Notícias http://www.saude.mg.gov.br Sat, 22 Sep 2018 06:44:45 +0000 Joomla! - Open Source Content Management pt-br Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus (10/09) http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10679-boletim-epidemiologico-de-monitoramento-dos-casos-de-dengue-chikungunya-e-zika-virus-10-09 http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10679-boletim-epidemiologico-de-monitoramento-dos-casos-de-dengue-chikungunya-e-zika-virus-10-09

Devido ao período de baixa transmissão e à redução do número de casos das doenças transmitidas pelo Aedes, o Boletim Epidemiológico está sendo divulgado quinzenalmente (desde o dia 16/07). A previsão é que, em novembro, os dados voltem a ser divulgados semanalmente.

Em 2018, até o momento (10/09), Minas Gerais registrou 23.550 casos prováveis (casos confirmados + suspeitos) de Dengue. Em 2018, até o momento, 8 (oito) óbitos foram confirmados por dengue, residentes nos municípios de Araújos, Arcos, Conceição do Pará, Contagem, Ituiutaba, Lagoa da Prata, Moema e Uberaba; há nove óbitos em investigação para dengue.

Em relação à Febre Chikungunya, Minas Gerais registrou 11.395 casos prováveis da doença, concentrados na região do Vale do Aço. Até o momento, foi confirmado 1 (um) óbito por Chikungunya no município de Coronel Fabriciano em 2018; há 2 (dois) óbitos em investigação.

Já em relação à Zika, foram registrados 170 casos prováveis da doença em 2018, até a data de atualização do boletim.

» Clique aqui e confira o Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus da SES-MG para a IMPRENSA (atualizado em 10/09/2018)

» Clique aqui e confira o Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus da SES-MG para a ÁREA TÉCNICA (atualizado em 10/09/2018)

» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Dengue por município em 2018 (atualizado em 10/09/2018)

. Acesse aqui os dados de 2017

» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Chikungunya por município em 2018 (atualizado em 10/09/2018)

. Acesse aqui os dados de 2017

» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Febre Zika por município em 2018 (atualizado em 10/09/2018)

. Acesse aqui os dados de 2017

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Banco de notícias Mon, 10 Sep 2018 15:36:40 +0000
Boletim Epidemiológico do Sarampo (06/09) http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10678-boletim-epidemiologico-do-sarampo-06-09 http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10678-boletim-epidemiologico-do-sarampo-06-09

O Sarampo é uma doença viral, infecciosa aguda, grave, transmissível, altamente contagiosa e comum na infância. A doença cursa inicialmente com febre, exantema (manchas avermelhadas que se distribuem de forma homogênea pelo corpo), sintomas respiratórios e oculares.

No quadro clínico clássico as manifestações incluem tosse, coriza, rinorréia (rinite aguda), conjuntivite (olhos avermelhados), fotofobia (aversão a luz) e manchas de koplik (pequenos pontos esbranquiçados presentes na mucosa oral). A evolução da doença pode originar complicações infecciosas como amigdalites (mais comum em adultos), otites (mais comum em crianças), sinusites, encefalites e pneumonia, que podem levar ao óbito. As complicações frequentemente acometem crianças desnutridas e menores de um ano de idade.

A transmissão ocorre de pessoa a pessoa por meio de secreções (ou aerossóis) presentes na fala, tosse, espirros ou até mesmo respiração. Na presença de pessoas não imunizadas ou que nunca apresentaram sarampo, a doença pode manter-se em níveis endêmicos, produzindo epidemias recorrentes.

Até o momento, não foram confirmados casos de sarampo no Estado.

Atualmente são 238 casos suspeitos notificados, sendo 128 casos descartados laboratorialmente e 110 que se encontram em processo de investigação, aguardando a pesquisa laboratorial para processamento das amostras pela Fundação Ezequiel Dias (Funed). Das análises realizadas, 04 pacientes apresentaram amostras soropositivas para anticorpos IgM em primeira coleta oportuna nos municípios de Nova Lima (02 casos), Passa Quatro (01 caso) e Poços de Caldas (01 caso, já descartado). Contudo, é necessária uma segunda amostra soropositiva para a confirmação da doença, além da pesquisa de outros diagnósticos diferenciais. As amostras em suspeita - após segunda coleta - são encaminhadas à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que realiza as análises de isolamento viral do Sarampo.

Das amostras supracitadas, 01 já foi encaminhada para Fiocruz (Nova Lima), 01 aguarda a realização de diagnóstico diferencial pela FUNED - pois realizou vacinação em tempo inoportuno, depois dos primeiros sintomas e antes da segunda coleta da amostra (Nova Lima) – e, por último, a amostra do município de Passa Quatro, que aguarda envio para a Fiocruz. Desta forma, até o presente momento, estes permanecem sob investigação epidemiológica.

 

» Clique aqui e acesse o Boletim Epidemiológico do Sarampo em Minas Gerais (atualizado em 06/09/2018).

» Clique aqui e acesse ao Informe nº.20 - Ministério da Saúde, que aborda a situação do Sarampo no Brasil.

» Clique aqui e acesse o Boletim Epidemiológico nº. 33 OPAS, que aborda a doença nas Américas.

 

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Banco de notícias Thu, 06 Sep 2018 10:09:49 +0000
Boletim Epidemiológico da Malária (31/08) http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10677-boletim-epidemiologico-da-malaria-31-08 http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10677-boletim-epidemiologico-da-malaria-31-08

Em 2018 foram registrados 20 casos confirmados importados de malária no estado de Minas Gerais. Mais recentemente, foram registrados 5 casos suspeitos de malária na Regional de Saúde de Governador Valadares e, após investigação clínica, epidemiológica e laboratorial, foram descartados de acordo com o processo de controle de qualidade do diagnóstico de malária, em atendimento às diretrizes nacionais do programa de vigilância e controle.

As notificações dos casos suspeitos de malária em Minas Gerais iniciaram em 17/08/2018. Nenhum dos casos apresentou sinais de gravidade, sendo que não foram registrados óbitos. Atualmente, não há casos suspeitos em investigação, que inclui a realização detalhada de diagnóstico laboratorial para verificar a presença do parasito. Desse modo, todos os casos suspeitos foram descartados.

A malária é uma doença febril aguda causada por parasitas e que se diagnosticada e tratada corretamente em tempo oportuno (em até 48 horas do início dos primeiros sintomas), tem cura. Saiba mais sobre a doença.

» Clique aqui e confira o Boletim Epidemiológico da Malária.

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Banco de notícias Fri, 31 Aug 2018 14:36:49 +0000
Boletim Epidemiológico do Sarampo (30/08) http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10676-boletim-epidemiologico-do-sarampo-30-08 http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10676-boletim-epidemiologico-do-sarampo-30-08

O sarampo é uma doença viral, infecciosa aguda, grave, transmissível, altamente contagiosa e comum na infância. A doença cursa inicialmente com febre, exantema (manchas avermelhadas que se distribuem de forma homogênea pelo corpo), sintomas respiratórios e oculares.

No quadro clínico clássico as manifestações incluem tosse, coriza, rinorréia (rinite aguda), conjuntivite (olhos avermelhados), fotofobia (aversão a luz) e manchas de koplik (pequenos pontos esbranquiçados presentes na mucosa oral). A evolução da doença pode originar complicações infecciosas como amigdalites (mais comum em adultos), otites (mais comum em crianças), sinusites, encefalites e pneumonia, que podem levar ao óbito. As complicações frequentemente acometem crianças desnutridas e menores de um ano de idade.

A transmissão ocorre de pessoa a pessoa por meio de secreções (ou aerossóis) presentes na fala, tosse, espirros ou até mesmo respiração. Na presença de pessoas não imunizadas ou que nunca apresentaram sarampo, a doença pode manter-se em níveis endêmicos, produzindo epidemias recorrentes.

Até o momento, não foram confirmados casos de sarampo no Estado. Atualmente são 214 casos suspeitos notificados, sendo 133 casos descartados e 81 que permanecem em investigação, aguardando a pesquisa laboratorial para processamento das amostras pela Fundação Ezequiel Dias (Funed).

Das análises realizadas, 04 pacientes apresentaram amostras soropositivas para anticorpos IgM em primeira coleta oportuna nos municípios de Nova Lima (02 casos), Passa Quatro (01 caso) e Poços de Caldas (01 caso). Contudo, é necessária uma segunda amostra soropositiva para a confirmação da doença, além da pesquisa de outros diagnósticos diferenciais. As amostras em suspeita, após segunda coleta são encaminhadas à FIOCRUZ - Fundação Oswaldo Cruz, que realiza as análises de isolamento viral do Sarampo. Desta forma, até o presente momento, os casos supracitados permanecem sob investigação epidemiológica.

Destaca-se, contudo, que as ações de notificação imediata, controle e bloqueio vacinal são independentes do laboratório e devem ser iniciadas a partir da suspeita da doença. Vale ressaltar que para a realização das notificações existe um prazo de 24 horas que inclui o acionamento da Secretaria Municipal de Saúde, Regional/Superintendência de Saúde e Secretaria Estadual de Saúde e 48 horas para encerramento do processo investigativo.

A vacina tríplice viral se encontra disponível em todas as unidades básicas de saúde do Estado e protege contra o sarampo, a rubéola e a caxumba.

Seguem esquemas de vacinação por idade:

  • Aos 12 meses de idade, a criança deverá receber a primeira dose da vacina tríplice viral (que protege contra o sarampo, a rubéola e a caxumba).
  • Aos 15 meses de idade, a criança deverá receber a segunda dose com a vacina tetraviral (contra o sarampo, a rubéola, a caxumba e a catapora/varicela) ou De 02 a 29 anos, caso não tenha nenhum registro de dose da vacina tríplice ou tetraviral, deverão receber duas doses com intervalo de no mínimo 30 dias da primeira dose.
  • De 30 a 49 anos, caso não tenha nenhum registro de dose da vacina tríplice ou tetraviral, deverá receber apenas uma dose.
  • Após 49 anos de idade, não é necessário a vacinação porque são consideradas imunes.
  • Profissionais de saúde (médicos, enfermeiros, dentistas e outros), independente da idade, devem ter duas doses válidas da vacina tríplice viral documentadas.
  • Profissionais de transporte (taxistas, motoristas de aplicativos, motoristas de vans e ônibus), profissionais do turismo (funcionários de hotéis, agentes, guias e outros), viajantes e profissionais do sexo devem manter o cartão de vacinação atualizado conforme os esquemas vacinais.

» Clique aqui e acesse o Boletim Epidemiológico do Sarampo em Minas Gerais (atualizado em 30/08/2018).

» Clique aqui e acesse ao Informe nº.20 - Ministério da Saúde, que aborda a situação do Sarampo no Brasil.
» Clique aqui e acesse o Boletim Epidemiológico nº. 33 OPAS, que aborda a doença nas Américas.

 

 

 

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Banco de notícias Thu, 30 Aug 2018 18:58:01 +0000
ESP-MG reabre as inscrições para a pós-graduação em "Comunicação e Saúde" http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10674-esp-mg-reabre-as-inscricoes-para-a-pos-graduacao-em-comunicacao-e-saude http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10674-esp-mg-reabre-as-inscricoes-para-a-pos-graduacao-em-comunicacao-e-saude

A Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais (ESP-MG), informa a reabertura do edital de seleção de alunos para a 3ª turma da pós-graduação em "Comunicação e Saúde", de 28 de agosto a 10 de setembro de 2018, para novos inscritos ou para candidatos que já realizaram a pré-inscrição via internet e não enviaram os envelopes com a documentação.

De acordo com os organizadores, a reabertura da seleção se dá em face às dificuldades de divulgação do processo seletivo no período eleitoral, que impossibilita o uso massivo das mídias institucionais. Por isso, a comissão optou pela reabertura invés da prorrogação para traçar estratégias de comunicação afim de atingir o maior público possível, ampliando o acesso ao pleito.

O candidato deverá preencher um formulário de pré-inscrição disponível no site www.esp.mg.gov.br. O formulário deverá ser preenchido com todas as informações solicitadas. Somente serão analisadas as documentações enviadas por candidatos que tiverem preenchido o formulário online. Link para pré-inscrição: https://goo.gl/forms/TeNnlEZBEJpbYz492

Do envio da documentação

Após o preenchimento do formulário online, o candidato deverá encaminhar toda a documentação exigida no item 6.2 do edital, preferencialmente por SEDEX, com AR (Aviso de Recebimento) ou CARTA REGISTRADA durante o período de reabertura das inscrições, para o seguinte endereço e destinatário:

Processo Seletivo
Curso de Especialização em Comunicação e Saúde Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais (ESP-MG) / Secretaria de Gestão Acadêmica. Rua Uberaba 780, Barro Preto. Belo Horizonte (MG). CEP 30.180-080

Opcionalmente, o candidato poderá entregar a documentação, pessoalmente, durante os dias úteis do novo período de inscrição (28/08 a 10/09), no horário de 08h às 12h e de 13h30 às 17h, no endereço mencionado acima.

Novo cronograma:

Processo:

Data:

Reabertura do Período de Inscrições

28 de agosto a 10 de setembro de

2018

Período para Entrega ou Envio da Documentação

28 de agosto a 10 de setembro de

2018

Resultado do Deferimento das Inscrições

Até 18 de setembro de 2018

Resultado do Processo Seletivo

24 de setembro de 2018

Período para interposição de recursos

25 a 26 de setembro de 2018

Resultado Final

27 de Setembro de 2018

Período de Matrícula 1ª Chamada

28 de setembro a 02 outubro de

2018

Período de Matrícula 2ª Chamada

03 a 04 de outubro de 2018

Data provável de Início das Aulas

04 de outubro de 2018

 

Importante: Exceto o período de inscrições e cronograma, todas as disposições contidas no edital de seleção de alunos 004/2018 permanecem inalteradas. Outras informações, consultar edital 004/2018. Em caso de dúvidas entrar em contato pelo e-mail poscomunicacaoesaude@esp.mg.gov.br ou pelo site: www.esp.mg.gov.br 

 

 

 

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Banco de notícias Mon, 27 Aug 2018 15:52:42 +0000
Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus (27/08) http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10673-boletim-epidemiologico-de-monitoramento-dos-casos-de-dengue-chikungunya-e-zika-virus-27-08 http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10673-boletim-epidemiologico-de-monitoramento-dos-casos-de-dengue-chikungunya-e-zika-virus-27-08

Devido ao período de baixa transmissão e à redução do número de casos das doenças transmitidas pelo Aedes, o Boletim Epidemiológico está sendo divulgado quinzenalmente, desde o dia 16/07. A previsão é que, em novembro, os dados voltem a ser divulgados semanalmente.

Em 2018, até o momento (27/08), Minas Gerais registrou 23.350 casos prováveis (casos confirmados + suspeitos) de Dengue. Em 2018, até o momento, 7 (sete) óbitos foram confirmados por dengue, residentes nos municípios de Arcos, Conceição do Pará, Contagem, Ituiutaba, Lagoa da Prata, Moema e Uberaba; há 9 (nove) óbitos em investigação para dengue.

Em relação à Febre Chikungunya, Minas Gerais registrou 11.019 casos prováveis da doença, concentrados na região do Vale do Aço. Até o momento, foi confirmado 1 (um) óbito por Chikungunya no município de Coronel Fabriciano em 2018; há 1 (um) óbito em investigação.

Já em relação à Zika, foram registrados 180 casos prováveis da doença em 2018, até a data de atualização do boletim.

» Clique aqui e confira o Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus da SES-MG para a IMPRENSA (atualizado em 27/08/2018)

» Clique aqui e confira o Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus da SES-MG para a ÁREA TÉCNICA (atualizado em 27/08/2018)

» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Dengue por município em 2018 (atualizado em 27/08/2018).
» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Chikungunya por município em 2018 (atualizado em 27/08/2018).
» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Zika por município em 2018 (atualizado em 27/08/2018).

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Banco de notícias Mon, 27 Aug 2018 14:59:05 +0000
INTERESSE PÚBLICO: SES-MG realiza coletiva para informar sobre a situação da Malária no estado http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10672-ses-mg-realiza-coletiva-para-informar-sobre-a-situacao-da-malaria-no-estado http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10672-ses-mg-realiza-coletiva-para-informar-sobre-a-situacao-da-malaria-no-estado

Na tarde desta quarta-feira (22/08), a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) promoveu, na Cidade Administrativa, coletiva de imprensa para falar sobre a situação da malária no estado que, até o momento, registra 20 casos confirmados importados da doença e 05 casos suspeitos em investigação, que foram registrados na Regional de Saúde de Governador Valadares e que tiveram vínculo epidemiológico com a área de surto no estado do Espírito Santo.

O Subsecretário de Vigilância e Proteção à Saúde, Rodrigo Said, explicou sobre o atual cenário da doença que, até o momento, não tem sua circulação confirmada dentro de Minas Gerais. “Tendo em vista a ocorrência de casos notificados no estado do Espírito Santo e do registro dos casos suspeitos na Regional de Saúde de Governador Valadares e por ser um fato inusitado em nosso estado, é importante trazermos para vocês a atual situação e explicar o que está sendo monitorado”, afirmou o Subsecretário.

Crédito: Marcus Ferreira / SES-MG.

A SES-MG, bem como todas as demais Secretarias Estaduais de Saúde do país, trabalha com os casos suspeitos de Malária seguindo a definição do Guia de Vigilância do Ministério da Saúde que afirma que toda pessoa residente ou que tenha se deslocado para área em que haja possibilidade de transmissão da doença no período de 8 a 30 dias anterior à data dos primeiros sintomas e que apresente febre acompanhada ou não dos seguintes sintomas: cefaleia, calafrios, sudorese, cansaço e mialgia. “A febre tem um papel fundamental na identificação desses pacientes. Normalmente a febre alta, em torno de 41 graus com episódios intermitentes é um indicativo de caso suspeito”, explicou Rodrigo Said.

Já a confirmação ou o descarte dos casos de malária depende da análise laboratorial e existem duas técnicas que são utilizadas: a primeira é o teste rápido, realizado ainda no local chamado exame de gota espessa. Feito isso, o exame será refeito nos laboratórios de referência estadual e a partir daí pode ser realizada a confirmação ou o descarte do caso. “É importante frisar que a SES-MG só confirma ou descarta os casos notificados da doença após a realização dessas duas análises e, vale destacar que Minas Gerais não é uma localidade de casos autóctones (transmissão dentro do próprio território) da doença”, explicou Said.

Casos em Minas Gerais

Em 2018, até o momento, foram registrados no estado 20 casos confirmados importados de malária, ou seja, as pessoas não adquiram a doença em Minas Gerais. “Nossa última transmissão autóctone aconteceu no período de 2016/2017 numa região de garimpo no limite dos municípios de Diamantina e Couto Magalhães, que, na ocasião, teve 23 casos confirmados da doença e se caracterizou como uma transmissão localizada, frisou o Subsecretário.

Recentemente, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais foi informada da ocorrência de casos suspeitos e confirmados de malária causada pelo Plasmodium falciparum no estado do Espírito do Santo, nos municípios de Vila Pavão e Barra de São Francisco, com início da transmissão em julho/2018 até os dias atuais. Ambos os municípios são limítrofes ao Estado de Minas Gerais, próximos à área da Regional de Saúde de Governador Valadares.

Já na última sexta-feira, 17 de agosto, a Regional de Saúde de Governador Valadares notificou 09 casos suspeitos, sendo que 04 foram descartadas, restando outros 05 que seguem em investigação. Nenhum deles apresentou sinais de gravidade e não houve óbitos. Atualmente, os casos encontram-se em investigação. “É importante contextualizar que o registro de tais casos tem um vínculo epidemiológico com a situação que está ocorrendo no Espírito Santo, localização em que há a circulação do vetor e que possui dois municípios com transmissão da doença, Barra de São Francisco e Vila Pavão, tais municípios estão próximos da fronteira entre o estado e Minas Gerais e, por isso, a necessidade de vigilância”, pontuou Rodrigo Said.

Crédito: Marcus Ferreira / SES-MG.

Assim que tomou ciência desses casos suspeitos a SES-MG tomou algumas medidas, sendo elas: Emissão de Alerta para todas as Unidades Regionais de saúde em 06/08/2018 período inicial da transmissão no estado do Espírito do Santo; ações preparatórias realizadas no município – capacitação de servidores, visita a área dos municípios de Mantena e Nova Belém, limítrofes aos municípios de Vila Pavão e Barra do São Francisco, área do surto, no estado do Espírito do Santo; Investigação dos casos, com envio de amostras para o diagnóstico diferencial; deslocamento de laboratorista da SRS Coronel Fabriciano para o município Mantena para auxílio no diagnóstico laboratorial da malária a partir de 21/08/2018; Deslocamento de equipe de entomologia para realização da vigilância entomológica nos municípios limítrofes a partir de 21/08/2018; Encaminhamento das lâminas de todos os pacientes para revisão; Envio de cota adicional de medicamento e teste rápido para a Regional de Saúde de Governador Valadares; Solicitação de cota adicional de medicamento e teste rápido ao Ministério da Saúde; Elaboração de nota técnica assistencial e alerta aos profissionais de saúde; Capacitação de profissionais de saúde dos municípios da Regional de Saúde Governador Valadares; Apoio técnico presencial por meio da equipe do Nível Central e distribuição de repelentes para área sob risco.

A doença

A malária é uma doença febril aguda causada por parasitas e que se diagnosticada e tratada corretamente em tempo oportuno, geralmente em até 48h a partir do início dos sintomas, tem cura. Das cinco espécies causadoras da malária humana, o Plasmodium falciparum, mais letal, e o Plasmodium vivax, são os mais comuns no Brasil. Em poucos dias de infecção o P. falciparum propicia quadro grave, por isto, todo suspeito de malária deve, de imediato, ser submetido ao exame laboratorial. Já o Plasmodium vivax apresenta um quadro clínico mais brando, porém se não tratado corretamente o paciente pode ter sérias complicações e chegar a óbito.

- Abaixo, confira na íntegra o áudio da coletiva:

- Confira também os slides da coletiva da SES-MG sobre a situção epidemiológica da Malária no Estado:


 

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Banco de notícias Wed, 22 Aug 2018 17:19:28 +0000
Boletim Epidemiológico do Sarampo (22/08) http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10671-boletim-epidemiologico-do-sarampo-22-08 http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10671-boletim-epidemiologico-do-sarampo-22-08

O sarampo é uma doença viral, infecciosa aguda, grave, transmissível, altamente contagiosa e comum na infância. A doença cursa inicialmente com febre, exantema (manchas avermelhadas que se distribuem de forma homogênea pelo corpo), sintomas respiratórios e oculares.

Atualmente são 169 casos suspeitos notificados, sendo 127 casos descartados e 42 que permanecem em investigação, aguardando a pesquisa laboratorial para processamento das amostras pela Fundação Ezequiel Dias - FUNED-MG.

Até o momento, não foram confirmados casos de sarampo no Estado.

Destaca-se, contudo, que as ações de notificação imediata, controle e bloqueio vacinal são independentes do laboratório e devem ser iniciadas a partir da suspeita da doença. Vale ressaltar que para a realização das notificações existe um prazo de 24 horas que inclui o acionamento da Secretaria Municipal de Saúde, Regional/Superintendência de Saúde e Secretaria Estadual de Saúde e 48 horas para encerramento do processo investigativo.

A vacina tríplice viral se encontra disponível em todas as unidades básicas de saúde do Estado e protege contra o sarampo, a rubéola e a caxumba.

Seguem esquemas de vacinação por idade:

  • Aos 12 meses de idade, a criança deverá receber a primeira dose da vacina tríplice viral (que protege contra o sarampo, a rubéola e a caxumba).
  • Aos 15 meses de idade, a criança deverá receber a segunda dose com a vacina tetraviral (contra o sarampo, a rubéola, a caxumba e a catapora/varicela) ou De 02 a 29 anos, caso não tenha nenhum registro de dose da vacina tríplice ou tetraviral, deverão receber duas doses com intervalo de no mínimo 30 dias da primeira dose.
  • De 30 a 49 anos, caso não tenha nenhum registro de dose da vacina tríplice ou tetraviral, deverá receber apenas uma dose.
  • Após 49 anos de idade, não é necessário a vacinação porque são consideradas imunes.
  • Profissionais de saúde (médicos, enfermeiros, dentistas e outros), independente da idade, devem ter duas doses válidas da vacina tríplice viral documentadas.
  • Profissionais de transporte (taxistas, motoristas de aplicativos, motoristas de vans e ônibus), profissionais do turismo (funcionários de hotéis, agentes, guias e outros), viajantes e profissionais do sexo devem manter o cartão de vacinação atualizado conforme os esquemas vacinais.

» Clique aqui e acesse o Boletim Epidemiológico do Sarampo em Minas Gerais (atualizado em 23/08/2018).
» Clique aqui e acesse ao Informe nº.19 - Ministério da Saúde, que aborda a situação do Sarampo no Brasil.
» Clique aqui e acesse o Boletim Epidemiológico nº. 32 OPAS, que aborda a doença nas Américas.

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Banco de notícias Wed, 22 Aug 2018 17:00:09 +0000
Boletim Epidemiológico da Malária (22/08) http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10670-boletim-epidemiologico-da-malaria-22-08-2018 http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10670-boletim-epidemiologico-da-malaria-22-08-2018

Em 2018 foram registrados 20 casos confirmados importados de malária no estado de Minas Gerais. Mais recentemente, foram registrados 5 casos suspeitos de malária em investigação na Regional de Saúde de Governador Valadares, com vínculo epidemiológico com a área de surto no estado do Espírito Santo, e distribuídos em três municípios: Mantena, Conselheiro Pena e Galiléia.

As notificações dos casos suspeitos de malária em Minas Gerais iniciaram em 17/08/2018. Nenhum dos casos apresentou sinais de gravidade, sendo que não foram registrados óbitos. Atualmente, os casos encontram-se em investigação, que inclui a realização detalhada de diagnóstico laboratorial para verificar a presença do parasito.

A malária é uma doença febril aguda causada por parasitas e que se diagnosticada e tratada corretamente em tempo oportuno (em até 48 horas do início dos primeiros sintomas), tem cura. Saiba mais sobre a doença.

» Clique aqui e confira o Boletim Epidemiológico da Malária.

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Banco de notícias Wed, 22 Aug 2018 14:07:46 +0000
INTERESSE PÚBLICO: SES-MG faz coletiva para informar sobre a situação da Malária no Estado http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10669-interesse-publico-ses-mg-faz-coletiva-para-informar-sobre-a-situacao-da-malaria-no-estado http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10669-interesse-publico-ses-mg-faz-coletiva-para-informar-sobre-a-situacao-da-malaria-no-estado

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) promoverá nesta quarta-feira, dia 22/08, às 15h, coletiva para informar sobre a situação da Malária no estado. A malária é uma doença infecciosa febril aguda, causada por protozoários transmitidos pela fêmea infectada do mosquito Anopheles.

Informações sobre a doença estão disponíveis em: www.saude.mg.gov.br/malaria

Serviço:
Dia: 21/08 (quarta-feira)
Horário: 15h
Local: Cidade Administrativa, Prédio Minas, 12º andar. Sala 06. Bairro Serra Verde. BH/MG. (veja mais detalhes do local no mapa abaixo) 

 

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Banco de notícias Tue, 21 Aug 2018 17:55:01 +0000
Boletim Epidemiológico do Sarampo (17/08) http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10668-boletim-epidemiologico-do-sarampo-17-08 http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10668-boletim-epidemiologico-do-sarampo-17-08

O sarampo é uma doença viral, infecciosa aguda, grave, transmissível, altamente contagiosa e comum na infância. A doença cursa inicialmente com febre, exantema (manchas avermelhadas que se distribuem de forma homogênea pelo corpo), sintomas respiratórios e oculares.

Atualmente são 150 casos suspeitos notificados, sendo 115 casos descartados e 35 que permanecem em investigação, aguardando a pesquisa laboratorial para processamento das amostras pela Fundação Ezequiel Dias - FUNED-MG.

Até o momento, não foram confirmados casos de sarampo no Estado.

Destaca-se, contudo, que as ações de notificação imediata, controle e bloqueio vacinal são independentes do laboratório e devem ser iniciadas a partir da suspeita da doença. Vale ressaltar que para a realização das notificações existe um prazo de 24 horas que inclui o acionamento da Secretaria Municipal de Saúde, Regional/Superintendência de Saúde e Secretaria Estadual de Saúde e 48 horas para encerramento do processo investigativo.

A vacina tríplice viral se encontra disponível em todas as unidades básicas de saúde do Estado e protege contra o sarampo, a rubéola e a caxumba.

Seguem esquemas de vacinação por idade:

  • Aos 12 meses de idade, a criança deverá receber a primeira dose da vacina tríplice viral (que protege contra o sarampo, a rubéola e a caxumba).
  • Aos 15 meses de idade, a criança deverá receber a segunda dose com a vacina tetraviral (contra o sarampo, a rubéola, a caxumba e a catapora/varicela) ou a vacina tríplice viral e a de varicela monovalente.
  • De 02 a 29 anos, caso não tenha nenhum registro de dose da vacina tríplice ou tetraviral, deverão receber duas doses com intervalo de no mínimo 30 dias da primeira dose.
  • De 30 a 49 anos, caso não tenha nenhum registro de dose da vacina tríplice ou tetraviral, deverá receber apenas uma dose.
  • Após 49 anos de idade, não é necessário a vacinação porque são consideradas imunes.
  • Profissionais de saúde (médicos, enfermeiros, dentistas e outros), independente da idade, devem ter duas doses válidas da vacina tríplice viral documentadas.
  • Profissionais de transporte (taxistas, motoristas de aplicativos, motoristas de vans e ônibus), profissionais do turismo (funcionários de hotéis, agentes, guias e outros), viajantes e profissionais do sexo devem manter o cartão de vacinação atualizado conforme os esquemas vacinais.

» Clique aqui e acesse o Boletim Epidemiológico do Sarampo (atualizado em 17/08/2018).

 

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Banco de notícias Fri, 17 Aug 2018 09:18:20 +0000
Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus (13/08) http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10667-boletim-epidemiologico-de-monitoramento-dos-casos-de-dengue-chikungunya-e-zika-virus-13-08 http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10667-boletim-epidemiologico-de-monitoramento-dos-casos-de-dengue-chikungunya-e-zika-virus-13-08

Devido ao período de baixa transmissão e à redução do número de casos das doenças transmitidas pelo Aedes, o Boletim Epidemiológico está sendo divulgado quinzenalmente (desde o dia 16/07). A previsão é que, em novembro, os dados voltem a ser divulgados semanalmente.

Em 2018, até o momento (13/08), Minas Gerais registrou 23.265 casos prováveis (casos confirmados + suspeitos) de Dengue. Em 2018, até o momento, 7 (sete) óbitos foram confirmados por dengue, residentes nos municípios de Arcos, Conceição do Pará, Contagem, Ituiutaba, Lagoa da Prata, Moema e Uberaba; há 9 (nove) óbitos em investigação para dengue.

Em relação à Febre Chikungunya, Minas Gerais registrou 10.482 casos prováveis da doença, concentrados na região do Vale do Aço. Até o momento, foi confirmado 1 (um) óbito por Chikungunya no município de Coronel Fabriciano em 2018; há 1 (um) óbito em investigação.

Já em relação à Zika, foram registrados 177 casos prováveis da doença em 2018, até a data de atualização do boletim.

» Clique aqui e confira o Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus da SES-MG para a IMPRENSA (atualizado em 13/08/2018)

» Clique aqui e confira o Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus da SES-MG para a ÁREA TÉCNICA (atualizado em 13/08/2018)

» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Dengue por município em 2018 (atualizado em 13/08/2018).
» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Chikungunya por município em 2018 (atualizado em 13/08/2018).
» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Zika por município em 2018 (atualizado em 13/08/2018).

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Banco de notícias Mon, 13 Aug 2018 14:39:56 +0000
Boletim Epidemiológico do Sarampo (08/08) http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10666-boletim-epidemiologico-do-sarampo-08-08 http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10666-boletim-epidemiologico-do-sarampo-08-08

O sarampo é uma doença viral, infecciosa aguda, grave, transmissível, altamente contagiosa e comum na infância. A doença cursa inicialmente com febre, exantema (manchas avermelhadas que se distribuem de forma homogênea pelo corpo), sintomas respiratórios e oculares.

Atualmente são 130 casos suspeitos notificados, sendo 54 casos descartados e 76 que permanecem em investigação, aguardando a pesquisa laboratorial para processamento das amostras pela Fundação Ezequiel Dias - FUNED-MG.

Destaca-se, contudo, que as ações de notificação imediata, controle e bloqueio vacinal são independentes do laboratório e devem ser iniciadas a partir da suspeita da doença. Vale ressaltar que para a realização das notificações existe um prazo de 24 horas que inclui o acionamento da Secretaria Municipal de Saúde, Regional/Superintendência de Saúde e Secretaria Estadual de Saúde e 48 horas para encerramento do processo investigativo.

A vacina tríplice viral se encontra disponível em todas as unidades básicas de saúde do Estado e protege contra o sarampo, a rubéola e a caxumba.

Seguem esquemas de vacinação por idade:

  • Aos 12 meses de idade, a criança deverá receber a primeira dose da vacina tríplice viral (que protege contra o sarampo, a rubéola e a caxumba).
  • Aos 15 meses de idade, a criança deverá receber a segunda dose com a vacina tetraviral (contra o sarampo, a rubéola, a caxumba e a catapora/varicela) ou a vacina tríplice viral e a de varicela monovalente.
  • De 02 a 29 anos, caso não tenha nenhum registro de dose da vacina tríplice ou tetraviral, deverão receber duas doses com intervalo de no mínimo 30 dias da primeira dose.
  • De 30 a 49 anos, caso não tenha nenhum registro de dose da vacina tríplice ou tetraviral, deverá receber apenas uma dose.
  • Após 49 anos de idade, não é necessário a vacinação porque são consideradas imunes.
  • Profissionais de saúde (médicos, enfermeiros, dentistas e outros), independente da idade, devem ter duas doses válidas da vacina tríplice viral documentadas.
  • Profissionais de transporte (taxistas, motoristas de aplicativos, motoristas de vans e ônibus), profissionais do turismo (funcionários de hotéis, agentes, guias e outros), viajantes e profissionais do sexo devem manter o cartão de vacinação atualizado conforme os esquemas vacinais.

» Clique aqui e acesse o Boletim Epidemiológico do Sarampo (atualizado em 08/08/2018).

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Banco de notícias Wed, 08 Aug 2018 16:12:47 +0000
INTERESSE PÚBLICO: SES-MG promove coletiva para informar sobre Campanha Nacional de Vacinação contra Sarampo e Poliomielite http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10665-interesse-publico-ses-mg-promove-coletiva-para-informar-sobre-campanha-nacional-de-vacinacao-contra-sarampo-e-poliomielite http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10665-interesse-publico-ses-mg-promove-coletiva-para-informar-sobre-campanha-nacional-de-vacinacao-contra-sarampo-e-poliomielite

Nesta quarta-feira (01/08), a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) realizou na Cidade Administrativa de Minas Gerais, em Belo Horizonte, uma coletiva de imprensa para falar da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e o Sarampo. A campanha começa no dia 06 de agosto e vai até 31 do mesmo mês, sendo 18 de agosto (sábado) o Dia D de Vacinação.

 Crédito: Marcus Ferreira

» Clique aqui (parte 1) e aqui (parte 2)  e confira o áudio completo da Coletiva

» Clique aqui e acesse a apresentação em Power Point da Coletiva

Durante o período, todas as crianças de um ano a menores de cinco anos devem ser levadas às Unidades Básicas de Saúde (UBS), independente se já foram vacinadas anteriormente ou não. Em Minas Gerais, o público da campanha é composto, ao todo, por 1.027.305 de crianças, sendo: 253.480 de um ano de idade; 255.227 de dois anos; 256.941 de três anos e 261.657 de quatro anos. A meta é vacinar 95% das crianças que integram o público, o que equivale a 975.940 crianças.

O Subsecretário de Vigilância e Proteção à Saúde, Rodrigo Said, explica que todas as crianças menores de cinco anos devem ser levadas às Unidades de Saúde. Isso porque, mesmo aquelas que já receberam as duas doses contra o sarampo (previstas no calendário vacinal), deverão tomar uma terceira dose de reforço durante a campanha. “Crianças menores de cinco anos, mesmo já tendo as duas doses da tríplice viral, que protege contra o sarampo, devem tomar uma nova dose de reforço. Diante dos casos confirmados da doença nos estados de Roraima e Amazonas, e da possibilidade de circulação e reintrodução do vírus em Minas, uma nova dose de reforço deve ser administrada”, disse.

A estimativa é que cerca de 4.056 Unidades Básicas de Saúde (UBS) funcionem durante a campanha. Serão distribuídas, ao todo, 1.284.200 de doses da vacina contra sarampo (tríplice viral) e outras 1.232.800 de doses da vacina contra a pólio.

Rodrigo Said explicou, ainda, que o objetivo da campanha é impedir o registro de casos de sarampo no estado e também a reintrodução da pólio. “A vacina é a principal estratégia de combate a essas doenças. Entretanto, percebemos uma queda nas coberturas vacinais nos últimos anos. A nossa expectativa com a campanha é aumentar essas coberturas e interromper qualquer cadeia de transmissão”, afirma.

Pais e responsáveis devem levar as crianças até a unidade mais próxima, com o cartão de vacinação, para que o profissional de saúde possa avaliar a situação vacinal e a necessidade de ministrar novas doses. “A caderneta de vacinação deve ser tratada como um documento pessoal, que deve acompanhar a criança a todo o momento. Além disso, ela é necessária para que as equipes de saúde possam avaliar quais doses precisam ser administradas”, explica Rodrigo Said.

 Crédito: Marcus Ferreira

Esquema vacinal

A campanha de 2018 será indiscriminada, ou seja, todas as crianças dentro da faixa etária da campanha deverão ser levadas aos postos de saúde. Para se protegerem contra o sarampo, todas as crianças receberão uma dose da vacina tríplice viral, independente de já terem as duas doses recomendadas, desde que não tenham sido imunizadas nos últimos trinta dias.

Já em relação à pólio, as crianças que não tomaram nenhuma dose durante a vida, receberão a VIP (Vacina Inativada Poliomielite) e os menores de cinco anos que já tiverem tomado uma ou mais doses, receberão a VOP (Vacina Oral Poliomielite), a gotinha.

Coberturas vacinais

A cobertura vacinal contra a pólio, em menores de um ano, em 2018, está em 66,34%. Em crianças de um ano, em 2018, está em 53,69%. Já a cobertura da vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, em crianças de um ano de idade, ficou abaixo da meta (95%) nos anos de 2017 e 2018. Até o momento, Minas Gerais possui apenas 66,79% de cobertura vacinal referente a esta faixa-etária, o que é considerado preocupante, uma vez que a maior parte dos casos suspeitos de sarampo ocorrem em crianças, geralmente menores de cinco anos, que já deveriam estar com o esquema de vacinação completo. Além disso, o índice de complicações e óbitos também é maior neste grupo.

Sarampo

Até o momento, não há casos confirmados de sarampo no estado. São 118 casos suspeitos notificados, sendo 55 casos descartados e outros 63 que permanecem em investigação. Ainda que não existam casos confirmados em Minas Gerais, o vírus ainda circula em grande quantidade em várias regiões da Europa e da América, além do registro de casos em outros estados do Brasil. Por isso, a necessidade da imunização.

O sarampo é uma doença infecciosa viral aguda de alta transmissibilidade que pode ser contraída por pessoas de qualquer idade. A transmissão da doença ocorre diretamente de pessoa para pessoa, através de gotículas do nariz, boca ou garganta de pessoas infectadas pelo vírus.

Entre os principais sintomas estão febre, manchas avermelhadas pelo corpo (exantemas), tosse, coriza, conjuntivite (olhos vermelhos e lacrimejantes), fotofobia (sensibilidade à luz) e pequenas manchas brancas dentro da boca (manchas de Koplik). A doença também pode apresentar complicações graves, incluindo encefalite, pneumonia e até óbito, principalmente em crianças desnutridas e menores de um ano de idade.

A única forma de se proteger contra o sarampo é a vacinação. A vacina Tríplice Viral, que protege contra a doença, está disponível em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS) do estado e também protege contra a rubéola e a caxumba. A vacina é segura e altamente eficaz, produzida a partir do vírus enfraquecido. Ela só não é recomendada para pessoas com alergia a ovo.

Pólio

A poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é uma doença infecciosa, altamente contagiosa, provocada pelo poliovírus. Em contato com o corpo humano, o vírus se multiplica no intestino podendo invadir o sistema nervoso central, levando a perda de massa muscular e paralisia. A transmissão pode ocorrer de pessoa para pessoa, por meio de alimentos e água contaminados ou pelo contato com gotículas de secreções como ao falar, tossir e espirrar.

Apesar da pólio não ser registrada no país desde 1990, enquanto houver circulação do vírus, vacinal ou selvagem, em qualquer outro país há risco de reintrodução da pólio em nosso território. Isto porque a doença está presente em países da África, Ásia e Oriente Médio. A principal forma de prevenção se dá pela vacinação.

MAIS INFORMAÇÕES


 
 
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Banco de notícias Wed, 01 Aug 2018 15:59:04 +0000
Boletim Epidemiológico do Sarampo (01/08) http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10664-boletim-epidemiologico-do-sarampo-01-08 http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10664-boletim-epidemiologico-do-sarampo-01-08

O sarampo é uma doença viral, infecciosa aguda, grave, transmissível, altamente contagiosa e comum na infância. A doença cursa inicialmente com febre, exantema (manchas avermelhadas que se distribuem de forma homogênea pelo corpo), sintomas respiratórios e oculares.

Atualmente são 118 casos suspeitos notificados, sendo 55 casos descartados e 63 que permanecem em investigação, aguardando a pesquisa laboratorial para processamento das amostras pela Fundação Ezequiel Dias - FUNED-MG. Destaca-se, contudo, que as ações de notificação imediata, controle e bloqueio vacinal são independentes do laboratório e devem ser iniciadas a partir da suspeita da doença. O período de análise compreende de janeiro/2018 até a data de 27 de julho de 2018. Até o momento, não foram confirmados casos de sarampo em Minas Gerais.

A vacina tríplice viral se encontra disponível em todas as unidades básicas de saúde do Estado e protege contra o sarampo, a rubéola e a caxumba.

Seguem esquemas de vacinação por idade:

  • Aos 12 meses de idade, a criança deverá receber a primeira dose da vacina tríplice viral (que protege contra o sarampo, a rubéola e a caxumba).
  • Aos 15 meses de idade, a criança deverá receber a segunda dose com a vacina tetraviral (contra o sarampo, a rubéola, a caxumba e a catapora/varicela) ou a vacina tríplice viral e a de varicela monovalente.
  • De 02 a 29 anos, caso não tenha nenhum registro de dose da vacina tríplice ou tetraviral, deverão receber duas doses com intervalo de no mínimo 30 dias da primeira dose.
  • De 30 a 49 anos, caso não tenha nenhum registro de dose da vacina tríplice ou tetraviral, deverá receber apenas uma dose.
  • Após 49 anos de idade, não é necessário a vacinação porque são consideradas imunes.
  • Profissionais de saúde (médicos, enfermeiros, dentistas e outros), independente da idade, devem ter duas doses válidas da vacina tríplice viral documentadas.
  • Profissionais de transporte (taxistas, motoristas de aplicativos, motoristas de vans e ônibus), profissionais do turismo (funcionários de hotéis, agentes, guias e outros), viajantes e profissionais do sexo devem manter o cartão de vacinação atualizado conforme os esquemas vacinais.

» Clique aqui e acesse o Boletim epidemiológico do Sarampo (atualizado em 01/08/2018).

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Banco de notícias Wed, 01 Aug 2018 09:32:46 +0000
Informe Epidemiológico da Gripe (31/07) http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10663-informe-epidemiologico-da-gripe-31-07 http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10663-informe-epidemiologico-da-gripe-31-07

Até o momento foram notificados 2121 casos de SRAG, sendo 1236 (58,3%) com amostra coletada e processada. Dos casos com amostras processadas, 20,4% ( 252/1236) foram classificados como SRAG por Influenza e 12,9% (159/1236) como SRAG por outros vírus respiratórios. Dos casos associados a Influenza, 96,8% (244/ 252 ) eram Influenza A e 3,2% (8/252) Influenza B. Naqueles em que foi identificado o vírus A, o Influenza A não subtipado é o de maior proporção com 39,3% (96/244), seguido do o subtipo A/H3 sazonal com 33,6% (82/244) e outros 27,0% (66/244) referem-se ao subtipo A/(H1N1)pdm09.

Até o momento foram notificados 245 óbitos por SRAG, o que corresponde a 11,6 % (245/2121) do total de casos. Dos 245 óbitos notificados 6,1% (15/245) foram associados a outros vírus respiratórios (Parainfluenza, VSR, Metapneumovírus e Adenovírus), 26,1% (64/245) foram confirmadas para o vírus Influenza, sendo 95,3% (61/64) decorrentes da Influenza A e 4,7% (3/64) da Influenza B. Dos óbitos relacionados a gripe A, 42,6% (26/61) foram associados ao Influenza A não subtipado, 36,1% (22/61) ao subtipo A/(H1N1) e 21,3% (13/61) ao subtipo A/H3 Sazonal.

Resumindo: em 2018, foram confirmados, até o momento, 252 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados pelo vírus da Influenza (gripe). Foram notificados sessenta e quatro (64) óbitos associados ao vírus da Influenza.

Dos 252 casos de SRAG causados pela Influenza: 8 foram de Influenza B; 66 de Influenza A HINI; 82 de Influenza AH3 e 96 de Influenza A não subtipado.

Mais detalhes, veja no boletim.

» Clique aqui e acesse o Informe Epidemiológico da Gripe (atualizado em 31/07/2018).

» Clique aqui e acesse a série histórica de frequência de casos e óbitos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por Influenza

Dúvidas frequentes e outras informações sobre cuidados e prevenção da gripe estão disponíveis no site: www.saude.mg.gov.br/gripe

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Banco de notícias Tue, 31 Jul 2018 15:12:44 +0000
INTERESSE PÚBLICO: SES-MG convoca coletiva sobre a Campanha Nacional de Multivacinação http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10662-interesse-publico-ses-mg-convoca-coletiva-sobre-a-campanha-nacional-de-multivacinacao http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10662-interesse-publico-ses-mg-convoca-coletiva-sobre-a-campanha-nacional-de-multivacinacao

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) realizará, na próxima quarta-feira (01/08), às 14h, coletiva de imprensa para informar sobre a Campanha Nacional de Multivacinação, que acontecerá de 06 a 31 de agosto, sendo o Dia D de Mobilização Nacional em 18 de agosto. Na coletiva, os técnicos também irão abordar a necessidade da vacinação, em especial, contra o sarampo e a pólio.

 

Serviço:
Dia: 01/08 (quarta-feira)
Horário: 14h
Local: Cidade Administrativa, Prédio Minas, 12º andar. Sala 06. Bairro Serra Verde. BH/MG. (veja mais detalhes do local no mapa abaixo)

 

 

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Banco de notícias Tue, 31 Jul 2018 11:29:33 +0000
Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus (30/07) http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10661-boletim-epidemiologico-de-monitoramento-dos-casos-de-dengue-chikungunya-e-zika-virus-30-07 http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10661-boletim-epidemiologico-de-monitoramento-dos-casos-de-dengue-chikungunya-e-zika-virus-30-07

Devido ao período de baixa transmissão e à redução do número de casos das doenças transmitidas pelo Aedes, o Boletim Epidemiológico está sendo divulgado quinzenalmente (desde o dia 16/07). A previsão é que, em novembro, os dados voltem a ser divulgados semanalmente.

Em 2018, até o momento (30/07), Minas Gerais registrou 23.094 casos prováveis (casos confirmados + suspeitos) de Dengue. Em 2018, até o momento, 7 (sete) óbitos foram confirmados por dengue, residentes nos municípios de Arcos, Conceição do Pará, Contagem, Ituiutaba, Lagoa da Prata, Moema e Uberaba; há 9 (nove) óbitos em investigação para dengue.

Em relação à Febre Chikungunya, Minas Gerais registrou 10.404 casos prováveis da doença, concentrados na região do Vale do Aço. Até o momento, foi confirmado 1 (um) óbito por Chikungunya no município de Coronel Fabriciano em 2018; há 1 (um) óbito em investigação.

Já em relação à Zika, foram registrados 201 casos prováveis da doença em 2018, até a data de atualização do boletim.

» Clique aqui e confira o Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus da SES-MG para a IMPRENSA (atualizado em 30/07/2018)

» Clique aqui e confira o Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus da SES-MG para a ÁREA TÉCNICA (atualizado em 30/07/2018)

» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Dengue por município em 2018 (atualizado em 30/07/2018).
Dados de 2017

» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Chikungunya por município em 2018 (atualizado em 30/07/2018).
Dados de 2017

» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Zika por município em 2018 (atualizado em 30/07/2018).
Dadoss de 2017

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Banco de notícias Mon, 30 Jul 2018 13:55:04 +0000
Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus (16/07) http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10660-boletim-epidemiologico-de-monitoramento-dos-casos-de-dengue-chikungunya-e-zika-virus-16-07 http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10660-boletim-epidemiologico-de-monitoramento-dos-casos-de-dengue-chikungunya-e-zika-virus-16-07

A partir desta segunda-feira (16/07), devido ao período de baixa transmissão e à redução do número de casos das doenças transmitidas pelo Aedes, o Boletim Epidemiológico será divulgado quinzenalmente. A previsão é que, em novembro, os dados voltem a ser divulgados semanalmente.

Em 2018, até o momento (16/07), Minas Gerais registrou 22.901 casos prováveis (casos confirmados + suspeitos) de Dengue. Em 2018, até o momento, cinco óbitos foram confirmados por dengue, nos municípios de Arcos, Conceição do Pará, Contagem, Uberaba e Moema. Há 11 óbitos em investigação para dengue.

Em relação à Febre Chikungunya, Minas Gerais registrou 10.051 casos prováveis da doença, concentrados na região do Vale do Aço. Não foi registrado, até o momento, óbito confirmado para Chikungunya em 2018. Há dois óbitos em investigação.

Já em relação à Zika, foram registrados 200 casos prováveis da doença em 2018, até a data de atualização do boletim.

» Clique aqui e confira o Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus da SES-MG para a IMPRENSA (atualizado em 16/07/2018)

» Clique aqui e confira o Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus da SES-MG para a ÁREA TÉCNICA (atualizado em 16/07/2018)

» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Dengue por município em 2018 (atualizado em 16/07/2018)
» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Chikungunya por município em 2018 (atualizado em 16/07/2018)
» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Zika por município em 2018 (atualizado em 16/07/2018)

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Banco de notícias Mon, 16 Jul 2018 13:38:36 +0000
ESP-MG abre edital para seleção de alunos para especialização em "Comunicação e Saúde" http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10659-esp-mg-abre-edital-para-selecao-de-alunos-para-especializacao-em-comunicacao-e-saude http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10659-esp-mg-abre-edital-para-selecao-de-alunos-para-especializacao-em-comunicacao-e-saude

A Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais (ESP-MG) informa a abertura de edital de seleção de alunos para o curso de pós-graduação em Comunicação e Saúde, no período de 11/07/2018 à 14/08/2018.

Os interessados devem realizar pré-inscrição por meio de formulário on-line e entregar (pessoalmente ou via Correios) a documentação exigida no edital para efetivar a inscrição.

A especialização lato-sensu em Comunicação e Saúde terá 40 vagas para profissionais com formação em diversas áreas das ciências humanas, sociais e da saúde, com atuações na comunicação social, jornalismo, mobilização, gestão, saúde coletiva e outras que atuem na saúde pública.

 

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Banco de notícias Wed, 11 Jul 2018 16:19:24 +0000