Notícias http://www.saude.mg.gov.br Sun, 23 Jul 2017 12:30:40 +0000 Joomla! - Open Source Content Management pt-br 1° Conferência Estadual de Saúde das Mulheres de Minas Gerais termina com propostas para a saúde das mulheres http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9595-1-conferencia-estadual-de-saude-das-mulheres-de-minas-gerais-termina-hoje-com-propostas-para-a-saude-das-mulheres http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9595-1-conferencia-estadual-de-saude-das-mulheres-de-minas-gerais-termina-hoje-com-propostas-para-a-saude-das-mulheres

A 1° Conferência Estadual de Saúde das Mulheres de Minas Gerais chegou ao fim nesta quarta-feira (12/07). Durante três dias, mulheres discutiram e construíram propostas para aperfeiçoar as políticas públicas de saúde no Sistema Único de Saúde (SUS). As proposições foram votadas pelas delegadas e delegados nesta manhã e serão encaminhadas para a 2° Conferência Nacional de Saúde das Mulheres, que será realizada em Brasília-DF, em agosto. Clique aqui e confira a nossa galeria de fotos.

Essas propostas representam as demandas das mulheres mineiras por uma saúde pública mais equânime e integral, que respeite as diferenças de gênero, raça e classe socioeconômica. Clique aqui para verificar dados que comprovem como essas diferenças impactam na saúde feminina.

Durante os três dias, estiveram presentes no Minascentro, em Belo Horizonte, mais de 950 pessoas, que vieram de 197 municípios que aderiram à Conferência, sendo que 70% são mulheres.

Créditos: Marcus Ferreira

A usuária do SUS, Lucimar de Lourdes Martins, era uma das delegadas mais atuantes no processo de votação, torcendo e vibrando cada vez que uma das propostas que considerava mais urgente era votada. Representante do município de Simónesia, Lucimar é quilombola e luta pela garantia da agricultura familiar como forma de preservar a saúde.

“Temos muitas bandeiras aqui, mulheres com diferentes lutas estiveram aqui. Cada qual com sua história, mas para mim, no momento, as propostas mais urgentes, que precisamos levar à Brasília, é a que convoca à luta contra a chamada “Pec do Congelamento” e contra a reforma da previdência. Essas são as duas maiores lutas das mulheres hoje e para enfrentar precisamos unir força, porque os direitos essenciais à vida estão sendo atacados”, disse.

Veja também no "Blog da Saúde MG":
- Vídeo apresenta balanço da 1° Conferência Estadual de Saúde das Mulheres
- Maria Turci faz discurso sobre políticas de saúde pública para as mulheres
- Força do discurso feminino marca 1ª Conferência Estadual de Saúde das Mulheres
- Como funcionam os grupos de trabalho na Conferência?

Foram 4 eixos temáticos discutidos e consolidados em propostas por 4 grupos de trabalho. No Eixo I (O papel do Estado no desenvolvimento socioeconômico e ambiental e seus reflexos na vida e na saúda das mulheres) as propostas mais votadas enfatizavam a luta contra a reforma da previdenciária, a revisão dos recursos destinados à saúde pública, a criação de leis que limitam ou proíbam o uso de agrotóxicos.

No Eixo II (O mundo do trabalho e suas consequências na vida e na saúde das mulheres) a delegação de Minas vai encaminhar duas propostas. Uma que busca fortalecer as leis trabalhistas, a aposentadoria e o salário igualitário às mulheres que estão no mercado de trabalho e outra que visa ampliar a política de fortalecimento e prevenção da violência contra as mulheres.

O Eixo III (Vulnerabilidades nos ciclos de vida das mulheres na Política Nacional de Atenção Integral a Saúde das Mulheres) a proposta mais votada defende o reajuste da tabela SUS para assegurar e implementar o novo modelo de atenção obstétrica, que busca garantir uma atenção mais humanizada às mulheres. Também foi amplamente votada a proposta que defende a implantação de casas de apoio e acolhimento para mulheres em situação de violência física, moral, psicológica.

Já no Eixo IV (Políticas Públicas para Mulheres e Participação Social), a proposta que reafirma e defende o SUS como um direito e que propõe lutar pela declaração de inconstitucionalidade da a emenda que congela os gastos públicos com saúde foi votada com gritos de “Salve o SUS” e com aplausos. Também foi escolhida como proposta neste eixo a melhoria de incentivos para unidades de saúde com porte pequeno.

Ainda hoje, no final da tarde, a plenária vai eleger as delegadas e delegados que representarão as propostas estaduais em debate nacional. Nesta etapa, as proposta de Minas para a saúde das mulheres serão ouvidas e defendidas nacionalmente.

Propostas estaduais

Os grupos de discussão também elaboraram um consolidado com as propostas priorizadas para o estado de Minas. Os participantes elegeram as principais propostas que devem ser consideradas como diretrizes das políticas públicas estaduais voltada para mulheres, lésbicas, transexuais, bissexuais, travestis e outras populações minoritária.

A 1ª Conferência Estadual de Saúde das Mulheres foi promovida pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) e pelo Conselho Estadual de Saúde de Minas Gerais (CES-MG).

 

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Banco de notícias Wed, 12 Jul 2017 15:53:36 +0000
Acesso aos serviços de saúde e os desafios enfrentados por todAs mulheres marcam 2º dia da Conferência http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9592-acesso-aos-servicos-de-saude-e-os-desafios-enfrentados-por-todas-mulheres-sao-assuntos-debatidos-no-segundo-dia-da-conferencia-e http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9592-acesso-aos-servicos-de-saude-e-os-desafios-enfrentados-por-todas-mulheres-sao-assuntos-debatidos-no-segundo-dia-da-conferencia-e

Na manhã desta terça-feira (11/07), “Desafios para Intersetorialidade com Equidade”, foi o tema de debate da Mesa 2, que abriu o dia de trabalho da 1ª Conferência Estadual de Saúde das Mulheres, que acontece no Minascentro, em Belo Horizonte. A proposta foi levantar discussões sobre o acesso aos serviços de saúde no Sistema Único de Saúde (SUS) e desafios enfrentados pelas mulheres negras, lésbicas, transexuais, bissexuais, travestis e outras populações minoritárias.

Integraram a mesa de discussões a ativista do movimento negro e coordenadora no Instituto Pauline Reichstul, Diva Moreira; a historiadora especialista em gênero, raça e sexualidade, secretária de direitos humanos da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) e conselheira do Conselho Nacional de Saúde, Heliana Hemetério; a Subsecretária de Políticas e Ações de Saúde da Secretaria de Estado de Saúde de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Maria Turci. A mesa foi coordenada pela militante da Marcha Mundial das Mulheres e trabalhadora da SES-MG, Dehonara de Almeida Silveira.

Abrindo as discussões, Diva Moreira apresentou as principais dificuldades enfrentadas pelas mulheres, mulheres negras e outros grupos minoritários no acesso aos serviços de saúde. Ela lembrou ainda, sobre a resistência de gestores e profissionais de saúde em reconhecer o abismo presente no tratamento oferecido às diferentes populações.

“É muito comum ouvir dos gestores públicos que todas e todos são tratados de forma igualitária. Presenciei a resistência e até certa hostilidade de servidoras e servidores em incluir a população negra e povos indígenas. O argumento utilizado é que todas as pessoas são tratadas de forma igual, mas sabemos que isso não é verdade”, afirma. 

Veja também no Blog da "Saúde MG": Como funcionam os grupos de trabalho na Conferência Estadual de Saúde das Mulheres?

O princípio da equidade foi lembrado enquanto tarefa que o Estado tem de reconhecer que todas e todos têm direito à saúde, respeitando a diversidade entre povos e regiões. Mais do que isso, o conceito prega a necessidade de oferecer tratamentos diferentes a pessoas com necessidades diferentes.

“É preciso renunciar dessa convicção de que todas e todos são tratados com equidade nos serviços de saúde. Se uma pessoa não é descriminada por razões de raça, cor, homofobia, os resultados das práticas institucionais deveriam ser idênticos aos de outras populações. Para remover o racismo institucional, é preciso reconhecer que existem doenças que são mais prevalentes na população negra”, explica Diva Moreira.

Acesso igualitário aos serviços de saúde para lésbicas, bissexuais, transexuais e travestis

A historiadora, especialista em gênero, raça e sexualidade, secretária de direitos humanos da ABGLT e conselheira do Conselho Nacional de Saúde, Heliana Hemetério, falou sobre a importância do cuidado integral com a saúde de mulheres negras, lésbicas, bissexuais, transexuais e travestis. Para ela, mais do que criar novas políticas públicas é preciso se preocupar com a efetivação do atendimento de qualidade e humanizado voltado para minorias nos serviços do SUS. “Eu, enquanto uma senhora lésbica e negra, tenho uma luta a mais. O SUS é o maior sistema de saúde do mundo e hoje enfrentamos uma tentativa de reformulação da Atenção Básica. O médico sai da universidade completamente técnico, mas se ele não se tornar técnico e humano, ele não saberá nada sobre nós da população negra, lésbica, gay, travesti, transexual e bissexual”, afirma.

Avanços e desafios no SUS

A Subsecretária de Políticas e Ações de Saúde da SES-MG, Maria Turci, falou sobre os principais avanços e desafios no acesso e tratamento de qualidade e humanizado para mulheres, mulheres negras, lésbicas, travestis, transexuais, bissexuais, profissionais do sexo, ciganas, privadas de liberdade. Sobre a integralidade com equidade, Turci explicou a necessidade de reconhecer as diferenças nas condições de vida e de saúde das populações.

Nesse sentido, o SUS precisa estar preparado para ouvir, acolher, entender o contexto social e, a partir disso, atender às diferentes necessidades. “Levantaram o pano que reveste a nossa dificuldade como serviço de saúde de enfrentar as iniquidades e os preconceitos. Existe uma presunção de que todas as mulheres são atendidas da mesma forma nos serviços de saúde. A partir do momento que uma profissional do sexo ou uma mulher trans não são recebidas no serviço de saúde da mesma forma que uma dona de casa, é preciso pensar sobre o cumprimento do princípio da universalidade no SUS”, afirma.

» Clique aqui e confira a matéria na íntegra sobre esta mesa no Blog da Saúde MG

» Confira abaixo a apresentação da Subsecretária de Políticas e Ações de Saúde da SES-MG, Maria Turci:

 

Efetivação do Controle Social no SUS para a saúde integral de todAs as mulheres

Com o tema Gênero, Saúde Integral e Participação Social, a 3ª mesa da 1ª Conferência Estadual de Saúde da Mulher, que aconteceu nesta terça-feira (11/07), em Belo Horizonte, reforçou a importância em se oferr pelo Sistema Único de Saúde (SUS) o cuidado integral a todas as mulheres, independente da sua idade, identidade de gênero e orientação sexual. 

Para a Subsecretária de Políticas para as Mulheres da Secretaria Estadual de Direitos Humanos e Participação Social, Larissa Borges, o processo de construção de políticas públicas é constituído de muita resistência e empenho dessas mulheres, em suas diversidades.

“Somos nós, mulheres, que temos que construir uma autonomia, com a nossa história, para assim ocupar espaço na sociedade. O Sistema Único de Saúde (SUS) tem problemas sim, mas é a construção social que mais avança em nível mundial, por isso, devemos desenvolver políticas públicas e organizá-las, por meio da participação social, para que sejam efetivadas e que beneficiam a todAs em suas especificidades”, explicou.


Na mesma linha, a Doutora em Ciências Sociais com atuação em Políticas Públicas, Tatau Godinho, reforçou que o momento é muito importante para discutir os desafios para melhorar as condições de saúde das mulheres. “Esse espaço é para debatermos sobre as políticas públicas para a saúde da mulher de forma integral e impedir que, o que já foi construído de saúde pública no Brasil seja quebrado e percamos direitos que foram adquiridos com muita luta”, reforçou.

Ao abordar sobre a definição sobre o que é ser mulher, Ariane Senna, mulher trans negra, trasfeminista, psicóloga, graduanda em Estudos de Gênero e Diversidade pela UFBA e vice-presidenta do Conselho Estadual dos Direitos da População LGBT da Bahia, reforçou que, independente das suas singularidades e intervenções, todas são mulheres.

“Vivenciamos situações de preconceito todos os dias, no trabalho, em casa, nos serviços de saúde, principalmente mulheres trans, lésbicas, bissexuais, travestis, negras, em situação de rua e indígenas. Mulheres de verdade somos todas nós, cada uma com sua singularidade e direitos por acesso a políticas públicas integrais para nossa saúde”, disse.

Saúde LGBT

O acesso aos serviços de saúde é garantido pelo SUS a todas as mulheres, independente da orientação sexual ou identidade de gênero. Por meio da Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, o SUS universaliza o acesso à saúde pública às mulheres lésbicas, bissexuais e transexuais, sem que haja qualquer tipo de discriminação ou preconceito nas Unidades de Saúde.

Entre os avanços conquistados, está a habilitação, pelo Ministério da Saúde, do serviço ambulatorial do processo transexualizador no Hospital das Clínicas de Uberlândia, que está apto a oferecer procedimentos que incluem o acompanhamento clínico, pré e pós-operatório e hormonioterapia.

Para Ariane Senna, mesmo com esses avanços, ainda está longe de ter uma saúde ou um atendimento com qualidade integral, universal e equânime, mas ela destaca a importância de políticas específicas, onde se torna possível trabalhar a inclusão.

“Espaços específicos são importantes, mas é fundamental trabalhar para que todo o SUS possa adequar-se as demandas atuais, que requerem dos serviços atenção às especificidades. É preciso lembrar que travestis e transexuais são ainda as populações mais distanciadas dos serviços de saúde, e isso ocorre especialmente por falta de mecanismos específicos que venham a facilitar o acesso dessa população aos serviços. Além disso, é preciso que se intensifique, em todo o SUS, a sensibilidade de gestores e servidores da Saúde, para que reconheçam, na população trans, atores que precisam desses serviços e que devem ser respeitados em suas demandas e identidades”, concluiu.

» Clique aqui e confira a matéria na íntegra sobre esta Mesa no Blog da Saúde MG.

Além dessas duas Mesas da parte da manhã, de tarde as delegadas e delegados participam de 4 grupos de trabalho onde puderam debater, modificar, acrescentar ou até mesmo suprimir cada uma das propostas presentes no relatório, que subsidia as discussões desta conferência. As propostas presentes no relatório foram consolidadas a partir de discussões realizadas nas conferências municipais de saúde da mulher, que aconteceram nos municípios, que foram etapas preparatórias para a Conferência Estadual de Saúde da Mulher. Os eixos temáticos de debate são os seguintes:

  • Eixo I: O papel do Estado no desenvolvimento socioeconômico e ambiental e seus reflexos na vida e na saúda das mulheres
  • Eixo II: O mundo do trabalho e suas consequências na vida e na saúde das mulheres
  • Eixo III: Vulnerabilidades nos ciclos de vida das mulheres na Política Nacional de Atenção Integral a Saúde das Mulheres
  • Eixo IV: Políticas Públicas para Mulheres e Participação Social

Para além dos debates técnicos que incluem a avaliação de cada proposta, o encontro propiciado pelos grupos de trabalho também permite que as experiências exitosas em saúde pública possam ser trocadas entre os representantes de cada município, fortalecendo ainda mais as políticas públicas de saúde a nível local.

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Banco de notícias Tue, 11 Jul 2017 17:53:40 +0000
Desafios da saúde pública mais equânime são debatidos durante a abertura oficial da 1ª Conferência Estadual de Saúde da Mulher http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9590-desafios-da-saude-publica-mais-equanime-sao-debatidos-durante-a-abertura-oficial-da-i-conferencia-estadual-de-saude-da-mulher http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9590-desafios-da-saude-publica-mais-equanime-sao-debatidos-durante-a-abertura-oficial-da-i-conferencia-estadual-de-saude-da-mulher

Com o tema “Desafios para Equidade com Qualidade: Nenhum Direito a Menos”, foi realizada nesta segunda-feira (10/07), no Minascentro, em Belo Horizonte, a abertura oficial da 1° Conferência Estadual de Saúde das Mulheres de Minas Gerais (CESMu). O encontro é etapa da 2° Conferência Nacional de Saúde das Mulheres, a ser realizada no mês de agosto, em Brasília-DF, com objetivo desenvolver uma política nacional de atenção integral à saúde das mulheres. 

A subsecretária de Políticas e Ações de Saúde da Secretaria de Estado de Saúde de minas Gerais (SES-MG), Maria Aparecida Turci, ressaltou a importância em discutir e construir propostas voltadas para defesa do SUS de forma integral e equânime para as mulheres.

“Essa é a primeira conferência de saúde das mulheres do Estado de Minas Gerais e temos como tema, a integralidade da atenção à saúde das mulheres com equidade. Dessa forma, é muito importante que as mulheres discutam e construam propostas que sejam levadas para a conferência nacional na defesa do SUS de forma integral e com equidade para as mulheres”, destacou Maria Aparecida Turci. Clique aqui e confira a nossa galeria de fotos. 

Mesa oficial de abertura - Créditos: Marcus Ferreira

O Secretário de Estado de Saúde de Minas Gerais, Sávio Souza Cruz, destacou, durante a abertura, a importância em se preservar os direitos conquistados até hoje. “Nós acreditamos que é possível preservar os direitos cristalizados na Carta Cidadã de 1988 e que o Estado pode continuar sendo um agente de desenvolvimento. Tenho certeza de que com essa conferência, as representantes mineiras eleitas levarão para a Conferência Nacional o compromisso de Minas Gerais com a diversidade, com a integralidade da saúde e com o fortalecimento do Sistema Único de Saúde”, afirmou Sávio Souza Cruz. 

Conforme a Subsecretária da Mulher, da Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Participação Social e Cidadania de Minas Gerais, Larissa Amorim Borges, a Conferência já se iniciou quebrando paradigmas, reconhecendo as especificidades e as diversidades das mulheres mineiras.

Veja também no "Blog da Saude MG":
- Vídeos com depoimentos da mesa de abertura da Conferência

“Ao se propor a trabalhar política para todas essas mulheres, esta conferência já inova e nos traz o compromisso, enquanto Estado, de cuidar de cada uma dessas mulheres, tendo um olhar especial para aquelas que estão em situação de maior vulnerabilidade. Dessa forma, eu gostaria de lembrar a importância de trabalharmos políticas específicas para mulheres indígenas, lésbicas, bissexuais e transexuais, privadas de liberdade e prostitutas. Temos um grande desafio, mas temos também muita coragem para enfrentar esse desafio, trabalhando juntas”, destacou Larissa Amorim Borges.

Saúde Pública das Mulheres em pauta

A 1ª Conferência Nacional de Saúde da Mulher foi realizada em 1986 e, ao longo desses anos, é possível destacar avanços. “Nós observamos a redução da morte materna, a redução das taxas de cesariana, a ampliação do acesso da mulher à assistência à saúde de uma forma geral. No entanto, é importante ressaltar que todos esses avanços conquistados pelo SUS ao longo desses anos estão ameaçados no momento atual. Nós temos uma situação crônica de sub financiamento que certamente será agravada com o congelamento do recurso para as áreas sociais por vinte anos. Num contexto de recessão e contenção de recursos, a nossa preocupação é que todas as conquistas tenham um retrocesso muito grande no momento atual que vivemos”, pontuou Maria Aparecida Turci. 

Já a Coordenadora adjunta da I CESMu, Lourdes Machado, destacou a importância da representatividade política de mulheres nas esferas da saúde. “Nós entendemos que falar em saúde pública para a mulher é ir além de exames de mamografia, exames preventivos e exames de pré-natal. Destacamos aqui que a maior parte das gestões municipais são ocupadas por homens. Talvez, devido a essa falta representação política das mulheres nas esferas da saúde, não consigamos defender com tanta propriedade as nossas pautas”, afirma Lourdes Machado. 

A Coordenadora destacou, ainda, a necessidade de falar sobre a violência que atinge especificamente às mulheres. “Hoje, o feminicídio mata, no Brasil, em torno de uma mulher a cada uma hora e meia. Essa colcha, construída por mulheres em situação de violência, é fruto do projeto da professora Elza, da UFMG, e estará aqui durante esses três dias de Conferência para nos lembrar que precisamos falar sobre essa violência de gênero”, reforçou Lourdes Machado. 

De acordo com a deputada Marília Campos, que representou o Presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, Adalclever Lopes, é preciso implementar políticas públicas para todas e todos, especialmente para as mulheres. “Para que possamos superar a invisibilidade, precisamos nos organizar como força política. Não basta votarmos, não basta elegermos representantes. Precisamos nos organizar em todos os lugares, para que possamos mostrar nossa força política de forma organizada”, afirma Marília Campos. 

Já a Promotora de Justiça da Defesa da Saúde, Josely Ramos Pontes, reforçou a necessidade por políticas públicas de saúde que atendam às necessidades das mulheres e que garantam seus direitos. “Já abandonamos o rótulo de sexo frágil e estamos cada vez mais cientes de nossos direitos. Exigimos respeito e políticas efetivas que nos assegurem nenhum direito a menos”, destacou Josely Ramos Pontes.

O desafio de hoje

De acordo com a Subsecretária de Políticas e Ações de Saúde, Maria Aparecida Turci, o atual desafio quando se trata de saúde pública das mulheres é convocar “as pessoas para defesa do SUS, compreendendo a complexidade da situação da mulher na sociedade e atendendo às suas necessidades em saúde”.

A 1ª Conferência Estadual de Saúde das Mulheres, organizada pela SES-MG e pelo Conselho Estadual de Saúde (CESMG), segue até esta quarta-feira (12/07) e a expectativa é reunir cerca de 700 delegadas e delegados de todo o Estado para debater, propor e votar políticas públicas de saúde voltadas às mulheres.

 

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Banco de notícias Tue, 11 Jul 2017 13:31:58 +0000
Democracia e saúde são debatidas no primeiro dia de Conferência da Saúde das Mulheres http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9589-democracia-e-saude-sao-debatidas-no-primeiro-dia-de-conferencia-da-saude-das-mulheres http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9589-democracia-e-saude-sao-debatidas-no-primeiro-dia-de-conferencia-da-saude-das-mulheres

Ousadia, coragem, resistência e pluralidade foram algumas das fortes palavras que fizeram parte do discurso das palestrantes da mesa de abertura da 1ª Conferência Estadual de Saúde das Mulheres, que ocorreu na tarde desta segunda-feira (10/7), no Minascentro, em Belo Horizonte, e contou com a participação do grupo Cigarras Cantora do Vitória. Clique aqui e confira a nossa galeria de fotos.

A proposta inicial, que era discutir a situação atual do país e seus impactos na vida das mulheres, ganhou amplitude nas vozes das participantes do evento, demonstrando que aquele era um espaço propício para fortalecimento do debate sobre os direitos das mulheres. 

Coordenada pela conselheira Estadual de Saúde no segmento de trabalhadores, Lourdes Machado, a mesa contou com a participação da conselheira Estadual de Saúde dos representantes de usuárias e usuários pela Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Minas Gerais e trabalhadora rural, Maria Alves, da presidenta da CUT Minas e coordenadora Geral do Sind-UTE/MG, Beatriz Cerqueira, e da participante da Comissão Nacional Organizadora e de Relatoria da 2ª Conferência Nacional de Saúde da Mulher, Kátia Souto.

Crédito: Marcus Ferreira

A coordenadora da mesa Lourdes Machado destacou que a Conferência teve adesão de 197 municípios e inscrição de mais de 950 pessoas, sendo que um dos critérios era que pelo menos 70% dessas inscrições fossem de mulheres. “A logomarca do evento traz um pouco do que pretendemos alcançar. Ao representar as mulheres em suas várias singularidades, mostramos que somos diversas e que temos anseios diferentes. A discussão, então, é como dar acesso à saúde a essas várias mulheres, em todas as nossas especificidades”, reforçou a conselheira Estadual. 

Dando início aos debates da tarde, Maria Alves, que também representa o quilombo Santa Cruz, do município de Ouro Verde de Minas, destacou que apesar de todas as opressões, é preciso lutar. “A opressão social em que estamos vivendo atualmente tem como consequência não apenas a perda dos direitos sociais e dos sonhos de muitas mulheres e dos povos dos campos, mas sim a volta de um sistema de quase escravidão. Uma escravidão fria e calculista”, revelou.

 

Veja também no "Blog da Saúde MG":
#SaúdeDaMulher: uma questão de gênero, raça e classe

 

Ainda segundo a conselheira, os processos de Reforma Trabalhista e da Previdência requerem de nós um grande esforço. “As reformas que estão em andamento são mais que uma perda de direito e de retrocesso, é algo desumano. Por mais que haja diferenças e divergências entre nós, o momento agora é de união. A nossa unidade e organização são essenciais”, afirmou Maria Alves. 

Ainda seguindo a linha de que o momento que estamos vivendo é muito grave e trará impactos não apenas para nós como também para as próximas gerações, a presidenta da CUT Minas e coordenadora Geral do Sind-UTE/MG, Beatriz Cerqueira, reforçou a importância das mulheres falarem sobre o que quiserem, inclusive sobre política e sobre a situação atual do país.

“As reformas propostas pelo atual governo aprofundarão o desemprego, a fome e a miséria. Ao contrário do que dizem, ela não vai diminuir a crise econômica. Com o congelamento dos investimentos sociais por 20 anos, a tendência é privatizar tudo o que for possível, inclusive o SUS com a proposta dos planos de saúde populares”, ressaltou Beatriz Cerqueira.

A presidenta da CUT Minas sinalizou ainda que as mulheres são as que mais pagam a conta de tudo isso, uma vez que ganham menos que os homens e são as primeiras a serem demitidas. Após afirmar que “os tempos são de guerra e de compreender que o que está em jogo é o nosso futuro e que nossa luta é de gênero, de classe e pela dignidade”, Beatriz foi intensamente aplaudida pela plateia. 

A terceira palestrante da tarde, Kátia Souto, reforçou o tema “Nenhum direito a menos” da Conferência, sinalizando que debater a questão da mulher e da saúde da mulher é fundamental para que todas entendam que cada minuto de luta foi muito importante.

“Somos diferentes, mas não somos desiguais e não queremos ser. Portanto, é preciso pensarmos em políticas públicas que abranjam todos esses recortes da pluralidade da sociedade. Conselhos e conferências como essa são espaços para fortalecimento da participação das mulheres nos debates”, afirmou. Kátia terminou sua fala com um convite a todas e a todos para resistirem e somarem forças. “Nós não teremos saúde se não tivermos democracia. Por isso, é preciso ousadia e coragem para fortalecer o controle social”, concluiu. 

Após as falas iniciais, as participantes da Conferência foram convidadas a participar com intervenções que foram debatidas posteriormente pelas representantes da mesa. Reflexões importantes como sobre a falta de profissionais de saúde em comunidades afastadas e discussões sobre como a atual política do SUS está sendo destruída foram alguns dos pontos levantados pelas conferencistas durante a primeira tarde de debates. 

Grupo Cigarras Cantora do Vitória 

O grupo Cigarras Cantoras do Vitória participou da abertura da primeira mesa da Conferência Estadual de Saúde das Mulheres. O trabalho do grupo vem se ampliando desde a sua primeira apresentação, em setembro de 2009, no Quilombo da Boa Morte, em Belo Vale, Minas Gerais.

Crédito: Marcus Ferreira

Composto por alunas e alunos do projeto Educação de Jovens e Adultos (EJA) da Escola Municipal Professor Milton Lage (rua A, 70, bairro Jardim Vitória), na região Nordeste, o grupo surgiu da necessidade de melhorar a autoestima e o desejo de aprender das alunas. 

 

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Banco de notícias Mon, 10 Jul 2017 18:40:33 +0000
SES-MG cria Grupos Técnicos Regionais para discutir desastre provocado pela Samarco http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9625-ses-mg-cria-grupos-tecnicos-regionais-para-discutir-desastre-provocado-pela-samarco http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9625-ses-mg-cria-grupos-tecnicos-regionais-para-discutir-desastre-provocado-pela-samarco

A Superintendência Regional de Saúde (SRS) de Coronel Fabriciano, realizou na quinta-feira (20/07) uma reunião inaugural para criação dos Grupos Técnicos Regionais (GTR’s) que irão apoiar a Câmara Técnica de Saúde (CT Saúde) e o Comitê Interfederativo (CIF), criados em resposta ao desastre provocado pelo rompimento da barragem de rejeitos da SAMARCO, que ocorreu no subdistrito de Bento Rodrigues, em Mariana, em 05 de novembro de 2015.

Os trabalhos foram coordenados pela Diretora de Vigilância em Saúde Ambiental da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Marcela Ferraz, com apoio de Marina Caldeira, da Coordenação de Fatores de riscos não-biológicos, Kleber Rangel Silva, assessor da Subsecretaria de Vigilância e Proteção à Saúde da SES-MG e dos Técnicos da Vigilância em Saúde Ambiental da SRS de Coronel Fabriciano.

Os grupos técnicos regionais serão instituídos nas Unidades Regionais de Saúde de Coronel Fabriciano (15 municípios), Governador Valadares (10 municípios) e Ponte Nova (9 municípios), pois estas unidades regionais possuem municípios atingidos pelo desastre. “Estes grupos irão servir de apoio a Câmara Técnica de Saúde (CT Saúde), que é um órgão consultivo instituído para auxiliar o Comitê Interfederativo no desempenho de sua finalidade de orientar, acompanhar, monitorar e fiscalizar a execução dos programas socioeconômicos e socioambientais geridos pela Fundação Renova”, informou Marcela Ferraz.

A fundação, segundo Marcela Ferraz, foi criada pela SAMARCO visando à reparação, restauração e reconstrução das regiões impactadas pelo rompimento da sua barragem de Fundão, localizada no subdistrito de Bento Rodrigues, em Mariana.

O Comitê

O Comitê Interfederativo (CIF) foi criado em resposta ao desastre provocado pelo rompimento da barragem de rejeitos da SAMARCO, com a função de orientar e validar os atos da Fundação Renova, instituída pela empresa SAMARCO e suas acionistas Vale e BHP Billiton, para gerir e executar as medidas de recuperação dos danos resultantes do desastre.

O Instrumento de referência para as ações do CIF é o Termo de Transação e de Ajustamento de Conduta (TTAC) celebrado entre União, os Estados de Minas Gerais e Espírito Santo e as empresas SAMARCO, Vale e BHP, visando à recuperação, mitigação, remediação e reparação dos danos firmados em 02/03/2016.

O CIF é presidido pelo IBAMA e composto por representantes da União, dos governos de Minas Gerais e do Espírito Santo, dos municípios impactados e do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Doce, e não substitui a competência legal dos órgãos públicos.

O comitê funciona como uma instância de interlocução permanente com as empresas SAMARCO, Vale e BHP monitorando e fiscalizando os resultados dos programas socioambientais e socioeconômicos, para que sejam integralmente cumpridos, de forma a restaurar os prejuízos causados pela tragédia.

O desastre

No dia 05/11/2015, a Barragem do Fundão, pertencente à SAMARCO Mineração S.A., localizada no município de Mariana, se rompeu. O barramento, classificado como classe III, de alto potencial de dano ambiental, era destinado a receber e armazenar o rejeito gerado pela atividade de beneficiamento de minério de ferro. O rompimento da Barragem de Fundão causou efeito em cadeia, ocasionando o extravasamento da Barragem Santarém, de acumulação de água, e retenção de sedimentos, localizada também na área da empresa.

A lama de rejeitos da SAMARCO devastou o Distrito de Bento Rodrigues, situado a cerca de 5 km abaixo da barragem, foi carreada até o Rio Gualaxo do Norte, a 55 km, desaguando no Rio do Carmo, atingindo em seguida o Rio Doce, afetando também o litoral do estado do Espírito Santo.

O desastre causado pela SAMARCO foi classificado pela Defesa Civil de Minas Gerais como nível IV, isto é, “desastre de porte muito grande”, o que significa que os danos causados são extremamente significativos e os prejuízos muito vultosos e consideráveis.

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Banco de notícias Fri, 21 Jul 2017 17:12:32 +0000
Regional de Saúde de Patos de Minas promove Roda de Conversa sobre PMAQ http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9624-regional-de-saude-de-patos-de-minas-promove-roda-de-conversa-sobre-pmaq http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9624-regional-de-saude-de-patos-de-minas-promove-roda-de-conversa-sobre-pmaq

A Superintendência Regional de Saúde (SRS) de Patos de Minas, por meio do núcleo de Atenção Primária, realizou, durante os dias 13, 14 e 20 de julho, uma roda de conversa sobre o 3° ciclo do Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ). O evento teve como objetivo alinhar e preparar os coordenadores e técnicos dos 21 municípios que compõe a Regional de Saúde para a visita externa compreendida no terceiro ciclo do programa.

Crédito: Maryana Santos

Após a apresentação dos resultados dos municípios nos dois primeiros ciclos, a roda de conversa também buscou uma auto avaliação dos técnicos na busca de melhorar os processos de trabalho contínuos que tiveram notas baixas nestes últimos dois ciclos. A coordenadora do núcleo de Atenção Primária da SRS-Patos de Minas, Maíra de Castro Taufick, explica como o Programa busca melhorar esses processos de trabalho. “O PMAQ, vem para institucionalizar uma cultura de monitoramento e avaliação. Assim, estamos tentando sensibilizar esses gestores e essas equipes na busca da qualificação dos processos de trabalho, por meio do monitoramento, da avaliação e dessa auto avaliação da equipe”, explicou.

Para a gestora do município de São Gotardo, Leandra de Fátima Silva Costa, a roda de conversa veio para fechar um ciclo de preparo organizado pela Regional de Saúde para alinhar as informações de forma que toda equipe estivesse preparada para esse terceiro ciclo. “Esse foi um momento de discussão importante para alinharmos aquilo que realmente não foi realizado ainda, o que precisamos para concretizar os nossos trabalhos na Atenção Primária para que nós tenhamos um melhor processo de trabalho no dia a dia com as nossas unidades”, disse.

A avaliação do terceiro ciclo tem início no mês de agosto e será realizada pelas universidades federais. Os 21 município da regional de Patos de Minas receberão a visita de uma equipe da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que terão em mãos um roteiro para verificar vários pontos relacionados à infraestrutura e processos de trabalho.

 

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Banco de notícias Fri, 21 Jul 2017 14:05:02 +0000
Regional de Fabriciano fortalece Núcleos de Apoio à Saúde da Família no Vale do Aço http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9623-regional-de-fabriciano-fortalece-nucleos-de-apoio-a-saude-da-familia-no-vale-do-aco http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9623-regional-de-fabriciano-fortalece-nucleos-de-apoio-a-saude-da-familia-no-vale-do-aco

A Superintendência Regional de Saúde (SRS) de Coronel Fabriciano promoveu ontem (20/07) reunião de alinhamento sobre atenção primária entre os 35 municípios que compõem a Regional. O encontro, coordenado pelo Núcleo de Atenção Primária à Saúde (NAPRIS) da SRS de Coronel Fabriciano, ocorreu no auditório Padre Zezinho, Centro Universitário do Leste de Minas Gerais (UnilesteMG), e abrangeu pontos como o processo de trabalho do NASF (Núcleo de Apoio a Saúde da Família), PMAQ (Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica) e Atenção Primária à Saúde.

Crédito: Flávio Samuel

De acordo com a coordenadora do Núcleo de Atenção Primária à Saúde da SRS Coronel Fabriciano, Mônica Teodoro Cruz, o alinhamento junto aos municípios buscafortalecer a Estratégia Saúde em Família (ESF), considerando que a atenção básica dos municípios é a principal porta de entrada ao SUS, com papeis importantes na saúde pública como atender, prevenir e conscientizar. “Estamos abordando o NASF e o PMAQ, incentivando os gestores e as equipes da atenção básica a melhorarem a qualidade dos serviços de saúde oferecidos à população. Propomos um conjunto de estratégias de qualificação e acompanhamento do trabalho das equipes de saúde. Apenas a Atenção Primária trabalha com aproximadamente 35 programas de saúde pública, por isso temos que monitorar os municípios e auxiliar para que o fortalecimento seja realmente efetivo”, ressaltou Mônica.

No alinhamento, a equipe técnica do NAPRIS da SRS de Coronel Fabriciano abordou, entre outros assuntos, a Política Nacional de Atenção Básica e a Implantação do NASF, apresentado por Palmira Ferreira, o processo de Trabalho e Avalição no NASF, apresentado por Vitória Pires, e as práticas integrativas, apresentado por Maria José Duarte. Já o processo de trabalho sobre o PMAQ foi apresentado pela referência técnica municipal Cristiane Valgas, coordenadora da Atenção Primária do município de Antônio Dias.

A equipe também apresentou e discutiu o apoio matricial para a condução do trabalho do NASF junto à ESF, como forma de organizar e ampliar a oferta de ações em saúde nos municípios. “A partir desse alinhamento com os gestores e referências técnicas dos municípios, nós, corpo técnico do NAPRIS da SRS de Coronel Fabriciano, continuaremos a orientar os municípios na implementação e planejamento de ações, considerando as especificidades locais”, finalizou Mônica.

Nessa reunião, a equipe técnica do NAPRIS que participou do alinhamento com os municípios foi composta pelas referências técnicas: Palmira Ferreira, Vitória Pires, Carmelita Silva, Maria José Duarte e Sônia Andrade. 

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Banco de notícias Fri, 21 Jul 2017 14:00:28 +0000
Regional de Patos de Minas promove oficina sobre Plano Municipal de Saúde http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9622-regional-de-patos-de-minas-promove-oficina-sobre-plano-municipal-de-saude http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9622-regional-de-patos-de-minas-promove-oficina-sobre-plano-municipal-de-saude

Após a realização das Conferências Municipais de Saúde durante os meses de maio e junho, a Superintendência Regional de Saúde de Patos de Minas, por meio do Núcleo de Gestão Regional, preparou os gestores municipais, equipe técnica e conselhos municipais de saúde para elaboração do Plano Municipal de Saúde (PMS). A capacitação ocorreu nos dias 12, 13 e 20 de julho e teve por objetivo apresentar passo a passo a elaboração do Plano.

Crédito: Maryana Santos

Para melhor trabalhar a execução do PMS, foram divididos grupos de três e quatro municípios, em cada uma, composta por gestores, coordenadores da Atenção Primária, coordenadores de Vigilância em Saúde e conselheiros municipais de saúde.

Dessa forma, os 21 municípios que fazem parte da regional de Saúde, contaram com exposições dos temas: a importância do PMS e sua elaboração pela equipe técnica; sua relação com o Plano Plurianual (PPA), com as Leis de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e com a Lei Orçamentária Anual (LOA); a legislação básica pertinente para sua elaboração; a estruturação do PMS; apresentação do modelo para apresentação simplificada ao Conselho Municipal de Saúde (CMS).

A realização da oficina sobre o PMS neste mês foi estratégica, conforme explica a coordenadora do Núcleo de Gestão Regional da Regional de Patos de Minas, Noemi Romero A. de Magalhães Portilho: “Realizamos essa oficina neste mês, pois durante os meses de maio e junho, os municípios estiveram realizando suas conferências de saúde e assim, com as propostas que emanavam das mesmas, teríamos mais praticidade nas nossas abordagens sobre elaboração do PMS”.

Com objetivo de preparar os convidados para a elaboração do PMS, foi feito um exercício com os municípios, sobre diretrizes, objetivos, metas e indicadores. Para tanto, cada gestor levou as propostas provenientes das conferências municipais de saúde e propostas de governo de cada prefeito.

Foi ressaltada, durante toda a capacitação a importância do Plano Municipal de Saúde para execução do serviço de atendimento à Saúde Pública em todas as suas esferas, haja vista a mudança na forma de financiamento a ser adotada pelo Governo Federal a partir de 2018.

Para o gestor do município de Tiros, Júlio César de Moraes, “o PMS se mostrou mais teórico do que prático nos últimos anos, por isso busco adequar realmente o que podemos fazer dentro da realidade do meu município, que tem hoje, 6.000 habitantes, para que essa realidade do Plano ultrapasse os limites do papel”.

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Banco de notícias Fri, 21 Jul 2017 12:15:33 +0000
Regional de Varginha promove encontro de Mobilização Social http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9621-regional-de-varginha-promove-encontro-de-mobilizacao-social http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9621-regional-de-varginha-promove-encontro-de-mobilizacao-social
A fim de apresentar o fluxo e fortalecer os Núcleos de Mobilização Social em Saúde, o Núcleo de Assessoria de Comunicação Social da Superintendência Regional de Saúde de Varginha promoveu, no dia 19/07, no auditório do Centro Administrativo do Sul de Minas, um encontro sobre Mobilização Social em Saúde. O evento teve como objetivo reforçar o papel da mobilização como uma importante ferramenta na conscientização da população acerca de questões da saúde pública.

Crédito: Assessoria de Comunicação Social / SRS Varginha

O encontro foi direcionado a referências técnicas em Mobilização Social, coordenadores de Vigilância Epidemiológica e de Vigilância em Saúde e contou, também, com a presença do coordenador Estadual de Mobilização Social em Saúde e Publicidade, Joney Fonseca Vieira. Na Regional de Varginha, o Núcleo de Assessoria de Comunicação Social é representado pela coordenadora Tânia Corrêa Machado, com apoio da estagiária Gabryella Carvalho. 

Além das apresentações teóricas, foram feitas dinâmicas e exercícios relacionados à rotina da Mobilização Social. Foram também expostos a estrutura da Mobilização em Saúde no Estado, as atribuições em todos os níveis e a Rede de Mobilização Social, instituída Resolução SES-MG nº 5663, de 22 de março de 2017. “É extremamente importante a convocação de vontades para que a Mobilização em Saúde aconteça; a realização de ações deve transcender o setor saúde e mobilizar públicos parceiros”, ressaltou Joney Vieira.

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Banco de notícias Thu, 20 Jul 2017 14:43:15 +0000
Norte de Minas alinha ações para monitoramento da qualidade da água distribuída no período da seca http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9620-norte-de-minas-alinha-acoes-para-monitoramento-da-qualidade-da-agua-distribuida-no-periodo-da-seca http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9620-norte-de-minas-alinha-acoes-para-monitoramento-da-qualidade-da-agua-distribuida-no-periodo-da-seca

Com a chegada do segundo semestre e intensificação do período de seca na região do semiárido mineiro, a Superintendência Regional de Saúde de Montes Claros (SRS) realizou, nesta quinta-feira (20/07), encontro de alinhamento de informações com referências técnicas em vigilância sanitária e ambiental de 53 municípios do Norte de Minas. Na oportunidade foram repassadas orientações a respeito das ações que os municípios precisam executar voltadas para o monitoramento da qualidade da água distribuída à população, por meio de sistemas alternativos de abastecimento coletivo. As medidas preventivas visam reduzir os riscos de comprometimento da saúde da população.

Crédito: Pedro Ricardo

Um dos focos do encontro dirigido pelo coordenador do Núcleo de Vigilância Sanitária da Regional, Valcir Mendes, com a participação da bióloga e referência técnica em vigilância ambiental, Patrícia Antônio Brito, foi orientar os profissionais de saúde quanto à necessidade de serem intensificadas as ações de inspeção e fiscalização de caminhões pipa, bem como o monitoramento periódico da água fornecida à população. 

Patrícia Brito destacou que a partir deste segundo semestre o Laboratório Macrorregional de Montes Claros passará a fazer análises periódicas de amostras de água encaminhadas pelos municípios. O trabalho será feito por amostragem, de acordo com cronograma semanal a ser estabelecido com as secretarias municipais de saúde, levando-se em conta a grande quantidade de caminhões pipas contratados pelo Exército, Defesa Civil e prefeituras.

Entre janeiro e junho deste ano o Laboratório Macrorregional de Montes Claros realizou 1 mil 431 análises de amostras de água encaminhadas por municípios. As amostras são coletadas em locais de grande fluxo de pessoas, como mercados, asilos, creches, escolas e unidades de saúde, a fim de detectar ou não a contaminação por coliformes e Escherichia coli. Entre vários problemas de saúde que podem ser provocados por vírus, protozoários e helmintos encontrados na água, os coliformes e Escherichia coli podem causar doenças como a gastroenterite e infecção urinária.

Critérios

Além da atuação conjunta dos serviços de vigilância sanitária e ambiental na inspeção dos sistemas alternativos de abastecimento e monitoramento da qualidade da água distribuída à população, Patrícia Brito salientou que cabe aos municípios emitir ou não autorizações para o transporte de água por meio de caminhões pipa. Para isso, entre outros critérios que devem ser observados estão o não credenciamento de veículos que já tenham sido utilizados para transporte de produtos químicos. O caminhão tanque deve ser constituído de material anticorrosivo e antitóxico, além de estar em bom estado de conservação.

Os municípios também não poderão autorizar o transporte de água em carros pipa que tenham perfurações ou ferrugens, para não comprometer a qualidade da água. Os veículos também devem estar providos de locais protegidos, entre elas tampas vedadas, para evitar a contaminação da água. Na parte externa deve estar escrito que o caminhão pipa é utilizado para transporte de água potável, além do nome e telefone do motorista.

Ao monitorar a qualidade da água a ser distribuída à população, os profissionais dos serviços de vigilância sanitária e ambiental dos municípios deverão verificar se cada carga de água transportada contém 0,5 miligramas de cloro residual por litro de água. E, em caso de situações de risco e como medida preventiva, os municípios deverão distribuir hipoclorito de sódio à população para acondicionamento na água.

Já os municípios que recebem água de outras localidades é que são os responsáveis pela inspeção e monitoramento da qualidade da água consumida por sua população.

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Banco de notícias Thu, 20 Jul 2017 11:58:27 +0000
Norte de Minas avança nas ações de fortalecimento da vigilância sanitária http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9619-norte-de-minas-avanca-nas-acoes-de-fortalecimento-da-vigilancia-sanitaria http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9619-norte-de-minas-avanca-nas-acoes-de-fortalecimento-da-vigilancia-sanitaria

A avaliação do Programa de Monitoramento das Ações de Vigilância em Saúde (PMAVS) implementado pelos municípios é um dos temas que estão sendo tratados nesta quarta e quinta-feira (19 e 20/7), durante encontro que a Superintendência Regional de Saúde de Montes Claros (SRS) está promovendo com a participação de referências técnicas em vigilância sanitária do Norte de Minas. 

Crédito: Pedro Ricardo

O encontro conta com a participação de representantes de 53 municípios que integram a área de atuação da SRS.

Na primeira parte da manhã desta quarta-feira, o coordenador do Núcleo de Vigilância em Saúde da Regional, Valdemar Rodrigues dos Anjos, falou sobre a avaliação do Programa de Monitoramento das Ações de Vigilância em Saúde concluído nesta semana. O PMAVS é uma reformulação do antigo Projeto de Fortalecimento da Vigilância em Saúde (PFVS), criado em 2012, que teve como objetivo implantar um sistema regionalizado de vigilância em saúde, visando efetivar a descentralização das ações da área para todos os municípios mineiros.

Em seguida, o coordenador do Núcleo de Vigilância Sanitária da SRS, Valcir Mendes, repassou orientações sobre como se deve proceder a implantação dos serviços de inspeção nas secretarias municipais de saúde e de agricultura, com o objetivo de acompanhar as atividades implementadas por empresas ligadas ao comércio varejista e do agronegócio.

Valcir Mendes destacou a importância da continuidade das ações de capacitação e alinhamento de informações entre a Secretaria de Estado da Saúde (SES-MG) com os municípios, trabalho iniciado no primeiro trimestre deste ano, tendo em vista que recentemente várias prefeituras passaram por mudanças de gestores. Ele entende que é preciso que os profissionais de saúde recebam as orientações necessárias para executar as atividades que são de responsabilidade dos municípios.

Na parte da tarde, referências técnicas de vigilância sanitária dos municípios de Matias Cardoso, Ninheira e de Montes Claros apresentaram ações exitosas de acompanhamento e fiscalização de instituições que desenvolvem trabalhos sociais, entre elas asilos e creches.

Abastecimento de Água

Nesta quinta-feira (20/07) o encontro terá continuidade a partir das 8 horas, no auditório da Escola Técnica de Saúde, tendo como enfoque o monitoramento da qualidade da água distribuída por meio de sistemas alternativos de abastecimento coletivo. 

A apresentação contará com a participação da bióloga, Patrícia Antônio Brito, referência técnica do Laboratório Macrorregional administrado pela Regional de Montes Claros, e do Capitão Pinheiro do 55º Batalhão de Infantaria do Exército.

Em seguida a concessão de alvarás de vigilância sanitária para micro e pequenos empreendedores informais será tema de palestra a ser ministrada pela referência técnica, Ângela Ferreira, integrante da Diretoria de Vigilância de Alimentos da SES-MG.

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Banco de notícias Wed, 19 Jul 2017 16:21:55 +0000
Cerol, uma brincadeira perigosa http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9618-cerol-uma-brincadeira-perigosa http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9618-cerol-uma-brincadeira-perigosa

Os meses de junho, julho e agosto são os que concentram mais casos registrados com acidentes causados pelo cerol na Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig). Os dados mostram que em 2014, nesses três meses foram 22 casos e nos demais meses 13 casos. Em 2015, somente em junho, julho e agosto o número de acidentes foi de 28 casos, para 13 no restante do ano. Em 2016 foram registrados 25 casos nesses três meses e 8 nos outros meses do ano, e em 2017, somente no mês de junho foram 9 acidentes registrados, sendo que durante os outros primeiros 5 meses do ano, foram registrados 6 casos no total. Esse aumento no número de casos durante os meses de junho, julho e agosto acontecem, em grande medida, em razão do período das férias escolares.

As lesões mais comuns são as cortantes, nos casos em que a linha está esticada e alguém, por não ver, acaba tendo contato direto, causando assim o corte. Segundo o médico Marcelo Lopes Ribeiro, Clínico de emergência do Hospital João XXIII, “esse tipo de acidente acontece com motociclistas que estão em velocidades moderadas a altas e cruzam com a linha que por impulso colocam a mão para se defender e tem cortes profundos da mão ou no pescoço”, alerta ele.

Lucas Alves Duarte, de 25 anos, foi vítima de um acidente com cerol, quando tinha 5 anos. Ele estava sentado na rua vendo seu irmão jogar bola, quando uma linha de cerol o atingiu, deixando uma grande cicatriz no pescoço. "De repente, vi algo se aproximando e coloquei instintivamente o dedo indicador na frente, isso que me salvou, mas ainda assim cortou metade do meu pescoço. Se não tivesse colocado o dedo, cortaria o pescoço todo", relata. Ele conta que levou 28 pontos no pescoço e que, felizmente a única sequela foi mesmo a cicatriz.

Cicatriz no pescoço de Lucas . (Foto do arquivo pessoal)

Esses acidentes podem provocar muitas sequelas graves, como cortes e amputações (sequela permanente), e em alguns casos pode levar à morte, pois se o corte for profundo e atingir uma artéria de grande calibre o sangramento é mais difícil de ser contido e a hemorragia leva a um estado de choque.

O médico Marcelo Lopes explica, ainda, que há outros casos em que acontece a inalação do pó de vidro por quem estava preparando a mistura, levando ao sangramento de vias aéreas.

Prevenção

Para os motoqueiros, é muito importante o uso de capacete, luvas, botas de cano longo, pois podem acontecer também lesões em membros inferiores quando a linha está no chão e agarra na moto. Também é essencial a antena no guidão e a balaclava (touca que se veste de forma ajustada na cabeça até o pescoço) e também protetores do pescoço.

Para quem está empinando a pipa, a atenção também deve ser redobrada. É importante escolher um local longe da rede elétrica, pois perto de fiação a linha com o cerol pode cortar o fio e provocar um curto circuito ou uma descarga elétrica, provocando queimaduras graves ou até mesmo óbitos.

Emergências
Em casos de acidentes, o médico Marcelo Ribeiro ressalta que se o corte acontecer nas mãos, braços ou pernas, deve-se comprimir com um pano limpo e conduzir para a unidade de pronto atendimento mais próximo. “Mas, se a lesão atingir face ou pescoço, além de comprimir o local com um pano limpo, ligar para o SAMU 192 e seguir as orientações e condutas do médico regulador”, destaca.

Leia também: #PartiuFérias: Pipas, saiba como brincar com segurança

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Banco de notícias Wed, 19 Jul 2017 15:08:45 +0000
Fhemig abre Processo Seletivo Público Simplificado para o Cepai http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9617-fhemig-abre-processo-seletivo-publico-simplificado-para-o-cepai http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9617-fhemig-abre-processo-seletivo-publico-simplificado-para-o-cepai

Na próxima segunda-feira, 24/07, às 9h, a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) abre Processo Seletivo Público Simplificado para cadastramento de currículos para a contratação de profissionais para função de auxiliar administrativo, técnico de enfermagem e fonoaudiólogo para atuar no Centro Psíquico da Adolescência e Infância (Cepai). As inscrições poderão ser feitas até às 17h do dia 30/07 por meio do site da Fhemig.

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Banco de notícias Tue, 18 Jul 2017 18:12:07 +0000
Regional de Saúde de Pouso Alegre supera meta de ações de mobilização em Saúde http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9616-regional-de-saude-de-pouso-alegre-supera-meta-de-acoes-de-mobilizacao-em-saude http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9616-regional-de-saude-de-pouso-alegre-supera-meta-de-acoes-de-mobilizacao-em-saude

Com um total de 131 ações de mobilização em saúde, realizadas somente no mês de junho de 2017, a Superintendência Regional de Saúde (SRS) de Pouso Alegre destacou-se ao obter o maior número de mobilizações do Estado, dentro de um mês. Essa conquista é resultado de um conjunto de ações que uniu o trabalho de promoção e conscientização de todos os municípios juntamente com o trabalho de orientação e divulgação da regional.

Entre as ações que vem gerando resultados significativos está a criação do boletim mensal de mobilização social, o “Mobilizasaúde”. Criado em parceria entre a Assessoria de Comunicação e o Núcleo de Gestão Regional (NGR), o boletim é gerado a partir dos relatórios enviados pelos municípios ao NGR e conta com até quatro ações realizadas todos os meses pelos municípios.

Segundo a Apoio Administrativa do Núcleo de Gestão Regional e uma das responsáveis pela orientação e recebimento dos relatórios dos municípios, Patrícia Francisca, “a gestora ou o gestor, enquanto ente responsável pela Secretaria de Saúde do seu município de atuação, deve, por meio de ações educativas, conscientizar a comunidade e construir a ideia de que cada cidadão é corresponsável pelo bem estar comum. Visto que uma vez que zelo para que em minha casa não tenha focos de dengue, estou cuidando também do bem estar dos meus vizinhos. Se eu me abstenho do uso do cigarro, estou prevenindo e zelando por aqueles que estão ao meu redor, pois deixam de ser fumantes passivos. Educar para sensibilizar e sensibilizar para mudar, esse é o papel das ações de mobilização social. E nada mais justo do que estampar os trabalhos das equipes envolvidas com as mobilizações sociais, já que vivemos num mundo globalizado”, explicou.

Outras formas de divulgação

As redes sociais, como o Facebook e Instragram, também são utilizadas como canais de divulgação das ações de mobilização. Desde o mês de maio, os municípios contam com o Facebook da SRS de Pouso Alegre e pela conta no Instagram “Mobilizasaúde”, criada para a divulgação das mobilizações.

Resultados

Os números de ações e de relatórios vêm aumentando significativamente desde o início da produção. Em 2016, a Regional apresentou um balanço anual de 216 ações. Já em 2017, com o Mobilizasaúde e as redes sociais, esse número já foi superado em apenas seis meses, contando com o total de 306 ações.

Para o superintendente da Regional de Saúde de Pouso Alegre, Luiz Augusto de Faria Cardoso, “o país e o Sistema Único de Saúde precisam mais do que nunca que a população reassuma o protagonismo em defesa do SUS, trazendo para o cotidiano medidas práticas e garantidoras das políticas públicas conquistadas pelo povo brasileiro. É nesta perspectiva que buscamos, por meio da Mobilização Social e com o apoio dos nossos municípios, promover ações que fortalecessem a promoção da saúde, a prevenção de doenças e o fortalecimento do SUS. Ações como essas certamente impactou na redução de casos de doenças graves como a Dengue, evitou a Febre Amarela, minimizou os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave associada à Influenza, ampliou a adesão as campanhas de vacinação neste ano e será de suma importância para inúmeras ações que estão por vir.

Ainda segundo Luiz Augusto, os resultados obtidos são decorrentes do trabalho coletivo e do apoio de um Governo que valoriza o cidadão mineiro. “Parabenizo a nossa incansável equipe da SRS Pouso Alegre, nossos municípios e todos os que vestiram esta importante camisa e que já colhem frutos destas iniciativas, onde o maior beneficiado é o cidadão”, finalizou.

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Banco de notícias Tue, 18 Jul 2017 16:33:03 +0000
Hemominas anuncia mudança de horário de funcionamento na Unidade de Coleta e Transfusão do Hospital Júlia Kubitschek http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9615-hemominas-anuncia-mudanca-de-horario-de-funcionamento-na-unidade-de-coleta-e-transfusao-do-hospital-julia-kubitschek http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9615-hemominas-anuncia-mudanca-de-horario-de-funcionamento-na-unidade-de-coleta-e-transfusao-do-hospital-julia-kubitschek

A Fundação Hemominas comunica que a partir do dia 1º de Agosto a Unidade de Coleta e Transfusão do Hospital Júlia Kubitschek terá seu horário de funcionamento alterado. O novo horário de funcionamento será de segunda a sábado de 7 às 12h.

A mudança de horário de funcionamento foi estipulada após um estudo que identificou os horários que concentram o maior número de candidatos a doação de sangue na unidade. Foi identificado que a Unidade de Coleta e Transfusão recebe o maior fluxo de atendimentos no período da manhã.

Criada em agosto de 2002, por meio da Portaria PRE nº 081, a unidade recebe atualmente cerca de 50 candidatos a doação de sangue e 8 candidatos a doação de medula óssea por dia. A unidade está localizada na Avenida Dr. Cristiano Rezende, 2505 - Bairro: Araguaia.

Para doar sangue:

Para informações sobre os critérios para doação de sangue, ligue 155 – opção 8, ou clique aqui.

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Banco de notícias Tue, 18 Jul 2017 15:11:50 +0000
Aleitamento materno e alimentação saudável é tema de capacitação na Regional de Saúde de Alfenas http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9614-aleitamento-materno-e-alimentacao-saudavel-e-tema-de-capacitacao-na-regional-de-saude-de-alfenas http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9614-aleitamento-materno-e-alimentacao-saudavel-e-tema-de-capacitacao-na-regional-de-saude-de-alfenas

A Superintendência Regional de Saúde (SRS) de Alfenas promoveu nos dias 11 a 14 de julho a reunião técnica de implantação da Estratégia Amamenta Alimenta Brasil (EAAB) nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) da região. O objetivo foi qualificar os profissionais de referência da atenção primária que serão responsáveis por disseminar e realizar oficinas de trabalho de promoção do aleitamento materno e da alimentação complementar saudável e adequada.

Durante o encontro foram formados 21 tutores que implantarão a estratégia na rotina da Atenção Primária dos municípios: Alfenas, Areado, Alterosa, Carmo do Rio Claro, Conceição da Aparecida, Fama, Campos Gerais, Campo do Meio, Paraguaçu e Serrania. O evento foi conduzido pelas tutoras Emily Rezende Avelar, Luciana dos Santos e a Nilza Reis Hermenegildo.

Para a Tutora da SRS de Alfenas, Luciana dos Santos, a implantação da Estratégia Amamenta Alimenta Brasil (EAAB) visa qualificar os profissionais das Unidades Básicas de Saúde (UBS) para a promoção da amamentação e alimentação complementar saudável. “As próximas etapas serão as realizações das oficinas de trabalho nas unidades básicas de saúde em seus respectivos municípios, conforme o plano para implantação elaborado. Além do apoio ao planejamento, ao acompanhamento e fortalecimento das ações de promoção do aleitamento materno e a introdução da alimentação complementar saudável de forma contínua”, disse.

Ainda segundo Luciana Santos, como resultado da implementação da estratégia, espera-se o aumento do número de crianças, que chegam aos seis meses de vida, em amamentação materna exclusiva e a redução do consumo de alimentos não saudáveis até os dois anos de vida.

As Tutoras Emily Rezende Avelar e Nilza Reis Hermenegildo destacaram que as oficinas de trabalho, realizadas nas unidades básicas de saúde dos municípios, devem utilizar a metodologia orientada pelo Ministério da Saúde e que outros temas podem ser trabalhados posteriormente de acordo com o plano de trabalho de cada UBS. “Com essas oficinas, as equipes de saúde serão fortalecidas e as mães empoderadas para fazerem suas escolhas acertadas. O papel dos tutores municipais é monitorar os indicadores relacionados à EAAB de cada unidade e acompanhar a implementação de ações que visam a promoção, proteção e apoio do aleitamento materno e a alimentação complementar saudável na rotina dessas unidades”.

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Banco de notícias Tue, 18 Jul 2017 12:01:06 +0000
Timóteo é o primeiro município mineiro a aplicar o inseticida de baixo índice tóxico para o controle do Aedes Aegypti http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9613-timoteo-e-o-primeiro-municipio-mineiro-a-aplicar-o-inseticida-de-baixo-indice-toxico-para-o-controle-do-aedes-aegypti http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9613-timoteo-e-o-primeiro-municipio-mineiro-a-aplicar-o-inseticida-de-baixo-indice-toxico-para-o-controle-do-aedes-aegypti

Durante o período de 10 a 14 de julho, os agentes de endemias do município de Timóteo realizaram visitas a aproximadamente 550 domicílios para aplicações de inseticida de baixo índice tóxico, nos espaços intradomiciliares, utilizando bomba manual pressurizada.

A ação, aconteceu no bairro Alegre, de Timóteo, e teve início em 10/07, foi finalizada na última sexta-feira (14/07), cumprindo mais uma etapa da pesquisa com a utilização de nova tecnologia para o controle do Aedes Aegypti, agente transmissor do vírus da Dengue, Chikungunya e Zika.

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Segundo a referência técnica em Arbovirose da Regional de Saúde de Coronel Fabriciano, Juniel Scarabelli, como 80% dos focos do Aedes Aegypti, em média, são intradomiciliares, esse novo método pulveriza o inseticida dentro do domicílio com as janelas fechadas, para assim matar os insetos. Durante a aplicação, o morador é orientado a aguardar do lado de fora da residência por um período de 30 minutos, enquanto o produto faz efeito. A aplicação é rápida, feita em pequenas doses, o suficiente para cada cômodo.

“Conseguimos trabalhar a aceitação dos moradores por meio da informação. Este método é muito seguro. Na primeira fase do nosso trabalho foi realizada pesquisa larvária para verificar o ambiente e tipos de recipientes com foco. A segunda fase foi a captura de insetos adultos e ovos por meio de 50 armadilhas instaladas nos quintais de várias residências e a terceira fase foi a aplicação do inseticida”, explicou.

Este é o primeiro monitoramento da Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais (SES-MG) sendo realizada em Minas Gerais. Essa metodologia, de aplicação intradomiciliar, também está sendo utilizado nos estados do Pará, Amazonas, Rio de Janeiro e São Paulo, no controle de mosquitos.

 

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Banco de notícias Mon, 17 Jul 2017 17:03:22 +0000
Fortalecimento da Comunicação e Saúde é uma das propostas de relatório do CNS http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9612-fortalecimento-da-comunicacao-e-saude-e-uma-das-propostas-de-relatorio-do-cns http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9612-fortalecimento-da-comunicacao-e-saude-e-uma-das-propostas-de-relatorio-do-cns

No último dia 13 de julho, o Conselho Nacional de Saúde (CNS) divulgou o relatório final da 1ª Conferência Nacional Livre de Comunicação em Saúde, realizada entre 18 e 20 de abril de 2017, em Brasília/DF, com o objetivo de discutir a democratização do acesso da população às informações sobre saúde.

A Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais (ESP-MG) participou da atividade com a presença de docentes e alunos da especialização em Comunicação e Saúde.

O documento destaca as principais propostas que conselheiros de saúde, jornalistas, blogueiros, coletivos de comunicadores, estudantes e movimentos sociais debateram em seis mesas temáticas.

Comunicação e Educação

A Comunicação em Saúde e a Educação foram temas de grande relevância na conferência, que resultou em encaminhamentos como a busca por apoio de universidades e fundações que fomentem pesquisas sobre esses campos de conhecimento.

No campo do ensino, foi discutida a importância dos conselhos de saúde serem espaços de reunião e organização de conteúdos em torno dos temas que não estão contidos nas grades curriculares, como as vidas de quilombolas, ribeirinhos e camponeses.

Outros encaminhamentos resultantes da conferência giram em torno de formar educadores comunitários, aumentar e melhorar a articulação entre saúde e educação, inserindo a temática do Sistema Único de Saúde (SUS) nas escolas, desenvolver capacitações sobre saúde para comunicadores e jornalistas e inserir a temática de comunicação em saúde pública nos currículos dos cursos universitários de comunicação, cursos de formação em saúde e em capacitações de conselheiros de saúde, e ainda, criar premiações para estudantes com trabalhos de conclusão de curso sobre o Controle Social SUS.

Direito à Comunicação é essencial para a Saúde

Em síntese, os debates giraram em torno do tema central da atividade: “Direito à informação, garantia de direito à saúde”, tendo a democracia, o direito à saúde e à comunicação como pilares para o processo de avanço civilizatório”, com a máxima de encontrar e ocupar espaços de comunicação para que o SUS se fortaleça, como também uma comunicação democrática, diversa, inclusiva e plural.

Contexto

No contexto político atual, alguns dos apontamentos da conferência foram a necessidade de se enfrentar a proposta de Reforma da Previdência, de denunciar o racismo estruturante no Brasil, de assegurar que todas e todos tenham o direito à comunicação, de articular o direito à educação, à saúde, à comunicação, a democratização dos meios de Comunicação, e, principalmente, do fortalecimento do campo da Comunicação em Saúde.

  • Confira aqui a íntegra do relatório da 1ª Conferência Nacional Livre de Comunicação em Saúde.

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Banco de notícias Mon, 17 Jul 2017 16:35:59 +0000
Levantamento aponta perfil de usuários da Biblioteca da ESP-MG http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9611-levantamento-aponta-perfil-de-usuarios-da-biblioteca-da-esp-mg http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9611-levantamento-aponta-perfil-de-usuarios-da-biblioteca-da-esp-mg

Espaço aberto para população conta com diversos títulos, além de artigos, periódicos, fontes digitais e acesso à internet

Com objetivo de identificar os perfis, as preferências e necessidades de recursos informacionais dos usuários da Biblioteca Agostinho Pestana e do Centro de Documentação e Informação da Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais (ESP-MG), foi realizado levantamento pelas áreas técnicas da instituição.

De acordo com o bibliotecário da ESP-MG, Jefferson Oliveira*, a ideia surgiu após conversa e incentivo da coordenadora da Rede de Bibliotecas da Fiocruz, Fátima Martins. “O levantamento foi importante porque permitiu identificar os motivos que levam os usuários à biblioteca e se eles estão tendo a demanda atendida”, afirma.

O levantamento

A partir das respostas de um questionário com 15 perguntas, foi identificado que o usuário da Biblioteca possui necessidade cada vez maior de ter acesso aos meios digitais, além de acesso a conteúdos diversos na internet.

Os dados apontaram ainda, que o ambiente da Biblioteca é considerado agradável pelos usuários, que procuram o espaço para a realização de tarefas em um local tranquilo, climatizado e silencioso.

Com esses apontamentos é possível entender que a Biblioteca deve investir em informatização e que o papel do bibliotecário, além de social e cultural, tem o desafio de se relacionar cada vez mais com a tecnologia.

Jefferson explica que a Biblioteconomia atua para tornar os cidadãos críticos diante da informação e para que tenham autonomia para identificar os tipos de informações necessitam, onde encontrá-las, como analisá-las e quais formas de disseminá-las. “O que mais vemos hoje são pessoas que se informam por fontes não confiáveis e divulgam muitas informações sem qualquer credibilidade, principalmente em redes sociais. Aspectos como qualidade e credibilidade da fonte de informação valem tanto no mundo científico como no cotidiano”, completa.

Nesse contexto, as inúmeras possibilidades partem do princípio de uma biblioteca que passe a ter um papel maior em direcionar o acesso às fontes de informação, do que deter a posse de materiais bibliográficos.

A criação de outros serviços e produtos digitais como o Blog da Biblioteca e das redes sociais da Escola para a divulgação de materiais e dicas são algumas das indicações de outros segmentos tecnológicos benéficos para uma biblioteca atrativa e informatizada.

No Blog da Biblioteca Agostinho Pestana os usuários podem acessar uma ferramenta que elabora referências bibliográficas automaticamente e outra que permite monitorar qualquer assunto na internet, bastando cadastrar o e-mail e as palavras-chave desejadas, dicas muito úteis para estudantes, pesquisadores e para o público em geral.

A Biblioteca Agostinho Pestana da ESP-MG conta com a parceria da Biblioteca de Ciências da Saúde Prof. Zigman Brener do Centro de Pesquisas René Rachou (Fiocruz Minas), que disponibiliza mais de 15.000 obras para consultas, incluindo artigos, periódicos e fontes digitais. No acervo, os usuários encontram publicações sobre saúde pública, coletiva, artigos e periódicos científicos e uma diversidade de obras de literatura.

O espaço é aberto ao público (que também pode realizar empréstimos de livros) de segunda a sexta-feira, de 08h às 18h, na Unidade Sede da ESP-MG (Av. Augusto de Lima, 2061 – Barro Preto – Belo Horizonte/MG).

Mais informações: (31) 3295-4010 | biblioteca@esp.mg.gov.br

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Banco de notícias Mon, 17 Jul 2017 16:15:56 +0000
Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus (17/07) http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9610-boletim-epidemiologico-de-monitoramento-dos-casos-de-dengue-chikungunya-e-zika-virus-17-07 http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/9610-boletim-epidemiologico-de-monitoramento-dos-casos-de-dengue-chikungunya-e-zika-virus-17-07

Em 2017, até o momento (17/07), Minas Gerais registrou 25.607 casos prováveis (casos confirmados + suspeitos) de dengue. Desses, 7 (sete) casos vieram a óbito e outros 17 (dezessete) seguem em investigação.

Em relação à Febre Chikungunya, Minas Gerais registra 17.510 casos prováveis da doença e 5 óbitos confirmados em decorrência da doença. Outros 15 (quinze) óbitos suspeitos pela Chikungunya estão em investigação.

Já com relação à febre pelo Zika Vírus, são 873 casos prováveis no estado em 2017.

O Boletim está sendo atualizado quinzenalmente, uma vez que se inicia o período de baixa transmissão das doenças causadas pelo Aedes aegypti.

» Clique aqui e confira o Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus da SES-MG para a IMPRENSA (atualizada em 17/07/2017)

» Clique aqui e confira o Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus da SES-MG para a ÁREA TÉCNICA (atualizada em 17/07/2017)

» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Dengue por município (atualizada em 17/07/2017)

» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Chikungunya por município (atualizada em 17/07/2017)

» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Febre Zika por município (atualizada em 17/07/2017)

 

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Banco de notícias Mon, 17 Jul 2017 16:03:00 +0000