacional, a vacinação. No entanto, para viagens internacionais é importante dispor também do Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP), documento que comprova a vacinação contra doenças, conforme definido no Regulamento Sanitário Internacional.

Créditos: Marcus Ferreira

Segundo a Diretora de Vigilância Epidemiológica da SES-MG, Janaína Almeida, alguns países da Europa, África e Ásia, não apresentam uma cobertura vacinal muito ampla contra o sarampo, o que leva ao surgimento de diversos casos durante todo o ano. “Neste sentido, recomenda-se que profissionais da área de turismo e viajantes residentes no Brasil, que forem viajar para o exterior, procurem um posto de saúde pelo menos quinze dias antes da viagem, para serem vacinados. Ao retornar de viagem ao exterior, o viajante deve ficar atento: se apresentar febre, manchas avermelhadas pelo corpo, acompanhadas de tosse ou coriza ou conjuntivite, até 30 dias após seu regresso, estes podem ser sinais e sintomas do sarampo. Recomenda-se que procure imediatamente um serviço de saúde, informe seu itinerário de viagem, permaneça em isolamento social e evite circular em locais públicos”, finalizou.

» Clique aqui e tire suas dúvidas sobre a emissão do Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP)

Centros de Orientação à Saúde do Viajante

Os Centros de Orientação à Saúde do Viajante (COV) fazem parte de uma rede de atenção à saúde do viajante e têm o objetivo de atender e orientar as pessoas que viajam a aderirem às práticas e cuidados com a saúde, e realizar a emissão do Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP).

O Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP) é um documento exigido por alguns países do mundo como comprovante de que a vacinação está em dia. Para obter o Certificado é necessário se vacinar e comparecer a um Centro de Orientação de Viajantes apresentando o cartão de vacinação devidamente preenchido e um documento de identidade com foto.

Em Minas, existem quatro Centros de Orientação de Viajantes, dois deles públicos. O primeiro está localizado no Aeroporto de Confins (telefone 31 3689 -2009) e o segundo na Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte (telefone 31 3246 – 5026). A lista completa dos Centros está disponível neste link.

Dicas gerais

Além da vacinação, alguns cuidados são fundamentais para que o viajante tenha uma viagem tranquila e saudável.

· Utilize preservativo nas relações sexuais, pois essa é a forma mais segura de se proteger da AIDS e de outras doenças sexualmente transmissíveis;

· Evite exposição excessiva ao sol. Use protetor solar no mínimo 30 minutos antes da exposição (FPS 30), reaplicando conforme orientação do fabricante. Utilize também óculos de sol e chapéu de aba larga;

· Se o viajante ficar doente dentro da embarcação, comunicar o fato imediatamente à equipe de bordo. Eles tomarão as devidas providências e alertarão dos serviços de saúde local.

· Em caso de adoecimento durante a sua estadia, busque atendimento médico e evite a automedicação.

· Viaje com o Calendário Nacional de Vacinação em dia.

· Após o retorno da viagem, caso apresente febre ou outros sintomas como diarreia, problemas de pele ou respiratórios, procurar imediatamente um serviço de saúde e informar quais as regiões que visitou.

]]>
Banco de notícias Fri, 04 Jan 2019 08:26:52 +0000
Informe Epidemiológico da Gripe (03/01) http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10821-informe-epidemiologico-da-gripe-03-01 http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10821-informe-epidemiologico-da-gripe-03-01

Foram notificados 3054 casos de SRAG, sendo 1.664 (54,5%) com amostra coletada e processada. Dos casos com amostras processadas, 20,9% (348/1.664) foram classificados como SRAG por Influenza e 11,2% (187 /1.664) como SRAG por outros vírus respiratórios. Dos casos associados a Influenza, 94,8% (330/ 348) eram Influenza A e 4,9% (17/ 348 ) eram Influenza B. Naqueles em que foi identificado o vírus A, o Influenza A não subtipado é o de maior proporção com 35,8% (118 /330), seguido do subtipo A/H3 sazonal com 33% (109/330) e outros 30,9% (102/330) referem-se ao subtipo A/(H1N1)pdm09.

Até o momento, foram notificados 418 óbitos por SRAG, o que corresponde a 13,7 % (418/3054) do total de casos. Dos 418 óbitos notificados 5,5% (23/418) foram associados a outros vírus respiratórios (Parainfluenza, VSR, Metapneumovírus e Adenovírus), 23,4% (98/418) foram confirmadas para o vírus Influenza, sendo 94,9% (93/98) decorrentes da Influenza A e 5,1% (5/98) da Influenza B. Dos óbitos relacionados a gripe A, 39,8% (37/93) foram associados ao Influenza A não subtipado, 39,8% (37/93) ao subtipo A/(H1N1) e 20,4% (19/93) ao subtipo A/H3 Sazonal.

Resumindo: em 2018, foram confirmados, até o momento, 348 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados pelo vírus da Influenza (gripe). Foram notificados noventa e oito (98) óbitos associados ao vírus da Influenza.

Dos 348 casos de SRAG causados pela Influenza: 109 foram de Influenza A/H3 Sazonal; 118 de Influenza A não subtipado, 102 de Influenza A/(HINI)pdm09; e 17 Influenza B.

Apesar de o número de casos e de óbitos por influenza em 2018 ter sido mais alto que em 2017, a SES-MG esclarece que o aumento observado encontra-se dentro do esperado para o período.

Mais detalhes, veja no boletim.

» Clique aqui e acesse o Informe Epidemiológico da Gripe (atualizado em 28/12/2018).

» Clique aqui e acesse a série histórica de frequência de casos e óbitos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por Influenza (Na página 3 do BOLETIM TABELA 1).

Dúvidas frequentes e outras informações sobre cuidados e prevenção da gripe estão disponíveis no site: www.saude.mg.gov.br/gripe

]]>
Banco de notícias Thu, 03 Jan 2019 16:53:46 +0000
Centro Mineiro de Toxicomania é habilitado pelo Ministério da Saúde como Caps Ad 3 http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10820-centro-mineiro-de-toxicomania-e-habilitado-pelo-ministerio-da-saude-como-caps-ad-3 http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10820-centro-mineiro-de-toxicomania-e-habilitado-pelo-ministerio-da-saude-como-caps-ad-3

O Centro Mineiro de Toxicomania (CMT) recebeu, no dia 07 de dezembro, autorização do Ministério da Saúde para atuar como Centro de Atenção Psicossocial 3 (Caps Ad 3). Desde então, a unidade passa a ser designada por Centro Mineiro de Toxicomania – Cersam Ad Centro-Sul.

A habilitação foi a última etapa do processo que permitiu ao CMT oferecer hospitalidade noturna a seus usuários. O credenciamento resultou de uma parceria entre o CMT, o Colegiado de Saúde Mental (criado em 2015) e a Diretoria Assistencial da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), orientados pela política de saúde mental de Belo Horizonte e pelas políticas de álcool e outras drogas do Ministério da Saúde.

O processo de credenciamento foi um projeto de ampliação do atendimento da unidade iniciado na gestão da diretora Daniela Dinardi, em março de 2015, e finalizado pela nova diretora Mônica Quadros, que assumiu a gestão em setembro deste ano. No dia 03 de setembro, houve a abertura de quatro leitos destinados ao atendimento noturno e, pouco mais de três meses depois, o Ministério da Saúde autorizou a habilitação.

Atenção integral

Na prática, isso significa que a unidade passa a oferecer atenção integral em saúde mental, com funcionamento 24 horas. “Agora, estamos colhendo os frutos de um trabalho de quase quatro anos. No noturno trabalham enfermeiros e técnicos de enfermagem e a retaguarda é realizada pelo Serviço de Urgência Psiquiátrica de Belo Horizonte (SUP), que dá o aporte do profissional médico”, ressalta Mônica.

Como Caps Ad 3, o CMT se torna referência para as regionais Centro-Sul e Leste da capital mineira, e atua de forma integrada aos dispositivos da Rede de Atenção Psicossocial (Raps), como os centros de saúde dos distritos Centro-Sul e Leste, consultório de rua Centro-Sul, centros de convivência, unidades de acolhimento transitório, Serviço de Urgência Psiquiátrico (SUP) Upa, Samu e demais cersam’s.

“Além disso, participamos das supervisões clínicas mensais dos distritos Centro e Leste, das reuniões de microáreas e dos fóruns de discussão dos trabalhadores. E assim vamos sustentando o cuidado em liberdade e o processo de reforma psiquiátrica na nossa cidade e no nosso país”, pondera a terapeuta ocupacional e ex-diretora do CMT, Daniela Dinardi.

Serviço em liberdade

Mônica Quadros destaca como maior ganho do credenciamento a possibilidade de se garantir aos usuários um suporte integral, no sentido de que não é mais necessário o encaminhamento para unidades externas, “a gente faz as vias de uma internação, mantendo a premissa primordial do serviço em liberdade”, sublinha. Em sua rotina habitual, nos últimos três anos, a unidade atendeu a uma média anual de mais de 600 pacientes cadastrados.

Numa avaliação recente, realizada com a equipe multiprofissional do CMT, ficou claro o quão importante é a continuidade do cuidado com a hospitalidade noturna. “Os usuários também têm sinalizado de forma positiva. Eles, surpreendentemente, deram mostras de compreender a hospitalidade noturna como ponto importante do cuidado e sua destinação a usuários mais graves e em crise”, revela Mônica.

Ganho para a cidade

A avaliação da demanda para a hospitalidade noturna é realizada diariamente pela equipe multiprofissional do CMT. “Tem usuário que fica uma semana, outro um ou alguns dias. A permanência depende do perfil de cada um, do seu plano terapêutico singular”, conta Mônica.

Com o credenciamento, o CMT integra o sistema de leitos de Belo Horizonte, o que implica em um ganho importante para a cidade, que passa a contar com mais quatro leitos (a se somar aos cerca de 70 leitos já existentes em todo o sistema). Segundo Mônica, o CMT “compõe e fortalece a Rede Municipal de Belo Horizonte (Rede SUS BH) que não existia até então, pois não havia pactuação com a rede de urgência”, o que dificultava o encaminhamento dos pacientes para outras unidades, pois não havia uma interlocução mais aprofundada com os diversos integrantes dos serviços de saúde mental, esclarece a diretora.

35 anos

2018 foi um ano importante para os mais de 70 servidores (entre pessoal administrativo e da assistência) que atuam no CMT, pois além da conquista da certificação, eles também comemoraram os 35 anos da unidade que, até 2008, por duas décadas e meia, foi o único serviço de BH para atendimento à população usuária de álcool e outras drogas (a partir de 2008, mais três caps ad foram criados na cidade e integrados à rede de atenção psicossocial).

A comemoração dos 35 anos do CMT se deu no contexto da 27ª edição de sua tradicional Jornada de Trabalhos, que anualmente reúne profissionais da saúde mental de Minas Gerais e de outros estados do país e que, este ano, contou com mais de 300 participantes. A Jornada trouxe como tema uma indagação: “em nome do mercado: quanto vale a sua ética?”. Durante os dois dias do evento (30 e 31 de agosto), os participantes foram convidados a pensar a política, a clínica e a formação a partir desse questionamento.

As conferências e as mesas de trabalhos possibilitaram o ingresso dos participantes numa complexa rede de discussões e aprendizado sobre a saúde mental e o papel dos profissionais e das instituições que atuam nessa desafiadora área da saúde pública. Reflexão e emoção compuseram as atividades desenvolvidas no auditório do Centro de Referência da Juventude, local que abrigou o evento, e que representa um importante papel no âmbito das políticas públicas para a juventude em Belo Horizonte.

Participação dos usuários

Os usuários do serviço também participaram da Jornada por meio da exposição de três painéis que refletiam fatos marcantes que se deram nas décadas de 80, 90 e anos 2000 e que, de uma forma ou de outra, influenciaram e foram influenciados pelas transformações experimentadas pela saúde mental no Brasil e no mundo.

Os painéis foram criados coletivamente, numa parceria criativa entre os usuários atendidos pelo CMT e os trabalhadores da unidade, e contaram com a curadoria da direção do CMT e das artistas plásticas Maíra Paiva e Carol Merlo, do Centro de Convivência Arthur Bispo do Rosário, e Jhê Delacroix, do Centro de Convivência César Campos.

Referência em saúde mental

Segundo Daniela Dinardi, Belo Horizonte é reconhecida nacionalmente como referência em saúde mental. Para ela, o CMT experimentou muitos avanços ao longo de sua história. “O CMT foi, e ainda é, uma referência para a assistência aos toxicômanos, assim como um lugar de formação para os trabalhadores do SUS. A clínica das toxicomanias é uma clínica complexa e que exige outros dispositivos além do serviço, e de articulações em outros campos como na cultura, nas artes, na educação, esporte, direitos humanos, assistência social, no campo do direito e outros que vão surgindo a medida que a rede de atendimento vai sendo construída a partir da singularidade do que cada caso clínico nos apresenta”, explica a ex-diretora, para ressaltar ainda que a proposta do CMT é a construção de um saber fazer com os toxicômanos. “Nosso trabalho é a criação de um vínculo, mas deixando claro que o CMT é um lugar de passagem”, enfatiza.

 

]]>
Banco de notícias Fri, 28 Dec 2018 18:32:31 +0000
Diálogo e equidade no SUS: iniciativas inéditas aproximam movimentos sociais da construção de políticas de saúde pública http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10819-dialogo-e-equidade-no-sus-iniciativas-ineditas-aproximam-movimentos-sociais-da-construcao-de-politicas-de-saude-publica http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10819-dialogo-e-equidade-no-sus-iniciativas-ineditas-aproximam-movimentos-sociais-da-construcao-de-politicas-de-saude-publica

Diálogo e inclusão fizeram parte dos compromissos da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) com a população, nos últimos quatro anos. Movimentos sociais e sociedade civil tiveram, pela primeira vez, um espaço para discutir e formular de forma coletiva políticas de saúde pública voltadas para diferentes segmentos, entre eles as populações LGBT, negra e indígena.

Crédito: Marcus Ferreira

Entre os avanços está a criação do Comitê Técnico de Saúde Integral da População LGBT, instituído em 2016 com o objetivo de formular e propor ações para ampliar o acesso da população LGBT aos serviços do SUS. O comitê é composto, ao todo, por 40 integrantes, entre titulares e suplentes, pertencentes à SES-MG, Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Participação Social e Cidadania (Sedpac), Secretaria de Estado de Educação (SEE), Conselho Estadual de Saúde, instituições de ensino e sociedade civil.

Entre as ações do comitê está a realização de web conferências, rodas de conversa e qualificações com o objetivo de promover o acolhimento e promoção da saúde integral da população LGBT. O SUS reconhece a LGBTfobia, ou seja, atos de rejeição, ódio, aversão ou violência cometidos contra essa população, como um determinante social de saúde. Isso significa que a discriminação e o preconceito podem dificultar o acesso da população LGBT aos serviços de saúde, tornando-a ainda mais vulnerável.

Prova disso que é o fato de mulheres lésbicas e bissexuais terem menor cobertura com relação ao exame que previne o câncer de colo do útero, o papanicolau, se comparadas às mulheres heterossexuais. Já a população trans, ao não ter seu nome social respeitado nos serviços de saúde, passa por constrangimentos desnecessários. Sem contar a violência física, verbal, simbólica e psicológica que a população LGBT enfrenta diariamente.

Por isso, iniciativas como a criação do Comitê Técnico de Saúde Integral da População LGBT são consideras avanços inéditos na inclusão desta população nas políticas públicas de saúde e serviços do SUS.

De acordo com a assessora do Núcleo de Políticas de Promoção da Equidade em Saúde da SES-MG, Nathália Guimarães, o espaço deste e de outros comitês criados nos últimos anos são essenciais para promover uma agenda de equidade no estado. “Os espaços criados promovem a implementação de uma agenda entre gestores e gestoras, técnicos e técnicas da SES-MG e das demais secretarias de governo que assinam conjuntamente as resoluções que criam essa interlocução com os movimentos sociais, visando a escuta e o fortalecimento do controle social, com a construção coletiva de propostas e de mecanismos de efetivação da participação social”, explica.

Além disso, os novos espaços para discussão e formulação de políticas públicas voltadas tanto para a população LGBT, quanto para a negra e indígena, colaboram para a construção de ações inter e intra setoriais como campanhas, notas técnicas instrutivas e informativas. Formações e capacitações que promovem o cuidado e a atenção à saúde destas e de outras populações também são avanços diretamente relacionados a abertura para o diálogo e inclusão de movimentos sociais e sociedade civil.

Respeito ao nome social de transexuais, travestis e transgêneros

Outro avanço significativo é o respeito ao nome social. Desde janeiro de 2017, ele deve ser reconhecido em todos os segmentos da administração pública estadual. O direito foi assegurado por meio do Decreto Estadual do Nome Social, publicado no Diário Oficial Minas Gerais, garantindo que o nome social esteja presente em prontuários, formulários eletrônicos e físicos. O nome social refere-se à forma como a pessoa travesti ou transexual se identifica e é socialmente reconhecida. Por meio dele, a exposição destes usuários do SUS a situações constrangedoras ou vexatórias, por exemplo, pode ser evitada.

Comitê Técnico de Saúde Integral da População Negra

Para garantir o acesso a um atendimento humanizado, igualitário e de qualidade às pessoas negras e pardas, foi criado, em 2017, o Comitê Técnico de Saúde Integral da População Negra. Por meio do comitê, são desenvolvidas estratégias voltadas para a garantia do acesso e promoção da saúde integral das populações negra e quilombola. O comitê também é um espaço consultivo de gestão participativa, de discussão de estratégias voltadas para a promoção da equidade nos atendimentos e serviços prestados pelo SUS.

Composto por representantes do poder público por meio das áreas técnicas da SES-MG, da Sedpac e da Secretaria de Trabalho e Desenvolvimento Social, o comitê conta, ainda, com representantes da Dreminas, do Conselho de Estado da Saúde de Minas Gerais, do Conselho Estadual de Promoção da Igualdade Racial/CONEPIR, do Fórum Intergovernamental de Promoção da Igualdade Racial/FIPIR, do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Minas Gerais /COSEMS MG e dos movimentos sociais negros.

Os seguintes seguimentos integram o comitê: Tradição de Matriz Africana, Quilombola Rural, Quilombola Urbana, Movimento Negro, Mulheres Negras, Movimento Afro LGBT e Juventude Negra. Tal diversidade é fundamental para que, de fato, sejam desenvolvidas propostas e estratégias que contemplem as demandas dessa população. Até o momento, duas reuniões do comitê foram realizadas, com o objetivo de definir e planejar ações de enfrentamento ao racismo nos serviços de saúde, promovendo a equidade nos atendimentos do SUS.

Por meio do comitê foram realizadas videoconferências sobre a Saúde da População Negra com as referências da Política de Equidade nas 28 unidades regionais de saúde. Foi elaborada a nota técnica Nº 06/SES/SAPS- CPPES/2018, de registro da raça/cor e preenchimento do campo “povos e comunidades tradicionais” no Sistema E-SUS da Atenção Básica. Já em relação às comunidades quilombolas, foram realizadas ações específicas de enfrentamento à Febre Amarela nessas comunidades.

A assessora do Núcleo de Políticas de Promoção da Equidade, Nathália Guimarães, explica que tanto o Comitê de Saúde Integral da População Negra quanto o Comitê de Saúde Integral da População LGBT são iniciativas formuladas pela Diretoria de Políticas de Promoção da Equidade em Saúde da SES-MG. “A existência da Diretoria de Políticas de Promoção da Equidade em Saúde é primordial para a garantia de ações e estratégias que promovam o reconhecimento da diversidade das populações em situação de vulnerabilidade. Por isso a importância de sua ação transversal de articulação intersetorial e intrasetorial e do papel de articulação na gestão com os movimentos sociais e sociedade civil, visando a ampliação da participação social, promovendo e colocando em prática os princípios estruturadores do SUS”, afirma.

Saúde indígena

Com o intuito de garantir aos povos indígenas o acesso à atenção integral à saúde, de acordo com os princípios e diretrizes do SUS, a SES-MG desenvolveu a Política Estadual de Saúde Indígena. Com foco no atendimento às etnias Pataxó, Pankararú, Xucurú Kariri, Maxakali, Mokuriñ, Kaxixó, Krenak, Tuxá e Xacriabá, a política estadual busca assegurar o acompanhamento e a atenção à saúde da população indígena aldeada no estado, para garantir o acesso ao serviço de saúde com qualidade e, ao mesmo tempo, valorizar suas tradições e costumes.

A Política Estadual de Saúde Indígena aponta a possibilidade de atendimento em diversas linhas de atuação: atenção à saúde indígena, infraestrutura, saúde bucal, vigilância epidemiológica, promoção, prevenção e educação sanitária, saúde mental, transporte sanitário indígena (sistema viário), e manutenção da medicina tradicional indígena.

O Grupo Condutor da Política Estadual de Saúde Indígena foi o responsável pela discussão e planejamento da nova política. Criado em 2016, o grupo tem como um dos objetivos centrais o monitoramento e a execução das políticas públicas de saúde nos territórios indígenas, garantindo a equidade na atenção à saúde para estes grupos populacionais.

O grupo é composto por membros titulares e suplentes da SES-MG, Regionais de Saúde do estado, lideranças indígenas, secretarias municipais de saúde, Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Minas Gerais (COSEMS), Conselho Distrital de Saúde Indígena MG/ES – CONDISI, Conselho dos Povos Indígenas de Minas Gerais – COPIMG, Fundação Nacional do Índio MG/ES – FUNAI, Distrito Sanitário Indígena MG/ES – DSEI, Diretoria do Hospital Cura Dar´s localizado no município de Machacalis/MG e Diretoria do Hospital Tristão da Cunha localizado no município de Itambacuri/MG.

Além da criação da política estadual e do grupo condutor, durante a gestão, a SES-MG realizou um conjunto de visitas técnicas aos municípios com jurisdição indígena do Estado: Martinho Campos, Caldas, Itapecerica, Guanhães, Teófilo Otoni, Itacarambi, São João das Missões, Coronel Murta, Araçuaí, Bertópolis, Santa Helena de Minas, Campanário, Ladainha, Carmésia, Açucena e Resplendor.

As visitas foram realizadas com a participação das lideranças indígenas, de técnicos que são referência em Saúde Indígena da Regional a qual o município se integrava e das secretarias municipais de saúde. As visitas possibilitaram um processo de troca e vivência in loco pela SES-MG, através das equipes que estivera em campo, e a comunidade. Também foi realizado um levantamento da situação da estrutura das unidades básicas de saúde indígena das aldeias, de seu perfil epidemiológico e de suas condições sanitárias.

Outras ações de promoção da equidade

A Diretoria de Políticas de Promoção da Equidade possui, ainda, iniciativas que, apesar de não preverem participação de movimentos sociais e sociedade civil, são ferramentas de gestão e discussão importantes para a construção de políticas de promoção de equidade em saúde das pessoas privadas de liberdade e dos adolescente em conflito com a lei.

Em junho de 2017 foi criado o Grupo Condutor para estudo e implantação da PNAISP (Política Nacional de Saúde Integral as Pessoas Privadas de Liberdade – 1° de abril de 2014) e PNAISARI (Política de Atenção Integral a Saúde de Adolescentes em Conflito com a Lei – 23 de maio de 2014), para discussão da garantia de uma atenção à saúde equânime às pessoas em privação de liberdade, incluindo os adolescentes.

As iniciativas podem ser consideradas os principais instrumentos de monitoramento da assistência integral na atenção primária, evitando constrangimentos dos reclusos por se encontrarem em situação de privação, diminuindo sua vulnerabilidade e a dificuldade de entendimento e preconceito das pessoas de que a saúde é universal, ou seja, independente de quaisquer circunstâncias.

Conferências abrem espaço para movimentos sociais e sociedade civil

A 8ª Conferência de Saúde, realizada em 2015 e a 1ª Conferência Estadual de Saúde das Mulheres, realizada em 2017, também integram o escopo de ações do estado voltadas para o diálogo e inclusão. Durante a programação de ambos os eventos, movimentos sociais e sociedade civil realizaram plenárias, discussões e deliberações a respeito de políticas públicas do SUS.

]]>
Banco de notícias Fri, 28 Dec 2018 18:24:38 +0000
ESP-MG inicia qualificação do Sistema Prisional de Minas Gerais http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10818-esp-mg-inicia-qualificacao-do-sistema-prisional-de-minas-gerais http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10818-esp-mg-inicia-qualificacao-do-sistema-prisional-de-minas-gerais

A Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais (ESP-MG) realizou a aula inaugural do Curso de Qualificação em Saúde dos Trabalhadores do Sistema Prisional de Minas Gerais. A ação educacional é uma parceria com a Secretaria de Estado de Administração Prisional do Estado de Minas Gerais (SEAP-MG), destinada aos trabalhadores das unidades prisionais que, além da custódia, atuam com atendimento médico-hospitalar.

A aula contou com a presença da diretora-geral da ESP-MG, Lenira Maia, da superintendente da ESP-MG, Maria Gabriela Diniz, Anísia Chaves, coordenadora do curso, Gleisson de Campos e Michely Andrade Henriques (SEAP-MG). A primeira aula com o tema "Saúde e Trabalho no Sistema Prisional", foi ministrada pela professora Andréa Maria Silveira, do Departamento de Medicina Preventiva e Social da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Atuação e cuidado

Francisco Paschoal, agente que atua no Hospital de Toxicômonos Padre Wilson Vale da Costa, em Juiz de Fora (Zona da Mata), aponta que o curso é uma oportunidade de ampliar seus conhecimentos e trocar experiências sobre as unidades médicas periciais. “Minhas expectativas são as melhores possíveis, pois a grade é bem completa, tem uma gama bem ampla de assuntos que serão tratados que vão desde a questão da nossa relação com os internos e com os demais servidores entre as próprias carreiras que existem dentro de uma unidade prisional”, disse.

Cíntia Martins Pinto, técnica em enfermagem, também da mesma unidade em Juiz de Fora, disse que os temas trazem a visão daquilo que eles lidam diariamente, mas com outra visão. “Precisamos de uma terceira pessoa que consiga abrir o nosso olhar para um outro tipo de atuação dentro do sistema. Isso foi muito importante, acredito que não só para mim, mas para as nossas carreiras. Foi muito focado nessa parte do cuidado e do respeito. E acho que essa nossa atuação lá dentro tem que ser mantida com todos esses parâmetros de respeito, cuidado, interligação e interdependência”, disse.

Ela destacou ainda a necessidade de quem trabalha no sistema prisional aprofundar no trabalho e tirar visões equivocadas de quem é de fora. “Espero me aperfeiçoar mais na minha área. Eu tinha uma visão um pouco distorcida da relação do cuidado. Quando eu entrei para o sistema prisional, em 2013, eu achava que lá o meu cuidado deveria ser exclusivamente voltado para o sentenciado. Essa aula de hoje fez quebrar essa visão, nós também precisamos de cuidado”, afirma.

Ainda durante as aulas, os alunos foram apresentados à exposição fotográfica “Mães do Cárcere”, projeto do Leo Drumond com as mulheres privadas de liberdade do Centro de Referência à Gestante Privada de Liberdade, em Vespasiano (Região Metropolitana de Belo Horizonte).

Parcerias

As aulas seguem no próximo ano com a parceria do Centro de Estudos de Criminalidade e Segurança Pública (UFMG), da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (UFMG), da Faculdade de Medicina (UFMG) e da Fundação João Pinheiro (FJP). A previsão é que até 2020, cerca de 400 trabalhadores da SEAP sejam qualificados.

 

]]>
Banco de notícias Fri, 28 Dec 2018 18:09:03 +0000
Hemominas convoca doadores de sangue em BH http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10817-hemominas-convoca-doadores-de-sangue-em-bh http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10817-hemominas-convoca-doadores-de-sangue-em-bh

A Fundação Hemominas faz uma chamada para o comparecimento de doadores voluntários de sangue, principalmente dos tipos O positivo e negativo, em Belo Horizonte. Devido às festas de fim de ano, o estoque vem diminuindo e é necessário que a situação seja normalizada para que a Hemominas possa manter o número estratégico de bolsas de sangue e, assim, atender à demanda de pacientes. 

Para realizar a doação de sangue em Belo Horizonte, confira os horários de funcionamento no fim de semana e feriado de Ano Novo:

29/12/18 (sábado):
Hemocentro de Belo Horizonte: das 7h às 18h;
Unidade de Coleta do Hospital Júlia Kubistchek: das 7h às 12h;

31/12/18 (segunda-feira):
Hemocentro de Belo Horizonte: das 7h às 12h.

No domingo (30/12) e na terça-feira (1º/1), as unidades não funcionarão para atendimento aos doadores de sangue.
Confira também as demais unidades da Fundação Hemominas no Estado que funcionarão no feriado prolongado:

29/12/18 (sábado):
Hemocentro de Juiz de Fora: das 7h às 11h;
Hemocentro de Montes Claros: das 7h às 12h;
Hemocentro de Uberaba: das 7h às 11h;
Hemocentro de Uberlândia: das 7h às 11h30;
Unidade de Coleta de Poços de Caldas: das 7h às 11h30.

31/12/18 (segunda-feira):
Hemocentro de Governador Valadares: das 7h30 às 11h;
Hemocentro de Juiz de Fora: das 7h às 10h30;
Hemocentro de Pouso Alegre: das 8h às 12h;
Hemonúcleo de Sete Lagoas: das 7h30 às 12h30.

  • Para doar sangue: Para informações sobre os critérios para doação de sangue, acesse nosso site ou ligue 155 – opção 1 (ligação gratuita).

 

]]>
Banco de notícias Fri, 28 Dec 2018 17:54:23 +0000